A editora americana Summersteps lançou dois tributos com covers de Jandek capturando o desespero e a solidão da música do recluso do texsas.
Naked In The Afternoon, saiu no 2000, faz parte da compilação Gary Young(ex. Pavement)Bright Eyes, Low, entre outras bandas.
As características mais evidentes Jandek aqui (de guitarras, lo-fi) são características que ele compartilha com milhares de bandas indie desconhecidas.
Down in a Mirror: A Second Tribute to Jandek,2005, conta com as participações de Jeff Tweedy,(Wilco) Okkervil River, Ben Chasny-Six Organs Of Admittance, Mountain Goats e Dirty Projectors.
Jandek escreveu todas as músicas de Down, com exceção de "With U Icon (An Homage) dos Dirty Projectors.
1. "Crack A Smile" - Jeff Tweedy
2. "You Painted Your Teeth" - Live Show Rabbits
3. ""The Dunes" - Eric Gaffney
4. "Your Other Man" - Okkervil River
5. "Message To The Clerk" - Brother JT
6. "I'll Sit Alone And Think About You" - Six Organs Of Admittance
7. "Cave In On You / European Jewel (Incomplete)" - Home For The Def
8. "Down In Mirror" - The Marshmallow Staircase
9. "White Box" - The Mountain Goats
10. "Aimless Breeze" - George Parsons
11. "Nancy Sings" - Lewis and Clarke
12. "Naked In The Afternoon" - Jack Norton
13. "Sung" - Rivulets
14. "Babe I Love You" - Kawabata Makoto
15. "The Spirit" - Wayside Drive
16. "Just Die" - A Real Knife Head
17. "Van Ness Mission" - Ross Beach
18. "I Found The Right Change" - Multi Panel
19. "Babe I Love You" - Dan Melchior
20. "You Painted Your Teeth" - Pothole Skinny
21."With U Icon (An Homage) - Dirty Projectors
A internet é hoje em dia o reflexo daquilo que somos para o bem e para o mal. Eu criei este blogue com o objectivo de falar sobre a cultura pop - musica, cinema, livros, fotografia, dança... porque gosto de partilhar a minha paixão, o meu conhecimento a todos. O meu amor pela música é intenso, bem como a minha curiosidade pelo novo. Como não sou um expert em nada, sei um pouco de tudo, e um pouco de nada, o gosto ultrapassa as minhas dificuldades. Todos morremos sem saber para que nascemos.
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16/06/2010
13/12/2009
JANDEK em Lisboa 2010
Depois de ter actuado em Serralves,( foi uma das performances que mais curiosidade me despertou , e não gostei do concerto ) o culto da personalidade que pois poucos sabiam quem de facto era a pessoa com o nome artístico de Jandek, já editava discos há 30 anos, o mistério foi revelado num concerto na Escócia em 2004 , e no início deste ano, Jandek vai voltar, mas desta vez só a Lisboa, Teatro Maria Matos, a 23 de Janeiro 2010. Começa bem o ano...
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15/01/2009
JANDEK-concerto
Afinal parece que existem coincidencias!!
Acabei o ano de 2008 a ver ao vivo THE RESIDENTS, começei o ano a ver ao vivo Jandek.
Concerto esgotadíssimo, fui o ultimo a entrar na sala, e o primeiro a sair da sala. E para conseguir assistir ao "louco" do Jandek, tive de dizer que vim de Lisboa de propósito para ver o concerto, lá me cobraram os 15 euros, mas não tive direito a bilhete, foi única a alternativa que se arranjou.
Eu gosto de Jandek, mas já sabia que a performance seria sózinho ao piano, muitos esperavam que pegasse na guitarra, (volta Jonh Cale estás perdoado )desta vez não vinha em trio, sem a voz e guitarra que são a sua principal imagem de marca. Mas a tentação de o ir ver foi mais forte, não podia perder esta figura, de fisionomia esguia, alta, parecido com o Michael Gira dos Swans, até o chapéu. Este concerto foi um teste ás nossas capacidades e aos que quiseram estar ali até ao fim. Foi a segunda vez que não vi um concerto até ao fim, o primeiro foi com os Einsturzende Neubauten, agora foi com Jandek.
Foi a primeira vez que paguei um bilhete para ver um artista.
Entrar no mundo de Jandek é entrar num mundo desconhecido. É entrar nas zonas obscuras do subconsciente humano e o que daí advém em termos musicais, receber uma das figuras mais enigmáticas de sempre da música e um dos raros concertos do senhor que responde por Jandek – ele que apenas começou a tocar ao vivo em 2004 apesar de longos anos de carreira - para contentamento dos que seguem a figura misteriosa. E até espanhóis faziam parte da plateia, o concerto teve início pouco depois das 7 da tarde entrou em palco sem apresentações sentou-se ao piano e só dali se levantou passadas quase duas horas sem dizer uma palavra, sem se mexer para além do necessário para tocar o piano. A sua técnica não é prodigiosa ao vivo é concerto mas é também performance, é música mas também é anti-música. Foi um Jandek melodioso em duas longas composições – com uns 40 minutos minutos cada ou perto disso, a fazer lembrar a faixa título de
"The Beginning", disco de 1999. Quando se aproximou das notas graves sentiu-se algum ruído.Muitos esperavam certamente que Jandek se apresentasse na guitarra, como eu vi o concerto de John Cale, inesquecivel,aquela voz ficou para sempre no meu subconsciente, certamente todos aqueles que conhecem a obra de Jandek desejavam que este mostrasse um pouco da sua voz – mas isso nunca chegou a acontecer. Mesmo quando melódica, a música de Jandek provoca um certo desconforto, quase violento como em discos como Ready for the House. Pianista pouco ortodoxo, Jandek regressava constantemente a uma mesma frase melódica, não muito distante de Erik Satie (como em "Glasgow Monday", de 2006), mas logo tratava de destruir essa beleza melancólica e ordenada com ataques furiosos às notas mais graves que geraram os momentos mais tempestuosos - e interessantes - da noite. Uma espécie de tratado sem palavras sobre a solidão e a tristeza temas recorrentes na discografia do músico. Naquele fim de tarde de Janeiro, Jandek criou nada menos do que imensas telas de solidão. Isso sentiu-se.
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Rui Carvalho
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JANDEK-bio
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Rui Carvalho
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JANDEK
Estreia nacional ao vivo de “uma das figuras mais fascinantes da música do século XX” (e dos dias de hoje), e provavelmente, o homem que levou a solidão e o isolamento no processo de trabalho aos maiores extremos em toda a história conhecida da música independente. Eremita, compositor de canções de abandono, é editado pela misteriosa Corwood Industries desde o final dos anos 1970, dezenas de discos, e quase 30 anos após o arranque da sua carreira, apresentou-se pela primeira vez ao mundo (sem nunca ter dado entrevistas, sem nunca ter comunicado com os media em discurso directo) num concerto em Glasgow, em 2004, onde não vinha sequer listado.
Site de Jandek na internet (http://tisue.net/jandek/). "Toda a gente sabe uma coisa sobre Jandek: ninguém sabe nada sobre Jandek. Não há nada, a não ser a música".
"Jandek não é uma pessoa, mas um projecto musical. Os álbuns e os (poucos) concertos são atribuídos a Jandek, mas o homem que aparece nas capas dos álbuns e em palco é apresentado como 'um representante da Corwood Industries', a misteriosa editora discográfica que editou todos os seus 54 álbuns, desde 1978 até 2008".
O músico, completamente vestido de preto, canta e toca guitarra, acompanhado por músicos locais".
"A música é por regra, eléctrica e com uma grande dose de improviso, mas em concertos recentes Jandek tocou temas mais calmos, ao piano, acompanhado por harpas ou flautas.
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Rui Carvalho
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03/01/2009
JANDEK
Jandek ,Glasgow Sunday,2006 mais um album após 25 anos sem concertos, com Richard Young no baixo, e Alex Nielson na bateria. Enigmático, outsider, urban-blues, abstracto artista do Texas, ao nivel de um Rocky Erickson, Sid Barrett, ou Daniel Johnson.
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