Nunca julgue um livro pela capa…....a menos que esse livro seja O grande Gatsby, de F. Scott Fitzgerald, um dos grandes romances americanos modernos.
A capa desta edição traz o quadro “Mulher de luvas”, da pintora polaca Tamara de Lempicka, que se tornou uma das mais importantes artistas de sua geração ao retratar socialites e membros da nobreza européia.
Figura conhecida também na boemia parisiense, ela frequentava os mesmos bares onde se encontravam Picasso, Cocteau e o próprio Fitzgerald. Portanto, esta “mulher de luvas” retratada por Lempicka no fim dos anos 20 bem que podia ser a personagem Daisy de O grande Gatsby, por quem o personagem principal Jay Gatsby se apaixona e dedica toda a fortuna adquirida com o contrabando de bebidas.
A internet é hoje em dia o reflexo daquilo que somos para o bem e para o mal. Eu criei este blogue com o objectivo de falar sobre a cultura pop - musica, cinema, livros, fotografia, dança... porque gosto de partilhar a minha paixão, o meu conhecimento a todos. O meu amor pela música é intenso, bem como a minha curiosidade pelo novo. Como não sou um expert em nada, sei um pouco de tudo, e um pouco de nada, o gosto ultrapassa as minhas dificuldades. Todos morremos sem saber para que nascemos.
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10/04/2012
F. SCOTT FITZGERALD
Faz hoje 87 anos que foi publicado O Grande Gatsby, romance do autor americano F. Scott Fitzgerald.. Publicado foi pela primeira vez em 10 de Abril de 1925, passa-se no verão dos anos 20, em Long Island, com belas e exóticas jovens, muito álcool, jazz, elegância, glamour e, pairando
sobre tudo a certeza de que a vida seria uma festa sem fim. Para Jay
Gatsby, a voz de Daisy era inesquecível porque "soava a dinheiro"
A capa da versão original em inglês, feita pelo artista Francis Cugat, é uma das mais célebres da literatura americana. Diferente do que acontece normalmente, a capa ficou pronta antes do romance e deixou Fitzgerald tão encantado que ele resolveu incorporar a imagem criada por Cugat ao livro.
Romântico e sentimental, de uma beleza melancólica e triste, o livro retrata a recusa da maturidade, a incapacidade de envelhecer e uma obstinação: a de continuarem todos jovens e ricos para sempre.
Desde que foi lançadao em 1925, a história de Jay Gatsby tornou-se uma parábola exemplar do sonho americano.. É uma crítica ao sonho americano.
O romance tem lugar após a Primeira Guerra Mundial. A sociedade americana tem níveis sem precedentes de prosperidade a economia cresceu.durante o "rugido" ano 1920. Ao mesmo tempo, a Lei Seca, a proibição da venda e o fabrico de álcool, conforme estipulado pela Emenda XVIII, fez milionários de contrabandistas.
Após a sua republicação em 1945 e 1953, rapidamente encontrou um público vasto e hoje é amplamente considerado como um modelo de o Grande Romance Americano, e um clássico da literatura.
O Grande Gatsby tornou-se um texto padrão dos cursos de literatura do ensino médio e universitário americana, mas também em países de todo mundo, e está em segundo lugar nas listas da Biblioteca Moderna nos 100 melhores romances do século 20.
Numa sondagem feita pela prestigiosa série "Modern Library", o livro foi considerado o segundo melhor romance de língua inglesa do século 20, atrás apenas de Ulisses de James Joyce.
Há várias versões do livro o cinema, entre as quais a do director Jack Clayton, com argumento de Francis F. Coppola e Robert Redford no papel-principal.
Ao morrer, Fitzgerald deixou um espólio de “mais de 10.000 dólares” para a mulher Zelda e a filha Francis e um romance inacabado, The Last Tycoon (O último magnata), publicado postumamente em 1941.
Fitzgerald é considerado o cronista da “era do jazz”, como são chamados os anos 20. Em homenagem a ele, ao jazz e ao verão nada como ouvir “Summertime”, de George Gershwin:
A capa da versão original em inglês, feita pelo artista Francis Cugat, é uma das mais célebres da literatura americana. Diferente do que acontece normalmente, a capa ficou pronta antes do romance e deixou Fitzgerald tão encantado que ele resolveu incorporar a imagem criada por Cugat ao livro.
Romântico e sentimental, de uma beleza melancólica e triste, o livro retrata a recusa da maturidade, a incapacidade de envelhecer e uma obstinação: a de continuarem todos jovens e ricos para sempre.
Desde que foi lançadao em 1925, a história de Jay Gatsby tornou-se uma parábola exemplar do sonho americano.. É uma crítica ao sonho americano.
O romance tem lugar após a Primeira Guerra Mundial. A sociedade americana tem níveis sem precedentes de prosperidade a economia cresceu.durante o "rugido" ano 1920. Ao mesmo tempo, a Lei Seca, a proibição da venda e o fabrico de álcool, conforme estipulado pela Emenda XVIII, fez milionários de contrabandistas.
Após a sua republicação em 1945 e 1953, rapidamente encontrou um público vasto e hoje é amplamente considerado como um modelo de o Grande Romance Americano, e um clássico da literatura.
O Grande Gatsby tornou-se um texto padrão dos cursos de literatura do ensino médio e universitário americana, mas também em países de todo mundo, e está em segundo lugar nas listas da Biblioteca Moderna nos 100 melhores romances do século 20.
Numa sondagem feita pela prestigiosa série "Modern Library", o livro foi considerado o segundo melhor romance de língua inglesa do século 20, atrás apenas de Ulisses de James Joyce.
Há várias versões do livro o cinema, entre as quais a do director Jack Clayton, com argumento de Francis F. Coppola e Robert Redford no papel-principal.
Ao morrer, Fitzgerald deixou um espólio de “mais de 10.000 dólares” para a mulher Zelda e a filha Francis e um romance inacabado, The Last Tycoon (O último magnata), publicado postumamente em 1941.
Fitzgerald é considerado o cronista da “era do jazz”, como são chamados os anos 20. Em homenagem a ele, ao jazz e ao verão nada como ouvir “Summertime”, de George Gershwin:
- The Great Gatsby (1949), com Alan Ladd e Betty Field
- The Great Gatsby( 1974), com Robert Redford e Mia Farrow
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livros- F. Scott Fitzgerald
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