A internet é hoje em dia o reflexo daquilo que somos para o bem e para o mal. Eu criei este blogue com o objectivo de falar sobre a cultura pop - musica, cinema, livros, fotografia, dança... porque gosto de partilhar a minha paixão, o meu conhecimento a todos. O meu amor pela música é intenso, bem como a minha curiosidade pelo novo. Como não sou um expert em nada, sei um pouco de tudo, e um pouco de nada, o gosto ultrapassa as minhas dificuldades. Todos morremos sem saber para que nascemos.
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25/05/2025
KRAFTWERK - Die Roboter (TV-Performance 1991-06-13) músico português, Fernando Abrantes.
1960 Nasceu em Lisboa, Portugal.
1985-1986
Atuou como tecladista de "Maria Magdalena", de Sandra.
1991 Juntou-se aos Kraftwerk durante a produção do álbum The Mix.
1998 Produziu música oficial da Expo '98.
No finalzinho dos anos 1980, uma imagem que parecia fortíssima na cabeça dos fãs do Kraftwerk desapareceu. O grupo vinha se mantendo desde 1975 com a mesma formação (Ralf Hutter, Florian Schneider, Wolfgang Flur e Karl Bartos).Já não era o primeiro line-up, mas marcou muitos fãs.Em 1989, rolou a primeira baixa nessa turma.
Wolfgang já vinha ficando descontente com o grupo desde o começo dos anos 1980 – chegou a declarar que Electric cafe, disco de 1987, foi um “café frio pra mim”. Foi saindo da banda aos poucos, até que não apareceu mais no estúdio para trabalhar. O grupo pôs Fritz Hilpert em seu lugar em 1990 e ele está lá até hoje.
1990, Kraftwerk caíam na estrada com sua maior turnê desde a do disco Computer world (1981). Com outra diferença na formação: Karl Bartos decidiu sair da banda (aparentemente por já estar cansado do perfeccionismo de Hutter e Schneider) e foi substituído por um músico português, Fernando Abrantes.
Fernando, que estudara música e eletrônica em Düsseldorf, havia tido seus namoros com a cena eurodance – foi tecladista de Sandra, a cantora alemã que fez sucesso em 1985 com o hit (I’ll never be) Maria Madalena. O músico não ficou muito tempo no Kraftwerk e acabou fazendo apenas poucos shows da turnê do disco de remixes The mix (de 1991, com ele e Hilpert nos créditos). Tudo no Kraftwerk é envolto em mistério, mas a biografia Publikation, de David Buckley, diz que os líderes da banda não curtiam muito o estilo mais animado do músico no palco – enquanto Florian e Ralf preferiam insistir na imagem de homens-robô.
The mix, rolavam alguns programas de TV. Entre eles, um curioso game show alemão no qual o Kraftwerk não apenas participou como também exibiu o controle dos robôs eletrônicos no palco por intermédio de laptops, na música The robots. No vídeo, dá pra ver que Fernando chegou a ganhar um boneco com seu rosto. Ralf e Florian, líderes da banda, não estão apenas sérios: parecem estar putos da vida com alguma coisa, durante o comando dos robôs
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17/02/2015
KRAFTWERK ATUAM EM LISBOA E PORTO EM ABRIL 2015
KRAFTWERK ATUAM EM LISBOA E PORTO EM ABRIL
Os Kraftwerk, por muitos considerados os pais da música eletrónica, passam pelos palcos nacionais em abril, com dois espetáculos 3D.
O quarteto alemão, formado nos anos 70 por Ralf Hütter e Florian Schneider, galardoados com o Grammy Lifetime Achievement Award na edição 2014 dos Grammys, e atualmente composto por Ralf Hütter, Fritz Hilpert, Henning Schmitz e Falk Grieffenhagen, atua a 19 de abril no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, subindo ao palco da Casa da Música, no Porto, no dia seguinte.
Em Lisboa, o concerto tem início às 21h00. No Porto, começa meia hora mais tarde.
Os bilhetes estão à venda a partir de amanhã (15h00), nos locais habituais. Para o Coliseu dos Recreios, os preços oscilam entre os €35 e os €42. Para a Casa da Música, os bilhetes têm o preço único de €65.
Fundado nos anos 1970, o grupo alemão destacou-se pelo uso inovador dos computadores na produção de música, tornando-se fonte de inspiração para várias gerações de músicos, em diversos géneros, desde o ´electro´ ao ´hip hop´, do ´techno´ ao ´synthpop´.
O projeto multimédia Kraftwerk foi criado por Ralf Hutter e Florian Schneider dentro da cena de arte experimental que a cidade alemã de Dusseldórfia albergou no final dos anos 1960.
Nessa altura abriram o Kling Klang Studio, onde criaram álbuns com textos curtos e concisos, sons sintéticos e ritmos mecanizados que serviram de base a uma sonoridade que ganhou expressão visual na imagem robótica com que a banda sempre se apresentou ao vivo.
Os Kraftwerk criaram desde o início concertos audiovisuais, alargando a sua influência para além do campo musical e estendendo-a à arte visual contemporânea, como uma expressão de um mundo dominado por máquinas e computadores.
Em 2014, os dois fundadores da banda foram galardoados com o Grammy Lifetime Achievement Award.
Nos últimos anos, os Kraftwerk — Ralf Hütter, Fritz Hilpert, Henning Schmitz, Falk Grieffenhagen - regressaram ao universo das artes visuais com uma primeira retrospetiva apresentada em 2012 no Museum Of Modern Art de Nova Iorque.
Seguiram-se apresentações de “The Catalogue — 1 2 3 4 5 6 7 8 9” em museus como o Kunstsammlung Nordrhein-westfalen de Dusseldórfia, o Tate Modern’s Turbine Hall de Londres, e em salas de concerto como o Akasaka Blitz, em Toquio, a Opera House, em Sidney, o Walt Disney Concert Hall, em Los Angeles, a Neue Nationalgalerie, em Berlim, e a Louis Vuitton Fondation, em Paris.
Os Kraftwerk atuaram pela primeira vez em Portugal em 2004, no Coliseu de Lisboa.
Os Kraftwerk, por muitos considerados os pais da música eletrónica, passam pelos palcos nacionais em abril, com dois espetáculos 3D.
O quarteto alemão, formado nos anos 70 por Ralf Hütter e Florian Schneider, galardoados com o Grammy Lifetime Achievement Award na edição 2014 dos Grammys, e atualmente composto por Ralf Hütter, Fritz Hilpert, Henning Schmitz e Falk Grieffenhagen, atua a 19 de abril no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, subindo ao palco da Casa da Música, no Porto, no dia seguinte.
Em Lisboa, o concerto tem início às 21h00. No Porto, começa meia hora mais tarde.
Os bilhetes estão à venda a partir de amanhã (15h00), nos locais habituais. Para o Coliseu dos Recreios, os preços oscilam entre os €35 e os €42. Para a Casa da Música, os bilhetes têm o preço único de €65.
Fundado nos anos 1970, o grupo alemão destacou-se pelo uso inovador dos computadores na produção de música, tornando-se fonte de inspiração para várias gerações de músicos, em diversos géneros, desde o ´electro´ ao ´hip hop´, do ´techno´ ao ´synthpop´.
O projeto multimédia Kraftwerk foi criado por Ralf Hutter e Florian Schneider dentro da cena de arte experimental que a cidade alemã de Dusseldórfia albergou no final dos anos 1960.
Nessa altura abriram o Kling Klang Studio, onde criaram álbuns com textos curtos e concisos, sons sintéticos e ritmos mecanizados que serviram de base a uma sonoridade que ganhou expressão visual na imagem robótica com que a banda sempre se apresentou ao vivo.
Os Kraftwerk criaram desde o início concertos audiovisuais, alargando a sua influência para além do campo musical e estendendo-a à arte visual contemporânea, como uma expressão de um mundo dominado por máquinas e computadores.
Em 2014, os dois fundadores da banda foram galardoados com o Grammy Lifetime Achievement Award.
Nos últimos anos, os Kraftwerk — Ralf Hütter, Fritz Hilpert, Henning Schmitz, Falk Grieffenhagen - regressaram ao universo das artes visuais com uma primeira retrospetiva apresentada em 2012 no Museum Of Modern Art de Nova Iorque.
Seguiram-se apresentações de “The Catalogue — 1 2 3 4 5 6 7 8 9” em museus como o Kunstsammlung Nordrhein-westfalen de Dusseldórfia, o Tate Modern’s Turbine Hall de Londres, e em salas de concerto como o Akasaka Blitz, em Toquio, a Opera House, em Sidney, o Walt Disney Concert Hall, em Los Angeles, a Neue Nationalgalerie, em Berlim, e a Louis Vuitton Fondation, em Paris.
Os Kraftwerk atuaram pela primeira vez em Portugal em 2004, no Coliseu de Lisboa.
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15/11/2012
KRAFTWERK
Em Abril 2012, os míticos Kraftwerk deram oito concertos no MoMA de Nova Iorque - numa séria a que chamaram Kraftwerk – Retrospective 12345678 - em que tocaram oito álbuns da sua discografia por ordem de lançamento.
Os pioneiros da electrónica apresentaram uma performance audiovisual, levando o público numa viagem ao longo da sua extensa e celebrada discografia. Como nem todos tiveram o privilégio de estar em Nova Iorque durante os oito dias de retrospectiva dos visionários robóticos alemães, o público encarregou-se de registar vários dos momentos altos como “The Robots”, “Radioactivity” ou “Trans Europe Express”, compilados na playlist de Youtube.
Depois de terem apresentado um percurso integral pelos seus álbuns editados depois de Autubahn (1974) no MoMA, em Nova Iorque, os Kraftwerk anunciam agora semelhante série de atuações no museu Kunstsammlung Nordrhein-Westfalen, na Alemanha.A série de concertos Der Katalog – 1 2 3 4 5 6 7 8 será acompanhada pela inauguração de uma exposição de fotografias no NRW Forum e pela edição de uma caixa antológica da sua discografia semelhante à que já editaram, mas com as versões em alemão dos seus discos.
Os pioneiros da electrónica apresentaram uma performance audiovisual, levando o público numa viagem ao longo da sua extensa e celebrada discografia. Como nem todos tiveram o privilégio de estar em Nova Iorque durante os oito dias de retrospectiva dos visionários robóticos alemães, o público encarregou-se de registar vários dos momentos altos como “The Robots”, “Radioactivity” ou “Trans Europe Express”, compilados na playlist de Youtube.
Depois de terem apresentado um percurso integral pelos seus álbuns editados depois de Autubahn (1974) no MoMA, em Nova Iorque, os Kraftwerk anunciam agora semelhante série de atuações no museu Kunstsammlung Nordrhein-Westfalen, na Alemanha.A série de concertos Der Katalog – 1 2 3 4 5 6 7 8 será acompanhada pela inauguração de uma exposição de fotografias no NRW Forum e pela edição de uma caixa antológica da sua discografia semelhante à que já editaram, mas com as versões em alemão dos seus discos.
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28/04/2012
BJORK + KRAFTWERK
Sónar SP recupera do anuncio do cancelamento do show de Bjork. O
festival, que acontece no Anhembi nos dias 11 e 12 de Maio, traz o novo show dos Kraftwerk.
O espectáculo que os Kraftwerk levam ao Brasil é o de acompanhamento
visual 3D, que ilustrou a famosa residência que a banda fez no
Museu de Arte Moderna de Nova York, recentemente. O show do MoMA era o
projecto “Retrospective 12345678″, durou oito noites consecutivas e
revisitou toda a carreira do grupo.
A intenção foi mostrar tanto as
contribuições históricas de Krafwerk como suas influências na cultura
contemporânea do som e as imagens, mediante a apresentação de toda a
obra que se extende por quatro décadas, inciada com seu disco Autobahn,
em 1971.
De acordo com Klaus Biesenbach, curador
chefe do MoMA, a banda “antecipou, continuamente, o impacto da
tecnologia na vida diária e capturou a condição humana em uma era da
mobilidade em constante transformação”.
19/02/2012
KRAFTWERK NO MOMA N.Y. 2012
Kraftwerk vai dar uma série de oito apresentações, cada uma dedicada a um dos seus álbuns, como parte de uma retrospectiva no Museu de Arte Moderna de N.Y. dos pioneiros da música eletrônica em Abril.
As performances durante oito noites consecutivas a partir de 10 Abril, vão tocar faixas dos álbuns dos Kraftwerk, mas também outras composições originais destinadas a mostrar a influência do grupo sobre a cultura contemporânea.
As imagens projetadas, incluindo 3-D, vão acompanhar a música. Os álbuns serão tocados em ordem cronológica, um por cada noite, começando com "Autobahn", de 1974, até "Tour de France" de 2003.
Kraftwerk foi formado por dois estudantes de música, Ralf Hütter e Florian Schneider, em 1970, a sua robótica, e repetitiva, música eletrônica influenciou praticamente todas as bandas de sintetizadores que se seguiram. Por meados dos anos 1970, o grupo tinha inventado uma nova música electrónica, integrando sons mecanizados da vida.
As suas composições tecem belas melodias com vocais multilingues e ritmos robóticos. Os concertos terão lugar no B. Donald e Catherine C. Marron Atrium; os bilhetes custam $ 25. Da formação original da banda na década de 1970, apenas Ralf Hütter se vai apresentar no MoMA.
Tuesday, April 10, 8:30 p.m. Autobahn (1974)
Wednesday, April 11, 8:30 p.m. Radio-Activity (1975)
Thursday, April 12, 8:30 p.m. Trans Europe Express (1977)
Friday, April 13, 10:00 p.m. The Man-Machine (1978)
Saturday April 14, 8:30 p.m. Computer World (1981)
Sunday, April 15, 8:30 p.m. Techno Pop (1986)
Monday, April 16, 8:30 p.m. The Mix (1991)
Tuesday, April 17, 10:00 p.m. Tour de France (2003)
As performances durante oito noites consecutivas a partir de 10 Abril, vão tocar faixas dos álbuns dos Kraftwerk, mas também outras composições originais destinadas a mostrar a influência do grupo sobre a cultura contemporânea.
As imagens projetadas, incluindo 3-D, vão acompanhar a música. Os álbuns serão tocados em ordem cronológica, um por cada noite, começando com "Autobahn", de 1974, até "Tour de France" de 2003.
Kraftwerk foi formado por dois estudantes de música, Ralf Hütter e Florian Schneider, em 1970, a sua robótica, e repetitiva, música eletrônica influenciou praticamente todas as bandas de sintetizadores que se seguiram. Por meados dos anos 1970, o grupo tinha inventado uma nova música electrónica, integrando sons mecanizados da vida.
As suas composições tecem belas melodias com vocais multilingues e ritmos robóticos. Os concertos terão lugar no B. Donald e Catherine C. Marron Atrium; os bilhetes custam $ 25. Da formação original da banda na década de 1970, apenas Ralf Hütter se vai apresentar no MoMA.
Tuesday, April 10, 8:30 p.m. Autobahn (1974)
Wednesday, April 11, 8:30 p.m. Radio-Activity (1975)
Thursday, April 12, 8:30 p.m. Trans Europe Express (1977)
Friday, April 13, 10:00 p.m. The Man-Machine (1978)
Saturday April 14, 8:30 p.m. Computer World (1981)
Sunday, April 15, 8:30 p.m. Techno Pop (1986)
Monday, April 16, 8:30 p.m. The Mix (1991)
Tuesday, April 17, 10:00 p.m. Tour de France (2003)
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28/12/2009
14/02/2009
KRAFTWERK
Somos homens-máquina. Vivemos num mundo dominado por elas e para elas. Perdemos emprego para as máquinas. Dois alemães de Düsseldorf criaram todo o seu conceito musical em volta da tecnologia. Ralf Hütter e Florian Schneider faziam parte da cena musical alemã nos finais dos anos 60, como os Can, Amon Düül, Ash Ra Tempel, Tangerine Dream, Guru Guru, entre outros. Mais tarde rotulados de krautrock, esta geração de músicos vinha de uma formação clássica e observava o rock como uma forma de transgredir valores mais eruditos. Influenciados quanto James Brown, Velvet Underground ou Ornette Coleman, foram os primeiros a querer fazer vanguarda com o rock, enquanto os ingleses se "viravam"para o psicadelismo, metal e o para o rock progressivo.
No começo daquela cena estava o quinteto psicadélico, Organisation, que contava com Ralf e Florian, e veneravam Syd Barrett. Dos Organisation, o único traço que ficou na carreira era a necessidade de transgredir as regras do rock. Com seu novo grupo, os Kraftwerk “fábrica de força” em alemão ?? passaram a adicionar elementos electrónicos ,e a tentar organizar, o caos do rock. A banda no começo da carreira incluia o guitarrista Michael Rother e o baterista Klaus Dinger, que deixariam a banda depois de dois discos, para formar os também lendários Neu!.
Como Kraftwerk, Ralf e Florian editam, Kraftwerk 1 e Kraftwerk 2 (com um cone de trânsito verde e vermelho nas capas, ), no inicio dos anos 70. Com a saída de Rother e Dinger, os dois gravam um terceiro disco, mas assinando como Ralf und Florian, no estúdio da banda, KlingKlang. Em 1974 gravam um dos seus melhores albums Autobahn, já com dois novos membros, os percussionistas Klaus Roeder e Wolfgang Flür.
O grupo aparece com um novo visual cabelos curtinhos, barba bem feita e um olhar distante, vazio, assinado por Emil Schult, que passou a dedicar-se á imagem visual da banda, das capas dos disco aos shows, além de escrever as letras, dando-lhe o título de “quinto Kraftwerk”. Os próximos discos, Radioactivity, de 1975 e Trans-Europe Express, de 1977, fariam pelas ondas de rádio e pelo sistema ferroviário europeu, o que Autobahn fez com os carros e as auto-estradas.
Os Kraftwerk têm uma influencia importante na história da música pop, desde o movimento new-romantic inglês (Duran Duran, Human League), o technopop (Depeche Mode), o industrial (Nine Inch Nails), parte da new wave (Fall, B-52’s, Devo), a fase Berlim de Iggy Pop e David Bowie (e robotização de Brian Eno), a disco music (Giorgio Moroder, Donna Summer), a pop robô de Gary Numan, o electropop dos New Order, os electrofunks Planet Rock (Afrika Bambaataa) e Trouble Funk Express (Trouble Funk) e o techno de Detroit (Mantronix, Cybotron, todos devem um pouco da sua existência aos alemães Kraftwerk.
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07/01/2009
KRAFTWERK
Kraftwerk perdem elemento fundador mas vão em digressão com os Radiohead
Banda histórica alemã fica sem Florian Schneider, um dos dois resistentes da formação inicial.
Os Kraftwerk, projecto alemão pioneiro das electrónicas, acaba de perder um dos elementos fundadores. Florian Schneider já não tocou com a banda durante o ano passado - sendo substituido por Stefan Pfaffe - e anunciou finalmente a sua reforma. A notícia foi anunciada ontem no site oficial da banda. Quebra-se assim uma parceria que durou 40 anos, restando apenas Ralf Hütter da formação inicial da banda. Hütter explicou a um jornal neozelandês em Setembro passado que o colega tem passado os últimos anos a "trabalhar em outros projectos, coisas técnicas". Apesar disto, o projecto vai em digressão a convite dos Radiohead pela América Latina: durante o mês de Março as duas bandas passam pelo México, Brasil, Argentina e Chile. Os Kraftwerk iniciaram a sua carreira como um duo no início dos anos 70, mas tornaram-se depois um quarteto. Recorde-se que a banda passou por Portugal em 2004, tendo actuado no festival Sudoeste.
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