22/08/2026

vários músicos cuja vida começou marginalidade, crime, sobrevivência, drogas, pequenos tráficos

 


o underground real,  há vários músicos cuja vida começou exatamente no eixo: marginalidade, crime, sobrevivência, drogas, pequenos tráficos, e depois transformaram isso em combustível para a arte.  

Não é mito romântico é parte real da história do rock, do punk, do industrial, do hip‑hop, do metal, do pós‑punk.

e é mais comum do que se pensa

Genesis P‑Orridge — envolvido em contracultura extrema, ilegalidade, coletivos marginais antes de Throbbing Gristle.


Alan Vega — vida dura em Nova Iorque, sobrevivência à margem antes de Suicide.


Lydia Lunch — fugiu de casa, viveu em ambientes violentos, roubos, sobrevivência de rua.


GG Allin — criminalidade constante, prisões, vida totalmente fora da lei.



Iggy Pop — roubos, drogas, vida marginal antes dos Stooges.


Johnny Thunders — dependência, tráfico ocasional, sobrevivência caótica.


Richard Hell — fugiu de casa, viveu ilegalmente, drogas, pequenos crimes.


Sid Vicious — envolvimento direto com drogas e crime.


Wayne Kramer — MC5; preso por tráfico de drogas em 1975.


Lux Interior — vida marginal pré‑Cramps, roubos, ilegalidade.


Rozz Williams — envolvimento com drogas e ambientes marginais no início de Christian Death.


Mark Lanegan — traficante na adolescência, vida criminal pesada, admitido por ele próprio, dinheiro usado para sobreviver até Screaming Trees.


Nick Cave — envolvimento com drogas e ambientes marginais no início dos Birthday Party.


Henry Rollins — não traficou, mas viveu em ambientes violentos e ilegais antes de Black Flag.


Steve Albini — não criminoso, mas profundamente ligado ao underground ilegal de Chicago



Ice‑T — roubos, tráfico, gangues; ele próprio diz que a música o salvou.


Eazy‑E — financiou os primeiros discos da Ruthless Records com dinheiro do tráfico.


50 Cent — traficante desde os 12 anos; financiou as primeiras mixtapes.


Jay‑Z — traficou crack na adolescência; usou o dinheiro para sobreviver e começar a carreira


Phil Anselmo — envolvimento com drogas pesadas, ambientes marginais.


Tommy Lee — não traficante, mas envolvido em ilegalidade constante.


Dave Mustaine — vida marginal pré‑Metallica, drogas, violência.


The Only Ones + Peter Perrett + Michael Gira

 Michael Gira foi também o primeiro traficante de droga... talvez tenha feito o mesmo que o grande Peter.

Only Ones tinha uma aura de romantismo decadente,

Perrett como um anti-herói viciado em literatura, letras sobre o vício, a perda, o desejo, a autodestruição, uma vida pessoal caótica que alimentava a narrativa.

A imprensa britânica dos anos 80 adorava exagerar as histórias sobre drogas — sobretudo quando envolviam figuras de culto como Perrett.

Os dois primeiros álbuns dos Only Ones foram inteiramente financiados pelo tráfico de droga de Peter Perrett. Por isso, fizemos exatamente o que queríamos e simplesmente entregámos os nossos álbuns inteiros à CBS.


Out There I'm the Night não é sobre uma rapariga, mas sobre o seu gato perdido.

Peter Perrett estava profundamente envolvido com drogas no final dos anos 70 — consumo pesado, círculo de tráfico de droga, vida caótica.

O próprio admitiu em entrevistas que ganhava dinheiro "de formas frequentes", usava esse dinheiro para sobreviver e que isso lhe permitia sustentar a banda nos primeiros tempos.

Parte do dinheiro que manteve o Só Vivos à tona veio do tráfico de droga.

The Only Ones (1978)

Even Snakes Shine (1979)

Perrett financiou  com dinheiro vindo de onde veio — das primeiras demos, os primeiros ensaios, o período pré-CBS e a sobrevivência da banda antes do contrato.

Gira tinha um passado criminoso, uma vida difícil, histórias de prisão e uma adolescência na América Latina em ambientes violentos.




Leeds como “cidade Goth” a verdade parcial

 Leeds was never exclusively goth — it was a post-punk, politicized, university city with a lot of diversity.

Leeds was marked by a very specific cluster between 1981–1987:








Political — Gang of Four, Chumbawamba, The Mekons, The Three Johns.

Minimalist goth — Sisters, March Violets, Red Lorry Yellow Lorry.

University indie — Wedding Present, Cud, Pale Saints, Kaiser Chiefs.


The Sisters of Mercy — the epicenter.


The March Violets — flowery, violet, theatrical goth.


Red Lorry Yellow Lorry — dark, repetitive minimalism.


The Three Johns — political, dry, industrial post-punk.


The Cassandra Complex — electro-goth.


The Mission (partially connected via Wayne Hussey, but the band is from London).


Age of Chance — sampledelic dance-rock.


Chumbawamba — anarchists, Leeds/Bradford.


Cud — eccentric indie.


Gang of Four — seminal political post-punk.


Girls At Our Best — pop post-punk.


Kaiser Chiefs — 2000s indie.


The March Violets — Leeds goth.


The Mekons — post-punk → alt-country.


Pale Saints — 4AD, dream-noise.


The Parachute Men — jangle indie.


The Pigeon Detectives — 2000s indie.


Red Lorry Yellow Lorry — minimalist goth.


Send More Paramedics — zombie thrash crossover.


The Sisters of Mercy — the heart of goth.


The Three Johns — political post-punk.


Sky Larkin — modern indie.


The Wedding Present — indie/jangle noise.


Not from Leeds: The Blueskins — from Wakefield, not Leeds.

The Outer Limits — band from Hull.

Dead Disco — trio formed at Leeds College of Music, but members from Wakefield and Lancashire (semi-Leeds).

Soft Cell — Marc Almond is from Southport, Dave Ball from Blackpool; the band originated at Leeds Polytechnic, but they are not "from Leeds".

Wild Beasts — from Kendal, Cumbria.

Scritti Politti — formed at Leeds University, but Green Gartside is in Wales.

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