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21/10/2012

SUFJAN STEVENS

Sufjan Stevens vai com o jingle-jangle a caminho em toda a América,vinte e quatro datas em menos de 30 dias, compartilhando reverentes hinos e canções pop do seu próximo álbum de Natal Silver & Gold. “The Sirfjam Stephanapolous Christmas Sing-A-Long Seasonal Affective Disorder Spectacular Music Pageant Variety Show Disaster”, vai ser uma festa trágica-cómico para os ouvidos e os olhos. Sufjan será acompanhado por uma banda que inclui Rosie Thomas, Nedelle Torrisi, Casey Foubert, James McAlister, e Ben Lanz,tocando todos os hits das Christmas box sets.

27/11/2011

Sufjan Stevens

Sufjan Stevens Greetings from Michigan: The Great Lakes State, Asthmatic Kitty / Sounds Familyre; 2003

24/02/2011

SUFJAN STEVENS

No rescaldo de um dos maiores festivais de música independente da Europa, o Primavera Sounds, Sufjan Stevens vai apresentar The Age of Adz no Porto e em Lisboa a 30 e 31 de Maio.

O norte-americano autor de Illinoise, 2005, traz Portugal o seu mais recente disco, The Age of Adz, editado em 2010. Ao contrário do que aconteceu há sete anos, primeira edição do Festival Para Gente Sentada apresenta-se com banda, e terá na sua companhia DM Stith, o projecto de David Michael Stith, que assegurará as primeiras partes dos concertos em Lisboa e Porto.

Sufjan Stevens junta-se a artistas que passa por Portugal no pós-Primavera Sounds de Barcelona - PJ Harvey, Twin Shadow, M. Ward..... .

13/10/2010

SUFJAN STEVENS

The Age of Adz quebra a promessa do músico norte-americano de gravar um álbum sobre cada um dos 50 estados norte-americanos. Este álbum tem navegado numa tempestade de críticas de perfeito na blogosfera. Eu tenho os dois primeiros.

The Age of Adz,é considerado por Sufjan Stevens "uma libertação em relação ao fardo do peso conceptual dos últimos discos". Em entrevista ao jornal Irish Times o músico de Detroit clarifica a sua posição: "Quis ser directo, precisava de abanar um pouco. É mais pessoal porque não tinha um objecto onde pudesse projectar algum significado, fiquei remetido aos meus instintos, aos meus impulsos emocionais. Reduzi a linguagem a um núcleo, princípios fundamentais de amor e solidão".

"Permiti-me exprimir todos os meus sentimentos em matéria de facto, quase em termos de cliché. O tamanho do álbum é uma resposta ao caos teatral que caracterizou todo meu trabalho anterior. Estava a ficar farto da conversa psicológica vaga e auto-consciente. Fartei-me de mim e da minha abordagem frustrada a tudo".

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