‘Kurt Cobain — Retrato de uma ausência’ o filme não é um documentário convencional não se vê pessoas a falar, nem se vê ninguém, apenas a voz, em off, do próprio Kurt Cobain. Como um fantasma, ele vai contando a sua própria história.
O material usado saiu das mais de 25 horas de conversas que o jornalista Michael Azerrad teve com Cobain, e que depois se transformou no livro “Come as you are: the story of Nirvana”. Mas, como Azerrad não tinha dinheiro para pagar os direitos autorais à Courtney Love, não há qualquer áudio ou vídeo dos Nirvana, apenas trechos, fragmentos, imagens de ruas e lugares.
Assim é “Kurt Cobain — About a son” (no original), de A.J. Schnack, uma narrativa através de imagens por onde Kurt e o grunge deixaram o seu rastro (as ruas pobres de Aberdeen, os clubes de Seattle...)
A internet é hoje em dia o reflexo daquilo que somos para o bem e para o mal. Eu criei este blogue com o objectivo de falar sobre a cultura pop - musica, cinema, livros, fotografia, dança... porque gosto de partilhar a minha paixão, o meu conhecimento a todos. O meu amor pela música é intenso, bem como a minha curiosidade pelo novo. Como não sou um expert em nada, sei um pouco de tudo, e um pouco de nada, o gosto ultrapassa as minhas dificuldades. Todos morremos sem saber para que nascemos.
13/08/2009
Kurt Cobain about a son
‘Kurt Cobain — Retrato de uma ausência’ o filme não é um documentário convencional não se vê pessoas a falar, nem se vê ninguém, apenas a voz, em off, do próprio Kurt Cobain. Como um fantasma, ele vai contando a sua própria história.
O material usado saiu das mais de 25 horas de conversas que o jornalista Michael Azerrad teve com Cobain, e que depois se transformou no livro “Come as you are: the story of Nirvana”. Mas, como Azerrad não tinha dinheiro para pagar os direitos autorais à Courtney Love, não há qualquer áudio ou vídeo dos Nirvana, apenas trechos, fragmentos, imagens de ruas e lugares.
Assim é “Kurt Cobain — About a son” (no original), de A.J. Schnack, uma narrativa através de imagens por onde Kurt e o grunge deixaram o seu rastro (as ruas pobres de Aberdeen, os clubes de Seattle...)
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