Em concerto dá para perceber que os Oneida já levam os anos de estrada, funcionam como uma banda bem oleada, e com muito ritmo.
Não sendo uma actuação deslumbrante no entanto foi bem conseguida, uma secção rítmica bem aplicada - um baterista Kid Millions muito bom, acompanhado pelo guitarrista Showtime, e o sempre interventivo, comunicativo teclista e vocalista Bobby Matador. O trio Oneida já exausto, acabou a performance em beleza com um encore final, a pedido do satisfeito publico, que não os queria ver partir.
A internet é hoje em dia o reflexo daquilo que somos para o bem e para o mal. Eu criei este blogue com o objectivo de falar sobre a cultura pop - musica, cinema, livros, fotografia, dança... porque gosto de partilhar a minha paixão, o meu conhecimento a todos. O meu amor pela música é intenso, bem como a minha curiosidade pelo novo. Como não sou um expert em nada, sei um pouco de tudo, e um pouco de nada, o gosto ultrapassa as minhas dificuldades. Todos morremos sem saber para que nascemos.
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15/10/2011
09/10/2011
ONEIDA
Espero um bom concerto, tenho quase a certeza que não me vão decepcionar.
Podem ser pouco conhecidos do grande público mas no meio do rock alternativo são das bandas mais originais dos Estados Unidos. O quinteto de Brooklyn continua a divulgação do álbum Absolute.
Kid Millions, Bobby Matador, Baby Hanoi Jane, Showtime, "Snaps" London são os membros da banda.
O primeiro álbum deles foi A Place Called El Shaddai's . Neste álbum de 1997 há muito experimentalismo sonoro e efeitos psicadélicos. Os Oneida são um daqueles casos excepcionais que consegue ser transversal a décadas de boa música sem nunca soar revisionista.
Assumindo uma faceta, capaz de trazer o melhor do Krautrock, do Space Rock e da electrónica mais cósmica para dentro de canções tão memoráveis quanto desafiantes, contam com um currículo de discos tão importantes como Each One Teach One, Happy New Year ou o colossal triplo-disco que foi Rated O,
Depois do Barreiro onde estiveram no Festival Internacional de Música Experimental OUTFEST 2011, hoje, ás 22 horas é a vez da cidade do Porto.
Podem ser pouco conhecidos do grande público mas no meio do rock alternativo são das bandas mais originais dos Estados Unidos. O quinteto de Brooklyn continua a divulgação do álbum Absolute.
Kid Millions, Bobby Matador, Baby Hanoi Jane, Showtime, "Snaps" London são os membros da banda.
O primeiro álbum deles foi A Place Called El Shaddai's . Neste álbum de 1997 há muito experimentalismo sonoro e efeitos psicadélicos. Os Oneida são um daqueles casos excepcionais que consegue ser transversal a décadas de boa música sem nunca soar revisionista.
Assumindo uma faceta, capaz de trazer o melhor do Krautrock, do Space Rock e da electrónica mais cósmica para dentro de canções tão memoráveis quanto desafiantes, contam com um currículo de discos tão importantes como Each One Teach One, Happy New Year ou o colossal triplo-disco que foi Rated O,
Depois do Barreiro onde estiveram no Festival Internacional de Música Experimental OUTFEST 2011, hoje, ás 22 horas é a vez da cidade do Porto.
06/10/2011
ONEIDA
Oneida Secret Wars, 2004, ao sexto disco, um som enorme, as músicas possuem um poder de permanência, chamando as referências ao German art rock - Can e Kraftwerk, aos terroristas sónicos Sonic Youth, ao 60s garage rock, e aos icons The Electric Prunes.
A banda de Brooklyn nas suas sugestões primárias desafia as bandas garage dos anos 60, e bandas punk (especialmente MC5), mas tocando um pesado stoner rock blues dos anos 70 ( Blue Cheer, Foghat, etc) além de traços de synth pop, avant-garde jazz, e Krautrock.
Originalmente formados com o guitarrista / vocalista Papa Crazy (aka PCRZ), o teclista Bobby Matador (aka Fat Bobby), Kid Millions na baterista, e o baixista / guitarrista Hanoi Jane (aka Baby Jane), o grupo fez nome na área de Nova York em virtude das suas estridentes performances ao vivo, que eram frequentementes realizadas em "lofts" e armazéns.
Oneida estrearam-se em 1997, A Place Called El Shadda, lançado pela Turnbuckle, mas 1999 com Enemy Hogs, eles mudam-se para a Jagjaguwar.
Anthem of the Moon em 2001, foi o último registo de Papa Crazy, que se separou da banda no final de 2001.
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08/05/2010
ONEIDA
Brooklyn, Oneida tomam as suas sugestões primárias de bandas dos anos 60 de garage e punk (especialmente MC5), mas tocam com bastante stoner rock, blues dos anos 70 ( Blue Cheer, Foghat, etc), além de traços de synth pop, avant-garde jazz e Krautrock. Originalmente com o guitarrista / vocalista Papa Crazy (aka PCRZ), keyboardist Bobby Matador (aka Fat Bobby), baterista Kid Millions, e o baixista/guitarrista Hanoi Jane (aka Baby Jane) o grupo fez um nome para si na área de Nova York por virtude da voz rouca e performances ao vivo, que eram frequentemente realizadas em armazéns.Oneida estréia-se em 1997, com A Place Called El Shaddai's .
02/07/2009
ONEIDA
Brooklyn, os Oneida desafiam a sua musica nas pistas das bandas de garagem, anos 60 e de bandas punk ( MC5), mas atiram em abundância para os pesados, bluesy 70, stoner rock (Blue Cheer, Foghat, etc), além de traços de synth pop , avant-garde jazz, e Krautrock. Originalmente formados em 1997 por guitarrista/vocalista Papa Crazy (aka PCRZ),keyboardist Bobby Matador (aka Fat Bobby),baterista Kid Millions, e pelo baixista/guitarista Hanoi Jane (aka Baby Jane). O primeiro album A Place Called El Shaddai's,de 97 percorria um caminho mais experimental. Apartir de 99 começaram a editar pela Jagjaguwar, e já lançaram este ano, Rated O, o seu ultimo trabalho discográfico.
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31/12/2008
ONEIDA
Uma das bandas que tem passado despercebido da maioria são os Oneida de Brooklyn.Desde de 1997 vem desafiando as primárias bandas de garagem e as bandas punk partir dos anos 60 (especialmente MC5),mas em pleno o heavy, bluesy '70s stoner rock,dos Blue Cheer, Foghat, etc., além de traços de synth pop, avant-garde jazz, e Krautrock. Formados por:guitarista/vocalisat Papa Crazy (aka PCRZ), keyboardist Bobby Matador (aka Fat Bobby), baterista Kid Millions, e o bassist/guitarista Hanoi Jane (aka Baby Jane), o grupo deu a conhecer o seu nome na área de Nova York, força das suas actuações ao vivo com voz rouca de PCRZ, frequentemente realizadas em armazéns e "lofts". A estreia dos Oneida foi 1997 com "A Place Called El Shaddai's",na Turnbuckle, em 1999 com "Enemy Hogs", na Jagjaguwar.
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