E se em vez de actores, os filmes fossem interpretados por pequenos bonecos da Playmobil?
O espanhol Mauro Solbes recriou os cartazes de 40 filmes de todos os tempos, usando os conhecidos os bonecos.
O resultado de dois anos de trabalho pode ser visto no site pessoal deste especialista em informática (www.maurosolbes.com) mas também na exposição que, nesta semana que antecede a entrega dos Óscares, está patente no Centro Comercial Alzamora de Alcoy, em Alicante, na Espanha.
Solbes, que é um grande fã da Playmobil, começou por, nos seus tempos livres, usar as figurinhas para criar os 'Sant Jorclick', que representam os uniformes dos cavaleiros das Cruzadas, tanto mouros como cristãos. O seu site começou a ser visitado por milhares de pessoas e Solbes decidiu continuar.
"Dedico cerca de uma hora a cada figura", explicou ao jornal El Mundo. 'As Aventuras de Tintin', 'Twilight - Amanhecer', 'E Tudo o Vento Levou', 'Rocky', 'Thelma e Louise' e 'Gran Torino' são alguns dos filmes cujos cartez Mauro Solbes recriou ao pormenor.
MARCAS CARDEAIS-RUIMSCARVALHO
A internet é hoje em dia o reflexo daquilo que somos para o bem e para o mal.Eu criei este blogue com o objectivo de escrever sobre musica, arte, cinema, livros...porque gosto de partilhar a minha paixão, o meu conhecimento a todos. Como não sou um expert em nada, escrevo, um pouco de tudo, e um pouco de nada.O gosto ultrapassa as minhas dificuldades. E todos morremos sem saber para que nascemos.
19/02/2012
MORREU IGREJAS CAEIRO
Por respeito á sua pessoa, que toda a minha geração se habituou a ver como um dos primeiros rostos da televisão em Portugal. Um dos “nomes mais marcantes e populares da rádio, do teatro, do cinema e da televisão em Portugal”
O ator, encenador e locutor Francisco Igrejas Caeiro morreu hoje aos 94 anos, divulgou a Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), cuja direção e administração manifestaram já o “mais sentido pesar”.
Igrejas Caeiro nasceu a 18 de agosto de 1917 em Castanheira do Ribatejo.
A estreia como ator aconteceu em 1940 no Teatro Nacional de D. Maria, em Lisboa, e seis anos depois entrou no primeiro filme da sua carreira: “Camões” de Leitão de Barros.
Como autor, apresentador e empresário, concebeu e difundiu programas como “Os Companheiros da Alegria” e “O Comboio das seis e meia".
Foi bastante diversificado o seu campo de acção. Ficou a marca de um homem bom que sempre terá dado o melhor que tinha de si próprio. Principalmente, o forte carácter de quem sempre amou a Liberdade e até por isso sofreu sérios dissabores, foi afastado da rádio pela ditadura do Estado Novo devido a declarações sobre a ocupação militar portuguesa de territórios na Índia. O regresso à rádio aconteceu após o 25 de Abril.
Do seu currículo consta a fundação do Teatro Maria Matos, em Lisboa, em 1969.
Igrejas Caeiro foi militante do PS, deputado à Assembleia da República e vereador da Câmara Municipal de Cascais.
A SPA atribuiu-lhe o Prémio de Consagração de Carreira em 2005 e também a Medalha de Honra, dedicando-lhe uma grande exposição retrospetiva em 2007.
“Mesmo debilitado pela doença, Francisco Igrejas Caeiro acompanhou as actividades da SPA até quase ao final da vida”, lê-se no comunicado divulgado esta manhã.
O ator, encenador e locutor Francisco Igrejas Caeiro morreu hoje aos 94 anos, divulgou a Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), cuja direção e administração manifestaram já o “mais sentido pesar”.
Igrejas Caeiro nasceu a 18 de agosto de 1917 em Castanheira do Ribatejo.
A estreia como ator aconteceu em 1940 no Teatro Nacional de D. Maria, em Lisboa, e seis anos depois entrou no primeiro filme da sua carreira: “Camões” de Leitão de Barros.
Como autor, apresentador e empresário, concebeu e difundiu programas como “Os Companheiros da Alegria” e “O Comboio das seis e meia".
Foi bastante diversificado o seu campo de acção. Ficou a marca de um homem bom que sempre terá dado o melhor que tinha de si próprio. Principalmente, o forte carácter de quem sempre amou a Liberdade e até por isso sofreu sérios dissabores, foi afastado da rádio pela ditadura do Estado Novo devido a declarações sobre a ocupação militar portuguesa de territórios na Índia. O regresso à rádio aconteceu após o 25 de Abril.
Do seu currículo consta a fundação do Teatro Maria Matos, em Lisboa, em 1969.
Igrejas Caeiro foi militante do PS, deputado à Assembleia da República e vereador da Câmara Municipal de Cascais.
A SPA atribuiu-lhe o Prémio de Consagração de Carreira em 2005 e também a Medalha de Honra, dedicando-lhe uma grande exposição retrospetiva em 2007.
“Mesmo debilitado pela doença, Francisco Igrejas Caeiro acompanhou as actividades da SPA até quase ao final da vida”, lê-se no comunicado divulgado esta manhã.
18/02/2012
RITA REDSHOES
No Dia Internacional da Mulher, Rita Redshoes abre a digressão "The Other Women - O mundo nas canções d’Elas”, e vai cantar temas de outras artistas femininas, portuguesas e estrangeiras, como Patti Smith, PJ Harvey, Nina Simone ou Joni Mitchell.
A partir do dia 8 de Março e até 12 de Maio, a cantora portuguesa sobe aos vários palcos do país para cantar canções intemporais dessas mulheres da música, tais como “Four Woman”, “Man Size”, "Ring Of Fire”, “Bad Reputation” ou “Save Me”. O primeiro espectáculo é no Teatro São Luiz, em Lisboa, e os bilhetes custam €11.
PJ Harvey, Loretta Lynn, Lhasa de Sela, Joan Jett, Nina Simone, Dolly Parton, Joni Mitchell, Amélia Muge, Patti Smith, Sheryl Crow, Vahsti Bunyan ou Edith Piaf, vão ganhar nova vida pela voz de Rita Redshoes de norte a sul do país.
8 Março, 19h e 22h – São Luiz Teatro Municipal em Lisboa
9 Março, 21h30 – Cine-Teatro Paraíso em Tomar
17 Março, 21h30 – Centro de Artes em Sines
7 Abril, 21h30 – Teatro Miguel Franco em Leiria
21 Abril, 21h30 – Cine-Teatro João Mota em Sesimbra
24 Abril, 21h30 – Teatro-Cine em Torres Vedras
6 Maio, 19h30 e 21h30 – Sala 2, Casa da Música no Porto
12 Maio, 21h30 – Pax Julia em Beja
Rita Redshoes, é o nome artístico de Rita Pereira, cantora, compositora portuguesa, ex-vocalista dos Atomic Bees e ex-teclista de David Fonseca. Ficou neste último trabalho especialmente conhecida por dar a voz na canção "Hold Still". Em 2008 lançou o seu primeiro álbum a solo como Rita Redshoes, de nome "Golden Era".
É porta-voz da Associação Fonográfica Portuguesa no combate à pirataria na Internet.
A partir do dia 8 de Março e até 12 de Maio, a cantora portuguesa sobe aos vários palcos do país para cantar canções intemporais dessas mulheres da música, tais como “Four Woman”, “Man Size”, "Ring Of Fire”, “Bad Reputation” ou “Save Me”. O primeiro espectáculo é no Teatro São Luiz, em Lisboa, e os bilhetes custam €11.
PJ Harvey, Loretta Lynn, Lhasa de Sela, Joan Jett, Nina Simone, Dolly Parton, Joni Mitchell, Amélia Muge, Patti Smith, Sheryl Crow, Vahsti Bunyan ou Edith Piaf, vão ganhar nova vida pela voz de Rita Redshoes de norte a sul do país.
8 Março, 19h e 22h – São Luiz Teatro Municipal em Lisboa
9 Março, 21h30 – Cine-Teatro Paraíso em Tomar
17 Março, 21h30 – Centro de Artes em Sines
7 Abril, 21h30 – Teatro Miguel Franco em Leiria
21 Abril, 21h30 – Cine-Teatro João Mota em Sesimbra
24 Abril, 21h30 – Teatro-Cine em Torres Vedras
6 Maio, 19h30 e 21h30 – Sala 2, Casa da Música no Porto
12 Maio, 21h30 – Pax Julia em Beja
Rita Redshoes, é o nome artístico de Rita Pereira, cantora, compositora portuguesa, ex-vocalista dos Atomic Bees e ex-teclista de David Fonseca. Ficou neste último trabalho especialmente conhecida por dar a voz na canção "Hold Still". Em 2008 lançou o seu primeiro álbum a solo como Rita Redshoes, de nome "Golden Era".
É porta-voz da Associação Fonográfica Portuguesa no combate à pirataria na Internet.
17/02/2012
THE BLUE AEROPLANES
The Blue Aeroplanes Beatsongs, 1991, eram um grupo de arte-rock de Bristol, Inglaterra, que atraíram comparações com bandas de rock como os Velvet Underground por causa de seu estilo eclético e a sensibilidade de composição do líder do grupo, Gerard Langley. O núcleo original da banda incluía o irmão, John Langley na bateria, Nick Jacobs na guitarra, e o multi-instrumentista Dave Chapman.
Tiveram uma chance de gravar numa grande editora, com um conhecido produtor, Gil Norton, o album Swagger de 1990, é seu registo mais polido, ritmo arty groove,a combinação de guitarras neo-jangle, o agitar dos poemas de Gerard Langley, deram um salto na carreira do grupo, rodução de Gil Norton.
Com Beatsongs, há uma diferença, a gravação do álbum principalmente em LA, a saída de John Langley na bateria, substituido por Paul Mulreany, e a mudança de produtor, Larry Hirsch não faz muito diferente do que Gil Norton fez em Swagger, mantendo tudo soando como The Blue Aeroplanes.
Tiveram uma chance de gravar numa grande editora, com um conhecido produtor, Gil Norton, o album Swagger de 1990, é seu registo mais polido, ritmo arty groove,a combinação de guitarras neo-jangle, o agitar dos poemas de Gerard Langley, deram um salto na carreira do grupo, rodução de Gil Norton.
Com Beatsongs, há uma diferença, a gravação do álbum principalmente em LA, a saída de John Langley na bateria, substituido por Paul Mulreany, e a mudança de produtor, Larry Hirsch não faz muito diferente do que Gil Norton fez em Swagger, mantendo tudo soando como The Blue Aeroplanes.
BROKEN SOCIAL SCENE
As mega bandas hoje já não são novidade. Também não tem havido muitos exemplos. Há algumas surpresas como os, Arcade Fire (com 7, dos I'm From Barcelona (29), Orquestra Imperial(19) ou dos Polyphonic Spree (24).
Desde sempre o Canadá tem produzido muitas excelentes bandas. Actualmente, e nos últimos anos, Leonard Cohen, Rush,The Band,Joni Mitchell, Neil Young, muita da pop mais interessante, tem vindo do Ganadá (como foram as bandas da Nova Zelandia nos anos 80) veja-se os exemplos, Arcade Fire, Frog Eyes,Wolf Parade, Rufus Wainwright, Godspeed You! Black Emperor, Islands, Sunset Rubdown, Destroyer, e tantas outras- e um completamente original....Ahaha, Justin Beiber, tou a brincar.
BROKEN SOCIAL SCENE depois do lançamento do primeiro album, Feel Good Lost, 2001, os Broken Social Scene tornaram-se num enorme coletivo, de dois membros Kevin Drew e Brendan Canning, para 10 (mais convidados) soltando a sua abordagem ambiente instrumental, dream pop, shoegaze, em favor de canções rock. Como seria de esperar, com o aumento do número de membros, trouxe uma maior variedade.
Broken Social Scene "You Forgot It in People", 2002.
Desde sempre o Canadá tem produzido muitas excelentes bandas. Actualmente, e nos últimos anos, Leonard Cohen, Rush,The Band,Joni Mitchell, Neil Young, muita da pop mais interessante, tem vindo do Ganadá (como foram as bandas da Nova Zelandia nos anos 80) veja-se os exemplos, Arcade Fire, Frog Eyes,Wolf Parade, Rufus Wainwright, Godspeed You! Black Emperor, Islands, Sunset Rubdown, Destroyer, e tantas outras- e um completamente original....Ahaha, Justin Beiber, tou a brincar.
BROKEN SOCIAL SCENE depois do lançamento do primeiro album, Feel Good Lost, 2001, os Broken Social Scene tornaram-se num enorme coletivo, de dois membros Kevin Drew e Brendan Canning, para 10 (mais convidados) soltando a sua abordagem ambiente instrumental, dream pop, shoegaze, em favor de canções rock. Como seria de esperar, com o aumento do número de membros, trouxe uma maior variedade.
Broken Social Scene "You Forgot It in People", 2002.
TODD TERJE + ROXY MUSIC
Todd Terje é um mestre em tirar temas antigos e aspergindo a sua própria forma de magia sobre eles. A sua própria música "isn'tbad" também. No início deste ano Terje coerente com um dos seus remixes, uma reformulação da musica dos Roxy Music "Love is the Drug", que foi lançada como um single de 12 polegadas pela Vinyl Factory.
Agora, num passo incomum, a essa versão da canção foi dado um vídeo, parcialmente composto de clips antigos dos Roxy Music e uma mistura de mulheres que parecem ter saltado directamente de um álbum de covers da banda.
É um vídeo apropriadamente rápido, cheio de cores saturadas e energia frenética, muito parecido com muitas das edições de Todd Terje
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=Ic4xAuIkoFE
Agora, num passo incomum, a essa versão da canção foi dado um vídeo, parcialmente composto de clips antigos dos Roxy Music e uma mistura de mulheres que parecem ter saltado directamente de um álbum de covers da banda.
É um vídeo apropriadamente rápido, cheio de cores saturadas e energia frenética, muito parecido com muitas das edições de Todd Terje
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=Ic4xAuIkoFE
TODAY IN MUSIC + THE CLASH + AC/DC+ R.E. M.
1975, AC / DC lançam "High Voltage" o seu álbum de estréia, contou com a cover de 'Baby, Please Don't Go' um blues gravado pela primeira vez por Big Joe Williams 'She's Got Balls' escrito sobre a ex-mulher do cantor Bon Scott, Irene - a música do AC / DC foi primeira para a qual ele escreveu a letra.
1979, os The Clash abriram nos EUA a sua 'Pearl Harbour '79', a turné norte-americana no Palladium de Nova York.
1989, R.E.M. Hoodoo Gurus e The Go-Betweens todos apareceram no Pavilhão Hordern, Sydney, Austrália.
1989, David Coverdale casa com a actriz Tawny Kitaen (conhecida pelas suas aparições nos vídeos provocantes dos Whitesnake da música "Here I Go Again", Is This Love "e" Still of the Night ". O casal se divorciou em 1991.
Deaths
1982: Thelonious Monk
2006: Ray Barretto
Birthdays
1949: Fred Frith, English guitarist/violinist/bassist (Skeleton Crew,Art Bears, Henry Cow)
1950: Rick Medlocke, rock guitarist/vocalist (Blackfoot)
1957: Loreena McKennitt, Canadian musician
1962: David McComb, Australia, vocalist/songwriter (Triffids)
1979, os The Clash abriram nos EUA a sua 'Pearl Harbour '79', a turné norte-americana no Palladium de Nova York.
1989, R.E.M. Hoodoo Gurus e The Go-Betweens todos apareceram no Pavilhão Hordern, Sydney, Austrália.
1989, David Coverdale casa com a actriz Tawny Kitaen (conhecida pelas suas aparições nos vídeos provocantes dos Whitesnake da música "Here I Go Again", Is This Love "e" Still of the Night ". O casal se divorciou em 1991.
Deaths
1982: Thelonious Monk
2006: Ray Barretto
Birthdays
1949: Fred Frith, English guitarist/violinist/bassist (Skeleton Crew,Art Bears, Henry Cow)
1950: Rick Medlocke, rock guitarist/vocalist (Blackfoot)
1957: Loreena McKennitt, Canadian musician
1962: David McComb, Australia, vocalist/songwriter (Triffids)
TWIN PEAKS
A avant-garde soap opera de David Lynch Twin Peaks
foi algumas das melhores que já passaram pela TV- a primeira serie é fantástica. A segunda temporada começou forte, mas foi caindo. A músicade Angelo Badalamenti teve um impacto enorme. Esta pequena playlist tem alguma semelhança temática e estilísta com Twin Peaks.
Angelo Badalamenti – Twin Peaks Theme
Nico – Janitor of Lunacy
Black Devil – “H” Friend
Burial – Archangel
Arthur Russell – You Have Did the Right Thing When You Put That Skylight In
Angelo Badalamenti – Dance of the Dream Man
The Walker Brothers – Fat Mama Kick
Grace Jones – Warm Leatherette
The Knife – Silent Shout
Angelo Badalmenti – Audrey’s Dance
Farah – Dancing Girls [Suite 304 Demo]
Can – Thief
Blonde Redhead – The Dress
Angelo Badalamenti – Laura Palmer’s Theme
foi algumas das melhores que já passaram pela TV- a primeira serie é fantástica. A segunda temporada começou forte, mas foi caindo. A músicade Angelo Badalamenti teve um impacto enorme. Esta pequena playlist tem alguma semelhança temática e estilísta com Twin Peaks.
Angelo Badalamenti – Twin Peaks Theme
Nico – Janitor of Lunacy
Black Devil – “H” Friend
Burial – Archangel
Arthur Russell – You Have Did the Right Thing When You Put That Skylight In
Angelo Badalamenti – Dance of the Dream Man
The Walker Brothers – Fat Mama Kick
Grace Jones – Warm Leatherette
The Knife – Silent Shout
Angelo Badalmenti – Audrey’s Dance
Farah – Dancing Girls [Suite 304 Demo]
Can – Thief
Blonde Redhead – The Dress
Angelo Badalamenti – Laura Palmer’s Theme
16/02/2012
THE LA´S + MR. BUNGLE+ SUPERSISTER
Os The La´s são uma banda de rock Inglês de Liverpool, activa em meados dos anos 1980 ao início de 1990. Liderados pelo cantor, compositor e guitarrista Lee Mavers, o mais famoso hit é o single "There She Goes".
Supersister To the Highest Bidder,1971, Supersister o som do grupo do teclista Robert Jan Stips conseguiu trabalhar as influências óbvias - lembra a cena de Canterbury, ao lado das grandes bandas de rock progressivo, combina elementos de rock e jazz.
Mr. Bungle Disco Volante,1995, muitas das canções mudam radicalmente em segundos de géneros, englobando os sons de Ennio Morricone, John Zorn, Frank Zappa, e outras mutações musicais até então impensadas. Não será música para descontrair depois de um dia difícil, mas para desafiar a mente.
Supersister To the Highest Bidder,1971, Supersister o som do grupo do teclista Robert Jan Stips conseguiu trabalhar as influências óbvias - lembra a cena de Canterbury, ao lado das grandes bandas de rock progressivo, combina elementos de rock e jazz.
Mr. Bungle Disco Volante,1995, muitas das canções mudam radicalmente em segundos de géneros, englobando os sons de Ennio Morricone, John Zorn, Frank Zappa, e outras mutações musicais até então impensadas. Não será música para descontrair depois de um dia difícil, mas para desafiar a mente.
Realizadores - as escolhas dos dez filmes
Realizadores:Top dos dez filmes
- Citizen Kane (Welles)
- The Godfather and The Godfather part II (Coppola)
- 8½ (Fellini)
- Lawrence of Arabia (Lean)
- Dr. Strangelove (Kubrick)
- Bicycle Thieves (De Sica)
- Raging Bull (Scorsese)
- Vertigo (Hitchcock)
- Rashomon (Kurosawa)
- La Règle du jeu (Renoir)
- Seven Samurai (Kurosawa)
Principais críticos cinema - os dez filmes de todos os tempos
Em 1952, a Sight & Sound entrevistou os melhores críticos de cinema do mundo para compilar uma lista dos melhores filmes de todos os tempos. A revista tem repetido este questionario a cada dez anos, para mostrar que os filmes resistem ao teste do tempo em face da mudança da opinião crítica.
Em 1992, acrescentaram uma pesquisa de diretores pedindo-lhes as suas escolhas pessoais.
Em m 2002, a revista publicou a sua maior votação, recebendo contribuições de 145 críticos de cinema, escritores e académicos, e 108 directores de cinema.
Em 1992, acrescentaram uma pesquisa de diretores pedindo-lhes as suas escolhas pessoais.
Em m 2002, a revista publicou a sua maior votação, recebendo contribuições de 145 críticos de cinema, escritores e académicos, e 108 directores de cinema.
Críticos - os dez filmes de todos os tempos:
- Citizen Kane (Welles)
- Vertigo (Hitchcock)
- La Règle du jeu (Renoir)
- The Godfather and The Godfather part II (Coppola)
- Tokyo Story (Ozu)
- 2001: A Space Odyssey (Kubrick)
- Battleship Potemkin (Eisenstein)
- Sunrise (Murnau)
- 8½ (Fellini)
- Singin’ In the Rain (Kelly, Donen)
MUSICOS DE JAZZ E A CRISE
Será que também os musicos contribuem para a tão badalada palavra da ordem dos dias de hoje, CRISE.
Não esqueçer que há muitos tipos de crise.
No número 4 da Revista "O Papel do Jazz", numa versão trilingue (Português, Espanhol e Inglês), tem um número bem interessante pelas curiosidades históricas sobre o Festival de Jazz de Cascais (cuja 1ª edição se verificou em 1971), mas, sobretudo, pelo artigo de Pedro Costa sobre os músicos de jazz estrangeiros residentes em Portugal.
No que respeita ao jazz Pedro Costa é peremptório: "... o jazz feito em Portugal confina-se ao estilo Americano... A maioria dos músicos portugueses está completamente afastada do que se pratica em alguns países da Europa como a Holanda, França e Itália". Aqui temos uma clara opção pela não, isto é, para Pedro Costa não existe jazz português.
No artigo, além dos factos, o que se pode destrinçar é um método de análise que vai para além da música, porque penetra no social.
- Gregg Moore, trombonista norte-americano: "os músicos portugueses não gostam de ensaiar, não aparecem ou chegam miseravelmente tarde com uma desculpa qualquer".
- Carlo Morena, pianista italiano: "em Portugal as possibilidades são muitas, embora o desenvolvimento seja lento".
- Claus Nymark, trombonista dinamarquês: "os músicos portugueses gostam pouco de trabalhar em grupo, ensaiar, como tal, trabalha-se pouco nos projectos que estão sempre condenados a um ou dois "gigs". Este músico dinamarquês acha ainda que o público português é um tanto ou quanto snobe e pergunta: "como é possível o mesmo artista ter a casa cheia na Gulbenkian e tocar no Hot Clube para meia dúzia de pessoas?"
O anúncio é de 1956 e terá sido publicado no Jornal Cidade de Tomar.
Jazz era o nome que se dava em Portugal, desde os anos 20, à bateria (instrumento) pelo que o baterista era conhecido como jazz-bandista.
Não esqueçer que há muitos tipos de crise.
No número 4 da Revista "O Papel do Jazz", numa versão trilingue (Português, Espanhol e Inglês), tem um número bem interessante pelas curiosidades históricas sobre o Festival de Jazz de Cascais (cuja 1ª edição se verificou em 1971), mas, sobretudo, pelo artigo de Pedro Costa sobre os músicos de jazz estrangeiros residentes em Portugal.
No que respeita ao jazz Pedro Costa é peremptório: "... o jazz feito em Portugal confina-se ao estilo Americano... A maioria dos músicos portugueses está completamente afastada do que se pratica em alguns países da Europa como a Holanda, França e Itália". Aqui temos uma clara opção pela não, isto é, para Pedro Costa não existe jazz português.
No artigo, além dos factos, o que se pode destrinçar é um método de análise que vai para além da música, porque penetra no social.
- Gregg Moore, trombonista norte-americano: "os músicos portugueses não gostam de ensaiar, não aparecem ou chegam miseravelmente tarde com uma desculpa qualquer".
- Carlo Morena, pianista italiano: "em Portugal as possibilidades são muitas, embora o desenvolvimento seja lento".
- Claus Nymark, trombonista dinamarquês: "os músicos portugueses gostam pouco de trabalhar em grupo, ensaiar, como tal, trabalha-se pouco nos projectos que estão sempre condenados a um ou dois "gigs". Este músico dinamarquês acha ainda que o público português é um tanto ou quanto snobe e pergunta: "como é possível o mesmo artista ter a casa cheia na Gulbenkian e tocar no Hot Clube para meia dúzia de pessoas?"
O anúncio é de 1956 e terá sido publicado no Jornal Cidade de Tomar.
Jazz era o nome que se dava em Portugal, desde os anos 20, à bateria (instrumento) pelo que o baterista era conhecido como jazz-bandista.
Rainer Werner Fassbinder + Ingrid Caven + P.O.N.T.I.
Ano de 1974 viu o lançamento de Fox and His Friends, uma das obras-primas de Rainer Werner Fassbinder ,é a história devastadora de um trabalhador pobre que ganha a lotaria e encontra-se espoliado da sua fortuna por lascivos monstros da classe alta. uma acusação amarga de uma sociedade de classe alta gay que posteriormente com um prostituto masculino destrói o operário(interpretado no filme por Fassbinder).
Fox and His Friends, Fassinder compara o abuso do seu personagem que sofre nas mãos dos seus "amigos" com um pobre animal devastado por predadores carnívoros, e o cheiro de ódio humano é certamente muito mais paralisante do que o cheiro de urina que paira das suas roupas.
Curiosamente, foi considerado homofóbico por alguns e excessivamente pessimista por outros.
Fox and His Friends é antes de tudo a evocação fascinante de um darwinismo social em acção (Fox é chamado " estúpido e primitivo " e o slogan que acompanha o título do filme no Wellspring DVD apropriadamente proclama:" Survival of the Fittest ".
Muitos dos melhores trabalhos do diretor tomaram a sua sugestão de melodramas explosivos que ocorreram na sua própria vida. Fox and His Friends foi motivado em parte pelo relacionamento romântico de Fassbinder com Armin Meier, que actuou em sete filmes do diretor (mais notavelmente Fear of Fear, Chinese Roulette,e Despair) antes de se suicidar, em 1978, logo após a sua separação.
Como Josef von Sternberg e seu herói Douglas Sirk, Fassbinder compreendeu e amou as mulheres de formas que poucos diretores o fizerem. Porque tanto sofrimento nas suas mulheres, Fassbinder teve de se esquivar de errôneas acusações sexistas em parte da sua infelizmente curta carreira no cinema. (De 1969 até ao seu suicídio induzido por drogas em 1982, dirigiu cerca de 40 longas-obras.) Mas, independentemente do seu sexo ou inclinações sexuais, as personagens de Fassbinder (The Merchant of Four Seasons,as divas Lola and Veronika Voss, as lésbicas pretensiosas de The Bitter Tears of Petra Von Kant, as mulheres oprimidas de Martha and Ali: Fear Eats the Soul, e os homens gays de Fox and His Friends, e Querelle)todos sofreram a mesma incapacidade para totalmente conectar e interagir com as pessoas ao seu redor, uma frustração que o director comparou com o cósmico tédio cansado de In a Year of 13 Moons, a história de um transexual forçado a vir a ser oprimido com o significado da "sua" existência logo após o humilhante divorcio.
Director: Rainer Werner Fassbinder
Actores: Volker Spengler, Ingrid Caven, Gottfried John, Elisabeth Trissenaar, Eva Mattes, Günther Kaufmann, Lilo Pempeit, Isolde Barth, Karl Scheydt, Walter Bockmayer, e Peter Kollek.
Na primeira edição 1997, do PO.N.T.I. (Porto.Natal.Teatro.Internacional), um festival internacional, vi ao vivo, o concerto de Ingrid Caven, no Rivoli.
Ingrid Caven recriou o ambiente dos cabarés berlinenses, cantando Fassbinder (com quem esteve casada), Joyce, Wilde, Cage, Weil, entre outros.
Passaram por cinco palcos da cidade (Alfândega, Balleteatro, Carlos Alberto, Rivoli e S. João) 13 'espectáculos de grande diversidade cénica' incluindo algumas das tendências do teatro português e três recitais, num total de 36 apresentações distribuídas ao longo de 19 dias (3 a 22 de Dezembro)- a revelação do surpreendente lituano Eimuntas Nekrosius, que trouxe uma versão alucinada de 'As Três Irmãs' (Tchekov),a revisitação de Hamlet numa perspectiva das novas tendências ('Amleto', de Romeu Castellucci), Stéphane Braunschweig ('Measure for Measure', de Shakespeare), mais Robert Lepage com('Las Agujas y el Opio')e ainda a versão operática de 'A Voz Humana' (Francis Poulenc, James Conway)e 'O Belo Indiferente' (encenação de Nuno Carinhas).
Fox and His Friends, Fassinder compara o abuso do seu personagem que sofre nas mãos dos seus "amigos" com um pobre animal devastado por predadores carnívoros, e o cheiro de ódio humano é certamente muito mais paralisante do que o cheiro de urina que paira das suas roupas.
Curiosamente, foi considerado homofóbico por alguns e excessivamente pessimista por outros.
Fox and His Friends é antes de tudo a evocação fascinante de um darwinismo social em acção (Fox é chamado " estúpido e primitivo " e o slogan que acompanha o título do filme no Wellspring DVD apropriadamente proclama:" Survival of the Fittest ".
Muitos dos melhores trabalhos do diretor tomaram a sua sugestão de melodramas explosivos que ocorreram na sua própria vida. Fox and His Friends foi motivado em parte pelo relacionamento romântico de Fassbinder com Armin Meier, que actuou em sete filmes do diretor (mais notavelmente Fear of Fear, Chinese Roulette,e Despair) antes de se suicidar, em 1978, logo após a sua separação.
Como Josef von Sternberg e seu herói Douglas Sirk, Fassbinder compreendeu e amou as mulheres de formas que poucos diretores o fizerem. Porque tanto sofrimento nas suas mulheres, Fassbinder teve de se esquivar de errôneas acusações sexistas em parte da sua infelizmente curta carreira no cinema. (De 1969 até ao seu suicídio induzido por drogas em 1982, dirigiu cerca de 40 longas-obras.) Mas, independentemente do seu sexo ou inclinações sexuais, as personagens de Fassbinder (The Merchant of Four Seasons,as divas Lola and Veronika Voss, as lésbicas pretensiosas de The Bitter Tears of Petra Von Kant, as mulheres oprimidas de Martha and Ali: Fear Eats the Soul, e os homens gays de Fox and His Friends, e Querelle)todos sofreram a mesma incapacidade para totalmente conectar e interagir com as pessoas ao seu redor, uma frustração que o director comparou com o cósmico tédio cansado de In a Year of 13 Moons, a história de um transexual forçado a vir a ser oprimido com o significado da "sua" existência logo após o humilhante divorcio.
Director: Rainer Werner Fassbinder
Actores: Volker Spengler, Ingrid Caven, Gottfried John, Elisabeth Trissenaar, Eva Mattes, Günther Kaufmann, Lilo Pempeit, Isolde Barth, Karl Scheydt, Walter Bockmayer, e Peter Kollek.
Na primeira edição 1997, do PO.N.T.I. (Porto.Natal.Teatro.Internacional), um festival internacional, vi ao vivo, o concerto de Ingrid Caven, no Rivoli.
Ingrid Caven recriou o ambiente dos cabarés berlinenses, cantando Fassbinder (com quem esteve casada), Joyce, Wilde, Cage, Weil, entre outros.
Passaram por cinco palcos da cidade (Alfândega, Balleteatro, Carlos Alberto, Rivoli e S. João) 13 'espectáculos de grande diversidade cénica' incluindo algumas das tendências do teatro português e três recitais, num total de 36 apresentações distribuídas ao longo de 19 dias (3 a 22 de Dezembro)- a revelação do surpreendente lituano Eimuntas Nekrosius, que trouxe uma versão alucinada de 'As Três Irmãs' (Tchekov),a revisitação de Hamlet numa perspectiva das novas tendências ('Amleto', de Romeu Castellucci), Stéphane Braunschweig ('Measure for Measure', de Shakespeare), mais Robert Lepage com('Las Agujas y el Opio')e ainda a versão operática de 'A Voz Humana' (Francis Poulenc, James Conway)e 'O Belo Indiferente' (encenação de Nuno Carinhas).
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+ Ingrid Caven,
cinema- Rainer Werner Fassbinder
15/02/2012
ALBUM PARA OUVIR ANTES DE MORRER - SUICIDE
Suicide "Suicide", 1977. Quando Alan Vega e Martin Rev fundaram os Suicide, no principio dos anos 70, muito provavelmente não tinham ideia de que viriam a se tornar uma verdadeira instituição da música e da atitude do "it yourself".
Até então, Kraftwerk e Silver Apples eram os inovadores no uso de equipamentos eletrónicos na musica pop rock – com excepção a nomes como John Cage – mas nenhum deles trouxe a eletrónica para o mesmo mundo que a dupla.
O espírito do "Blank Generation" pegou em Manhattan quando os Suicide, começaram a girar os seus contos de neurose insuportável. A dupla arquetípica de teclados (Martin Rev) e vocais (Alan Vega), que reinventou o line-up da banda de rock, com os teclados eletrónicos que substituem a seção rítmica e instrumento principal.
Suicide um dos marcos da new wave, enxertou as modulações infinitas de minimalismo numa batida rockabilly febril, assim, cunhando "psychobilly". Vocais moribundos de Vega perseguido de fantasmas através de uma revolta urbana perto de um parente próximo dos Velvet Underground.
Suicide cantam sobre o apocalipse individual e coletivo, descrevendo almas solitárias numa paisagem gótica cheia de paranóia, medo e claustrofobia. As pausas, os reverbs, os tons monótonos,e eletrónicos são visões sombrias e frias do futuro.
Alan Vega Martin Rev (1980) usou os mesmos elementos para inventar baladas cibernéticos para as discotecas. Alan Vega continuou o programa futurista e decadente dos Suicide em álbuns como Alan Vega (1980) e Collision Drive (1982) que oferece angústia cadavérica num ritmo infernal. Cantando com a sua voz vacilante, que lembra um Lou Reed destituído de qualquer emoção, mais uma cadência rockabilly robótica, Vega encenou um assalto formidável no estereótipo do rocker.
Frankie Teardrop" uma das canções incluidas no libro de Nick Hornby 31 Songs, publicado en 2002, aparece na película de 1978, In a Year of 13 Moons de Rainer Werner Fassbinder.
"Cheree" cena final de Downtown 81 com o artista Jean-Michel Basquiat.
"Girl" aparece brevemente no filme de Nick Zedd They Eat Scum (1979).
"Ghost Rider" foi incluida na banda sonora do videojogo Driver: Parallel Lines 2006, e também aparece em True Crime: New York City.
"Ghost Rider" já fizeram cover os, R.E.M., The Horrors, The Gories, Rollins Band, Loop, The Sisters of Mercy, Merzbow e The Young Gods.
Até então, Kraftwerk e Silver Apples eram os inovadores no uso de equipamentos eletrónicos na musica pop rock – com excepção a nomes como John Cage – mas nenhum deles trouxe a eletrónica para o mesmo mundo que a dupla.
O espírito do "Blank Generation" pegou em Manhattan quando os Suicide, começaram a girar os seus contos de neurose insuportável. A dupla arquetípica de teclados (Martin Rev) e vocais (Alan Vega), que reinventou o line-up da banda de rock, com os teclados eletrónicos que substituem a seção rítmica e instrumento principal.
Suicide um dos marcos da new wave, enxertou as modulações infinitas de minimalismo numa batida rockabilly febril, assim, cunhando "psychobilly". Vocais moribundos de Vega perseguido de fantasmas através de uma revolta urbana perto de um parente próximo dos Velvet Underground.
Suicide cantam sobre o apocalipse individual e coletivo, descrevendo almas solitárias numa paisagem gótica cheia de paranóia, medo e claustrofobia. As pausas, os reverbs, os tons monótonos,e eletrónicos são visões sombrias e frias do futuro.
Alan Vega Martin Rev (1980) usou os mesmos elementos para inventar baladas cibernéticos para as discotecas. Alan Vega continuou o programa futurista e decadente dos Suicide em álbuns como Alan Vega (1980) e Collision Drive (1982) que oferece angústia cadavérica num ritmo infernal. Cantando com a sua voz vacilante, que lembra um Lou Reed destituído de qualquer emoção, mais uma cadência rockabilly robótica, Vega encenou um assalto formidável no estereótipo do rocker.
Frankie Teardrop" uma das canções incluidas no libro de Nick Hornby 31 Songs, publicado en 2002, aparece na película de 1978, In a Year of 13 Moons de Rainer Werner Fassbinder.
"Cheree" cena final de Downtown 81 com o artista Jean-Michel Basquiat.
"Girl" aparece brevemente no filme de Nick Zedd They Eat Scum (1979).
"Ghost Rider" foi incluida na banda sonora do videojogo Driver: Parallel Lines 2006, e também aparece em True Crime: New York City.
"Ghost Rider" já fizeram cover os, R.E.M., The Horrors, The Gories, Rollins Band, Loop, The Sisters of Mercy, Merzbow e The Young Gods.
JOY DIVISION + JAMIE OLIVER
Várias gravações originais (master tapes) dos Joy Division (na foto) e dos New Order foram descobertas na cave do novo restaurante do chef britânico Jamie Oliver na terra de origem das duas bandas: Manchester.
O novo espaço de Oliver fica localizado num antigo banco. Nas obras de remodelação foram descobertos os antigos cofres do banco os quais continham, além dos masters da banda de Ian Curtis, jóias, ouro e armas. No total, o achado vale cerca de 1,3 milhões de euros.
O restaurante foi inaugurado na passada terça-feira, 14 de Fevereiro, com a descoberta a ser tornada pública neste dia. O achado teve lugar meses antes, durante as obras. Os cofres só foram rebentados com a autorização das autoridades de Manchester e do Bank of England (Banco de Inglaterra).
As `relíquias' foram entregues à polícia, a qual vai tentar identificar os proprietários para proceder à restituição dos bens.
O novo espaço de Oliver fica localizado num antigo banco. Nas obras de remodelação foram descobertos os antigos cofres do banco os quais continham, além dos masters da banda de Ian Curtis, jóias, ouro e armas. No total, o achado vale cerca de 1,3 milhões de euros.
O restaurante foi inaugurado na passada terça-feira, 14 de Fevereiro, com a descoberta a ser tornada pública neste dia. O achado teve lugar meses antes, durante as obras. Os cofres só foram rebentados com a autorização das autoridades de Manchester e do Bank of England (Banco de Inglaterra).
As `relíquias' foram entregues à polícia, a qual vai tentar identificar os proprietários para proceder à restituição dos bens.
Dexys Midnight Runners
Os Dexys Midnight Runners distinguiram-se nos anos 80 pela fusão alegre entre folk e rock, pelos concertos enérgicos e pelo carisma do vocalista Kevin Rowland. Durante a sua primeira vida (de 1978 a 1986), a banda chegou a marcar presença em palcos nacionais, nomeadamente no Pavilhão Dramático de Cascais e numa edição da Festa do Avante! ocorrida na Ajuda, em Lisboa.
Há muito que se falava de um álbum e no regresso dos Dexys Midnight Runners, mas só agora surge a sua efectivação. É mais uma das notícias esperadas de 2012 sobre o regresso ao activo de bandas, é o retorno da histórica formação.
Agora os Dexys Midnight Runners vão regressar com um novo álbum de originais e uma digressão ao vivo.
A formação britânica que em 2010 reeditou o seu album de estreia "Searching for the Young Soul Rebels", comemorando o seu 30º aniversario, retorna com a continuação de "Don´t Stand Me Down" (1985). É o primeiro álbum dos autores de 'Come on Eileen' e tem edição marcada para o dia 4 de Junho. Em 2009, a canção Come On Eileen rendeu á banda a 1a posição na lista "Top 100 One Hit Wonder Of The 80′s (100 melhores bandas de um hit só dos anos 80)" do canal VH1.
Dexys Midnight Runners são uma banda formada no início dos anos 80, cuja principal figura é o vocalista Kevin Rowland.
O grupo lançou três albuns e em cada um deles apresentava uma formação diferente, mantendo apenas o trombonista além do vocalista fundador (a dupla também era responsável pela co-autoria da maioria das canções). O termo “Dexys” é uma abreviatura da substância dexedrina. Uma substância da família das anfetaminas (Dexedrine) bastante popular nos contextos festivos da Soul de Birmingham, terra natal do grupo.
Influenciados por, Aretha Franklin e Otis Redding, entre outros, os Dexys viram o hit Geno (em homenagem ao soulman Geno Washington) chegar aos tops. Brigas e discussões, aliadas á personalidade altamente controladora, autoritária e temperamental de Kevin, levaram à dissolução da primeira formação. O visual dos jovens da classe operária - idéia tirada do filme Mean Streets de Martin Scorsese, deu lugar a um figurino cigano de macacões e boinas.
Com a adição de um duo de violinos e banjo, o álbum Too-rye-eye conquistou o mundo com o sucesso Come On Eileen. A influência, desta vez, era Van Morrison.
O tema conta-nos a estória de uma rapariga que cresceu lado a lado com Rowland. Da amizade pura de infância, a relação entre Eileen e Rowland rapidamente resvalou para o desejo amoroso, assim que o turbilhão hormonal da adolescência dificilmente pôde ser contido.
A ténue barreira entre o amor, o genuíno e límpido sentimento de outrora e a descoberta da lascívia, o desejo do corpo inquieto e insatisfeito torturam a alma de Rowland…”with you in that dress my thoughts I confess verge on dirty”. Eileen, a menina que cresceu, que se torna mulher é objecto dos desmesurados anseios carnais e das veementes súplicas do seu amado - “that pretty red dress Eileen (Tell him yes) / Ah come on let's, ah come on Eileen, please”.
A par da busca pela consumação do amor, Rowland brinda-nos com uma enigmática sequência sonora - “Toora Loora Toora Loo-Rye-Aye” – certamente tributária das suas raízes irlandesas e da folk tradicional, que imprime a singularidade e dinâmica da canção.
Don’t stand me down, o último álbum nos anos 80, trazia canções longas e mais sofisticadas.
Após o disco, a dissolução da formação, Kevin enfrentou problemas com drogas e foi à bancarrota. Tentou uma carreira a solo, lançando dois discos, ambos fracasso de público e crítica. O segundo, diz a lenda, vendeu menos de 500 cópias.
Há muito que se falava de um álbum e no regresso dos Dexys Midnight Runners, mas só agora surge a sua efectivação. É mais uma das notícias esperadas de 2012 sobre o regresso ao activo de bandas, é o retorno da histórica formação.
Agora os Dexys Midnight Runners vão regressar com um novo álbum de originais e uma digressão ao vivo.
A formação britânica que em 2010 reeditou o seu album de estreia "Searching for the Young Soul Rebels", comemorando o seu 30º aniversario, retorna com a continuação de "Don´t Stand Me Down" (1985). É o primeiro álbum dos autores de 'Come on Eileen' e tem edição marcada para o dia 4 de Junho. Em 2009, a canção Come On Eileen rendeu á banda a 1a posição na lista "Top 100 One Hit Wonder Of The 80′s (100 melhores bandas de um hit só dos anos 80)" do canal VH1.
Dexys Midnight Runners são uma banda formada no início dos anos 80, cuja principal figura é o vocalista Kevin Rowland.
O grupo lançou três albuns e em cada um deles apresentava uma formação diferente, mantendo apenas o trombonista além do vocalista fundador (a dupla também era responsável pela co-autoria da maioria das canções). O termo “Dexys” é uma abreviatura da substância dexedrina. Uma substância da família das anfetaminas (Dexedrine) bastante popular nos contextos festivos da Soul de Birmingham, terra natal do grupo.
Influenciados por, Aretha Franklin e Otis Redding, entre outros, os Dexys viram o hit Geno (em homenagem ao soulman Geno Washington) chegar aos tops. Brigas e discussões, aliadas á personalidade altamente controladora, autoritária e temperamental de Kevin, levaram à dissolução da primeira formação. O visual dos jovens da classe operária - idéia tirada do filme Mean Streets de Martin Scorsese, deu lugar a um figurino cigano de macacões e boinas.
Com a adição de um duo de violinos e banjo, o álbum Too-rye-eye conquistou o mundo com o sucesso Come On Eileen. A influência, desta vez, era Van Morrison.
O tema conta-nos a estória de uma rapariga que cresceu lado a lado com Rowland. Da amizade pura de infância, a relação entre Eileen e Rowland rapidamente resvalou para o desejo amoroso, assim que o turbilhão hormonal da adolescência dificilmente pôde ser contido.
A ténue barreira entre o amor, o genuíno e límpido sentimento de outrora e a descoberta da lascívia, o desejo do corpo inquieto e insatisfeito torturam a alma de Rowland…”with you in that dress my thoughts I confess verge on dirty”. Eileen, a menina que cresceu, que se torna mulher é objecto dos desmesurados anseios carnais e das veementes súplicas do seu amado - “that pretty red dress Eileen (Tell him yes) / Ah come on let's, ah come on Eileen, please”.
A par da busca pela consumação do amor, Rowland brinda-nos com uma enigmática sequência sonora - “Toora Loora Toora Loo-Rye-Aye” – certamente tributária das suas raízes irlandesas e da folk tradicional, que imprime a singularidade e dinâmica da canção.
Don’t stand me down, o último álbum nos anos 80, trazia canções longas e mais sofisticadas.
Após o disco, a dissolução da formação, Kevin enfrentou problemas com drogas e foi à bancarrota. Tentou uma carreira a solo, lançando dois discos, ambos fracasso de público e crítica. O segundo, diz a lenda, vendeu menos de 500 cópias.
Rocket Juice and The Moon - Damon Albarn
O primeiro álbum dos Rocket Juice and the Moon, mais um projecto do líder dos Blur e Gorillaz, Damon Albarn, vai ser editado a 12 de Março.
A Mojo avança que o disco tem edição pela Honest Jon, editora pertença de Damon Albarn, foi gravado no estúdio pessoal de Damon Albarn em Londres, o Studio 13,e vai contar com 18 faixas. Colaboram Erykah Badu, Fatoumata Diawara, M.anifest, Cheick Tidiane Seck e The Hypnotic Brass Ensemble.
Damon Albarn (Blur, Gorillaz, The Good, The Bad and The Queen- projecto idealizado por Albarn em 2007, que contava com Paul Simonon, ex-baixista dos The Clash), Flea (baixista dos Red Hot Chili Peppers) o nigeriano e baterista de Fela Kuti, e The Good The Bad and The Queen, Tony Allen, formaram um novo grupo chamado Rocket Juice and The Moon.
Flea contou à revista que o projecto surgiu durante um encontro dos três músicos em um avião, em 2008. Na época, os três estavam participando em outro projecto de Damon Albarn, o Damon Albarn’s Africa Express. “Tony Allen é um dos meus bateristas favoritos, então falar com ele foi fenomenal”, disse ainda Flea.
A Mojo avança que o disco tem edição pela Honest Jon, editora pertença de Damon Albarn, foi gravado no estúdio pessoal de Damon Albarn em Londres, o Studio 13,e vai contar com 18 faixas. Colaboram Erykah Badu, Fatoumata Diawara, M.anifest, Cheick Tidiane Seck e The Hypnotic Brass Ensemble.
Damon Albarn (Blur, Gorillaz, The Good, The Bad and The Queen- projecto idealizado por Albarn em 2007, que contava com Paul Simonon, ex-baixista dos The Clash), Flea (baixista dos Red Hot Chili Peppers) o nigeriano e baterista de Fela Kuti, e The Good The Bad and The Queen, Tony Allen, formaram um novo grupo chamado Rocket Juice and The Moon.
Flea contou à revista que o projecto surgiu durante um encontro dos três músicos em um avião, em 2008. Na época, os três estavam participando em outro projecto de Damon Albarn, o Damon Albarn’s Africa Express. “Tony Allen é um dos meus bateristas favoritos, então falar com ele foi fenomenal”, disse ainda Flea.
LEE RANALDO
Lee Ranaldo é cantor guitarrista, escritor, produtor musical e artista visual, mais conhecido como co-fundador de uma das melhores e mais queridas bandas do mundo do rock, Sonic Youth. Começou a sua carreira em Nova York em várias bandas e junta-se à orquestra do guitarrista Glenn Branca.
Entre os registos de Ranaldo a solo estão "Dirty Windows", uma colecção de textos falados com música, "Amarillo Ramp (por Robert Smithson), peças para guitarra, e “Scriptures of the Golden Eternity”.Em 1987 lançou o álbum 'From Here to Infinity`, e 'Music For Stage And Screen' em 2004.
Os livros incluem vários de arte ou fotografia por Leah Singer e também Jrnls80s (publicado pelo Soft Skull Press), bem como um livro de poemas,“Lengths & Breaths.”
O seu mais recente livro de poesia, “Against Refusing,” foi publicado pela Water Row Press, em 2010 com capa de Leah Singer. Suas obras visuais e sonoros foram mostrados em galerias e museus de Paris, Toronto, Nova York, Londres, Sydney, Los Angeles, Viena, e em outros lugares.
Ranaldo produziu álbuns para artistas como Babes in Toyland, You Am I, Magik Markers, Deity Guns, e o ensemble holandês de art-rock Kleg.
Editou um volume da turné Lollapalooza 1995 escrito por ele, Thurston Moore, Beck, Stephen Malkmus, Courtney Love, entre outros.
Entre os registos de Ranaldo a solo estão "Dirty Windows", uma colecção de textos falados com música, "Amarillo Ramp (por Robert Smithson), peças para guitarra, e “Scriptures of the Golden Eternity”.Em 1987 lançou o álbum 'From Here to Infinity`, e 'Music For Stage And Screen' em 2004.
Os livros incluem vários de arte ou fotografia por Leah Singer e também Jrnls80s (publicado pelo Soft Skull Press), bem como um livro de poemas,“Lengths & Breaths.”
O seu mais recente livro de poesia, “Against Refusing,” foi publicado pela Water Row Press, em 2010 com capa de Leah Singer. Suas obras visuais e sonoros foram mostrados em galerias e museus de Paris, Toronto, Nova York, Londres, Sydney, Los Angeles, Viena, e em outros lugares.
Ranaldo produziu álbuns para artistas como Babes in Toyland, You Am I, Magik Markers, Deity Guns, e o ensemble holandês de art-rock Kleg.
Editou um volume da turné Lollapalooza 1995 escrito por ele, Thurston Moore, Beck, Stephen Malkmus, Courtney Love, entre outros.
Nelsonville Music Festival 2012
Situado nas colinas onduladas e bonitas do sudeste de Ohio, o Nelsonville Music Festival é um festival de três dias que celebra a música e a arte local da região. Tem para ferecer um ambiente acolhedor, onde artesãos locais podem vender e ser reconhecidos pelo seu trabalho, onde os músicos locais, regionais e nacionais incutem aos seus inspiradores talento, e os frequentadores podem relaxar e desfrutar os frutos do sabor regional.
Iron and Wine
M. Ward
Roky Erickson
Dawes
Charles Bradley & His Extraordinaires
Kurt Vile & The Violators
Jorma Kaukonen
Dark Dark Dark
Lee Ranaldo Band
Sallie Ford & The Sound Outside
Horse Feathers
Michael Hurley
Shovels & Rope
Hope for Agoldensummer
R.Ring
Woody Pines
Todd Burge
The D-Rays
Iron and Wine
M. Ward
Roky Erickson
Dawes
Charles Bradley & His Extraordinaires
Kurt Vile & The Violators
Jorma Kaukonen
Dark Dark Dark
Lee Ranaldo Band
Sallie Ford & The Sound Outside
Horse Feathers
Michael Hurley
Shovels & Rope
Hope for Agoldensummer
R.Ring
Woody Pines
Todd Burge
The D-Rays
MIKE BLOOMFIELD
A 15 Fevereiro de 1981, o guitarrista Mike Bloomfield foi encontrado morto no seu carro, em San Francisco, após uma overdose acidental de heroína. Foi um membro da Paul Butterfield Band, dos Electric Flag, e tocou no álbum de Bob Dylan "Highway 61 Revisited".
Em 2003, foi classificado no número 22º na lista da Rolling Stone, como um 100 Maiores Guitarristas de Todos os Tempos.
Em 2003, foi classificado no número 22º na lista da Rolling Stone, como um 100 Maiores Guitarristas de Todos os Tempos.
THE DIRTY THREE
Dirty Three Toward the Low Sun, 2012.Depois de quase uma escala de sete anos o trio indie australiano regressou, isso é muito tempo para este inventivo trio vir com algumas idéias novas. O que significa dizer que soa como um disco dos Dirty Three, e eles são bons.O grupo acaba de anunciar que lançará um álbum novo chamado Toward the Low Sun, para o dia 28-2-2012, marcando o primeiro registo de estúdio de novo desde, Cinder, 2005.
É o primeiro da banda em sete anos e também o seu primeiro trabalho pela Drag City, a excelente editora de Chicago.
Enquanto o violinista Warren Ellis passou os últimos anos trabalhando com Nick Cave, nos Bad Seeds, Grinderman, ou a dupla no cinema, o baterista Jim White passou o seu tempo colaborando com Nina Nastasia, os fãs sem dúvida estão feliz de saber que já se reuniram com o guitarrista Mick Turner para outro disco.
The Dirty Three (Mick Turner nas guitarras, Warren Ellis no violino, e Jim White na bateria) sempre demonstraram um profundo respeito e admiração por esses espaços mágicos entre as notas, entre um e outro, entre a música e o ouvinte.
Embora não existam palavras, os musicos falam uns com os outros claramente. Na troca, o ouvinte descobre um amor para a criação, um amor para a colaboração, um amor para um som básico bonito e carinhoso.
É o primeiro da banda em sete anos e também o seu primeiro trabalho pela Drag City, a excelente editora de Chicago.
Enquanto o violinista Warren Ellis passou os últimos anos trabalhando com Nick Cave, nos Bad Seeds, Grinderman, ou a dupla no cinema, o baterista Jim White passou o seu tempo colaborando com Nina Nastasia, os fãs sem dúvida estão feliz de saber que já se reuniram com o guitarrista Mick Turner para outro disco.
The Dirty Three (Mick Turner nas guitarras, Warren Ellis no violino, e Jim White na bateria) sempre demonstraram um profundo respeito e admiração por esses espaços mágicos entre as notas, entre um e outro, entre a música e o ouvinte.
Embora não existam palavras, os musicos falam uns com os outros claramente. Na troca, o ouvinte descobre um amor para a criação, um amor para a colaboração, um amor para um som básico bonito e carinhoso.
WEIRD WAR
Weird War começou como um supergrupo do Make-Up Ian Svenonius, Michelle Mae, e do Royal Trux Neil Hagerty depois dos projectos dos membros principais se terem dissolvido. Originalmente, a banda, que também incluia Jessica Espeleta e Steve McCarty, foi concebido como um projecto único. Depois de gravar o auto-intitulado album de estreia em 2002 e um tema para uma compilação, Colonel Jeffery Pumpernickel: A Concept Album, a ópera-rock indie de Chris Slusarenko,Portland, Oregon, Hagerty continuou a sua carreira solo como Neil Michael Hagerty, Svenonius e Mae passaram a formar os Scene Creamers, com o guitarrista Alex Minoff, ex-Six Finger Satellite.
Como the Scene Creamers, o trio lançou em 2003 I Suck on That Emotion, mas mais tarde nesse ano, a banda perdeu uma disputa legal com um coletivo de grafiters franceses que também usavam o mesmo nome Scene Creamers.
Mae, Svenonius, e Minoff de seguida, usam o nome Weird War, para o seu disco, de 2004, (se tu não os podes vencer...)If You Can't Beat 'Em, Bite 'Em.
Segui-se em 2005, com o album, Illuminated by Light. Todas as encarnações do grupo continuaram o compromisso subversivo dos Make-up, ainda que música dançante, expandindo a definição para incluir elementos de Krautrock, psychedelic rock e jazz experimental.
Como the Scene Creamers, o trio lançou em 2003 I Suck on That Emotion, mas mais tarde nesse ano, a banda perdeu uma disputa legal com um coletivo de grafiters franceses que também usavam o mesmo nome Scene Creamers.
Mae, Svenonius, e Minoff de seguida, usam o nome Weird War, para o seu disco, de 2004, (se tu não os podes vencer...)If You Can't Beat 'Em, Bite 'Em.
Segui-se em 2005, com o album, Illuminated by Light. Todas as encarnações do grupo continuaram o compromisso subversivo dos Make-up, ainda que música dançante, expandindo a definição para incluir elementos de Krautrock, psychedelic rock e jazz experimental.
IAN SVENONIUS - The Psychic Soviet
Uma antologia de dois novos ensaios previamente publicados e artigos de um dos pilares da cena de rock-and-roll da cena underground de Washington D.C.,The Psychic Sovie é a mais completa coleção de textos escritos por Ian Svenonius.
As seleções são escritas num estilo académico, cheio de paródia e um humor mordaz que subverte a cultura capitalista, e abrange temas como a ascensão do DJ como uma estrela, a "depressão cósmica" que se seguiu à derrota da URSS, e o estado do rock and roll como uma religião.
Esclarece muito da confusão reinante sobre os acontecimentos do último milênio, explorando o uso do rock 'n roll e da arte pela classe dominante, e as sinistras maquinações por trás de ficção popular, cinema, televisão,jornais, entre outros pontos culturais.
O livro de bolso está embrulhado com uma brilhante capa em cor de rosa de plástico durável, lembrando a estética de Mao.
Capitulos:
Instruction
The Psychic Soviet
Vampirism & Vampirology
The Blood Latte
Beatles vs Stones
Rock 'n' Rolligion
The Responsible Use of R 'n' R
Eat the Rocument
Time as Money
Seinfeld Syndrome
Rock 'n' Roll As Real Estate
A Warning to Swedish Girls
Scion-tology
Mordor Dearest
Camp Exploitation
The Stilyagi
The Seduction of Paolo Hewitt
The Mix Master Race
You Can't Always Get No Satisfaction
Person Inscription
As seleções são escritas num estilo académico, cheio de paródia e um humor mordaz que subverte a cultura capitalista, e abrange temas como a ascensão do DJ como uma estrela, a "depressão cósmica" que se seguiu à derrota da URSS, e o estado do rock and roll como uma religião.
Esclarece muito da confusão reinante sobre os acontecimentos do último milênio, explorando o uso do rock 'n roll e da arte pela classe dominante, e as sinistras maquinações por trás de ficção popular, cinema, televisão,jornais, entre outros pontos culturais.
O livro de bolso está embrulhado com uma brilhante capa em cor de rosa de plástico durável, lembrando a estética de Mao.
Capitulos:
Instruction
The Psychic Soviet
Vampirism & Vampirology
The Blood Latte
Beatles vs Stones
Rock 'n' Rolligion
The Responsible Use of R 'n' R
Eat the Rocument
Time as Money
Seinfeld Syndrome
Rock 'n' Roll As Real Estate
A Warning to Swedish Girls
Scion-tology
Mordor Dearest
Camp Exploitation
The Stilyagi
The Seduction of Paolo Hewitt
The Mix Master Race
You Can't Always Get No Satisfaction
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A REUNIÃO DOS MAKE-UP
Bem, aqui está uma reunião que ninguém pensava acontecer. A subversiva e amada velha tripulação garage punk de Washington D.C., Make-Up está voltando para tocar no ATP’s I’ll Be Your Mirror festival em Londres este Verão. Nenhuma palavra sobre os outros shows, mas espera-se que venham a acontecer.
Make-Up foram a banda formada por Ian Svenonius e ex. membros dos Nation Of Ulysses depois da grande e politizada banda de post-hardcore terminar. Make-Up eram tão esquerdistas quanto a sua banda anterior, mas também trouxe um rock anos 60, e um refinado senso de estilo para o centro da cena Dischord, que era mais conhecida por serrilhado ascetismo. Ao vivo deveriam ser uma banda para testemunhar. I’ll Be Your Mirror, será o primeiro show juntos novamente desde a sua separação em 2000.
O I’ll Be Your Mirror, será no Alexandra Palace entre 25-27 Maio, 2012, encabeçado pelos Slayer (performance do clássico, Reign In Blood), Mogwai, e a reunião dos Afghan Whigs.
O festival acabou de adicionar mais bandas além dos Make-Up, incluí- Ultramagnetic MCs, the Soft Moon, Harvey Milk, Tennis, Death Grips, Bill Wells and Aidan Moffat, e Forest Swords.
Make-Up foram a banda formada por Ian Svenonius e ex. membros dos Nation Of Ulysses depois da grande e politizada banda de post-hardcore terminar. Make-Up eram tão esquerdistas quanto a sua banda anterior, mas também trouxe um rock anos 60, e um refinado senso de estilo para o centro da cena Dischord, que era mais conhecida por serrilhado ascetismo. Ao vivo deveriam ser uma banda para testemunhar. I’ll Be Your Mirror, será o primeiro show juntos novamente desde a sua separação em 2000.
O I’ll Be Your Mirror, será no Alexandra Palace entre 25-27 Maio, 2012, encabeçado pelos Slayer (performance do clássico, Reign In Blood), Mogwai, e a reunião dos Afghan Whigs.
O festival acabou de adicionar mais bandas além dos Make-Up, incluí- Ultramagnetic MCs, the Soft Moon, Harvey Milk, Tennis, Death Grips, Bill Wells and Aidan Moffat, e Forest Swords.
MUSICOS DE METAL SAIRAM DO ARMARIO+ ARTISTAS
A cena metal é marcada por uma forte discussão sobre orientação sexual e não é nenhuma surpresa que músicos de rock que assumam sua homossexualidade sejam difíceis de encontrar. Estes 5 corajosos saíram do armário.
-Doug Pinnick, baixista do King´s X: assumiu no ano de 1998 em entrevista à revista Christian Magazine Re-Generation. Desde então, afastou-se do cristianismo e agora define-se como agnóstico.
– Otep Shamaya, a vocalista do Otep, nunca esconde sua opção sexual.
– Roddy Buttun, teclista dos FAITH NO MORE: Bottun saiu do armário em 1993. Compôs a música “Be Agressive”, que fala sobre fazer sexo oral com um homem. A letra é fácil de ser compreendida, com partes que dizem “eu engulo, eu engulo, eu engulo”, e é um grande hit do grupo. Já namorou Courtney Love nos primórdios do FNM.
– Rob Halford,(na foto)vocalista dos JUDAS PRIEST: durante décadas, Halford esteve a frente de uma das bandas de heavy metal mais populares do mundo, sempre vestido com todo tipo de roupas de couro. Em 1998, abriu o jogo em uma entrevista à MTV.
– Gaahl, ex. vocalista dos Gorgoroth. Passou nove meses na prisão por torturar um homem por mais de 6 horas, colectar o seu sangue e beber num ritual satãnico, e ainda alegar legitima defesa. Assumiu sua homossexualidade em 2008, em uma entrevista à revista Rock Hard, depois que alguns detratores ameaçaram revelar “informações”.
Amanda Palmer- vocalista, pianista, compositora(Evelyn Evelyn,The Dresden Dolls)
Marianne Faithfull
Samantha Fox
Phranc
Pete Shelley -(Buzzcocks)
Ricky Wilson - (1953–1985) The B-52's)
Fred Schneider - (The B-52's)
Kate Pierson - B´52
Carrie Brownstein - (Sleater-Kinney)
Janis Joplin - (1943-1970)
Scissors Sisters
Jake Shears (Scissor Sisters)
Rufus Wainwright
Patrick Wolf
Genesis P-Orridge - Throbbing Gristle, e Psychic TV
Peter Christopherson - Throbbing Gristle, e Coil
John Balance - (1962–2004) Coil
Douglas Pearce- Death In June
Owen Pallett (Final Fantasy, Arcade Fire)
Kele Okereke (Bloc Party)
Marc Almond (Soft Cell)
Michael Stipe dos R.E. M.
Boy George
David Bowie dizia-se bisexual
Elton John
Pet Shop Boys
Freddy Mercury
George Michael
Robbie Williams
David Bowie
Angela Bowie - modelo
Chavela Vargas - Mexicana
Jimmy Somerville - musico da banda escocesa Communards
Patricia Barber - vocalista jazz
Gary Burton - musico jazz
Bessie Smith -(1892–1937)Blues
Legião Urbana
Ricky Martin
The Right Brothers
Dresden Dolls
UnderOath
My Chemical Romance
Marilyn Manson
Cyndi Lauper
Joan Baez - Folk singer
Village People
Glória Gaynor
Falling Up
Flyleaf
THE TURNING
Disciple
P.O.D
Evanescence
By The Tree
Scott Reed
Michael W. Smith
Jars of Clay
DC Talk
Danielson
Bullet For My Valentine - uma banda de Pseudo-Heavy Metal galesa, com um visual de emo fingindo serem metaleiros. As suas músicas também têm influências de My Chemical Romance. Os BFMV eram garotos muito pobres e quando iam para igreja católica eram molestados pelos Padres, e o pior... é que eles gostavam! Não faltavam á Igreja nenhum dia. Além de pagar para ser incluída nos jogos da EA Games, a banda também pagou para abrir shows para muitas bandas.
Portia de Rossi (Ally McBeal; Nelle)
Cynthia Nixon (Sex & The City; Miranda)
Alex Parks (Fame Academy)
Jill Jackson (Speedway)
Rupert Everett (Shrek, My Best Friend's Wedding)
Amelie Mauresmo (Tennis Player)
Martina Navratilova (Tennis player)
Jake Shears (Scissor Sisters)
Marc Almond (Soft Cell)
Peaches (musician)
Tegan and Sara Quin (Tegan & Sara, band)
Robert Stadlober (Summer Storm, De: Sommersturm)
Robert Newton (athlete)
Mark Feehily (Westlife)
John Cameron Mitchell (Hedwig & The Angry Inch, Shortbus)
Anne Heche (actor)
Darren Hayes (Savage Garden)
Rhona Cameron (comedian)
Colin McAllister and Justin Ryan (TV interior design couple)
Edwin Morgan, late (former Scottish national poet)
Evan Davis (journalist, Dragons' Den (UK) presenter)
Scott Mills (BBC Radio 1 DJ)
Russell T Davies (writer; Queer As Folk, Dr Who)
Derren Brown (magician, illusionist)
Lance Bass (N Sync)
Ricky Martin (musician)
Duncan James [bisexual] (Blue)
Brian Molko [bisexual] (Placebo)
Sean Hayes (Will & Grace; Jack)
Luke Macfarlane (Brothers & Sisters; Scotty)
Adam Lambert (singer)
Russell Tovey (actor; Being Human, History Boys)
Neil Patrick Harris (How I Met Your Mother; Barney)
black and Asian / BME people
Kele Okereke (Bloc Party) (one of the few British black, gay-and-out celebs)
George Hosato Takei (StarTrek; Sulu) (Asian)
Wanda Sykes (American writer, actress, comedian) (black)
Darryl Stephens (Noah's Arc; Noah Nicholson) (black)
Emmanuel Ray (London-based TV presenter, socialite) (Asian)
Gok Wan (British TV presenter, fashion consultant) (Asian)
Stephen K. Amos (British comedian) (black)
Bill T. Jones- Americano, director, coreografo, dança
Arnie Zane (1948 –1988) Americano fotografo, coreografo, dança
Andy Warhol
William S. Burroughs (1914–1997) escritor
Oscar Wilde - escritor
Marlon Brando - (1924–2004)actor
Paul Bowles - escritor
Pier Paolo Pasolini
EEllen Degeneres
Angelina Jolie
Jodie Foster
Drew Barrymore - actriz
Josephine Baker - performer, dança(1906–1975)
Chuck Palahniuk - escritor
Anthony Perkins - actor
Marcel Proust - (1871–1922)escritor
Roland Barthes
Clive Barker - realizador
Leonard Bernstein - compositor
António Variações
Al Berto (1948–1997) escritor Português
Bruce LaBruce - Canadiano ,Filmmaker
David LaChapelle - Fotografo Americano
Leigh Bowery (1961–1994) Australiano performer
Matthew Bourne - coreografo Inglês
Marquis de Sade (1740–1814) escritor Françês
Yves Saint-Laurent (1936–2008) Fashion designer
Gianni Versace -(1946–1997) Fashion designer
Luchino Visconti (1906–1976) realizador Italiano
Anna Nicole Smith (1967-2007) Modelo Americana
Virginia Woolf (1882–1941) escritora
Miranda July - Americana, Performer, filmmaker, escritora
Susan Sontag - (1933–2004) escritora Americana
Walter "Walt" Whitman -( 1819 – 1892) poeta Americano
Rainer Werner Fassbinder -(1945–1982) realizador Alemão
Anderson Coope - jornalista e apresentador de TV - na CNN
-Doug Pinnick, baixista do King´s X: assumiu no ano de 1998 em entrevista à revista Christian Magazine Re-Generation. Desde então, afastou-se do cristianismo e agora define-se como agnóstico.
– Otep Shamaya, a vocalista do Otep, nunca esconde sua opção sexual.
– Roddy Buttun, teclista dos FAITH NO MORE: Bottun saiu do armário em 1993. Compôs a música “Be Agressive”, que fala sobre fazer sexo oral com um homem. A letra é fácil de ser compreendida, com partes que dizem “eu engulo, eu engulo, eu engulo”, e é um grande hit do grupo. Já namorou Courtney Love nos primórdios do FNM.
– Rob Halford,(na foto)vocalista dos JUDAS PRIEST: durante décadas, Halford esteve a frente de uma das bandas de heavy metal mais populares do mundo, sempre vestido com todo tipo de roupas de couro. Em 1998, abriu o jogo em uma entrevista à MTV.
– Gaahl, ex. vocalista dos Gorgoroth. Passou nove meses na prisão por torturar um homem por mais de 6 horas, colectar o seu sangue e beber num ritual satãnico, e ainda alegar legitima defesa. Assumiu sua homossexualidade em 2008, em uma entrevista à revista Rock Hard, depois que alguns detratores ameaçaram revelar “informações”.
Amanda Palmer- vocalista, pianista, compositora(Evelyn Evelyn,The Dresden Dolls)
Marianne Faithfull
Samantha Fox
Phranc
Pete Shelley -(Buzzcocks)
Ricky Wilson - (1953–1985) The B-52's)
Fred Schneider - (The B-52's)
Kate Pierson - B´52
Carrie Brownstein - (Sleater-Kinney)
Janis Joplin - (1943-1970)
Scissors Sisters
Jake Shears (Scissor Sisters)
Rufus Wainwright
Patrick Wolf
Genesis P-Orridge - Throbbing Gristle, e Psychic TV
Peter Christopherson - Throbbing Gristle, e Coil
John Balance - (1962–2004) Coil
Douglas Pearce- Death In June
Owen Pallett (Final Fantasy, Arcade Fire)
Kele Okereke (Bloc Party)
Marc Almond (Soft Cell)
Michael Stipe dos R.E. M.
Boy George
David Bowie dizia-se bisexual
Elton John
Pet Shop Boys
Freddy Mercury
George Michael
Robbie Williams
David Bowie
Angela Bowie - modelo
Chavela Vargas - Mexicana
Jimmy Somerville - musico da banda escocesa Communards
Patricia Barber - vocalista jazz
Gary Burton - musico jazz
Bessie Smith -(1892–1937)Blues
Legião Urbana
Ricky Martin
The Right Brothers
Dresden Dolls
UnderOath
My Chemical Romance
Marilyn Manson
Cyndi Lauper
Joan Baez - Folk singer
Village People
Glória Gaynor
Falling Up
Flyleaf
THE TURNING
Disciple
P.O.D
Evanescence
By The Tree
Scott Reed
Michael W. Smith
Jars of Clay
DC Talk
Danielson
Bullet For My Valentine - uma banda de Pseudo-Heavy Metal galesa, com um visual de emo fingindo serem metaleiros. As suas músicas também têm influências de My Chemical Romance. Os BFMV eram garotos muito pobres e quando iam para igreja católica eram molestados pelos Padres, e o pior... é que eles gostavam! Não faltavam á Igreja nenhum dia. Além de pagar para ser incluída nos jogos da EA Games, a banda também pagou para abrir shows para muitas bandas.
Portia de Rossi (Ally McBeal; Nelle)
Cynthia Nixon (Sex & The City; Miranda)
Alex Parks (Fame Academy)
Jill Jackson (Speedway)
Rupert Everett (Shrek, My Best Friend's Wedding)
Amelie Mauresmo (Tennis Player)
Martina Navratilova (Tennis player)
Jake Shears (Scissor Sisters)
Marc Almond (Soft Cell)
Peaches (musician)
Tegan and Sara Quin (Tegan & Sara, band)
Robert Stadlober (Summer Storm, De: Sommersturm)
Robert Newton (athlete)
Mark Feehily (Westlife)
John Cameron Mitchell (Hedwig & The Angry Inch, Shortbus)
Anne Heche (actor)
Darren Hayes (Savage Garden)
Rhona Cameron (comedian)
Colin McAllister and Justin Ryan (TV interior design couple)
Edwin Morgan, late (former Scottish national poet)
Evan Davis (journalist, Dragons' Den (UK) presenter)
Scott Mills (BBC Radio 1 DJ)
Russell T Davies (writer; Queer As Folk, Dr Who)
Derren Brown (magician, illusionist)
Lance Bass (N Sync)
Ricky Martin (musician)
Duncan James [bisexual] (Blue)
Brian Molko [bisexual] (Placebo)
Sean Hayes (Will & Grace; Jack)
Luke Macfarlane (Brothers & Sisters; Scotty)
Adam Lambert (singer)
Russell Tovey (actor; Being Human, History Boys)
Neil Patrick Harris (How I Met Your Mother; Barney)
black and Asian / BME people
Kele Okereke (Bloc Party) (one of the few British black, gay-and-out celebs)
George Hosato Takei (StarTrek; Sulu) (Asian)
Wanda Sykes (American writer, actress, comedian) (black)
Darryl Stephens (Noah's Arc; Noah Nicholson) (black)
Emmanuel Ray (London-based TV presenter, socialite) (Asian)
Gok Wan (British TV presenter, fashion consultant) (Asian)
Stephen K. Amos (British comedian) (black)
Bill T. Jones- Americano, director, coreografo, dança
Arnie Zane (1948 –1988) Americano fotografo, coreografo, dança
Andy Warhol
William S. Burroughs (1914–1997) escritor
Oscar Wilde - escritor
Marlon Brando - (1924–2004)actor
Paul Bowles - escritor
Pier Paolo Pasolini
EEllen Degeneres
Angelina Jolie
Jodie Foster
Drew Barrymore - actriz
Josephine Baker - performer, dança(1906–1975)
Chuck Palahniuk - escritor
Anthony Perkins - actor
Marcel Proust - (1871–1922)escritor
Roland Barthes
Clive Barker - realizador
Leonard Bernstein - compositor
António Variações
Al Berto (1948–1997) escritor Português
Bruce LaBruce - Canadiano ,Filmmaker
David LaChapelle - Fotografo Americano
Leigh Bowery (1961–1994) Australiano performer
Matthew Bourne - coreografo Inglês
Marquis de Sade (1740–1814) escritor Françês
Yves Saint-Laurent (1936–2008) Fashion designer
Gianni Versace -(1946–1997) Fashion designer
Luchino Visconti (1906–1976) realizador Italiano
Anna Nicole Smith (1967-2007) Modelo Americana
Virginia Woolf (1882–1941) escritora
Miranda July - Americana, Performer, filmmaker, escritora
Susan Sontag - (1933–2004) escritora Americana
Walter "Walt" Whitman -( 1819 – 1892) poeta Americano
Rainer Werner Fassbinder -(1945–1982) realizador Alemão
Anderson Coope - jornalista e apresentador de TV - na CNN
ARCO MADRID 2012
Doze galerias portuguesas vão estar presentes na 31.ª edição da Feira de Arte Contemporânea – Arco Madrid – que decorre entre 15 e 19 de Fevereiro na capital espanhola.
Portugal é o terceiro em dimensão de representação no total das 160 galerias de 28 países.
Portugal é o terceiro em dimensão de representação no total das 160 galerias de 28 países.
HISTORIAS DO ROCK´N ROLL - o que eles já fizeram
Antes de alcançarem a fama, alguns musicos tiveram trabalhos convencionais como toda a gente, alguns desses podem ser esquisitos e/ou difíceis de acreditar.
Rod Stewart – Coveiro
Debbie Harry – Coelhinha da Playboy, e empregada no Max´s Kansas City.
Ozzy Osbourne – Abatedouro, e ajudante na morgue
Elvis Presley – Camionista
Marc Bolan, David Gilmour e Grace Slick – Modelos
Van Morrison – Limpador de janelas
Roger Daltrey e Tony Iommi – Metalúrgicos
A trajetória dele poderia ter tido fim, logo na juventude. Iommi trabalhava na indústria metalúrgica, quando foi chamado para operar uma máquina. Sem qualquer experiência Iommi ficou com os dedos médio e anelar da mão direita nas engrenagens do equipamento, decepando a ponta desses dedos. Porém, um dia, já desanimado, Tony vai até a casa de um amigo, que lhe apresenta um guitarrista da cena underground britânica, que interpretava músicas de Blues apenas com os dedos indicador e médio. Ao ouvir aquilo, sentiu-se encorajado novamente, e resolveu tocar de novo. Para isso, Tony derreteu a ponta de duas garrafas plásticas,e as modelou para encaixarem nos dedos, e assim poder tocar de novo. O equipamento logo foi substituído por próteses plásticas.
Lemmy (Motherhead)– Roadie e Traficante
Lemmy trabalhou para Hendrix como Roadie e traficante em 1967 e ainda revela casos de Hendrix “Eu fornecia-lhe os ácidos. Dava-lhe 10 e ele ficava com 7 e dav-me 3". Ele era um cavalheiro à moda antiga se uma garota chegava na sala, atirava-se a seus pés”. Lemmy numa digressão aos EUA e Canadá, é preso por posse de droga e despedido pelos Hawkwind, onde foi expulso por ter sido detido no Canadá com anfetaminas.
É um ávido coleccionador de memorabilia da Primeira e Segunda Guerras Mundiais. No filme de Greg Olliver e Wes Orshoski, 2010, vê-se Lemmy a conduzir um tanque no meio de um jardim, vestido a rigor e de charuto na mão.Lemmy é por vezes apontado como Nazi, ao que responde que por ter tido 5 namoradas negras, então isso torna-o um “Nazi falhado”.
Chuck Berry – Cabeleireiro
Charles Edward Anderson Berry um dos precursores do Rock and Roll, iniciou-se na música, em corais evangélicos, levado pelo pai que era pastor protestante. Aos 14 anos teve oseu primeiro contato com uma guitarra, pouco antes de passar uma temporada num reformatório, por furto. Trabalhou como cabeleireiro até conseguir ganhar a vida com a música.
Jimi Hendrix – Pára-quedista
James Marshall "Jimi" Hendrix, serviu às forças armadas e foi, na aeronáutica, um exímio pára-quedista. No entanto, fracturou o pé em treino no exército,e foi dispensado deixando de ir para o Vietname.
Duff McKagan - Ladrão de carros
diz ter sido ladrão de carros, e que chegou a roubar 133 carros e os seus respectivos radios antes de entrar para a música. Slash já roubou uma lancha,diz ele na sua biografia.
Kurt Cobain foi instalador de carpetes, empregado de colégio e roadie da banda Melvins.
Antonio Banderas foijogador de futebol do Málaga de Espanha.
Julia Roberts foi empregada numa geladaria antes de se tornar modelo e começar a fazer cursos de interpretação.
Sharon Stone gastou muita sola de sapato a vender cosméticos de porta em porta.
Jon Bon Jovi foi faxineiro do estúdio Power Station em Nova Jersey.
Rod Stewart – Coveiro
Debbie Harry – Coelhinha da Playboy, e empregada no Max´s Kansas City.
Ozzy Osbourne – Abatedouro, e ajudante na morgue
Elvis Presley – Camionista
Marc Bolan, David Gilmour e Grace Slick – Modelos
Van Morrison – Limpador de janelas
Roger Daltrey e Tony Iommi – Metalúrgicos
A trajetória dele poderia ter tido fim, logo na juventude. Iommi trabalhava na indústria metalúrgica, quando foi chamado para operar uma máquina. Sem qualquer experiência Iommi ficou com os dedos médio e anelar da mão direita nas engrenagens do equipamento, decepando a ponta desses dedos. Porém, um dia, já desanimado, Tony vai até a casa de um amigo, que lhe apresenta um guitarrista da cena underground britânica, que interpretava músicas de Blues apenas com os dedos indicador e médio. Ao ouvir aquilo, sentiu-se encorajado novamente, e resolveu tocar de novo. Para isso, Tony derreteu a ponta de duas garrafas plásticas,e as modelou para encaixarem nos dedos, e assim poder tocar de novo. O equipamento logo foi substituído por próteses plásticas.
Lemmy (Motherhead)– Roadie e Traficante
Lemmy trabalhou para Hendrix como Roadie e traficante em 1967 e ainda revela casos de Hendrix “Eu fornecia-lhe os ácidos. Dava-lhe 10 e ele ficava com 7 e dav-me 3". Ele era um cavalheiro à moda antiga se uma garota chegava na sala, atirava-se a seus pés”. Lemmy numa digressão aos EUA e Canadá, é preso por posse de droga e despedido pelos Hawkwind, onde foi expulso por ter sido detido no Canadá com anfetaminas.
É um ávido coleccionador de memorabilia da Primeira e Segunda Guerras Mundiais. No filme de Greg Olliver e Wes Orshoski, 2010, vê-se Lemmy a conduzir um tanque no meio de um jardim, vestido a rigor e de charuto na mão.Lemmy é por vezes apontado como Nazi, ao que responde que por ter tido 5 namoradas negras, então isso torna-o um “Nazi falhado”.
Chuck Berry – Cabeleireiro
Charles Edward Anderson Berry um dos precursores do Rock and Roll, iniciou-se na música, em corais evangélicos, levado pelo pai que era pastor protestante. Aos 14 anos teve oseu primeiro contato com uma guitarra, pouco antes de passar uma temporada num reformatório, por furto. Trabalhou como cabeleireiro até conseguir ganhar a vida com a música.
Jimi Hendrix – Pára-quedista
James Marshall "Jimi" Hendrix, serviu às forças armadas e foi, na aeronáutica, um exímio pára-quedista. No entanto, fracturou o pé em treino no exército,e foi dispensado deixando de ir para o Vietname.
Duff McKagan - Ladrão de carros
diz ter sido ladrão de carros, e que chegou a roubar 133 carros e os seus respectivos radios antes de entrar para a música. Slash já roubou uma lancha,diz ele na sua biografia.
Kurt Cobain foi instalador de carpetes, empregado de colégio e roadie da banda Melvins.
Antonio Banderas foijogador de futebol do Málaga de Espanha.
Julia Roberts foi empregada numa geladaria antes de se tornar modelo e começar a fazer cursos de interpretação.
Sharon Stone gastou muita sola de sapato a vender cosméticos de porta em porta.
Jon Bon Jovi foi faxineiro do estúdio Power Station em Nova Jersey.
THE GERALDINE FIBBERS
The Geraldine Fibbers Lost Somewhere Between the Earth and My Home, 1995.
The Geraldine Fibbers, blues, tingidos de country, são o veículo de Carla Bozulich uma veterana de longa data da cena pós-punk na Carolina do Sul, que anteriormente pertenceu aos Ethyl Meatplow e Neon Veins. Após separação em 1993, Bozulich forma os Fibbers com o guitarrista Daniel Keenan, o baixista William Tutton, o violinista Jessy Greene, e o baterista Kevin Fitzgerald, estreando no ano seguinte na editora Sympathy for the Record Industry com o EP, Get Thee Gone.
Depois de assinar com a Virgin, o grupo emitiu em 1995 o aclamado Lost Somewhere Between the Earth and My Home, seguido de Butch, em 1997, produzido por Steve Fisk, mais orientado para o rock, e gravado com o novo guitarrista Nels Cline.
Carla Bozulich neste álbum de estréia, distorce o folk para um desolado desempenho de alternative punky-country, e virando o velho estilo das narrativas em retratos brutais e angustiantes da vida à beira do nada.
Concebido nos anos 90, os resultados veiculados pelo tom de Bozulich, estão entre os mais originais, mas nem sempre bem sucedidos.
Caótico, noise, "melodic singalongs" assustador, pensativo e inventivo, tudo soa como se a aniquilação total fosse iminente. Lost é o som country que vai para o inferno.
The Geraldine Fibbers, blues, tingidos de country, são o veículo de Carla Bozulich uma veterana de longa data da cena pós-punk na Carolina do Sul, que anteriormente pertenceu aos Ethyl Meatplow e Neon Veins. Após separação em 1993, Bozulich forma os Fibbers com o guitarrista Daniel Keenan, o baixista William Tutton, o violinista Jessy Greene, e o baterista Kevin Fitzgerald, estreando no ano seguinte na editora Sympathy for the Record Industry com o EP, Get Thee Gone.
Depois de assinar com a Virgin, o grupo emitiu em 1995 o aclamado Lost Somewhere Between the Earth and My Home, seguido de Butch, em 1997, produzido por Steve Fisk, mais orientado para o rock, e gravado com o novo guitarrista Nels Cline.
Carla Bozulich neste álbum de estréia, distorce o folk para um desolado desempenho de alternative punky-country, e virando o velho estilo das narrativas em retratos brutais e angustiantes da vida à beira do nada.
Concebido nos anos 90, os resultados veiculados pelo tom de Bozulich, estão entre os mais originais, mas nem sempre bem sucedidos.
Caótico, noise, "melodic singalongs" assustador, pensativo e inventivo, tudo soa como se a aniquilação total fosse iminente. Lost é o som country que vai para o inferno.
EVANGELISTA
Evangelista "Hello, Voyager",2008.
Evangelista é uma série crescente dos projectos musicais fundados sobre os talentos da cantora, compositora e instrumentista Carla Bozulich. Após a dissolução dos Scarnella, o seu duo de curta duração com o guitarrista e namorado,Nels Cline (que tinha previamente trabalhado com ela nos Geraldine Fibbers) estréia a solo de Bozulich foi com sua interpretação de Red Headed Stranger- o clássico album de Will Nelson.
Bozulich viajou para Montreal para trabalhar no álbum da Constellation, com Shahzad Ismaily, ajudou a produzir e organizar sessões com membros dos A Silver Mt. Zion entre os músicos de apoio.
Lançado em 2006,acabou por ser chamado Evangelista, e Bozulich lançou uma turné internacional em apoio ao álbum, e Bozulich juntaou para os shows o baixista Tara Barnes, juntamente com muitos dos artistas que trabalharam com Bozulich durante as sessões de gravação.
Howard Gardner - Teoria Das Sete Inteligências
“Deve haver mais coisas relacionadas à inteligência do que respostas curtas para perguntas curtas – respostas que prever o sucesso acadêmico e, ainda, na falta de uma melhor maneira de pensar sobre a inteligência, e de melhores maneiras de acessar os recursos de um indivíduo …” Howard Gardner.
Howard Gardner é o autor do livro Frames Of Mind. Ele escreveu em seu livro a teoria das diferenças entre as inteligências. O trabalho de Gardner é focado no potencial intelectual humano. A universidade de Harvard, nos EUA tem nos últimos anos se envolvido em atividades de investigação que exploram a natureza e a realização do potencial humano. O livro de Gardner, Frames of Mind, é o primeiro de uma série que foram emitidas sob a autoridade do projeto de Harvard.
Howard Gardner considera que o teste de QI (quociente de inteligência), é uma forma inadequada de medir a inteligência do indivíduo, ele afirma que o movimento QI é cegamente empírico e com base apenas em testes com poderes de previsão. O teste de QI é muito mais baseada no que o indivíduo aprende e não nas suas competências ou como ele lida com problemas. Não só Gardner considera que o teste de QI é menos adequado, Jean Piaget, um psicólogo suíço, que começou sua carreira em 1920, também. Piaget desenvolveu uma visão diferente e muita poderosa sobre a cognição humana, onde o intelecto humano é dividido em etapas de acordo com sua idade. A partir de Piaget uma nova forma de estudo começou acontecer entre estudantes de psicologia, é a ciência cognitiva.
Gardner diz que há alguns tipos de inteligência relativamente independentes umas das outras e podem ser formadas e combinadas em uma multiplicidade de maneiras adaptativas por indivíduos e culturas. Gardner sugere uma série de diferentes forças intelectuais. Para Gardner, a competência intelectual humana deve implicar um conjunto de competências de resolução de problemas – capacitando o indivíduo para resolver problemas ou dificuldades genuínas que ele ou ela encontra e, quando apropriado, para criar um produto eficaz. Gardner afirma que a inteligência é dividida em sete modelos e avalia que, um indivíduo pode melhor desenvolver um modelo específico de inteligência devido à influência cultural. Os sete modelos de inteligência são:
- Inteligencia lingüística
- Inteligencia musical
- Inteligência lógico-matemática
- Inteligência espacial
- Inteligência corporal-cinestésica
- Inteligência interpessoal
- Inteligência intrapessoal
Howard Gardner é o autor do livro Frames Of Mind. Ele escreveu em seu livro a teoria das diferenças entre as inteligências. O trabalho de Gardner é focado no potencial intelectual humano. A universidade de Harvard, nos EUA tem nos últimos anos se envolvido em atividades de investigação que exploram a natureza e a realização do potencial humano. O livro de Gardner, Frames of Mind, é o primeiro de uma série que foram emitidas sob a autoridade do projeto de Harvard.
Howard Gardner considera que o teste de QI (quociente de inteligência), é uma forma inadequada de medir a inteligência do indivíduo, ele afirma que o movimento QI é cegamente empírico e com base apenas em testes com poderes de previsão. O teste de QI é muito mais baseada no que o indivíduo aprende e não nas suas competências ou como ele lida com problemas. Não só Gardner considera que o teste de QI é menos adequado, Jean Piaget, um psicólogo suíço, que começou sua carreira em 1920, também. Piaget desenvolveu uma visão diferente e muita poderosa sobre a cognição humana, onde o intelecto humano é dividido em etapas de acordo com sua idade. A partir de Piaget uma nova forma de estudo começou acontecer entre estudantes de psicologia, é a ciência cognitiva.
Gardner diz que há alguns tipos de inteligência relativamente independentes umas das outras e podem ser formadas e combinadas em uma multiplicidade de maneiras adaptativas por indivíduos e culturas. Gardner sugere uma série de diferentes forças intelectuais. Para Gardner, a competência intelectual humana deve implicar um conjunto de competências de resolução de problemas – capacitando o indivíduo para resolver problemas ou dificuldades genuínas que ele ou ela encontra e, quando apropriado, para criar um produto eficaz. Gardner afirma que a inteligência é dividida em sete modelos e avalia que, um indivíduo pode melhor desenvolver um modelo específico de inteligência devido à influência cultural. Os sete modelos de inteligência são:
- Inteligencia lingüística
- Inteligencia musical
- Inteligência lógico-matemática
- Inteligência espacial
- Inteligência corporal-cinestésica
- Inteligência interpessoal
- Inteligência intrapessoal
AARON COPLAND - COMO OUVIR (E ENTENDER MUSICA)
Neste livro diferente e fascinante, Aaron Copland, uma das grandes figuras da música norte-americana dos nossos dias, explica como se deve ouvir música do ponto de vista do compositor. Ele analisa o que se ouve e o que se deveria ouvir num trecho de música, e mostra de que maneira um leigo pode desenvolverum entendimento maior e uma verdadeira compreensão da música — pelo simples facto de ouvir com inteligência.
Copland acha que para atingir essa compreensão o ouvinte deve ter noções sobre a criação musical e a sua anatomia — ritmo, melodia, estrutura harmónica. E chama a atenção para amaneira como a execução de um intérprete pode afectar o nosso entendimento do trabalho de um compositor.
Compositor brilhante, Copland é também um intelectual de respeito, e metade da sua fama vem provavelmente das obras que escreveu sobre música, e de uma intensa actividade no sentido de promover a música nos Estados Unidos — com uma atenção especial aos compositores americanos de hoje. Seus pais eram judeus russos que se estabeleceram nos Estados Unidos logo depois da Guerra Civil.
O nome da família era Kaplan, mas as autoridades de imigração registraram Coplan — e Aaron nasceu "na rua mais insípida de Brooklyn" no ano de 1900. Depois de um início promissor como pianista, uma bolsa de estudos da Guggenheim permitiu que viajasse para França em 1921, recomendado a Viñes e Nadia Boulanger. Suas primeiras composições datam da volta aos Estados Unidos, e desde o início revelaram bastante versatilidade de estilo: Copland não parecia fazer diferença entre compor para Ben Goodman, para a Filarmónica de Londres ou para filmes de Hollywood (chegou a ganhar um Oscar pela banda musical de um filme de William Wyler,The Heiress).
A consagração veio em 1930 com o prêmio da RCA Victor para a sua Dance Symphony,
confirmada em 1945 com o prêmio Pulitzer atribuído ao seu bale Appalachan Spring.
Ainda em 1945, Copland tornou-se director assistente do Berkshire Music Center, depois de uma temporada de conferências realizadas em Harvard e na New School for Social Research.
Copland vive actualmente num estábulo reformado com vista para o vale do Hudson, a uma hora de NovaIorque. Trabalhador metódico, diz que gostaria de estar compondo mais e regendo menos, e confessa uma queda pela música pop:
"Acho que os melhores conjuntos pop são muito inventivos, e estão fazendo coisas para esta época, coisas novas e diferentes. O uso da eletrônica, por exemplo, cria para a música moderna um ângulo inteiramente novo. Quando não é amplificada demais, gosto de música pop".
Ele acrescenta que gostou dos Beatles desde o início. "Eles eram extremamente inventivos, mesmo quando estavam no auge. Por causa disso, conseguiram um resultado musical que ninguém mais alcançou. Mas também gosto de outros, como Frank Zappa e os
Mothers of Invention".
Copland acha que para atingir essa compreensão o ouvinte deve ter noções sobre a criação musical e a sua anatomia — ritmo, melodia, estrutura harmónica. E chama a atenção para amaneira como a execução de um intérprete pode afectar o nosso entendimento do trabalho de um compositor.
Compositor brilhante, Copland é também um intelectual de respeito, e metade da sua fama vem provavelmente das obras que escreveu sobre música, e de uma intensa actividade no sentido de promover a música nos Estados Unidos — com uma atenção especial aos compositores americanos de hoje. Seus pais eram judeus russos que se estabeleceram nos Estados Unidos logo depois da Guerra Civil.
O nome da família era Kaplan, mas as autoridades de imigração registraram Coplan — e Aaron nasceu "na rua mais insípida de Brooklyn" no ano de 1900. Depois de um início promissor como pianista, uma bolsa de estudos da Guggenheim permitiu que viajasse para França em 1921, recomendado a Viñes e Nadia Boulanger. Suas primeiras composições datam da volta aos Estados Unidos, e desde o início revelaram bastante versatilidade de estilo: Copland não parecia fazer diferença entre compor para Ben Goodman, para a Filarmónica de Londres ou para filmes de Hollywood (chegou a ganhar um Oscar pela banda musical de um filme de William Wyler,The Heiress).
A consagração veio em 1930 com o prêmio da RCA Victor para a sua Dance Symphony,
confirmada em 1945 com o prêmio Pulitzer atribuído ao seu bale Appalachan Spring.
Ainda em 1945, Copland tornou-se director assistente do Berkshire Music Center, depois de uma temporada de conferências realizadas em Harvard e na New School for Social Research.
Copland vive actualmente num estábulo reformado com vista para o vale do Hudson, a uma hora de NovaIorque. Trabalhador metódico, diz que gostaria de estar compondo mais e regendo menos, e confessa uma queda pela música pop:
"Acho que os melhores conjuntos pop são muito inventivos, e estão fazendo coisas para esta época, coisas novas e diferentes. O uso da eletrônica, por exemplo, cria para a música moderna um ângulo inteiramente novo. Quando não é amplificada demais, gosto de música pop".
Ele acrescenta que gostou dos Beatles desde o início. "Eles eram extremamente inventivos, mesmo quando estavam no auge. Por causa disso, conseguiram um resultado musical que ninguém mais alcançou. Mas também gosto de outros, como Frank Zappa e os
Mothers of Invention".
AARON COPLAND - COMO OUVIR (E ENTENDER MUSICA)
1. Preliminares
Todos os livros sobre como entender música concordam num ponto: você não pode obter uma melhor apreciação dessa arte simplesmente lendo um livro sobre ela. Se você quiser entender melhor a música melhor, não há coisa mais importante a fazer do que ouvir música. Não há nada que possa substituir esse hábito. Tudo o que eu tenho a dizer nesse livro refere-se a uma experiência que você só pode obter fora desse livro. Você perderá tempo, provavelmente, ao lê-lo, se não tomar a resolução de ouvir mais música do que ouvira anteriormente. Todos nós, profissionais e não profissionais, estamos sempre tentando aprofundar o nosso conhecimento da música. Ler um livro às vezes ajuda. Mas nada pode substituir a experiência direta da música.
Felizmente, as oportunidades de se ouvir música são hoje muito maiores do que jamais o foram. Com a crescente disponibilidade de boa música, no rádio ou na aparelhagem, para não falar do cinema, não há quase ninguém que não tenha a oportunidade de ouvir música. De facto, como me disse um amigo há pouco tempo, hoje em dia todos tem a possibilidade de não entender música.
Sempre me pareceu que tem havido uma tendência a exagerar as dificuldades da compreensão musical. Nós, músicos, estamos sempre encontrando alguma boa alma que afirma com toda a segurança: "Gosto muito de música, mas não entendo nada a respeito". Os meus amigos teatrólogos ou romancistas encontram mais raramente pessoas que digam: "Não entendo nada de teatro, ou de literatura". No entanto, mantenho a forte suspeita de que aquelas mesmas pessoas, tão modestas a respeito de música, teriam as mesmas razões para serem modestas a respeito das outras artes. Ou, para ser mais gentil, teriam as mesmas razões para não serem tão modestas em relação à música. Se você tem qualquer sentimento de inferioridade quanto às suas reações musicais, tente livrar-se dele; muitas vezes, é um sentimento injustificado.
De qualquer maneira, você não tem razão para ser pessimista em relação à sua capacidade musical antes de ter alguma idéia sobre o que significa ser musical. Há muitas noções estranhas difundidas a esse respeito. Estamos sempre ouvindo histórias sobre pessoas que "são tão musicais que podem ir ao cinema e depois tocar no piano todas as melodias do filme". O facto em si indica uma certa musicalidade, mas não necessariamente o tipo de sensibilidade à música que nos interessa aqui. O animador de auditório que imita um actor ainda não é um actor, e quem faz mímica musical não é obrigatoriamente dono de uma musicalidade profunda. Outro atributo que é sempre exibido quando se trata de provar musicalidade é o do ouvido absoluto. Ser capaz de reconhecer a nota lá quando você a ouve pode ser útil em alguns casos, mas certamente não basta para provar, por si mesmo, que você é uma pessoa musical. O ouvido absoluto indica apenas uma musicalidade de superfície que tem pouca significação diante do verdadeiro entendimento da música que nos interessa aqui.
Há, entretanto, um requisito mínimo para o ouvinte potencialmente inteligente. Ele deve ser capaz de reconhecer uma melodia ao ouvi-la. Se há o que se chama surdez musical, ela significa a incapacidade para reconhecer uma melodia. Essa pessoa tem toda a minha simpatia, mas não pode ser ajudada, assim como os que são insensíveis às cores não podem interessar a um pintor. Mas se você acha que pode reconhecer uma determinada melodia — não cantar a melodia, mas reconhecê-la quando é tocada, mesmo depois de um intervalo de alguns minutos, e depois que melodias diferentes também foram tocadas —, então a chave da apreciação musical está nas suas mãos.
Não basta ouvir música em relação aos momentos diferentes de que ela é composta. Você deve ser capaz de relacionar o que está ouvindo em um determinado momento com o que aconteceu antes e com o que está para vir. Em outras palavras, a música é uma arte que se desenrola no tempo, e nesse sentido, ela é como um romance, com a diferença que os episódios romanescos ficam mais facilmente na memória, em parte porque se trata de cenas da vida e em parte porque sempre se pode voltar atrás e refrescar a memória.
Os "acontecimentos" musicais têm uma natureza mais abstrata, de modo que o acto de reuni-los novamente na imaginação não é tão fácil como na leitura de um romance. É por isso que você deve ser capaz de reconhecer uma melodia. Pois a coisa que ocupa, na música, o lugar da história é, geralmente, a melodia. A melodia, via de regra, é o significado da peça. Se você não pode reconhecer a melodia na sua primeira aparição, e seguir as suas peregrinações e a sua metamorfose final, acho difícil que você possa acompanhar o desenvolvimento de uma obra. Você estará tendo uma consciência muito vaga da música. Mas reconhecer a melodia significa que você sabe onde está, em termos musicais, e tem uma boa chance de saber para onde está indo. Este é o único "sine qua non" para uma compreensão mais inteligente da música.
Nenhum compositor acreditaria que há atalhos fulminantes levando a uma melhor apreciação da música. A única maneira de ajudar o ouvinte é indicar o que está realmente contido na música, e explicar da melhor maneira o como e o porquê da questão. O ouvinte deve fazer o resto por si mesmo.
2. Como Você Ouve
Todos nós ouvimos música de acordo com as nossas aptidões variáveis. Mas, para utilidade da análise, o processo completo da audição pode se tornar mais claro se nós o decompusermos nas suas partes componentes. Sob um certo aspecto, todos nós ouvimos música em três planos distintos. À falta de terminologia mais exacta, poderíamos chamá-los de (1) plano sensível, (2) plano expressivo, (3) plano puramente musical. A única vantagem de dividir dessa maneira o processo auditivo é a visão mais clara que se pode ter da maneira como se ouve.
A maneira mais simples de ouvir música é entregar-se totalmente ao próprio prazer do som. Esse é o plano sensível. É o plano em que nós ouvimos música sem pensar, sem tomar muita consciência disso. Ligamos o rádio enquanto fazemos outra coisa e tomamos um banho de som. A mera percepção do som já é capaz de produzir um estado mental que não é menos atraente por ser desprovido de idéias.
Você pode estar sentado na sala lendo este livro. Imagine uma nota percutida no piano. Essa nota, por si só, é capaz de mudar a atmosfera da sala — o que prova que o elemento sonoro da música é um agente estranho e poderoso, que seria tolice subestimar.
O que é surpreendente, entretanto, é que muitas pessoas que se consideravam ouvintes de qualidade abusam desse plano na sua audição. Vão a um concerto para esquecer-se de si mesmas; usam a música como consolação ou subterfúgio. Entram em um mundo ideal onde não se tem de pensar nas realidades de todo dia. Naturalmente, elas também não estão pensando na música. A música permite que elas a abandonem, e elas viajam para um lugar de sonho, sonhando a propósito de uma música que ainda não chegaram a ouvir.
É verdade que o apelo sonoro da música é uma força primitiva e poderosa, mas você não deve permitir que ele usurpe uma parte desproporcionada do seu interesse. O plano sensível é muito importante na música, e até muito importante, mas é apenas uma parte da história.
Não há necessidade de maiores digressões a propósito desse plano. A atração que ele exerce sobre qualquer pessoa normal é algo de evidente. Existe, entretanto, a possibilidade de nos tornarmos mais sensíveis aos vários tipos de matéria sonora usados pelos diversos compositores. Pois os compositores não usam essa matéria sonora da mesma maneira. Evite a idéia de que o valor da música é proporcional ao seu apelo sensório, ou de que a música que tem o som mais atraente é feita pelos maiores compositores. Se fosse assim, Ravel seria maior do que Beethoven. A verdade é que o elemento sonoro varia para cada compositor; a utilização do som faz parte do estilo, de cada um, e deve ser levada em conta no nosso processo de audição. Pode-se observar, assim, que uma atitude mais consciente tem valor mesmo nesse plano primário da audição.
O segundo plano em que a música existe é o que eu chamei de expressivo. Aqui entramos, imediatamente, em terreno controvertido. Os compositores gostam de se esquivar a qualquer discussão sobre o lado expressivo da música. Não foi o próprio Stravinsky quem proclamou que a sua música era um "objecto", uma "coisa", dotada de vida própria e sem qualquer outro significado além da sua simples existência musical? Essa atitude intransigente de Stravinsky pode originar-se do facto de que tantas pessoas são levadas a atribuir significados diferentes a tantas peças; só Deus sabe como é difícil dizer precisamente o que é que significa uma peça musical, e dize-lo de uma maneira definitiva, que satisfaça a todo mundo. Mas isso não deveria levar-nos ao extremo de negar à música o direito de ser "expressiva".
A minha própria opinião é de que toda música tem o seu poder expressivo, algumas mais e outras menos, mas todas têm um certo significado escondido por trás das notas, e esse significado constitui, afinal, o que uma determinada peça está dizendo, ou o que ela pretende dizer. O problema pode ser colocado de uma maneira mais simples perguntando-se: "A música tem um significado?" Ao que a minha resposta seria "Sim". E depois: "Você pode dizer em um certo número de palavras que significado é esse?" E aqui a minha resposta seria "Não". Aí é que está a dificuldade.
As pessoas de natureza mais simples nunca se contentarão com essa resposta à segunda pergunta. Elas sempre desejam que a música tenha um sentido, e quanto mais concreto, melhor. A música lhes parece tanto mais expressiva quanto lhes represente com mais exactidão um comboio, uma tempestade, um funeral ou alguma outra noção conhecida. Essa idéia popular do significado musical — estimulada pelo hábito contemporâneo de comentar a música — deveria ser desencorajada em qualquer circunstância.
Uma senhora tímida confessou-me certa vez que suspeitava fortemente da sua capacidade de entender música, já que era incapaz de a relacionar com algo de definido. Isso, naturalmente, significa uma inversão completa do problema.
Ainda assim, a questão permanece; até onde deveria o ouvinte inteligente esforçar-se para' identificar um determinado sentido na peça de sua preferência? A minha opinião é de que ele não deveria ir além de um conceito geral. A música expressa, em momentos diferentes, serenidade ou exaltação, tristeza ou vitória, fúria ou delícia. Ela expressa cada um desses moods, e muitos outros, em uma variedade infinita de nuances e diferenças. Ela pode mesmo apontar para estados de espírito a que não corresponde palavra alguma em língua conhecida.
Nesse caso, os músicos gostam de dizer que ela tem apenas o seu significado musical. Eles às vezes vão mais longe e dizem que toda e qualquer música tem apenas um significado musical. O que querem dizer com isso é que não há palavras apropriadas para a expressão do sentido musical, e mesmo se elas existissem, não haveria necessidade de procurar por elas.
Mas seja qual for a opinião do músico profissional, a maioria dos novatos em música gostam de procurar palavras específicas que adaptam às suas reações musicais. É por isso que eles sempre acham Tchaikovsky mais fácil de "entender" do que Beethoven. É mais fácil aplicar uma palavra interpretativa a uma peça de Tchaikovsky do que a uma de Beethoven. Muito mais fácil. Além disso, em relação a Tchaikovsky, cada vez que você ouve novamente uma das suas obras ela lhe diz aproximadamente a mesma coisa, enquanto com Beethoven é bem mais difícil arriscar uma opinião sobre o que ele está dizendo ou querendo dizer.
E qualquer músico lhe dirá que é por isso que Beethoven é o maior dos dois. A música que sempre diz a mesma coisa tende necessariamente a gastar mais depressa o seu poder expressivo, enquanto a música cujo significado oscila a cada audição tem as melhores chances de permanecer viva.
Ouça, se puder, os temas das 48 fugas do Cravo Bem Temperado. Ouça cada tema, um depois do outro. Você logo perceberá que cada tema espelha um mundo emotivo diferente. Você também perceberá que quanto mais belo lhe parece um tema, mais difícil se torna achar para ele uma explicação verbal que satisfaça a você mesmo. Claro, você pode quase sempre saber se o tema é alegre ou triste. Em outras palavras, você será capaz, na sua mente, de traçar uma fronteira de sentimentos ao redor do tema. Agora preste mais atenção ao tema "triste". Tente definir a qualidade exata da sua tristeza. Ele é pessimistamente triste ou resignadamente triste? Definitivamente triste ou casualmente triste?
Suponhamos que você tem sorte e pode descrever em algumas palavras o significado do tema, de uma maneira que lhe satisfaça. Ainda assim não há nenhuma garantia de que outras pessoas se satisfariam com isso. Nem há necessidade de que elas se satisfaçam. O que é importante é que cada um sinta por si mesmo a qualidade expressiva que caracteriza um tema, ou uma peça musical completa. E se tratar de uma grande obra de arte, não espere que ela lhe diga sempre a mesma coisa em audições sucessivas.
Os temas ou obras completas não precisam, naturalmente, expressar uma única emoção. Tome, por exemplo, o primeiro tema importante da Nona Sinfonia. Ele é feito, claramente, de elementos distintos. Não diz apenas uma coisa. E no entanto, quem quer que o ouça é afectado imediatamente por um sentimento de força e de poder. Esse poder não resulta simplesmente do facto de que o tema é tocado a um volume considerável; é um poder inerente ao próprio tema. A sua força extraordinária faz com que o ouvinte tenha a impressão de ter ouvido uma declaração da maior importância.
Mas não deveríamos nunca confundir essa declaração com "o martelo implacável da vida" e coisas semelhantes. É aí que os problemas começam. Exasperado, o músico diz que ali não há senão notas de música, enquanto o leigo continua a procurar ansiosamente alguma explicação que lhe dê a ilusão de estar mais próximo do significado da obra.
O leitor estará entendendo melhor, agora, o que eu quero dizer quando afirmo que a música tem um significado expressivo, mas que não há palavras para dizer que significado é esse. O terceiro plano em que a música existe é o plano puramente musical. Além da atração do som e dos sentimentos expressivos que ela transmite, a música existe no plano das próprias notas e da sua manipulação. A maioria dos ouvintes não tem suficiente consciência desse terceiro plano. Uma das principais finalidades deste livro é atender a essa deficiência.
O músico profissional, por outro lado, costuma sofrer do defeito contrário, dando uma excessiva atenção às notas. Obcecado pelos seus arpeggios e staccatos, ele perde de vista muitas vezes a dimensão profunda do que está executando. Mas do ponto de vista do leigo, não se trata tanto de extirpar maus hábitos do ponto de vista exclusivamente musical como de aumentar a consciência desse plano, o plano das notas propriamente ditas.
Quando o homem da rua ouve essas notas com algum grau de concentração, ele costuma fazer sempre menção à melodia. Ou ele percebe uma melodia de que gosta ou não percebe, e a coisa fica nisso. Não sendo a melodia, pode ser que ele chegue a prestar atenção ao ritmo, quando se trata de um ritmo excitante. Mas a harmonia e o timbre — o colorido tonal — costumam passar como coisas óbvias, se é que a sua existência é reconhecida. Quanto à possibilidade de que a música tenha alguma espécie de forma definida, isso não ocorre jamais a esse nosso cidadão.
Para qualquer um de nós, é muito importante tornar-se mais atento ao plano exclusivamente musical. Afinal de contas, a música implica um material concreto que está sendo utilizado. O ouvinte inteligente deve estar preparado para aumentar a sua percepção do material musical e do que acontece a ele. Deve ouvir as melodias, os ritmos, as harmonias, o colorido tonal, de uma maneira mais consciente. Mas acima de tudo, para que possa seguir o pensamento do compositor, deve conhecer alguma coisa sobre os princípios da forma musical. Entender todos esses elementos é entender o plano exclusivamente musical.
Deixem-me repetir que eu só dividi artificialmente esses planos hipotéticos da audição para obter uma clareza maior. Na verdade, nunca ouvimos a um ou outro desses planos. O que nós fazemos é combiná-los, ouvindo-os ao mesmo tempo.
E isso não exige qualquer esforço mental, porque é feito instintivamente. Talvez essa correlação fique mais clara através de uma analogia com o que nos acontece quando vamos ao teatro. No teatro, você percebe os atores e atrizes, as roupas e os cenários, os sons e os movimentos. Tudo isso nos dá a sensação de que o teatro é um lugar agradável de se estar. É o plano sensório das nossas reações teatrais.
O plano expressivo, no teatro, viria dos sentimentos despertados em você pelo que está acontecendo no palco. Você é levado à piedade, à excitação ou à alegria. Esse sentimento, gerado pelas palavras que estão sendo pronunciadas, e que criam um determinado mundo emocional, é análogo à qualidade expressiva da música.
A história e o seu desenvolvimento eqüivale ao nosso plano puramente musical. O dramaturgo cria e desenvolve um caráter da mesma maneira como um compositor cria e desenvolve um tema. De acordo com o grau de consciência que você tenha dos processos artísticos utilizados em um e outro campo, você será um ouvinte ou espectador inteligente — ou não.
E fácil perceber que o espectador, no teatro, por melhor que ele seja, nunca está consciente desses elementos em separado dos outros. Ele percebe todos ao mesmo tempo. O mesmo se pode dizer da audição da música. Ouvimos simultaneamente, sem pensar, os três planos que aqui foram divididos hipoteticamente.
Em certo sentido, o ouvinte ideal está ao mesmo tempo dentro e fora da música, julgando-a e desfrutando-a, desejando que ela fosse para um lado e observando como ela vai para o outro — quase como o compositor no momento em que compõe, porque para escrever a sua música, o compositor deve estar dentro e fora dela, levado por ela e ao mesmo tempo friamente consciente do que está ocorrendo. Uma atitude subjectivoobjetiva está implícita na criação e na apreciação da música.
O ouvinte deveria, assim, procurar uma maneira mais activa de ouvir. Seja ouvindo Mozart ou Duke Ellington, você pode aprofundar o seu entendimento da música simplesmente tornando-se um ouvinte mais atento e consciente — não alguém que está apenas ouvindo, mas alguém que está ouvindo alguma coisa.
http://www.4shared.com/office/S7STamR6/livro-como_ouvir_e_entender_mu.html, ou em http://www.scribd.com/doc/6946285/LivroComo-ouvir-e-entender-musicaAARON-COPLANDou no mediafire, pode fazer download completo do livro.
CLEM SNIDE
Ifar "Eef" Barzelay músico norte-americano, nascido em Tel Aviv, Israel, mais conhecido como o principal compositor e vocalista da banda de alt country, Clem Snide, de Boston, já fez uma tourné tanto como headliner e como em apoio de outros artistas, como Ben Folds.
Em 2006 Barzelay lançou o seu álbum de estreia a solo intitulado Bitter Honey. Em 2007 ele compôs temas originais para o filme Rocket Science. O segundo álbum solo, Lose Big, foi lançado em 2008.
Em 2009, Barzelay reformulou os Clem Snide. Lançou em 2009, Hungry Bird, originalmente gravado em 2006, e The Meat of Life, em 2010. Significativamente, o nome da banda foi retirado de uma personagem do romance de William S. Burroughs, Naked Lunch.A carreira do grupo teve um apreciado impulso de sucesso, quando uma canção do álbum, "Moment in the Sun", foi escolhida como tema para a série de televisão Ed. Várias turnés por todo o mundo seguiram-se ao longo de 2002.
Para quinto álbum da banda, End of Love, 2005, trouxeram uma equipa, que incluía Ben Perowsky ( The Lounge Lizards),Lara Meyerratken (Crooked Fingers), Paul Burch (Lambchop, Paul Burch & the WPA Ballclub), Tony Crow, e Ben Martin (Lambchop).
Evocando um som doce e melancólico que funde a sonoridade pop vintage, o clima de fim de noite de cool jazz, o espírito solitário do clássico country, e o delicado toque de folk, continuando na tradição de Nick Drake, Smog, Clem Snide são um trio que já passou por varias mudanças, uma vez que se formaram em 1991.
MARNIE STERN
Marnie "Marnie Stern", 2010. Para aqueles que apreciaram o brilho barulhento da iconoclasta guitarrista e compositora Marnie Stern nos dois primeiros álbuns, sabe que não será mais intenso, criativo, pronunciados e frenéticos riffs de guitarra, melodias, quase inigualáveis, acompanhado pelo baterista hiperativo, e igualmente tecnicista, Zach Hill. Estes elementos encontram o seu caminho nas suas formas de música original, e o auto-intitulado album não é muito diferente dos seus antecessores. No ano passado,no verâo fez uma pequena tourné - Tera Melos – 2011 Tour w/ Marnie Stern.
14/02/2012
THE MARS VOLTA
Apesar do fato também se reunirem com sua antiga banda, At The Drive-In, para o Coachella e uma turné, Cedric Bixler-Zavala e Omar Rodríguez-López vão lançar outro disco como Mars Volta, esta Primavera. Hoje, revelaram o primeiro single do sexto longa-duração, Noctourniquet “The Malkin Jewel” um balançante jam psych do seu conhecido estilo, que já tem data de lançamento, 27 Março, 2012.
ALBUM PARA OUVIR ANRES DE MORRER - CAN
Can – “Ege Bamyasi” (1972)
Ege Bamyasi é o mais próximo de um LP pop que pode haver. Isso não quer dizer que é pop, mas há, pelo menos, canções bem defenidas com ranhuras de melodia agradável.
Nunca foram muito mais do que uma banda de culto, até mesmo os críticos tiveram um tempo difícil para apreciar sua música, ainda que os seus álbuns oferecem algum do melhor rock experimental já registado.
Ege Bamyasi abre com a rapida percussão 'Pinch', nove minutos de sulco na qual todo o grupo parece estar em furia, em torno da direção da bateria de Jaki Leibezeit, os vocais( monólogo)de Damo Suziki, os teclados de Schmidt, o baixo abrupto de Holger Czukay, que espalha rígidas percussivas para a arena. Spoon", a última canção, que fecha o álbum, é particularmente excelente, o seu som insinua uma influência de tudo desde o início de canções como Ultravox "Hiroshima Mon Amour" como os ritmos em muitos dos primeiros trabalhos de Gary Numan.
Sempre, pelo menos, três passos à frente da música popular contemporânea, foram o grupo de rock líder da vanguarda dos anos 70. Do seu início, sua música não se conformava com as noções comuns sobre rock & roll - nem mesmo aqueles das contraculturas. Inspirado pela música mais clássica do século 20 do que Chuck Berry, os seus contemporâneos estavam mais próximos de Frank Zappa ou, possivelmente, dos Velvet Underground. No entanto, a sua música era mais séria e inacessível do que qualquer um desses artistas.
Ao longo da sua carreira, a formação dos Can ia fluido, com vários membros e diferentes vocalistas ao longo dos anos, o nucleo da banda núcleo permaneceu, com o teclista Irmin Schmidt, o baterista Jaki Leibezeit, o guitarrista Michael Karoli, e o baixista Holger Czukay. Durante os anos 70, foram extremamente prolíficos, registando até três álbuns por ano no auge da sua carreira.
Quando a banda se separou em 1978 após o sucesso do album Flow Motion,e do hit "I Want More", deixaram para trás um corpo de trabalho que tem se mostrado surpreendentemente inovador; os ecos da música dos Can pode ser ouvida nos Public Image Limited, The Fall, Einstürzende Neubauten, entre tantros outros.
Ege Bamyasi é o mais próximo de um LP pop que pode haver. Isso não quer dizer que é pop, mas há, pelo menos, canções bem defenidas com ranhuras de melodia agradável.
Nunca foram muito mais do que uma banda de culto, até mesmo os críticos tiveram um tempo difícil para apreciar sua música, ainda que os seus álbuns oferecem algum do melhor rock experimental já registado.
Ege Bamyasi abre com a rapida percussão 'Pinch', nove minutos de sulco na qual todo o grupo parece estar em furia, em torno da direção da bateria de Jaki Leibezeit, os vocais( monólogo)de Damo Suziki, os teclados de Schmidt, o baixo abrupto de Holger Czukay, que espalha rígidas percussivas para a arena. Spoon", a última canção, que fecha o álbum, é particularmente excelente, o seu som insinua uma influência de tudo desde o início de canções como Ultravox "Hiroshima Mon Amour" como os ritmos em muitos dos primeiros trabalhos de Gary Numan.
Sempre, pelo menos, três passos à frente da música popular contemporânea, foram o grupo de rock líder da vanguarda dos anos 70. Do seu início, sua música não se conformava com as noções comuns sobre rock & roll - nem mesmo aqueles das contraculturas. Inspirado pela música mais clássica do século 20 do que Chuck Berry, os seus contemporâneos estavam mais próximos de Frank Zappa ou, possivelmente, dos Velvet Underground. No entanto, a sua música era mais séria e inacessível do que qualquer um desses artistas.
Ao longo da sua carreira, a formação dos Can ia fluido, com vários membros e diferentes vocalistas ao longo dos anos, o nucleo da banda núcleo permaneceu, com o teclista Irmin Schmidt, o baterista Jaki Leibezeit, o guitarrista Michael Karoli, e o baixista Holger Czukay. Durante os anos 70, foram extremamente prolíficos, registando até três álbuns por ano no auge da sua carreira.
Quando a banda se separou em 1978 após o sucesso do album Flow Motion,e do hit "I Want More", deixaram para trás um corpo de trabalho que tem se mostrado surpreendentemente inovador; os ecos da música dos Can pode ser ouvida nos Public Image Limited, The Fall, Einstürzende Neubauten, entre tantros outros.
WHITE HILLS
White Hills "Pads of Light", 2012, Thrill Jockey.
Como vagueando numa névoa densa e druggy, o álbum auto-intitulado album dos White Hills, é como um farol stoner rock, hipnoticamente orientando o ouvinte com camada sobre camada de penugem e reverb para um destino desconhecido. Gravado no estúdio Ocropolis dos Oneida, e com Kid Millions na bateria, evocando o hipnotizante, Krautrock de influência psych dos Oneida do album Each One Teach One, usando a repetição e uma mudança sutbil para lentamente construir músicas, que se aproximam do espaço e som dos pioneiros espaciais de rock Hawkwind. Com sua marca de trippy rock synth, expandindo em todas as direções, e acrescentando camadas de noise, os solos de guitarra, o baixo, nos tons mais lentos, é quase Sunn0))).Mantendo a conexão forte com os Oneida, a banda voltou para o seu estúdio Ocropolis, para trabalhar no seu próximo álbum com Shahin Motia, resultando em H-p1, 2011. Este ano, na semana passada, a 13 Fevereiro, editam "Pads of Light", via Thrill Jockey.
Como vagueando numa névoa densa e druggy, o álbum auto-intitulado album dos White Hills, é como um farol stoner rock, hipnoticamente orientando o ouvinte com camada sobre camada de penugem e reverb para um destino desconhecido. Gravado no estúdio Ocropolis dos Oneida, e com Kid Millions na bateria, evocando o hipnotizante, Krautrock de influência psych dos Oneida do album Each One Teach One, usando a repetição e uma mudança sutbil para lentamente construir músicas, que se aproximam do espaço e som dos pioneiros espaciais de rock Hawkwind. Com sua marca de trippy rock synth, expandindo em todas as direções, e acrescentando camadas de noise, os solos de guitarra, o baixo, nos tons mais lentos, é quase Sunn0))).Mantendo a conexão forte com os Oneida, a banda voltou para o seu estúdio Ocropolis, para trabalhar no seu próximo álbum com Shahin Motia, resultando em H-p1, 2011. Este ano, na semana passada, a 13 Fevereiro, editam "Pads of Light", via Thrill Jockey.
Alexis Krauss (Sleigh Bells) + Deerhunter Cover Pylon
DFA tem sido fundamental para canonizar a banda de Athens, Georgia, Pylon,tendo relançado os seus dois álbuns Girate (1980) e Chomp (1983).
O crítico musical / co-fundador dos UI (e associado divulgador integral, conhecido por escrever sobre a música para o The New Yorker),Sasha Frere-Jones fez um remix das lendas do underground, os Pylon de "Yo-Yo" duas vezes, adicionando novos elementos, incluindo os vocais do Sleigh Bells, o vocalista Alexis Krauss. "Yo-Yo (Calvinist Saved Remix)" estará disponível como o B-Side de uma edição limitada de 7´.
O Deerhunter "mainman" Bradford Cox, que nasceu em Athens, e que citou os Pylon como um dos seus primeiros amores musicais, oferece agora a sua banda oferece uma cover dos seus anciãos, do single de estréia de 1980, 'Cool'.
A. Deerhunter – Cool
B. Pylon – Yo-Yo (Calvinist Remix)
O crítico musical / co-fundador dos UI (e associado divulgador integral, conhecido por escrever sobre a música para o The New Yorker),Sasha Frere-Jones fez um remix das lendas do underground, os Pylon de "Yo-Yo" duas vezes, adicionando novos elementos, incluindo os vocais do Sleigh Bells, o vocalista Alexis Krauss. "Yo-Yo (Calvinist Saved Remix)" estará disponível como o B-Side de uma edição limitada de 7´.
O Deerhunter "mainman" Bradford Cox, que nasceu em Athens, e que citou os Pylon como um dos seus primeiros amores musicais, oferece agora a sua banda oferece uma cover dos seus anciãos, do single de estréia de 1980, 'Cool'.
A. Deerhunter – Cool
B. Pylon – Yo-Yo (Calvinist Remix)
BONNAROO FESTIVAL 2012
Bonnaroo Festival 2012,no Tennessee, volta a Manchester 6/7-10, acabou agora de anunciar a programação. Este ano, os cabeças de cartaz são os Radiohead, a reunião dos Beach Boys, os Red Hot Chili Peppers, e Phish. O projecto também dispõe de toneladas de outros grandes nomes:Bon Iver, The Shins, Aziz Ansari, the Avett Brothers, Feist, the Roots, Black Star, Major Lazer, St. Vincent, tUnE-YarDs, Ben Folds Five, Ludacris, Flying Lotus, Little Dragon, Battles, Danny Brown, Bad Brains, SBTRKT, the Black Lips, Kendrick Lamar, the Antlers, the Joy Formidable, Das Racist, Kurt Vile, Kathleen Edwards, Laura Marling, Mogwai, the War On Drugs, EMA, Here We Go Magic, White Denim, e Dale Earnhardt Jr. .
VALENTINE DAY - A BANDA SONORA
De acordo com um estudo recente, mais da metade de todos os homens com menos de 60 anos pensam em sexo pelo menos uma vez por dia, e pelo menos um quarto das mulheres fazem o mesmo. Uma vez que começamos a traduzir o pensamento em ação e envolver todos os sentidos no processo de namoro, regularmente usando estímulos externos para nossa vantagem - assombrosos alimentares da língua, têxteis a provocar na pele, e muitas vezes a música reforça a mensagem da nossa busca. Com isso em mente e com o Dia dos Namorados algumas das melhores bandas sonoras para o sexo.
Albums:
Miles Davis - Kind of Blue
Marvin Gaye - Let's Get It On
Roxy Music - Avalon
Serge Gainsbourg - Histoire de Melody Nelson
The Passions - Thirty Thousand Feet Over China
Leonard Cohen - Songs of Love and Hate
Massive Attack - Mezzanine
Van Morrison - Astral Weeks
Portishead - Dummy
Tindersticks - Tindersticks [II]
Cowboy Junkies - The Trinity Session
Lovage - Music to Make Love to Your Old Lady By
Zero 7 - Simple Things
Smashing Pumpkins - Adore
Red House Painters - Down Colorful Hill
Peter Gabriel - Passion: Music from The Last Temptation of Christ
John Coltrane - A Love Supreme
Faixas:
Serge Gainsbourg - Je T'Aime Moi Non Plus
The Passions - I'm in Love with a German Film Star
D'Angelo - How Does It Feel
Marvin Gaye - Sexual Healing
Mary J. Blige - I'm Goin' Down
Me' Shell NdegeOcello - Soul Searchin' (I Wanna Know If It's Mine)
Prince - Adore
13/02/2012
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