The Birth of Rock and Roll Music.A partir de 1948 concentram-se várias inovações tecnológicas, bem como uma grande mudança social.
Para começar a Segunda Grande Migração estava em andamento o que significava- pessoas uniram-se e partilharam experiências e diferentes estilos musicais. Isso gerou novos estilos musicais, incluindo o rock n 'roll.
No plano tecnológico, 1948 foi o ano de Leo Fender começar a produzir em massa e a vender a sua Broadcaster, a primeiro guitarra eléctrica. Este foi o mesmo ano em que o LP (disco long-playing) foi inventado e começar a suplantar o 78. A inovação final é o transistor que nos deu os rádios portáteis.
A relação entre tecnologia e a música rock, o Loudness Wars.
A maioria dos discos que hoje se fazem acabam sendo ouvidos através de pequenas caixas de computador por fãs que estão ocupados a navegar na Internet. As editoras pedem aos engenheiros de masterização que trabalham nos seus CDs aumentarem os níveis de som tão alto que até as partes suaves soam mais alto.
Durante a última década e meia, uma revolução na tecnologia de gravação mudou a forma como álbuns são produzidos, mixados e masterizados - quase sempre para pior, quase tudo é dominado um som demasiado alto. Os engenheiros fazem isso para chamar a atenção [dos ouvintes]através da aplicação da compressão dinâmica, que reduz a diferença entre os sons mais altos e os suaves numa música. Muitos engenheiros acreditam que confiar muito nesse efeito pode obscurecer detalhes sonoros, roubar a força emocional e deixar os ouvintes como o que os engenheiros chamam de "fadiga auditiva. A indústria decidiu que é uma competição por volume .
Produtores e engenheiros chamam isso de "a guerra do volume", e isso mudou a forma o som de quase todos os novos álbuns pop e rock.
Os álbuns foram ficando cada vez mais uma merda a cada ano que passa. Há mais de cinco anos atrás saiu o novo álbum dos Rush Vapor Trails, e sobre a faixa de abertura, "One Little Victory" um artigo chamado "Over the Limit" num site destinado a profissionais de gravação, o autor, Rip Rowan, enorme fã dos Rush (e baterista de "boot") analisou diversos álbuns Rush e mostrou como Vapor Trails foi uma vítima da Guerra do Loudness. É um artigo interessante, revela um pouco o limite do bit e a história do "peak"(a técnica utilizada para criar CDs mais alto) e gráficos que mostram o quão alto está Vapor Trails.
“In the Seventies and Eighties, you were expected to pay attention”, a música moderna deveria ser capaz de chamar atenção. Assim como cds suplantaram o vinil e as cassetes, MP3 e outros formatos de música digital estão substituindo rapidamente os CDs como a forma mais popular para ouvir música. Isso significa mais conveniência, mas o som pior. Para criar um MP3, um computador sampla música num CD e comprime-a num arquivo menor, excluindo a informação musical que o ouvido humano mrnos gosta de ouvir. Grande parte da informação deixada de fora está nos extremos altos e baixos, razão pela qual alguns MP3 tem um "sound flat".Os MP3s não reproduzem bem a reverberação e a falta de detalhes high-end faz soar frágil. Sem sons graves suficientes, “you don’t get the punch anymore ".It decreases the punch of the kick drum and how the speaker gets pushed when the guitarist plays a power chord.”
Os produtores agora também alteraram a forma como se misturam discos para compensar as limitações do som MP3. "Você tem que estar ciente de como as pessoas irão ouvir música, e praticamente toda a gente está ouvindo MP3", diz o produtor Butch Vig, membro dos Garbage e produtor de"Never- mind" dos Nirvana . "Alguns dos efeitos perdem-se. Então às vezes tem que se exagerar as coisas. "Outros produtores acreditam que os CDs intensamente compactados fazer melhorar MP3s, pois o volume da música irá compensar o achatamento do formato digital.
Assim, as pessoas enchem os seus iPods para ouvir MP3s que não soa muito bem em fones de ouvido comparativamente com as capacidades limitadas de reprodução de som, "folks who take quality over quantity suffer because lots of CDs today are peak limited to hell and sound like shit".
As mudanças tecnológicas têm alterado a forma como os sons são gravados, têm incentivado uma perfeição artificial na música em si. A fita analógica foi substituído na maioria dos estúdios, pelo Pro Tools, editores que antes exigiam emendas nas fitas, hoje facilmente feito com o clique de um mouse. Programas como o Auto-Tune tornam péssimos cantores com som perfeito, e o Beat Detective faz a mesma coisa para bateristas vacilantes.
A internet é hoje em dia o reflexo daquilo que somos para o bem e para o mal. Eu criei este blogue com o objectivo de falar sobre a cultura pop - musica, cinema, livros, fotografia, dança... porque gosto de partilhar a minha paixão, o meu conhecimento a todos. O meu amor pela música é intenso, bem como a minha curiosidade pelo novo. Como não sou um expert em nada, sei um pouco de tudo, e um pouco de nada, o gosto ultrapassa as minhas dificuldades. Todos morremos sem saber para que nascemos.
10/11/2010
JOHN CALE EM PORTUGAL 2011
Em Fevereiro do próximo ano o músico galês John Cale vai dar seis concertos em Portugal. O fundador dos The Velvet Underground vai novamente passar por cá, mas esta mini digressão não inclui concertos em Lisboa ou Porto.
O ultimo álbum de estúdio “blackAcetate” na longa carreira discográfica a solo de Cale, remonta a 2005.
O artista vai regressar ao nosso País, entre os dias 17 e 26 Fevereiro do próximo ano, numa mini-tournée que passará por seis Cidades:
17 @ Teatro Gil Vicente, Coimbra
19 @ Vila Flor, Guimarães
20 @ Teatro Aveirense, Aveiro
24 @ Teatro José Lúcio da Silva, Leiria
25 @ Teatro Cine, Torres Vedras
26 @ Teatro Virgínia, Torres Novas
O ultimo álbum de estúdio “blackAcetate” na longa carreira discográfica a solo de Cale, remonta a 2005.
O artista vai regressar ao nosso País, entre os dias 17 e 26 Fevereiro do próximo ano, numa mini-tournée que passará por seis Cidades:
17 @ Teatro Gil Vicente, Coimbra
19 @ Vila Flor, Guimarães
20 @ Teatro Aveirense, Aveiro
24 @ Teatro José Lúcio da Silva, Leiria
25 @ Teatro Cine, Torres Vedras
26 @ Teatro Virgínia, Torres Novas
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musica factos- John Cale
ANDY WARHOL - "Garrafa de Coca-Cola"
Uma “Grande garrafa de Coca Cola” (Large Coca Cola) de Andy Warhol foi vendida por 35,3 milhões de dólares na terça feira à noite em Nova Iorque, claramente acima das expectativas.
A tela a preto e branco de Warhol faz parte de um conjunto de quatro pinturas sobre garrafas de refrigerantes que o artista criou. Obras que marcaram a arte do pós-guerra e contemporânea.
Ainda assim, a Coca-Cola de Warhol não bateu o recorde de 63,4 milhões de dólares(45,4 milhões de euros) pago pelo retrato que fez de Elizabeth Taylor, no quadro «Homens da sua vida».
A tela a preto e branco era uma das principais peças propostas pela Sotheby's num leilão de arte contemporânea, que sucedeu à venda de impressionistas na semana passada.
A obra estava estimada num valor entre os 20 e 25 milhões de dólares.
Uma tela de Mark Rothko, datada de 1955 e com um valor estimado entre os 20 e 30 milhões de dólares, foi vendida por 22,4 milhões de dólares, por um comprador “asiático”, indicaram os responsáveis da Sotheby's, que não revelaram a nacionalidade do novo proprietário.
Comentando o sucesso das obras de Andy Warhol, Tobias Meyer director do departamento de arte contemporânea da Sotheby's, declarou que “Andy (se) tornou num ícone do desejo mundial”.
Na semana passada, durante nas vendas um quadro de Amedeo Modigliani, “Nua sentada num divã”, foi vendido por 68,9 milhões de dólares, batendo um recorde mundial para o artista italiano.
A tela a preto e branco de Warhol faz parte de um conjunto de quatro pinturas sobre garrafas de refrigerantes que o artista criou. Obras que marcaram a arte do pós-guerra e contemporânea.
Ainda assim, a Coca-Cola de Warhol não bateu o recorde de 63,4 milhões de dólares(45,4 milhões de euros) pago pelo retrato que fez de Elizabeth Taylor, no quadro «Homens da sua vida».
A tela a preto e branco era uma das principais peças propostas pela Sotheby's num leilão de arte contemporânea, que sucedeu à venda de impressionistas na semana passada.
A obra estava estimada num valor entre os 20 e 25 milhões de dólares.
Uma tela de Mark Rothko, datada de 1955 e com um valor estimado entre os 20 e 30 milhões de dólares, foi vendida por 22,4 milhões de dólares, por um comprador “asiático”, indicaram os responsáveis da Sotheby's, que não revelaram a nacionalidade do novo proprietário.
Comentando o sucesso das obras de Andy Warhol, Tobias Meyer director do departamento de arte contemporânea da Sotheby's, declarou que “Andy (se) tornou num ícone do desejo mundial”.
Na semana passada, durante nas vendas um quadro de Amedeo Modigliani, “Nua sentada num divã”, foi vendido por 68,9 milhões de dólares, batendo um recorde mundial para o artista italiano.
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arte- Andy Warhol
09/11/2010
CASA da MUSICA vs EUA 2011
Depois de adoptar a Áustria como o país-tema de 2010, a Casa da Música volta-se agora para o outro lado do Atlântico.
De temas da banda sonora do filme “Os Sete Magníficos” até aos musicais de George Gershwin e Leonard Bernstein, de Hollywood à Broadway, da folk ao jazz e da pop ao rock, de Laurie Andersen a Philip Glass, de Edgard Varèse e da Escola de Nova Iorque a John Cage e ao movimento minimalista... a programação da Casa da Música, no Porto, para o próximo ano 2011, será dedicada aos Estados Unidos.
A América vai estar em foco, e um dos compositores mais marcantes da música minimalista, Steve Reich, será mesmo o compositor em associação no próximo ano.
Destaque-se a obra de Steve Reich, um recital de piano por Philip Glass (25 de Maio)um dos mais influentes compositores do séc. XX e autor de bandas-sonoras de filmes como "The Hours" e "Notes on a Scandal", pela qual recebeu um Óscar. A actuação dos músicos de jazz Steve Lehman Octet (25 Jan.), Daniel Levin Quartet (24 Fev), o regresso do pianista Brad Mehldau, desta vez trazendo o projecto "Love Songs", com a soprano Anne Sofie von Otter (26 Mar), Patricia Barber (23 Abril), Elliott Sharp (28 Abril), Steve Coleman & Five Elements, liderado pelo saxofonista fundador do movimento M-Base (15 Mai). Também Laurie Andersen regressará ao Porto, para apresentar o seu projecto "Delusion" (5 Jun), e Ken Vandermark (22 Maio), e vários nomes maiores do jazz americano.
Steve Reich vai estar na Casa da Música no dia 10 de Maio, a fazer uma palestra e a participar no concerto do agrupamento Bang on a Can, que, entre outras, tocará duas peças suas, "Electric Counterpoint" e "2x5", a segunda em estreia em Portugal. Outras obras de Reich serão interpretadas ao longo do ano em quatro outros concertos de formações residentes da Casa.
Para 2011, estão agendados mais de 170 concertos e centenas de actividades do serviço educativo. A aposta é, uma vez mais, "diversificar os géneros musicais", um propósito imediatamente exposto na escolha dos Estados Unidos como tema do ano. O país "onde melhor se fez sentir e continua a sentir-se o cruzamento de culturas na música", salienta o responsável.
O festival "Música & Revolução" regressa, simbolicamente, a 25 de Abril, tendo as Revoluções Americanas como tema. Será um "momento excitante", confessa Jorge Pacheco, tendo em conta a oportunidade de assistir a estreia em Portugal á versão original da peça "Amériques", de Edgard Varèse. A "obra sinfónica do séc. XX que convoca o maior número de músicos", sobem ao palco da Sala Suggia uma formação com mais de 130 intérpretes.
As diferentes "Revoluções Americanas" vão atravessar o festival Música e Revolução, em dois concertos (29 e 30 Abr), em que a Orquestra Sinfónica e o Remix Ensemble interpretarão obras de compositores que romperam com as tradições em diferentes áreas, como Morton Feldman, John Zorn, Frank Zappa, John Cage e Edgard Varèse. Cabe à pianista Ursula Oppens abrir as hostilidades com a "obra genial" de Frederic Rzewski, "O Povo Unido Jamais Será Vencido".
O ano de 2011 é também dedicado às quatro óperas de Richard Wagner reunidas sob o título "Anel do Nibelungo" - "O Ouro do Reno", "A Valquíria", "Siegfried" e "O Crepúsculo dos Deuses" serão interpretadas durante um fim-de-semana de Setembro pelo Remix Ensemble, sob direcção de Peter Rundel e com encenação de Antoine Gindt.
Trata-se da versão realizada por Jonathan Dove e Graham Vick em Inglaterra, no início dos anos 1990. Depois da apresentação no Porto, esta "Ring Saga" será levada a outros palcos europeus, entre a França e o Luxemburgo.que serão interpretadas durante um fim-de-semana de Setembro pelo Remix Ensemble, sob direcção de Peter Rundel e com encenação de Antoine Gindt.
De temas da banda sonora do filme “Os Sete Magníficos” até aos musicais de George Gershwin e Leonard Bernstein, de Hollywood à Broadway, da folk ao jazz e da pop ao rock, de Laurie Andersen a Philip Glass, de Edgard Varèse e da Escola de Nova Iorque a John Cage e ao movimento minimalista... a programação da Casa da Música, no Porto, para o próximo ano 2011, será dedicada aos Estados Unidos.
A América vai estar em foco, e um dos compositores mais marcantes da música minimalista, Steve Reich, será mesmo o compositor em associação no próximo ano.
Destaque-se a obra de Steve Reich, um recital de piano por Philip Glass (25 de Maio)um dos mais influentes compositores do séc. XX e autor de bandas-sonoras de filmes como "The Hours" e "Notes on a Scandal", pela qual recebeu um Óscar. A actuação dos músicos de jazz Steve Lehman Octet (25 Jan.), Daniel Levin Quartet (24 Fev), o regresso do pianista Brad Mehldau, desta vez trazendo o projecto "Love Songs", com a soprano Anne Sofie von Otter (26 Mar), Patricia Barber (23 Abril), Elliott Sharp (28 Abril), Steve Coleman & Five Elements, liderado pelo saxofonista fundador do movimento M-Base (15 Mai). Também Laurie Andersen regressará ao Porto, para apresentar o seu projecto "Delusion" (5 Jun), e Ken Vandermark (22 Maio), e vários nomes maiores do jazz americano.
Steve Reich vai estar na Casa da Música no dia 10 de Maio, a fazer uma palestra e a participar no concerto do agrupamento Bang on a Can, que, entre outras, tocará duas peças suas, "Electric Counterpoint" e "2x5", a segunda em estreia em Portugal. Outras obras de Reich serão interpretadas ao longo do ano em quatro outros concertos de formações residentes da Casa.
Para 2011, estão agendados mais de 170 concertos e centenas de actividades do serviço educativo. A aposta é, uma vez mais, "diversificar os géneros musicais", um propósito imediatamente exposto na escolha dos Estados Unidos como tema do ano. O país "onde melhor se fez sentir e continua a sentir-se o cruzamento de culturas na música", salienta o responsável.
O festival "Música & Revolução" regressa, simbolicamente, a 25 de Abril, tendo as Revoluções Americanas como tema. Será um "momento excitante", confessa Jorge Pacheco, tendo em conta a oportunidade de assistir a estreia em Portugal á versão original da peça "Amériques", de Edgard Varèse. A "obra sinfónica do séc. XX que convoca o maior número de músicos", sobem ao palco da Sala Suggia uma formação com mais de 130 intérpretes.
As diferentes "Revoluções Americanas" vão atravessar o festival Música e Revolução, em dois concertos (29 e 30 Abr), em que a Orquestra Sinfónica e o Remix Ensemble interpretarão obras de compositores que romperam com as tradições em diferentes áreas, como Morton Feldman, John Zorn, Frank Zappa, John Cage e Edgard Varèse. Cabe à pianista Ursula Oppens abrir as hostilidades com a "obra genial" de Frederic Rzewski, "O Povo Unido Jamais Será Vencido".
O ano de 2011 é também dedicado às quatro óperas de Richard Wagner reunidas sob o título "Anel do Nibelungo" - "O Ouro do Reno", "A Valquíria", "Siegfried" e "O Crepúsculo dos Deuses" serão interpretadas durante um fim-de-semana de Setembro pelo Remix Ensemble, sob direcção de Peter Rundel e com encenação de Antoine Gindt.
Trata-se da versão realizada por Jonathan Dove e Graham Vick em Inglaterra, no início dos anos 1990. Depois da apresentação no Porto, esta "Ring Saga" será levada a outros palcos europeus, entre a França e o Luxemburgo.que serão interpretadas durante um fim-de-semana de Setembro pelo Remix Ensemble, sob direcção de Peter Rundel e com encenação de Antoine Gindt.
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musica factos- EUA
07/11/2010
AMERICAN FILM MARKET
Vários cartazes e fotografias são revelados no American Film Market, que decorre entre de 3 a 10 Novembro.O AFM é o mercado internacional de longa-metragem e o principal local para empresas de produção comercial. Neste quadro os filmes são apresentados com exclusividade.
Tree of Life de Terrence Malick com Brad Pitt et Sean Penn
The Iceman d'Ariel Vromen com Benicio Del Toro
Mel Gibson em The Beaver de Jodie Foster
Man On A Ledge de Asger Leth com Sam Worthington
Jake Gyllenhaal em Source Code de Duncan Jones
Julia Roberts e Tom Hanks em Larry Crowne de Tom Hanks
Tree of Life de Terrence Malick com Brad Pitt et Sean Penn
The Iceman d'Ariel Vromen com Benicio Del Toro
Mel Gibson em The Beaver de Jodie Foster
Man On A Ledge de Asger Leth com Sam Worthington
Jake Gyllenhaal em Source Code de Duncan Jones
Julia Roberts e Tom Hanks em Larry Crowne de Tom Hanks
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cinema- American Film Market
PIER PAOLO PASOLINI
Salo ou os 120 Dias de Sodoma
Na noite de 1 para 2 de Novembro de 1975, Pier Paolo Pasolini foi brutalmente assassinado numa praia, a 30 km de Roma. Assassinato cometido por um jovem. Mas 35 anos depois, a instrução do julgamento recomeçou.Três homens têm desempenhado um papel importante na reabertura do inquérito para que o país inteiro conheça a história do assassinato de um dos grandes intelectuais italianos do século XX:
- Guido Calvi, advogado de Pasolini e da sua família,
- Gianni Borgna, ex-assistente de cultura da cidade de Roma,
- Carlo Lucarelli, jornalista e escritor.
"Pasolini foi perseguido durante toda a sua vida por duas forças: a extrema-direita que o atacou incessantemente e do Estado italiano que lhe fez dezenas de julgamentos.
"Para mim, existem dois mistérios inexplicáveis: a morte de Aldo Moro e de Pasolini.Compreender como e porquê que foi morto nos ajudará a entender melhor o que é a história deste país.
Guido Calvi
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cinema- Pier Paolo Pasolini
ADRIAN BELEW
Adrian Belew é guitarrista e vocalista dos King Crimson desde 1981. Ainda hoje me recorda (ouço) o som saído da sua guitarra nos temas «Elephant Talk»,«Indiscipline» ou «Thela Hun Ginjeet» tocados ao vivo em 1982, no Estadio do Restelo, com os King Crimson.
A sua entrada nos King Crimson, em 1981 (quando estes existiam desde 1969), veio alterar profundamente o som da banda, e a sua carreira a solo é marca do próprio Belew. Com uma larga carreira a solo criou uma banda chamada GaGa nos anos 70, nos anos 80 uma outra chamada The Bears, e Adrian Belew Power Trio( Eric Slick,drums, e
Julie Slick, bass). Tocou em estúdio e ao vivo com, Frank Zappa, David Bowie, Talking Heads, The Tom Tom Club, Trent Reznor- Nine Inch Nails, Ryuichi Sakamoto, Tori Amos, Porcupine Tree, Paul Simon, ou Laurie Anderson, a lista é imensa.
A sua entrada nos King Crimson, em 1981 (quando estes existiam desde 1969), veio alterar profundamente o som da banda, e a sua carreira a solo é marca do próprio Belew. Com uma larga carreira a solo criou uma banda chamada GaGa nos anos 70, nos anos 80 uma outra chamada The Bears, e Adrian Belew Power Trio( Eric Slick,drums, e
Julie Slick, bass). Tocou em estúdio e ao vivo com, Frank Zappa, David Bowie, Talking Heads, The Tom Tom Club, Trent Reznor- Nine Inch Nails, Ryuichi Sakamoto, Tori Amos, Porcupine Tree, Paul Simon, ou Laurie Anderson, a lista é imensa.
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musica- king crimson
ULVER
Ulver significa "lobo", no idioma norueguês.
"Após todos esses anos, o lobo ainda é meu animal totem, e carrega fortes valores simbólicos para mim. Certamente, não somos cães. Nos recusamos a ser domesticados... (risos)"
Garm para a revista Kerrang!
Em 1992, com a explosão da Inner Circle of Black Metal, o jovem Kristoffer Garm Rygg, então com 15 anos, inicia a banda que rapidamente assumiria sua posição de destaque entre as pioneiras do estilo. Em 1993, gravam a demo Vargnatt e, Bergtatt (1995), um álbum de intensa originalidade, contrastado-se com o cliché destilado na época por bandas como Burzum, Emperor ou Darkthrone, que ainda lançava Transilvaninan Hunger, hoje considerado um clássico do black metal cru. Bergtatt mostra uma grande influência do Bathory, e mescla com passagens acústicas, como na faixa "Een Stemme Locker", que já apontava a direcção do álbum seguinte...
Kveldsjanger é lançado em 1996, e aqui o Ulver começa a desnortear os seus seguidores. Ontem no concerto ouvi alguns a queixarem-se. banda parte para um álbum completamente acústico, composto de cordas e um coral de vozes. A mudança inesperada dividiu opiniões, e mais tarde esta seria percebida como uma particularidade da banda. Nenhum disco repete o anterior.
No ano seguinte surpreende novamente, Nattens Madrigal, um dos álbuns mais secos e violentos da história do black metal. Diz a lenda que o disco foi gravado dentro de uma floresta norueguesa, o que não é de se duvidar e talvez justifique a baixa qualidade da gravação. Seria então uma espécie de piada sobre a rigidez típica do black-metal? Não existem meios seguros de se obter uma resposta, mas o fato é que, brincadeira ou não, o disco entrou para a história. Cada uma das oito faixas leva um título como "Wolf and fear", "Wolf and devil", "Wolf and passion"...
Grellmund – guitarrista em Vargnatt (cometeu suicídio a 31 Dezembro de 1997)
No ano de 1998, esses três trabalhos são reunidos, em luxuosas versões Picture LP, na caixa The Trilogie, que fecha definitivamente a primeira fase da banda.
Após a prisão de Varg Vikerness (Burzum), o cenário black metal sofre profundas mudanças na Noruega. Neste momento, Garm desfruta de um status de semi-deus dentro da cena, visto o sucesso de suas bandas Ulver e Arcturus, além de passagens importantissimas em bandas como Emperor, Borknagar e Dimmu Borgir. Seu peculiar vocal passa a ser largamente imitado, assimilado como parte do estilo viking/black-metal.
Garm deixa evidente que o black-metal não lhe oferece mais desafios. No mesmo ano do Nattens Madrigal (1997), ele extrapola as barreiras do estilo com sua banda Arcturus, no polêmico La Masquerade Infernale. Trata-se do mais revolucionário álbum lançado por uma banda de black-metal, porém, não mais caberia no rótulo.
Em 1999, é lançado o épico duplo Themes from William Blake's The Marriage of Heaven and Hell, um recital do livro onde Blake evoca o poder da imaginação contra as restrições da condição humana. Musicalmente falando, trata-se de um estranho híbrido de rock industrial, metal, jazz e música ambiente, que afastou de vez uma boa parte dos puristas do estilo black-metal, ao mesmo tempo em que levou a música do Ulver a diversos outros segmentos, trazendo o interesse de renomados produtores, pedidos de remixes e convites para diversos projetos multimídias. O diretor de cinema Harmony Korine (Gummon, Kids) comentou, a respeito deste álbum, que "há uma evolução linear entre um compositor como Wagner e a música de uma banda como o Ulver".
Ainda em 1999, o Arcturus lança Disguised Masters (& the Deception Circus), que nada mais é senão o pecado capital para uma banda do genero: um álbum de remixes. Este tiro de misericórdia nos fãs radicais marca também o fim do Arcturus. A partir dai, Garm decide se dedicar exclusivamente ao Ulver.
No ano seguinte, o lançamento do EP Metamorphosis transmite toda a combustão deste período. Seu encarte traz o curioso recado;
O ULVER obviamente não é uma banda de black metal nem deseja ser estigmatizada como tal. Orgulhamo-nos de nossos instintos anteriores, mas desejamos comparar nossa relação com o gênero citado àquela existente entre a serpente e Eva: apenas um incentivo para futuras travessuras.
"Há tempos somos fascinados pelo problema do silêncio no som. Até onde sei, a comunicação é atrelada à conotação. Assim como determinados lingüistas trabalham de encontro aos sinais comuns do texto como línguagem, nossa intenção é levar o som para lugares nunca ouvidos antes"
Garm para a revista Kerrang!
A ruptura acontece com o quinto álbum, em 2001. Perdition City traz um Ulver moderno e sofisticado, descendo ainda mais fundo na contemplação da beleza e da decadência. Soando quase como uma versão cínica de bandas como The Future Sound of London, o disco cativa com sua estética madura e tremenda capacidade de evocar imagens urbanas, melancólicas, familiares. Não por acaso, o disco leva o subtítulo Music for an interior film.
Eu concordo que nós somos talvez mais pintores que músicos. Existem meios de pintar ou projetar a música ao invés de simplesmente tocá-la. Você tem uma visão, e então você usa o que for necessário para realizar essa visão, dar-lhe vida. Assim, o resultado é uma forma muito visual de música."
Entrevista para a Moondance, 1999
Talvez a única constante durante o trajeto do Ulver, seja a propriedade visual de sua música, sua capacidade de inspirar imagens. Sendo assim, ela parece chegar ao seu destino quando encontra o cinema. Isso ocorre em 2002, com Lyckantropen Themes, banda sonora para um média-metragem Sueco. O DVD do filme, um minimalista suspense sobre lobisomens, inclui uma entrevista de 20 minutos com a banda, que discute todo o material já lançado, além de comentar sobre um futuro álbum, possivelmente intitulado Utopian Enterprises.
Em 2002 ocorre também um inesperado retorno dos Arcturus, com o álbum The Sham Mirrors.
Em 2003, os Ulver compõe para o filme Norueguês Svidd Neger.
Os 10 anos de atividades da banda são então celebrados com o lançamento de 1993-2003: 1st Decade In The Machines.
Segue-se Blood Inside, 2005, e Shadows of the Sun em 2007, ambos na Jester Records , e já em 2010 Psyche.
* Kristoffer Rygg (aka Garm/Kris) - vocals, additional programming
* Jørn H. Sværen - miscellaneous
* Tore Ylwizaker - programming, keyboards
* Daniel O'Sullivan - guitar, bass, keyboards
JAKI LIEBZEIT / BURNT FRIEDMAN + ULVER + X-TG
O Clubbing de ontem (hoje)5 de Novembro reuniu em cartaz (X-TG, Ulver e Burnt Friedman & Jaki Liebezeit - baterista dos CAN- já os tinha visto há uns 5 anos na Maia ),e públicos diferentes, não muitos..., e que fizeram a escolha de deixar até horas demasiado tardias. No entanto, mesmo não se sendo de ferro, há quem tenha vontades metálicas sinfónicas( Ulver) e tenha aguentado até ao fim dos concertos na Sala 2 da Casa da Música. Os X-TG (Throbbing Gristle sem Genesis P-Orridge que abandonou o projecto no início da semana que passou,) actuaram desde as 23:30 ás 00:50, a dupla Friedman/Liebezeit das 01.45 ás 02:50, e por fim os Ulver das 02.45, ás 04:10...uf!!!!
Throbbing Gristle já actuaram no Porto com o novo logótipo e com o tal nome novo.Do alinhamento só não tocaram as duas musicas cantadas por Genesis P. Orridge- Cosey Fanni Tutti substitui P-Orridge na voz.
A segunda música do alinhamento, segundo Peter Christopherson, (dos Coil) sempre muito comunicativo após cada musica, foi a primeira a ser criada enquanto X-TG. Uma sucessão de sons graves estabelecia o andamento para uma batida quase aleatória, ruídos maquinais e vozes processadas, em seus tons fabris caracterizou a actuação dos londrinos que nos anos 1970, levaram a arte e a música a níveis de violência extremos. Inventaram um género, a música industrial.
Esta é a banda que um político conservador britânico classificou de "destruidores da civilização", quando, ainda enquanto COUM Transmissions (o grupo de música e arte que se transformaria nos Throbbing Gristle, em 1975), montou a exposição "Prostitution" com tampões usados, seringas e imagens da carreira de Fanni Tutti enquanto modelo porno. As performances COUM envolviam frequentemente sexo ao vivo ou actos bizarros como tentativas de masturbação com cabeças de galinha em cima do pénis.
Enquanto muitos ingleses andava entretidos com os três acordes do punk, os TB preferiram inventar uma outra forma de música, feita de "loops" de cassetes, ruído saído de violinos partidos, baixos e guitarras baratas em doses industriais, vozes entre o sonambulismo e a violência militarista, tudo filtrado por um batalhão de efeitos, e letras inspiradas pelo lado mais bizarro e feio da humanidade. Uma música ainda hoje inclassificável.
Eram, ao mesmo tempo, música pré ou anti-rock'n'roll (porque à margem das convenções - P-Orridge definia-os frequentemente como "antimúsica") e uma enorme experiência rock (porque muito poucos tinham levado o rock a níveis tão extremos). Influenciados pelos Fugs e Velvet Underground e, num plano não musical, pela Fluxus, pelos dadaístas e "accionistas" de Viena (Hermann Nitsch, etc.). Criaram um novo género, a música industrial, que vai da violência absurda dos Whitehouse à dança cerebral dos Cabaret Voltaire.
Com uma interacção reduzida, a banda foi orientando o público através da sua experiência sónica, sentados em secretárias, movimentos lentos dos três membros da banda quase como se estivessem a elaborar um importante trabalho de laboratório.
Acto que se sentia nas músicas, ao longo do concerto foram poucos os sons repetidos sobre as lentas batidas industriais, levando todos nós para fora dos seus corpos, como os próprios X-TG admitiram. Por vezes um ruído caía de forma intuitiva na música, mas pode ter sido previamente escolhido, ou mesmo inventado para o efeito.
Se há algo de que não podemos acusar este trio é a postura profissional, carisma, e uma recusa de envelhecer orientada para a criatividade e para o verdadeiro desfile de objectos utilizados que foi o concerto. Desde um theremin alterado, a uma mini-trompete e guitarra de Fanny Tutti e um iPad,(a musica mais bonita da noite, com mais groove- incrivel o som que saía das mãos de Peter Christopherson) muita coisa serviu para levar os antigos Throbbing Gristle a pôr a Sala 2 a estremecer como uma velha fábrica a laborar.
Com um carácter mais natural, foi o concerto de Burnt Friedman e Jaki Liebezeit, o baterista dos míticos Can. Um duo de percussão e sintetizadores de batidas muito seguidas, filtradas ao som artificial da bateria, num kit de percussão sem bombo nem pratos de choque, ao som muito urbano dos teclados discretos e carregados de efeitos.
Trinta e cinco anos depois, ainda não sabem tocar nenhum instrumento (pelo menos segundo os livros). Em 1981, os Gristle anunciaram que a "missão estava acabada" e partiram para outros projectos, como os Psychic TV e os Coil. É uma questão vital para o grupo continuar a ser desafiante, reflecte Tutti. "Liberta-te das formas estabelecidas de pensar e construir música. Conheço músicos que aprenderam música convencionalmente para quem é impossível improvisar. Quando não têm uma partitura agarram-se a acordes que aprenderem e que estão metidos no seu subconsciente. Isso é incrivelmente restritivo do ponto de vista criativo. Gosto de responder a um som na sua forma essencial, não da forma como foi categorizado".
O ritmo do duo alemão tornou o ambiente da sala Suggia ligeiro e ameno, óptimo para descansar o corpo do anterior concerto dos TB. Esta fluidez devia-se, sobretudo, aos quase 40 anos de actividade de Liebezeit conseguindo dar à actuação um balanço constante e liberdade a Friedman para extravasar calmamente com os seus sintetizadores perante um público que foi saindo aos poucos da sala principal. Aliás, perto do início do concerto dos noruegueses Ulver, a sala Suggia estava relativamente vazia.
Kristoffer “Garm” Ryg e companhia entrarem em palco. Na tela que projectou os vídeos, que são metade da actuação dos Ulver, podia ler-se o nome da banda em letras grandes seguida da frase “We come as thieves.” Mal os Ulver pisaram o palco, na tela gigante por trás do palco surgi um sol quente e bem alaranjado a percorrer a tela, até aparecer a lua. Começou a ouvir-se Eos, a faixa de abertura de Shadows of the Sun. Garm e a restante banda tocaram músicas de praticamente todos os registos desde Perdition City (2000), passando mesmo pelo EP A Quick Fix of Melancholy (2003) e pela banda sonora Svidd Neger, demonstrando muitas das facetas em que este projecto vanguardista se move, com influencias, folk, sinfónico, experimental,e black metal.
E assim foi: os noruegueses entraram com a voz estilo operático e o portátil de Garm, mais outros dois computadores, uma bateria, um enorme gongo, sintetizadores, guitarra/baixo/piano, um componente visual com os vídeos arrojados (morte, sangue, sexo) luzes escuras numa actuação parca em palavras, para saírem silenciosamente e sem cerimónias. Em For The Love of God, com a sua negritude, um vídeo cruzava imagens alusivas ao cristianismo com outras menos santas, de teor sexual. Um telefone a tocar indicou o início do tema Operator em que um homem se tentava suicidar através de todos os meios possíveis no grande ecrã.
Arcturus -era o outro projecto de Garm e Skoll, que começou como black metal sinfónico e transitou em metal avant-garde. Garm deixou a banda em 2003.
O guitarista/pianista, e mais recente membro Daniel O’Sullivan pertenceu há progressive/art-rock band Guapo, e aos Mothlite.
Head Control System - um duo de Garm e do músico Português (metal) Daniel Cardoso.
Ved Buens Ende - projecto paralelo de Skoll e Carl-Michael Eide -separou-se, e reuniram mais uma vez em 2007.
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06/11/2010
AI WEIWEI - artista chinês colocado sob prisão domiciliária
O designer, arquitecto e activista um dos mais conhecidos artistas chineses, Ai Weiwei, afirma ter sido colocado sob prisão domiciliária, em Pequim, anunciou hoje a BBC.
Ai declara que as autoridades o querem impedir de organizar amanhã uma recepção para assinalar a demolição à força do seu novo estúdio em Xangai.
Inicialmente convidado a construir o espaço, viu-o depois ser considerado ilegal, pelo que deveria ser demolido.
Este artista ajudou a criar o estádio Ninho de Pássaro para os Jogos Olímpicos de Pequim e a sua mais recente instalação, de sementes de girassol, está presentemente patente ao público na galeria Tate Modern, de Londres- coloquei um post aqui neste blog há duas semanas.As sementes são um aperitivo popular entre os chineses, mas Ai diz que elas também são um símbolo revolucionário.
Nascido em 1957 na capital, o artista tem desempenhado um grande papel na arte contemporânea chinesa, durante as duas últimas décadas; mas também não tem deixado de criticar as violações dos direitos humanos que se verificam no seu país.
Ontem, homens que suspeita que eram polícias à paisana disseram-lhe que não se poderia deslocar a Xangai, e uma carrinha sem matrícula - e com mais de 10 ocupantes - ficou a bloquear-lhe a saída de casa, numa colónia de artistas, em Pequim.
Por favor aceitem minhas desculpas, disse Ai após o jantar; pelo Twitter ao seus convidados para o jantar.
Ele pretendia servir caranguejo na festa, o que pode ter sido interpretado pelas autoridades como uma provocação - em chinês, a palavra caranguejo tem som semelhante a um eufemismo usado para designar censura.
Nascido em Pequim em 1957, Ai vem tendo papel-chave na arte contemporânea chinesa nas últimas duas décadas e costuma falar sobre questões de direitos humanos no país.
Durante a Revolução Cultural chinesa, a propaganda oficial mostrava o líder Mao Tsé-Tung como o sol e as massas populares como girassóis voltados na sua direcção.
Ai declara que as autoridades o querem impedir de organizar amanhã uma recepção para assinalar a demolição à força do seu novo estúdio em Xangai.
Inicialmente convidado a construir o espaço, viu-o depois ser considerado ilegal, pelo que deveria ser demolido.
Este artista ajudou a criar o estádio Ninho de Pássaro para os Jogos Olímpicos de Pequim e a sua mais recente instalação, de sementes de girassol, está presentemente patente ao público na galeria Tate Modern, de Londres- coloquei um post aqui neste blog há duas semanas.As sementes são um aperitivo popular entre os chineses, mas Ai diz que elas também são um símbolo revolucionário.
Nascido em 1957 na capital, o artista tem desempenhado um grande papel na arte contemporânea chinesa, durante as duas últimas décadas; mas também não tem deixado de criticar as violações dos direitos humanos que se verificam no seu país.
Ontem, homens que suspeita que eram polícias à paisana disseram-lhe que não se poderia deslocar a Xangai, e uma carrinha sem matrícula - e com mais de 10 ocupantes - ficou a bloquear-lhe a saída de casa, numa colónia de artistas, em Pequim.
Por favor aceitem minhas desculpas, disse Ai após o jantar; pelo Twitter ao seus convidados para o jantar.
Ele pretendia servir caranguejo na festa, o que pode ter sido interpretado pelas autoridades como uma provocação - em chinês, a palavra caranguejo tem som semelhante a um eufemismo usado para designar censura.
Nascido em Pequim em 1957, Ai vem tendo papel-chave na arte contemporânea chinesa nas últimas duas décadas e costuma falar sobre questões de direitos humanos no país.
Durante a Revolução Cultural chinesa, a propaganda oficial mostrava o líder Mao Tsé-Tung como o sol e as massas populares como girassóis voltados na sua direcção.
DAMON ALBARN
Damon Albarn vai juntar-se ao baixista dos Red Hot Chili Peppers, Flea, num projecto novo que ainda não tem nome.O líder dos Gorillaz, e antigo vocalista dos Blur, adianta que o novo grupo vai ter alguma influência do afrobeat. Albarn confessou ao site Stuff que “três quatros” dos temas do disco de estreia estão concluídos, e acrescentou que o projecto irá contar também com o baterista nigeriano Tony Allen, com quem Albarn já trabalhou no projecto “The Good, The Bad, and the Queen” grupo que contou com o baixista dos Clash, Paul Simonon. Sobre este colectivo, Albarn espera gravar um sucessor.
Criador incessante, Damon Albarn revelou também ter planos para um projecto a solo, nomeadamente um em que possa "cantar baladas".
Criador incessante, Damon Albarn revelou também ter planos para um projecto a solo, nomeadamente um em que possa "cantar baladas".
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MICK ROCK - o fotografo revolucionario
A obra de Mick Rock, o fotógrafo que capturou algumas das imagens mais emblemáticas do rock, está exposta na The Mick Rock Show, galeria Morrisson Hotel, em Nova York.
O Morrisson Hotel abriga a retrospectiva do fotógrafo Mick Rock, que documentou alguns dos momentos mais marcantes da carreira de algumas das maiores lendas da história do rock.
O fotógrafo inimitável do rock que capturou o espírito revolucionário, iniciou a sua carreira em 1972, com um desconhecido David Bowie em 1972. Desde o primeiro disparo da da sua maquina desenvolveu um relacionamento de dois anos como fotógrafo oficial de Bowie. Durante este tempo Mick Rock documentou a ascensão e queda de Ziggy Stardust, e fotografou filmes promocionais, capas, cartazes, ilustrações, e vídeos, como Life on Mars e Space Oddity e milhares de outras fotografias.
A carreira de Rock continuou a subir com imagens-chave de 1970 como Transformer de Lou Reed, Iggy Pop Raw Power e Queen Queen II e dos Sex Pistols. Em 1977, mudou-se definitivamente em Nova York, onde rapidamente se envolveu com a cena underground iniciada por The Ramones, Talking Heads e Blondie. Seus quadros, inclui The Ramones End of the Century, capturou o período revolucionário e fez dele um dos mais procurados fotógrafos do mundo.
Recentemente, Mick Rock trabalhou com estrelas como Kate Moss, Michael Stipe, Johnny Marr, Yeah Yeah Yeahs e The Chemical Brothers. Ele produziu várias retrospectivas altamente aclamadas da era glam rock, incluindo Blood and Glitter- Glam: An Eyewitness Account a colaboração com David Bowie, Moonage Daydream; Raw Power: Iggy and the Stooges e Psychedelic Renegades/Syd Barrett. Sua retrospectiva no Metropolitan de Tóquio Museu de Fotografia em 2003, foi aclamado como "uma das exposições mais interessantes do imaginário da cultura pop de sempre chegar a estas praias".Ficou famoso por seus retratos ousados feitos de David Bowie, pouco conhecido à época. A exposição coincide com o lançamento do livro de mesmo nome, Exposed: the Faces of Rock n’ Roll, que traz algumas imagens nunca vistas antes de Iggy Pop, Syd Barrett, Lou Reed e Blondie, entre outros.
O Morrisson Hotel abriga a retrospectiva do fotógrafo Mick Rock, que documentou alguns dos momentos mais marcantes da carreira de algumas das maiores lendas da história do rock.
O fotógrafo inimitável do rock que capturou o espírito revolucionário, iniciou a sua carreira em 1972, com um desconhecido David Bowie em 1972. Desde o primeiro disparo da da sua maquina desenvolveu um relacionamento de dois anos como fotógrafo oficial de Bowie. Durante este tempo Mick Rock documentou a ascensão e queda de Ziggy Stardust, e fotografou filmes promocionais, capas, cartazes, ilustrações, e vídeos, como Life on Mars e Space Oddity e milhares de outras fotografias.
A carreira de Rock continuou a subir com imagens-chave de 1970 como Transformer de Lou Reed, Iggy Pop Raw Power e Queen Queen II e dos Sex Pistols. Em 1977, mudou-se definitivamente em Nova York, onde rapidamente se envolveu com a cena underground iniciada por The Ramones, Talking Heads e Blondie. Seus quadros, inclui The Ramones End of the Century, capturou o período revolucionário e fez dele um dos mais procurados fotógrafos do mundo.
Recentemente, Mick Rock trabalhou com estrelas como Kate Moss, Michael Stipe, Johnny Marr, Yeah Yeah Yeahs e The Chemical Brothers. Ele produziu várias retrospectivas altamente aclamadas da era glam rock, incluindo Blood and Glitter- Glam: An Eyewitness Account a colaboração com David Bowie, Moonage Daydream; Raw Power: Iggy and the Stooges e Psychedelic Renegades/Syd Barrett. Sua retrospectiva no Metropolitan de Tóquio Museu de Fotografia em 2003, foi aclamado como "uma das exposições mais interessantes do imaginário da cultura pop de sempre chegar a estas praias".Ficou famoso por seus retratos ousados feitos de David Bowie, pouco conhecido à época. A exposição coincide com o lançamento do livro de mesmo nome, Exposed: the Faces of Rock n’ Roll, que traz algumas imagens nunca vistas antes de Iggy Pop, Syd Barrett, Lou Reed e Blondie, entre outros.
PORNO FOR PYROS
Há albums que eu nunca vi em nenhuma lista dos melhores da década de 1990 ou de 2069..... Estou a ouvir o excelente primeiro album de 1993, chamado apenas de Porno for Pyros, uma mistura de estilos e ritmos com várias canções com essas características das quais destaco "Sadness", "Pets", "Packin´25", ou Bad Shit......
Porno for Pyros criado em 1993 e dissolvido em 1997 pelos membros Jane's Addiction, Perry Farrel e Stephen Perkins.Ao terminar os Jane’s Addiction, Perry Farrel passou a dedicar-se a outras coisas como, por exemplo, a organização anual do festival de música Lollapalooza. Mas não conseguiu ficar muito tempo longe dos palcos. Em 1993, cerca de um ano depois do fim do Jane’s, Perry juntou-se ao baixista Martyn Lenoble, ex-Thelonious Monster, ao guitarrista Peter DiStefano, além do baterista Stephen Perkins, seu companheiro nos Jane’s Addiction, estava a tocar com os Infectious Grooves. E assim formaram os Porno for Pyros.
Em 1996, lançam Good God’s Urge. Durante o demorado processo de gravação, o baixista Martyn Lenoble saiu da banda, e para seu lugar foi chamado Mike Watt. O disco conta ainda com algumas participações como Flea e Dave Navarro, baixista e guitarrista, que já tocaram nos Jane’s Addiction.
Influenciado pelas viagens de Farrel á volta do mundo (principalmente Bali, Fiji e Tahiti), o disco foge da fórmula dos discos do Jane’s e do primeiro disco dos próprio Porno for Pyros. Em vez de canções pulsantes e vigorosas, temos agora várias baladas e músicas mais calmas e "viajantes".
Em 1997, o guitarrista Peter DiStefano foi diagnosticado com cancro. A banda parou sua turné e o guitarrista começou a fazer tratamento. Passado o problema, rumores garantiram a gravação de um novo álbum, mas até agora Good God’s Urge continua sendo o último álbum da banda.
Porno for Pyros criado em 1993 e dissolvido em 1997 pelos membros Jane's Addiction, Perry Farrel e Stephen Perkins.Ao terminar os Jane’s Addiction, Perry Farrel passou a dedicar-se a outras coisas como, por exemplo, a organização anual do festival de música Lollapalooza. Mas não conseguiu ficar muito tempo longe dos palcos. Em 1993, cerca de um ano depois do fim do Jane’s, Perry juntou-se ao baixista Martyn Lenoble, ex-Thelonious Monster, ao guitarrista Peter DiStefano, além do baterista Stephen Perkins, seu companheiro nos Jane’s Addiction, estava a tocar com os Infectious Grooves. E assim formaram os Porno for Pyros.
Em 1996, lançam Good God’s Urge. Durante o demorado processo de gravação, o baixista Martyn Lenoble saiu da banda, e para seu lugar foi chamado Mike Watt. O disco conta ainda com algumas participações como Flea e Dave Navarro, baixista e guitarrista, que já tocaram nos Jane’s Addiction.
Influenciado pelas viagens de Farrel á volta do mundo (principalmente Bali, Fiji e Tahiti), o disco foge da fórmula dos discos do Jane’s e do primeiro disco dos próprio Porno for Pyros. Em vez de canções pulsantes e vigorosas, temos agora várias baladas e músicas mais calmas e "viajantes".
Em 1997, o guitarrista Peter DiStefano foi diagnosticado com cancro. A banda parou sua turné e o guitarrista começou a fazer tratamento. Passado o problema, rumores garantiram a gravação de um novo álbum, mas até agora Good God’s Urge continua sendo o último álbum da banda.
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MICK ROCK - The Mick Rock Show,

A obra de Mick Rock, o fotógrafo que capturou algumas das imagens mais emblemáticas do rock, está exposta na The Mick Rock Show, na galeria Morrisson Hotel, em Nova York.As infames fotos capturam as personagens mais fascinantes e emocionantes da música rock em imagens sexy e corajosas.
A exposição coincide com o lançamento do livro do mesmo nome, Exposed: the Faces of Rock n’ Roll.
05/11/2010
OWEN PALLETT
Owen Pallett regressa aos palcos portugueses para um concerto no Hard Club naquele que será a sua primeira actuação na cidade Invicta. Na bagagem, vem o seu terceiro disco, intitulado Heartland, assim como o novo EP A Swedish Love Story.
Presença regular em discos dos The Hidden Cameras e The Arcade Fire (está ligado ao enorme “Funeral”)o violinista Owen Pallett anteriormente conhecido como Final Fantasy, e os colegas Win e Régine Butler, membros dos Arcade Fire, para quem Pallett compõe regularmente arranjos de cordas, são os responsáveis pela música que se ouve no último filme de Richard Kell.
Além de uma carreira a solo, Owen Pallett compõe regularmente arranjos para artistas como os Arcade Fire, Grizzly Bear, Beirut, The Last Shadow Puppets, Pet Shop Boys, Mica ou Mountain Goats, actua no dia 11 de Dezembro às 22 horas.
No dia 3 de Dezembro Owen Pallett actua também no Super Bock em Stock em Lisboa.
Presença regular em discos dos The Hidden Cameras e The Arcade Fire (está ligado ao enorme “Funeral”)o violinista Owen Pallett anteriormente conhecido como Final Fantasy, e os colegas Win e Régine Butler, membros dos Arcade Fire, para quem Pallett compõe regularmente arranjos de cordas, são os responsáveis pela música que se ouve no último filme de Richard Kell.
Além de uma carreira a solo, Owen Pallett compõe regularmente arranjos para artistas como os Arcade Fire, Grizzly Bear, Beirut, The Last Shadow Puppets, Pet Shop Boys, Mica ou Mountain Goats, actua no dia 11 de Dezembro às 22 horas.
No dia 3 de Dezembro Owen Pallett actua também no Super Bock em Stock em Lisboa.
ESTORIL FILM FESTIVAL 2010- LOU REED e LAURIE ANDERSON
A 4.ª edição do festival de cinema mais importante do nosso país começa hoje e prolonga-se até 15 de Novembro.Com bilhetes a 4 euros por sessão, tem muito por onde escolher.
Lou Reed chegou ontem, quinta-feira, a Portugal para participar no Estoril Film Festival.
Hoje, às 20h, inaugura uma exposição de fotografias de sua autoria, intitulada Romanticism, que estará patente no Centro de Congressos do Estoril.
Amanhã, no mesmo local, o músico mostra a sua estreia na realização, com o documentário de curta-metragem Red Shirley (17.15), sobre a sua prima Shirley Novic de 100 anos, recorda como fugiu da Polónia, em 1938, com duas malas e poucos dólares no bolso, complementado por Final Weapon, de Stephan Berwick; e para uma "master class" que estará aberta ao público e à imprensa e que terá início às 17h15.
Às 15h30 será exibido o famoso documentário "Lou Reed's Berlin" de Julian Schnabel.
Desde a primeira edição que o festival defende o cruzamento entre os cinema e as outras artes. E este ano volta a pôr em prática este princípio, dando especial atenção à música, enquanto se mantém aberto à fotografia, às artes plásticas, à moda e à literatura.
A secção Fora de Competição, começa hoje, às 21.30, com o falso documentário de Casey Affleck e Joaquin Phoenix "I'm Still Here" e o encerramento com o novo de Woody Allen, "You Will Meet a Tall Dark Stranger". Pelos nove dias, do festival passam filmes, do fotógrafo e realizador Anton Corbijn (acompanhando "O Americano"), Scott Pilgrim vs. The World, de Edgar Wright, Machete, de Robert Rodriguez, Mathieu Amalric ("Tournée"), o iraniano Abbas Kiarostami ("Copie Conforme", o seu filme francês com Juliette Binoche), o georgiano Otar Iosseliani (que traz "Chantrapas")ou The Kids are All Right, de Lisa Cholodenko.
E ante-estreiam-se dois dos mais importantes filmes americanos de 2010 - "Road to Nowhere", o novo Monte Hellman, estreado em Veneza 2010 , e "Winter's Bone", de Debra Granik, filme de suspense rural (na linhagem de "Frozen River" ou "Ballast") que se tornou na sensação 2010 do cinema independente americano.
Os nomes mais sonantes, contudo, não vêm apresentar filmes. Lou Reed vem hoje fazer a abertura oficial do 4.º Estoril Film Festival, e traz a sua exposição "Romanticism", para lhe dar este título, Reed foi inspirar-se num quadro do pintor romântico alemão Caspar David Friedrich. A outra pessoa que tem direito a uma foto na exposição é a sua mulher, Laurie Anderson que virá no final do evento para fazer leituras de The Body Artist de Don de Lillo.
Stephen Frears, realizador de "A Rainha" e "Tamara Drewe", fará um encontro com o público (anunciado como "masterclass") sobre "Dirigir John Malkovich".John Malkovich e Stephen Frears estiveram juntos em 1988, com o filme “Ligações Perigosas” e, mais tarde, em 1996 com “Mary Reilly”. Actor e realizador voltam a encontrar-se no Estoril - mas o actor apresenta igualmente um desfile de moda que desenhou e algumas das suas experiências cinematográficas com a designer Bella Freud (que faz parte do júri da competição). O juiz espanhol Baltasar Garzón vem dar uma conferência sobre "A memória colectiva e a importância das imagens" e a actriz Marisa Paredes será homenageada com a projecção de três filmes seus.
Há a retrospectiva com oito filmes de Kathryn Bigelow", ex-mulher de James Cameron e a grande vencedora da última noite dos Óscares, rever “Ruptura Explosiva”, com Keanu Reeves e Patrick Swayze em versão surfista, ou o mais recente e vencedor de Óscar “Estado de Guerra”.
Montado ainda na prisão, o filme “O Escritor Fantasma”, de Roman Polanski, conquistou o Urso de Prata de Melhor Realizador no Festival de Berlim. Ultimamente, o cineasta de origem polaca de 77 anos tem sido notícia mais pelos problemas que tem com a justiça americana desde os anos 70, do que pelos seus filmes. No festival do Estoril será devidamente homenageado. Uma selecção de Polanski inclui algumas das suas primeiras obras ( "A Faca na Água" ou "Repulsa") as suas primeiras curtas-metragens, realizadas entre 1955 e 1961, e “Rosemary’s Baby” com Mia Farrow, mas também êxitos como "Tess" ou "A Semente do Diabo".
A retrospectiva alargada do lendário experimentalista francês Chris Marker, o autor de "La Jetée", trará a Portugal o historiador do cinema Bernard Eisenschitz e a jornalista multimedia Annick Rivoire, bem como o seu mais recente trabalho, "Ouvroir the Movie"; ou a apresentação integral da obra do palestiniano Elia Suleiman, autor de "Intervenção Divina", acompanhada pelo realizador. Homenageiam-se o iconoclasta japonês Koji Wakamatsu, quase desconhecido entre nós (com uma selecção focada nas suas incursões pelo porno soft-core nipónico), o falecido Werner Schroeter, autor de culto que Paulo Branco acompanhou repetidamente como produtor, e o antropólago Ruy Duarte de Carvalho, com documentos inéditos das suas viagens angolanas. E a homenagem a Garzón é o pretexto para mostrar os documentários que Patricio Guzmán (recentemente a concurso no Doc com o magnífico "Nostalgia de la Luz") dedicou à história do Chile ("El Caso Pinochet" e o monumental tríptico "La Batalla de Chile").
O vector, mais "hardcore" em termos cinematográficos e artísticos. Há uma secção paralela, Cinemart, entre o cinema experimental e multimedia com obras dos artistas Lawrence Weiner e Douglas Gordon ou do fotógrafo Alberto García-Alix (todos presentes), e uma competição virada para o cinema de arte e ensaio mais tradicional. Que mostra a concurso dois dos mais importantes filmes europeus do ano - "Autobiography of Nicolae Ceausescu", extraordinário documentário de Andrei Ujica, e "Aurora", de Cristi Puiu".
O único filme português em competição, é do lisboeta João Nicolau, de 35 anos, que tem sido bem recebido em festivais por todo o mundo e já premiado por nove vezes, estreia a primeira longa-metragem "A Espada e a Rosa", a história do atraiçoado Manuel, que embarca numa caravela portuguesa do séc. XV governada pelas leis da pirataria.
Lou Reed chegou ontem, quinta-feira, a Portugal para participar no Estoril Film Festival.
Hoje, às 20h, inaugura uma exposição de fotografias de sua autoria, intitulada Romanticism, que estará patente no Centro de Congressos do Estoril.
Amanhã, no mesmo local, o músico mostra a sua estreia na realização, com o documentário de curta-metragem Red Shirley (17.15), sobre a sua prima Shirley Novic de 100 anos, recorda como fugiu da Polónia, em 1938, com duas malas e poucos dólares no bolso, complementado por Final Weapon, de Stephan Berwick; e para uma "master class" que estará aberta ao público e à imprensa e que terá início às 17h15.
Às 15h30 será exibido o famoso documentário "Lou Reed's Berlin" de Julian Schnabel.
Desde a primeira edição que o festival defende o cruzamento entre os cinema e as outras artes. E este ano volta a pôr em prática este princípio, dando especial atenção à música, enquanto se mantém aberto à fotografia, às artes plásticas, à moda e à literatura.
A secção Fora de Competição, começa hoje, às 21.30, com o falso documentário de Casey Affleck e Joaquin Phoenix "I'm Still Here" e o encerramento com o novo de Woody Allen, "You Will Meet a Tall Dark Stranger". Pelos nove dias, do festival passam filmes, do fotógrafo e realizador Anton Corbijn (acompanhando "O Americano"), Scott Pilgrim vs. The World, de Edgar Wright, Machete, de Robert Rodriguez, Mathieu Amalric ("Tournée"), o iraniano Abbas Kiarostami ("Copie Conforme", o seu filme francês com Juliette Binoche), o georgiano Otar Iosseliani (que traz "Chantrapas")ou The Kids are All Right, de Lisa Cholodenko.
E ante-estreiam-se dois dos mais importantes filmes americanos de 2010 - "Road to Nowhere", o novo Monte Hellman, estreado em Veneza 2010 , e "Winter's Bone", de Debra Granik, filme de suspense rural (na linhagem de "Frozen River" ou "Ballast") que se tornou na sensação 2010 do cinema independente americano.
Os nomes mais sonantes, contudo, não vêm apresentar filmes. Lou Reed vem hoje fazer a abertura oficial do 4.º Estoril Film Festival, e traz a sua exposição "Romanticism", para lhe dar este título, Reed foi inspirar-se num quadro do pintor romântico alemão Caspar David Friedrich. A outra pessoa que tem direito a uma foto na exposição é a sua mulher, Laurie Anderson que virá no final do evento para fazer leituras de The Body Artist de Don de Lillo.
Stephen Frears, realizador de "A Rainha" e "Tamara Drewe", fará um encontro com o público (anunciado como "masterclass") sobre "Dirigir John Malkovich".John Malkovich e Stephen Frears estiveram juntos em 1988, com o filme “Ligações Perigosas” e, mais tarde, em 1996 com “Mary Reilly”. Actor e realizador voltam a encontrar-se no Estoril - mas o actor apresenta igualmente um desfile de moda que desenhou e algumas das suas experiências cinematográficas com a designer Bella Freud (que faz parte do júri da competição). O juiz espanhol Baltasar Garzón vem dar uma conferência sobre "A memória colectiva e a importância das imagens" e a actriz Marisa Paredes será homenageada com a projecção de três filmes seus.
Há a retrospectiva com oito filmes de Kathryn Bigelow", ex-mulher de James Cameron e a grande vencedora da última noite dos Óscares, rever “Ruptura Explosiva”, com Keanu Reeves e Patrick Swayze em versão surfista, ou o mais recente e vencedor de Óscar “Estado de Guerra”.
Montado ainda na prisão, o filme “O Escritor Fantasma”, de Roman Polanski, conquistou o Urso de Prata de Melhor Realizador no Festival de Berlim. Ultimamente, o cineasta de origem polaca de 77 anos tem sido notícia mais pelos problemas que tem com a justiça americana desde os anos 70, do que pelos seus filmes. No festival do Estoril será devidamente homenageado. Uma selecção de Polanski inclui algumas das suas primeiras obras ( "A Faca na Água" ou "Repulsa") as suas primeiras curtas-metragens, realizadas entre 1955 e 1961, e “Rosemary’s Baby” com Mia Farrow, mas também êxitos como "Tess" ou "A Semente do Diabo".
A retrospectiva alargada do lendário experimentalista francês Chris Marker, o autor de "La Jetée", trará a Portugal o historiador do cinema Bernard Eisenschitz e a jornalista multimedia Annick Rivoire, bem como o seu mais recente trabalho, "Ouvroir the Movie"; ou a apresentação integral da obra do palestiniano Elia Suleiman, autor de "Intervenção Divina", acompanhada pelo realizador. Homenageiam-se o iconoclasta japonês Koji Wakamatsu, quase desconhecido entre nós (com uma selecção focada nas suas incursões pelo porno soft-core nipónico), o falecido Werner Schroeter, autor de culto que Paulo Branco acompanhou repetidamente como produtor, e o antropólago Ruy Duarte de Carvalho, com documentos inéditos das suas viagens angolanas. E a homenagem a Garzón é o pretexto para mostrar os documentários que Patricio Guzmán (recentemente a concurso no Doc com o magnífico "Nostalgia de la Luz") dedicou à história do Chile ("El Caso Pinochet" e o monumental tríptico "La Batalla de Chile").
O vector, mais "hardcore" em termos cinematográficos e artísticos. Há uma secção paralela, Cinemart, entre o cinema experimental e multimedia com obras dos artistas Lawrence Weiner e Douglas Gordon ou do fotógrafo Alberto García-Alix (todos presentes), e uma competição virada para o cinema de arte e ensaio mais tradicional. Que mostra a concurso dois dos mais importantes filmes europeus do ano - "Autobiography of Nicolae Ceausescu", extraordinário documentário de Andrei Ujica, e "Aurora", de Cristi Puiu".
O único filme português em competição, é do lisboeta João Nicolau, de 35 anos, que tem sido bem recebido em festivais por todo o mundo e já premiado por nove vezes, estreia a primeira longa-metragem "A Espada e a Rosa", a história do atraiçoado Manuel, que embarca numa caravela portuguesa do séc. XV governada pelas leis da pirataria.
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01/11/2010
THE COWS + ERIC DOLPHY
Segundo LP, os Cows descarga de distorção e batidas tribais, numa mistura de noise-rock, hardcore e jazz, um dos melhores lançamentos de 1991.
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foto- The Cows/E. Dolphy
THE COWS
The Cows Sexy Pee Story, 1993 Amphetamine Reptile.
The Cows foram uma banda de noise rock de Minneapolis, Minnesota, formada em 1987 e separam-se em 1998. Realizavam uma mistura original de rock punk e blues tocado com grandes quantidades de ruido e de humor surrealista, muitas vezes considerado como barulhento noise rock, despojado de qualquer e todas as concessões para as melodias.O que eles ofereceram foi uma parede de chamas de distorção punk rock na sua forma mais crua, uma raquete de selvagens que soava como se as guitarras estivessem sendo reproduzidas com arquivos de metal.
Após o lançamento do primeiro álbum em 1987, foram duramente ridicularizados com piadas de mau gosto sobre o seu talento ( seria nivelado alguns anos mais tarde, contra os Babes in Toyland).Começando como incompetentes, tornaram-se em músicos tecnicamente mais polidos durante os anos 90. No entanto permaneceram fiéis à sua postura anti-comercial e das raízes punk.
O grupo é conhecido por sua apresentações selvagens e bizarras ao vivo, e loucura em geral.Acima do barulho os gritos de Selberg ( por vezes tocava trompete), a banda chutava nas pessoas em palco, pintavam-se, cuspiam, batiam com o microfone na multidão, atiravam alimentos ... entre outras coisas. Um jornalista escreveu sobre a banda"Não tenho dúvidas que sabem tocar instrumentos, o que eu não entendo é porque eles se recusam a afina-los".
Seus lançamentos em CD são ou eram um pouco difícil de conseguir, e muitos deles estão esgotados e não foram ainda mais impressos, com excepção de"Whorn" e "Orphan's Tragedy".Alguns de seus álbuns (o disco de estreia : Taint Pluribus Unum Taint) não foi lançado em CD.
Eles têm uma estrela no que é provavelmente a mais famosa avenida da área, a First Avenue. Após a separação, Shannon Selberg (vocais) formou a banda Heroine Sheiks.
The Cows foram uma banda de noise rock de Minneapolis, Minnesota, formada em 1987 e separam-se em 1998. Realizavam uma mistura original de rock punk e blues tocado com grandes quantidades de ruido e de humor surrealista, muitas vezes considerado como barulhento noise rock, despojado de qualquer e todas as concessões para as melodias.O que eles ofereceram foi uma parede de chamas de distorção punk rock na sua forma mais crua, uma raquete de selvagens que soava como se as guitarras estivessem sendo reproduzidas com arquivos de metal.
Após o lançamento do primeiro álbum em 1987, foram duramente ridicularizados com piadas de mau gosto sobre o seu talento ( seria nivelado alguns anos mais tarde, contra os Babes in Toyland).Começando como incompetentes, tornaram-se em músicos tecnicamente mais polidos durante os anos 90. No entanto permaneceram fiéis à sua postura anti-comercial e das raízes punk.
O grupo é conhecido por sua apresentações selvagens e bizarras ao vivo, e loucura em geral.Acima do barulho os gritos de Selberg ( por vezes tocava trompete), a banda chutava nas pessoas em palco, pintavam-se, cuspiam, batiam com o microfone na multidão, atiravam alimentos ... entre outras coisas. Um jornalista escreveu sobre a banda"Não tenho dúvidas que sabem tocar instrumentos, o que eu não entendo é porque eles se recusam a afina-los".
Seus lançamentos em CD são ou eram um pouco difícil de conseguir, e muitos deles estão esgotados e não foram ainda mais impressos, com excepção de"Whorn" e "Orphan's Tragedy".Alguns de seus álbuns (o disco de estreia : Taint Pluribus Unum Taint) não foi lançado em CD.
Eles têm uma estrela no que é provavelmente a mais famosa avenida da área, a First Avenue. Após a separação, Shannon Selberg (vocais) formou a banda Heroine Sheiks.
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musica- The Cows
POLVO
Vibracobra 7" ,1991
A side "Vibracobra"
B side "The Drill"
Polvo, indie rock, noise rock, math rock, formou-se em 1990, Chapel Hill, Carolina do Norte. A formação original consistia de vocalistas / guitarristas Dave Ash Bowie e Brylawski, o baixista Steve Popson e no baterista Eddie Watkins. Bowie e Brylawski conheceram-se numa aula de espanhol na Universidade da Carolina do Norte e partilhavam uma afinidade com Let's Active, eSST Records. A primeira gravação foi Can I Ride, 7" duplo single, lançado na Kitchen Puff Records, 1991.A banda então lançou dois álbuns, dois EPs, e vários 7" na Merge Records. Today's Active Lifestyles de 1993,foi relançado com uma capa alternativa sem a imagem do leão nele, por causa de um processo de copyright trazido pelas Testemunhas de Jeová.A banda faz uma aparição em 1994 no cult road movie Half-cocked.
Dois álbuns foram lançados após a banda assinar com uma maior editora, a Touch and Go Records. A estreia foi em 1996, com Exploded Drawing, eclético e progressivo, que começou a investigar de forma mais explícita o fascínio do guitarrista com a música asiática.
O grupo começou afastar-se. Brylawski muda-se para New York para frequentar a escola e a pós-graduação e também viajou para a Índia, enquanto Bowie foi para Boston em 1994 para se juntar a então namorada, a vocalista Mary Timony dos Hélium. Polvo em 1997 grava novo disco, Shapes com o baterista Brian Walsby, caracterizado por um ambiente obscuro, um som mais rock progressivo orientado ao invés dos anteriores pós-punk. Os rumores de que seria seu último álbum provou ser verdadeiro quando se separou amigavelmente no final daquele ano, terminando a sua turné de despedida nos EUA.
O grupo separou-se em Fevereiro de 1998, após uma turné de despedida em apoio dde Shapes. Polvo reformado com novo baterista Brian Quast, ex-Vanilla Trainwreck e Cherry Valence, são convidados para aparecer no All Tomorrow's Parties de 2008 e no Primavera Sound Festival em Barcelona, Espanha. Polvo em 2009 entrou em estúdio para gravar o seu primeiro álbum em 12 anos, In Prism (Merge, 2009).
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musica- Polvo
OLIVIA TREMOR CONTROL
CD2 front cover
CD1 front cover
The Olivia Tremor Control "The Opera House" single do album Music from the Unrealized Film Script, Dusk at Cubist Castle, 1996.A quadrifonica odisseia em dois 7 s ",apoiado com diferentes experiências concretas de musique clocking em pouco menos de 15 minutos cada apresentação permite aos ouvintes criar músicas originais reproduzindo os registos em simultâneo em várias combinações temporais e velocidades RPM. Semelhante na concepção de Zaireeka dos Flaming Lips. "The Opera House" requer três pratos en máxima "mindf*ck action" mas o esforço valerá a pena.CD 1
1. "The Opera House" - 3:15
2. "Black Swan Network (with Capillary Radar)" - 14:55
CD 2
1. "The Opera House" - 3:15
2. "Black Swan Radar (with Enveloping Bicycle Folds)" - 14:55
* 1992 to 2000 - Bill Doss; guitar, cornet, percussion, songwriting, vocals
* 1992 to 2000 - Will Cullen Hart; guitar, vocals, songwriting
* 1995 to 2000 - Eric Harris; drums, theremin, guitar
* 1995 to 2000 - John Fernandes; bass guitar, violin, saxophone, clarinet
* 1996 to 2000 - Peter Erchick; keyboards, bass, vocals
* 1992 to 1995 - Jeff Mangum; drums, guitar, vocals
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musica- The Olivia Tremor Control
SPARKLEHORSE
Sparklehorse - Vivadixiesubmarinetransmissionplot (1995), foi primeiro registo que emitiu a solo, sob o nome de Sparklehorse.Embora as canções talvez tenham sido mais notadas num amplo senso pop-cultural no momento do lançamento, Vivadixiesubmarinetransmissionplot, foi rápido a desaparecer. As suas grandes coleções tristes, estranhas pequenas melodias, hinos alt-rock, não foram a razão pela qual Sparklehorse atraiu um culto no público, ícones como Radiohead, PJ Harvey, Tom Waits tornaram-se fãs, amigos e colaboradores, por que este álbum ressoou durante anos depois, acabou se tornando um elogio adequado para o talento profundo de Linkous quando ele cometeu suicídio este ano, 2010.
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musica- Sparklehorse
WILLIAM POUNDSTONE - THE RESIDENTS
William Poundstone Big Secrets
Em cada livro, Poundstone pretende explorar uma série de mistérios, e revelar "a verdade sem censura sobre todos os tipos e coisas que nunca se deve saber" (slogan da série e subtítulo do primeiro livro).
Alguns dos mistérios que Poundstone explora são lendas urbanas (como o que aconteceu com Walt Disney depois de sua morte), enquanto outros são assuntos do dia-a-dia que muitas pessoas não podem pensar e contemplar, como os códigos de barras o que significam, a fórmula da Coca-Cola, as frequências aéreas secretas, ou como a KFC faz a receita de ervas e especiarias.
Outros mistérios explorados incluem o Mount Weather, os segredos da Cientologia, os ritos de iniciação dos maçons e dispositivos de fraternidades universitárias, anti-falsificação do dinheiro e documentos, e a magia de David Copperfield, e a verdadeira identidade dos obscuros The Residents.
Grande parte da especulação sobre os membros dos The Residents, em torno das verdadeiras identidades e equipa de gestão, conhecidos como "The Cryptic Corporation." Cryptic foi formada como uma empresa na Califórnia por Jay Clem (nascido em 1947), Homer Flynn (nascido em Abril de 1945), W. Hardy Fox (nascido em 1945), e John Kennedy, em 1976, sendo que todos negaram terem sido membros da banda. (Clem e Kennedy deixaram a Corporação em 1982.) Os próprios Residents não concedem entrevistas, embora Flynn e Fox realizaram entrevistas com os média.
Cook-se é considerado um membro da banda por alguns, é conhecido por usar a cobertura da cabeça durante os shows ao vivo, e mesmo por ter usado máscara do olho durante a turné de Wormwood.
William Poundstone, compara a voz de uma palestra de Flynn com os segmentos de palavra falada da discografia dos Residents no livro. Depois de observar padrões similares em ambos, ele concluiu que "segundo a impressão subjectiva de forma convincente que as semelhanças de spectograms das vozes são idênticas." Ele postulou que "É possível que o núcleo criativo dos Residents sejam o duo Flynn e Fox". Um subconjunto da crença é que Flynn é o letrista (conclusão reforçada pelo facto de a sua voz ter uma estranha semelhança com aquela que aparece em muitos dos álbuns) e que Fox escreve a música.
Além que o banco de dados online da BMI, organização de direitos de performance das quais os Residents, e Pale Pachyderm Publishing (Warner-Chappell),foram membros durante toda a sua carreira), nas listas Flynn e Fox aparecem como os compositores de todas as canções originais dos Residents . Isto inclui as canções escritas pré-1974 (the"Residents Unincorporated" years )o ano que Cryptic se formou.
Cryptic admite abertamente que o trabalho artístico do grupo é feito por Flynn (entre outros), sob vários nomes que juntos chamam-se Pornographics, mas o pseudónimo raramente é escrito da mesma forma duas vezes (exemplos: Porno Graphics, Pore No Graphix, Pore-Know Graphics); e que Fox é o "engenheiro de som" - significando que ele é o principal produtor, engenheiro, mestre e editor de todas as suas gravações. (Desde 1976, as gravações dos Residents têm todos os seus produtores listados como "The Cryptic Corporation", entenda-se Fox, em particular.) Muitos outros rumores surgiram e desapareceram ao longo dos anos, sendo que uma banda experimental de 60 os Cromagnon membros compartilhados membros com a banda.
No principio também se comentava que os Residents eram os Beatles disfarçados!!!!!!!
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O FIM DO WALKMAN
Depois de 31 anos, a Sony declarou que não venderá mais o walkman para com cassete no Japão. Em pouco mais de três décadas, mais de 220 milhões de walkman Sony foram vendidos no mundo. Mesmo não sendo mais vendido no Japão, o aparelho ainda será comercializado no resto do mundo.
O primeiro modelo do Walkman chegou às lojas a 1 de Julho de 1979, no Japão. Tal como o iPod não foi o primeiro leitor de MP3, o Walkman também não foi pioneiro. Os leitores portáteis de cassetes existiam há anos.
O Walkman foi um produto verdadeiramente original.O primeiro leitor de música portátil contribuiu para a forma como hoje consumimos a música- aprofundou ainda mais a ligação entre os jovens e a música. O walkman, percursor do MP3 e do iPod, cabia num bolso, mesmo que grande, e permitia-nos andar de bicicleta, patins, e caminhar de auscultadores – uma revolução nos hábitos de escuta.
A Sony anunciou, a semana passada, que vai pôr fim à comercialização no Japão do conhecido leitor de cassetes. Mas os aparelhos vão continuar a ser vendidos em países menos desenvolvidos (e a marca Walkman continuará a ser usada nos leitores de MP3).
No entanto, o primeiro Walkman recebeu muitas críticas mesmo antes de ser lançado. As pessoas diziam que um tape player que não podia gravar, nunca iria pegar.
Sem se preocupar nos problemas técnicos a equipa que idealizou e criou, concentrou-se em formas de promover o conceito de música em movimento para garantir que o produto seria um sucesso. Primeiro, um grupo de jovens liderados por Toru Kohno da Divisão de Publicidade atormentava os seus cérebros para chegar a um nome adequado para o produto.
Depois de muito tempo e esforço, e à rejeição de muitas alternativas, o nome "Walkman", foi finalmente escolhido.Foram feitos planos para chamá-lo de "Soundabout" nos Estados Unidos, "Stowaway" (Clandestino), no Reino Unido e "Freestyle", na Suécia. Factores que influenciam a decisão incluiu a popularidade de Superman no momento e o fato do novo produto ser baseado no Pressman.
O nome Walkman foi fácil de entender e espalhou-se rapidamente, especialmente entre as pessoas de países onde o Inglês não era a língua nativa.
O nome "Walkman" contribuiu para a imagem divertida e dinâmica, do conceito.
Apesar dos protestos que o nome era uma estranha mistura de japonês e Inglês.
O nome "Walkman" tornou-se virtualmente sinónimo de "headphone stereo" e ainda apareceu nos dicionários respeitados no exterior, bem como no Japão. Em 1981, o walkman foi listado no Le Petit Larousse, um bem conhecido dicionário francês, e em 1986 o nome foi incluído no Dicionário de Inglês Oxford.
Ohsone, administrador da Sony, ordenou uma produção inicial de 30.000 unidades Walkman.Finalmente, em 22 de Junho de 1979, foi anunciado que o "walkman" seria vendido a 01 de Julho, apenas dez dias após a data inicialmente fixada e pouco antes do início das férias de verão.
Em Junho de 1989, 10 anos após o lançamento do primeiro modelo "Walkman" the TPS-L2, o número total de unidades fabricadas tinham ultrapassado os 50 milhões, e em 1992 este atingiu os 100 milhões de euros. Em 1995, a produção total de unidades chegou a 150 milhões Walkman. Incluindo um modelo especial do 15º aniversário, e mais de 300 diferentes modelos
O primeiro modelo do Walkman chegou às lojas a 1 de Julho de 1979, no Japão. Tal como o iPod não foi o primeiro leitor de MP3, o Walkman também não foi pioneiro. Os leitores portáteis de cassetes existiam há anos.
O Walkman foi um produto verdadeiramente original.O primeiro leitor de música portátil contribuiu para a forma como hoje consumimos a música- aprofundou ainda mais a ligação entre os jovens e a música. O walkman, percursor do MP3 e do iPod, cabia num bolso, mesmo que grande, e permitia-nos andar de bicicleta, patins, e caminhar de auscultadores – uma revolução nos hábitos de escuta.
A Sony anunciou, a semana passada, que vai pôr fim à comercialização no Japão do conhecido leitor de cassetes. Mas os aparelhos vão continuar a ser vendidos em países menos desenvolvidos (e a marca Walkman continuará a ser usada nos leitores de MP3).
No entanto, o primeiro Walkman recebeu muitas críticas mesmo antes de ser lançado. As pessoas diziam que um tape player que não podia gravar, nunca iria pegar.
Sem se preocupar nos problemas técnicos a equipa que idealizou e criou, concentrou-se em formas de promover o conceito de música em movimento para garantir que o produto seria um sucesso. Primeiro, um grupo de jovens liderados por Toru Kohno da Divisão de Publicidade atormentava os seus cérebros para chegar a um nome adequado para o produto.
Depois de muito tempo e esforço, e à rejeição de muitas alternativas, o nome "Walkman", foi finalmente escolhido.Foram feitos planos para chamá-lo de "Soundabout" nos Estados Unidos, "Stowaway" (Clandestino), no Reino Unido e "Freestyle", na Suécia. Factores que influenciam a decisão incluiu a popularidade de Superman no momento e o fato do novo produto ser baseado no Pressman.
O nome Walkman foi fácil de entender e espalhou-se rapidamente, especialmente entre as pessoas de países onde o Inglês não era a língua nativa.
O nome "Walkman" contribuiu para a imagem divertida e dinâmica, do conceito.
Apesar dos protestos que o nome era uma estranha mistura de japonês e Inglês.
O nome "Walkman" tornou-se virtualmente sinónimo de "headphone stereo" e ainda apareceu nos dicionários respeitados no exterior, bem como no Japão. Em 1981, o walkman foi listado no Le Petit Larousse, um bem conhecido dicionário francês, e em 1986 o nome foi incluído no Dicionário de Inglês Oxford.
Ohsone, administrador da Sony, ordenou uma produção inicial de 30.000 unidades Walkman.Finalmente, em 22 de Junho de 1979, foi anunciado que o "walkman" seria vendido a 01 de Julho, apenas dez dias após a data inicialmente fixada e pouco antes do início das férias de verão.
Em Junho de 1989, 10 anos após o lançamento do primeiro modelo "Walkman" the TPS-L2, o número total de unidades fabricadas tinham ultrapassado os 50 milhões, e em 1992 este atingiu os 100 milhões de euros. Em 1995, a produção total de unidades chegou a 150 milhões Walkman. Incluindo um modelo especial do 15º aniversário, e mais de 300 diferentes modelos
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factos tecnologia- o fim do Walkman
LAKE OF DRACULA
Entre 1995 e 1997 Lake of Dracula forja uma abordagem singular dissonante do rock, minimalista pré-datado ambos de neo-"no wave", uma viagem nostálgica (popularizado por bandas como Yeah Yeah Yeahs e Liars) e a insurgência do actual noise rock (liderado por Lightning Bolt e Wolf Eyes). Com sede em Chicago, LOD foi um verdadeiro supergrupo underground do centro-oeste.
Formados no final de 1995, a banda lançou um manifesto feito de batidas de propulsão anti-rock, concisa guitarra, expressiva obscura cacofonia, e evocativos assaltos vocais. O resultado dessa música foi uma das mais surrealista, poderosa e severa em contraste com o "post rock" introspectivo mais associada ao tempo e lugar. O único auto-intitulado álbum de estúdio foi emitida pela Skin Graft Records no início de 1997 com ajuda de produção de Jim O'Rourke (Sonic Youth, etc.)
Após uma última turné na costa oeste no verão de 1997, a banda separou-se. Desde então, o nome de Lake of Dracula continua a ser sussurrado em reverência ao longo do rock underground. "Skeletal Remains" recolhe material inédito e compilação de faixas raras num CD (remasterizado por Weasel Walter), com extensas anotações e fotos.
James "Marlon" Magas (Couch, Magas)
Weasel Walter (veterano do avant-jazz/punk/noise ensemble The Flying Luttenbachers)
Heather M. (The Scissor Girls)
"The Manhattanite" (a.k.a. Al from U.S. Maple)
and Jessica Ruffins (Jaks, Sea of Tombs).
Formados no final de 1995, a banda lançou um manifesto feito de batidas de propulsão anti-rock, concisa guitarra, expressiva obscura cacofonia, e evocativos assaltos vocais. O resultado dessa música foi uma das mais surrealista, poderosa e severa em contraste com o "post rock" introspectivo mais associada ao tempo e lugar. O único auto-intitulado álbum de estúdio foi emitida pela Skin Graft Records no início de 1997 com ajuda de produção de Jim O'Rourke (Sonic Youth, etc.)
Após uma última turné na costa oeste no verão de 1997, a banda separou-se. Desde então, o nome de Lake of Dracula continua a ser sussurrado em reverência ao longo do rock underground. "Skeletal Remains" recolhe material inédito e compilação de faixas raras num CD (remasterizado por Weasel Walter), com extensas anotações e fotos.
James "Marlon" Magas (Couch, Magas)
Weasel Walter (veterano do avant-jazz/punk/noise ensemble The Flying Luttenbachers)
Heather M. (The Scissor Girls)
"The Manhattanite" (a.k.a. Al from U.S. Maple)
and Jessica Ruffins (Jaks, Sea of Tombs).
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musica- Lake Of Dracula
THE SCISSOR GIRLS
The Scissor Girls eram uma banda No Wave, noise rock, experimental, de Chicago formada por Sue Anne Zollinger, na guitarra, Melowic Heather bateria, e Azita Youssefi, no baixo e vocais (deixou a sua cidade natal Washington, DC, para prosseguir um estudo de desenho e som no Art Institute of Chicago - o Wicker Park de Chicago, foi um terreno fértil para as bandas No Wave durante o início dos anos 1990) em 1991.
Os espectáculos ao vivo eram altamente teatral e os membros do grupo, muitas vezes em trajes caseiros bizarros que vão desde uniformes de Catholic schoolgirl, óculos, tutus, e maquilhagem pesada que imitavam a coloração preta facial dos guaxinins, a roupas feitas de Bubble Wrap, e fita adesiva.
O primeiro show, foi uma performance local, que teve lugar na noite de Halloween de 1992. Também em 1992, a banda começou a gravar o seu primeiro 7´ Phy, Diablo!.
O grupo gravou e lançou uma série de singles indie, bem como dois álbuns com a sua formação original antes da guitarrista Sue Anne Zollinger optar por sair. Foi substituída pelo guitarrista James Yoo.
Após a gravação de “From: The Scissor Girls To: The Imaginary Layer on Skeletons” a banda imediatamente começa a trabalhar no segundo LP “We People Space with Phantoms” o último álbum a incluir o membro fundador Sue Anne Zollinger, deixou a banda após a gravação devido a conflitos internos entre ela e o resto da banda.
Em 1994 o guitarrista Kelly Kuvo (Dot Dot Dot) produtor video art e projecto televisivo para shows de acesso a tv cabo, concordou em tirar uma semana de trabalho a fim de ajudar a terminar a turné da banda.Tornar-se membro a tempo inteiro do grupo, colaborando como cantor, compositor e guitarrista. Kelly produziu SG Research 96 music video music show para Chicago Cable Access,e a banda começou a fazer aparições em programas locais de televisão na área de Chicago como "Ben Loves Chicago" e the American Bandstand- dance show "Chic-a-Go-Go".
Em Marco 1996, com Kuvo na guitarra, o primeiro EP, na Load Records-10" EP, "So That You Can Start to See What S-T-A-T-I-C-L-A-N-D." O álbum foi juntamente produzido por Tom Smith, e ex. Sonic Youth e guitarrista Jim O'Rourke 1995.
Heather Melowic, recusou-se a participar no show. Apesar da recusa de Melowic, os outros membros da banda optaram por não cancelar a performance. Em vez de Melowic, a banda contratou uma jovem vestida como uma mulher das cavernas para intermitentemente bater num tambor com um osso de dinossauro de plástico em vez de acompanhamento percussivo de Melowic.
Após a dissolução da banda, em 1996, Azita Youssefi passou a formar Bride of No No. Após a dissolução Youssefi passou a realizar a solo como "Azita", composições à base de piano muito mais suave e mais acessível, que as composições experimentais ruidosas das Scissor Girls.
Melowic juntou-se ao supergrupo Lake of Dracula, contribuindo com a bateria ao lado do Flying Luttenbachers 'Weasel Walter, na guitarra, Couch's Marlon Magas, forneceu os vocais, e o Shorty e U.S. Maple vocalista Al Johnson (the Manhattanite) nos backing vocals. O grupo durou até 1997, altura em que Melowic decidiu continuar a estudar virologia na Universidade de Illinois, e passou a obter um doutorado em Bioquímica.
original guitarrista Sue Anne Zollinger recebeu um doutoramento em biologia e neurociências, estudo na aprendizagem e produção do som vocal.
* Azita Youssefi -- Vocals, bass
* Heather Melowic -- Drums
* SueAnne Zollinger -- Guitar (1991-94)
* Kelly Kuvo -- Guitar (1994-96)
Os espectáculos ao vivo eram altamente teatral e os membros do grupo, muitas vezes em trajes caseiros bizarros que vão desde uniformes de Catholic schoolgirl, óculos, tutus, e maquilhagem pesada que imitavam a coloração preta facial dos guaxinins, a roupas feitas de Bubble Wrap, e fita adesiva.
O primeiro show, foi uma performance local, que teve lugar na noite de Halloween de 1992. Também em 1992, a banda começou a gravar o seu primeiro 7´ Phy, Diablo!.
O grupo gravou e lançou uma série de singles indie, bem como dois álbuns com a sua formação original antes da guitarrista Sue Anne Zollinger optar por sair. Foi substituída pelo guitarrista James Yoo.
Após a gravação de “From: The Scissor Girls To: The Imaginary Layer on Skeletons” a banda imediatamente começa a trabalhar no segundo LP “We People Space with Phantoms” o último álbum a incluir o membro fundador Sue Anne Zollinger, deixou a banda após a gravação devido a conflitos internos entre ela e o resto da banda.
Em 1994 o guitarrista Kelly Kuvo (Dot Dot Dot) produtor video art e projecto televisivo para shows de acesso a tv cabo, concordou em tirar uma semana de trabalho a fim de ajudar a terminar a turné da banda.Tornar-se membro a tempo inteiro do grupo, colaborando como cantor, compositor e guitarrista. Kelly produziu SG Research 96 music video music show para Chicago Cable Access,e a banda começou a fazer aparições em programas locais de televisão na área de Chicago como "Ben Loves Chicago" e the American Bandstand- dance show "Chic-a-Go-Go".
Em Marco 1996, com Kuvo na guitarra, o primeiro EP, na Load Records-10" EP, "So That You Can Start to See What S-T-A-T-I-C-L-A-N-D." O álbum foi juntamente produzido por Tom Smith, e ex. Sonic Youth e guitarrista Jim O'Rourke 1995.
Heather Melowic, recusou-se a participar no show. Apesar da recusa de Melowic, os outros membros da banda optaram por não cancelar a performance. Em vez de Melowic, a banda contratou uma jovem vestida como uma mulher das cavernas para intermitentemente bater num tambor com um osso de dinossauro de plástico em vez de acompanhamento percussivo de Melowic.
Após a dissolução da banda, em 1996, Azita Youssefi passou a formar Bride of No No. Após a dissolução Youssefi passou a realizar a solo como "Azita", composições à base de piano muito mais suave e mais acessível, que as composições experimentais ruidosas das Scissor Girls.
Melowic juntou-se ao supergrupo Lake of Dracula, contribuindo com a bateria ao lado do Flying Luttenbachers 'Weasel Walter, na guitarra, Couch's Marlon Magas, forneceu os vocais, e o Shorty e U.S. Maple vocalista Al Johnson (the Manhattanite) nos backing vocals. O grupo durou até 1997, altura em que Melowic decidiu continuar a estudar virologia na Universidade de Illinois, e passou a obter um doutorado em Bioquímica.
original guitarrista Sue Anne Zollinger recebeu um doutoramento em biologia e neurociências, estudo na aprendizagem e produção do som vocal.
* Azita Youssefi -- Vocals, bass
* Heather Melowic -- Drums
* SueAnne Zollinger -- Guitar (1991-94)
* Kelly Kuvo -- Guitar (1994-96)
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musica- The Scissor Girls
THE EX FACED HERMANS
"Lied der Steinklopfer" ("Stonestamper's Song") (7", 1990) realizado como nome Ex Faced Hermans
The Ex colaboraram com os (Antidote) Chumbawamba, The Dog Faced Hermans (Andy Moor,foi guitarrista nos The Ex),com o avant-garde cellist Tom Cora, resultou no album Scrabbling at the Lock (1991) e And the Weathermen Shrug Their Shoulders (1993). No album In the Fishtank 5 (1999) com os Tortoise, and on In the Fishtank 9 (2001), e na colaboração com os membros dos Sonic Youth nos Dutch improvisers ICP.
The Ex colaboraram com os (Antidote) Chumbawamba, The Dog Faced Hermans (Andy Moor,foi guitarrista nos The Ex),com o avant-garde cellist Tom Cora, resultou no album Scrabbling at the Lock (1991) e And the Weathermen Shrug Their Shoulders (1993). No album In the Fishtank 5 (1999) com os Tortoise, and on In the Fishtank 9 (2001), e na colaboração com os membros dos Sonic Youth nos Dutch improvisers ICP.
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musica- The EX
THE EX + CHUMBAWAMBA
Antidote (The Ex & Chumbawamba) - Destroy Fascism!
Destroy Fascism é um EP dos The Ex e Chumbawamba.
The Ex é uma banda formada em 1979 em Amesterdão, Holanda que misturam anarcho-punk, punk, hardcore, post-punk, e jazz.
Os Chumbawamba são uma banda anarcho-punk de Leeds, Inglaterra, que variavam o seu estilo de musica- electrónica, World Music, e máis tarde folk. Formaram-se oficialmente em 1982, como resultado da fusão de outras bandas de Yorkshire, The Passion Killers e Chimp Eats Banana. Musicalmente inspirados por The Fall e Crass. Influenciados pela política anarquista e por uma atitude irreverente, o seu maior êxito a nível de popularidade e vendas, deu-se graças á canção Tubthumping (1998) e ao álbum Tubthumper (1997).
Chumbawamba foi um dos grupos musicais que contribui a incrementar a popularidade do escritor e filósofo Noam Chomsky e difundiu as suas ideias mundialmente através da música.
Apesar de duas bandas terem participado, assinaram como se fosse uma só: Antidote.
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musica- The EX/Chumbawamba
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