Escritos Pornográficos (Guerra e Paz, Setembro de 2010), compostos por cinco poemas, um ensaio e uma narrativa fragmentada, são um óptimo pretexto para repensar o papel da pornografia na actualidade. É Noël Arnaud quem afirma, no prólogo, que «Boris Vian apreciava pouco a pornografia, não molhava nela a sua pena e via nesse género sobretudo um exercício literário como outro qualquer que preferia deixar para os especialistas» .
Bruscamente falecido aos idade 39 anos, no cinema, Boris Vian (1920-1959) teve tempo para ser, em simultâneo, engenheiro, inventor, músico e crítico de jazz, poeta, romancista, cenarista, autor dramático, tradutor, cronista, declamador, intérprete das suas próprias canções e actor. Entre as suas obras mais conhecidas podem referir-se, para além de O Outono em Pequim, os romances A Espuma dos Dias (1946) e O Arranca Corações (1953).
A internet é hoje em dia o reflexo daquilo que somos para o bem e para o mal. Eu criei este blogue com o objectivo de falar sobre a cultura pop - musica, cinema, livros, fotografia, dança... porque gosto de partilhar a minha paixão, o meu conhecimento a todos. O meu amor pela música é intenso, bem como a minha curiosidade pelo novo. Como não sou um expert em nada, sei um pouco de tudo, e um pouco de nada, o gosto ultrapassa as minhas dificuldades. Todos morremos sem saber para que nascemos.
Mostrar mensagens com a etiqueta livros- Boris Vian. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta livros- Boris Vian. Mostrar todas as mensagens
25/12/2010
29/09/2010
BORIS VIAN
«Sexualmente, quer dizer com a minha alma», escreveu Vian. A liberdade de amar sob todas as formas, de o dizer sem falsos artifícios; a liberdade da dimensão carnal do amor, que revela as suas luzes e sombras.
50 anos depois da sua morte, a primeira tradução portuguesa de Escritos Pornográficos. Boris Vian, o alquimista da linguagem e das formas, passou como um meteorito no meio do século XX, deixando um rastro ofuscante, enigmático e inspirador - que nunca se apagará.
50 anos depois da sua morte, a primeira tradução portuguesa de Escritos Pornográficos. Boris Vian, o alquimista da linguagem e das formas, passou como um meteorito no meio do século XX, deixando um rastro ofuscante, enigmático e inspirador - que nunca se apagará.
Marcadores:
livros- Boris Vian
Subscrever:
Mensagens (Atom)

