Poucos dias após a interpretação Ty Segall quase literal de "Femme Fatale" dos Velvet Underground, amigo / colaborador Tim Presley (aka White Fence) lança a sua versão de "Run Run Run".
Alem das covers “European Son” de Thee Oh Sees “All Tomorrow’s Parties” dos The Fresh & Onlys, aparecerá emThe Velvet Underground & Nico sa Castle Face And Friends.
The Velvet Underground & Nico by Castle Face And Friends Tracklist:
A Side
01. Sunday Morning – Kelly Stoltz
02. I’m Waiting For The Man – Warm Soda
03. Femme Fatale – Ty Segall
04. Venus In Furs – Blasted Canyons feat. Jeremy Cox (of Royal Baths)
05. Run Run Run – White Fence
06. All Tomorrow’s Parties – The Fresh & Onlys
B Side
01. Heroin – Burnt Ones
02. There She Goes Again – The Mallard
03. I’ll Be Your Mirror – Here Comes The Here Comes
04. The Black Angel’s Death Song – K. Dylan + The Black Angel’s Death Songsmen
05. European Son – Thee Oh Sees
A internet é hoje em dia o reflexo daquilo que somos para o bem e para o mal. Eu criei este blogue com o objectivo de falar sobre a cultura pop - musica, cinema, livros, fotografia, dança... porque gosto de partilhar a minha paixão, o meu conhecimento a todos. O meu amor pela música é intenso, bem como a minha curiosidade pelo novo. Como não sou um expert em nada, sei um pouco de tudo, e um pouco de nada, o gosto ultrapassa as minhas dificuldades. Todos morremos sem saber para que nascemos.
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20/10/2012
15/07/2012
TY SEGALL BAND
Do revival
da década de 1990, da revitalização do punk ou expansão do garage rock, por novos representantes do rock
alternativo,
parecem desafiar a lógica retrógrada de que “ já não se faz rock como
antigamente”. Black Keys, Cloud Nothing, Wavves, Black Lips, o duo canadiano Japandroids,
Ty Segall primeiro recebeu aclamação do público como o vocalista de Orange County, Califórnia, da banda de garage rock revivalista Epsilons. Desde Horn the Unicorn, 2008, e numa produção ininterrupta de discos (e as incontáveis participações em colectâneas, splits, EPs, discos ao vivo e singles) o primeiro disco a solo, Lemons, um som muito mais tradicional, semelhante aos antigos mestres garage, como The Sonics, The Standells, bem como os proto-punks The Stooges e o antecedente Alexander "Skip" Spence.
Em 2010 com Melted, e um ano mais tarde 2011, regressa com dois albums -- Live in Aisle Five, e Goodbye Bread - marcado por uma virada mais suave, evocando um John Lennon, como assumindo um lado mais introspectivo de singer/songwriter.
O músico de São Francisco, reuniu um novo quarteto, e editou Slaughterhouse (2012, Drag City).
Ty Segall primeiro recebeu aclamação do público como o vocalista de Orange County, Califórnia, da banda de garage rock revivalista Epsilons. Desde Horn the Unicorn, 2008, e numa produção ininterrupta de discos (e as incontáveis participações em colectâneas, splits, EPs, discos ao vivo e singles) o primeiro disco a solo, Lemons, um som muito mais tradicional, semelhante aos antigos mestres garage, como The Sonics, The Standells, bem como os proto-punks The Stooges e o antecedente Alexander "Skip" Spence.
Em 2010 com Melted, e um ano mais tarde 2011, regressa com dois albums -- Live in Aisle Five, e Goodbye Bread - marcado por uma virada mais suave, evocando um John Lennon, como assumindo um lado mais introspectivo de singer/songwriter.
O músico de São Francisco, reuniu um novo quarteto, e editou Slaughterhouse (2012, Drag City).
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27/12/2011
Ty Segall
Ty Segall Goodbye Bread (2011). O Lo-fi músico Ty Segall primeiro ganhou aclamação pública como vocalista da banda de garage rock revivalista The Ípsilons, de Orange County, CA. Com essa banda, praticou um som rock mais cru, ao estilo de uns Strokes/Vines/White Stripes, ocasionalmente aprofundando para um território mais retro.
Nos seus álbuns a solo, Segall faz um som mais tradicional, cuidadosamente re-cria sons de guitarra dos anos 60 encharcando as suas faixas old-school reverb. Os resultados tem uma semelhança com os mestres do garage, como os Sonics, Standells, bem como os proto-punks Stooges, ou o folk de Alexander "Skip" Spence. Em 2010 regressou com o dinâmico, Melted, e 2011, foi um ano movimentado para ele, com dois álbuns - Live in Aisle Five e Goodbye Bread (na foto).
Nos seus álbuns a solo, Segall faz um som mais tradicional, cuidadosamente re-cria sons de guitarra dos anos 60 encharcando as suas faixas old-school reverb. Os resultados tem uma semelhança com os mestres do garage, como os Sonics, Standells, bem como os proto-punks Stooges, ou o folk de Alexander "Skip" Spence. Em 2010 regressou com o dinâmico, Melted, e 2011, foi um ano movimentado para ele, com dois álbuns - Live in Aisle Five e Goodbye Bread (na foto).
Postado por
Rui Carvalho
às
terça-feira, dezembro 27, 2011
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