Por sua própria admissão, Mark Lanegan nunca foi um "levantador de pesos". Talvez por isso o líder passou a maior parte da última década, compartilhando a "carga de trabalho" com parceiros como Josh Homme, Greg Dulli, Isobel Campbell, o Inglês Rich Machin, e Ian Glover (Soulsavers).
Mas, enquanto o soft-spoken anti-rock star, ironicamente tem proeminentes estrelas negras tatuadas entre os seus dedos, pareceu mais do que contente em ser o discreto Gutter Twin, ou receber facturação ao segundo atrás de Isobell Campbell, e o barítono bluesy Lanegan, que assim muitas vezes toma o centro das atenções indesejadas.
Blues Funeral, sétimo álbum a solo de Lanegan, sob atenção, o segundo desviando o apelido para Mark Lanegan Band, com o retorno produtor / músico Alain Johannes (Eleven, Queens of the Stone Age) e o lendário baterista Jack Irons ajudando Lanegan ainda mais na sua marca preferida de dead-slow rock.
A internet é hoje em dia o reflexo daquilo que somos para o bem e para o mal. Eu criei este blogue com o objectivo de falar sobre a cultura pop - musica, cinema, livros, fotografia, dança... porque gosto de partilhar a minha paixão, o meu conhecimento a todos. O meu amor pela música é intenso, bem como a minha curiosidade pelo novo. Como não sou um expert em nada, sei um pouco de tudo, e um pouco de nada, o gosto ultrapassa as minhas dificuldades. Todos morremos sem saber para que nascemos.
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09/02/2012
MARK LANEGAN
Postado por
Rui Carvalho
às
quinta-feira, fevereiro 09, 2012
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24/06/2010
MARK LANEGAN
Mark Lanegan tem um grande currículo : Queens of The Stone Age, Mad Season, Soulsavers, The Twilight Singers e parcerias com Isobell Campbell, além do próprio Gutter Twins com Greg Dulli (ex-Afghan Whigs), e Screaming Trees.
Todos os fãs de Lanegan querem saber sobre os Screaming Trees, banda que projectou o cantor no final dos anos 80 e chegou ao seu ápice em 1996, com o lançamento de Dust, maior destaque e último disco da carreira do grupo.
O assunto incomoda Lanegan, que fala com um certo tom de desânimo quando tem que comentar sobre essa fase. Cansado de revisitar o assunto, diz bastante feliz em poder olhar para a banda como apenas parte do passado.
"Não ligo quando vejo bandas antigas voltando, afinal, cada um sabe o que é melhor para si.
Mark Lanegan está feliz em deixar os Screaming Trees no passado, mas não recrimina as grandes bandas do fim dos anos 80 e começo dos anos 90 que estão voltando ao activo que inclui os Pixies, Pavement, Alice In Chains, Jawbox e Sunny Day Real State.
Apesar de não ter interesse em integrar a galeria dos retornos aos palcos com o Screaming Trees, o cantor disse que até gostaria de ver alguns desses grupos ao vivo mais uma vez.
"Não é pra mim, mas não ligaria em ver os Soundgarden ou os Alice In Chains mais uma vez no palco. São meus amigos e estão tentando continuar fazendo tudo o que os deixa felizes. É como eu digo, fico feliz de ver que essas pessoas ainda sentem alegria em tocar."
"Eu não tenho o direito de dizer quem pode e quem não pode tocar. Por exemplo, os Stones continuam na estrada, mesmo depois de sei lá eu quantos anos", continuou Lanegan. "Todo mundo tem o direito de fazer qualquer coisa que queira, por mais que ninguém concorde."
Todos os fãs de Lanegan querem saber sobre os Screaming Trees, banda que projectou o cantor no final dos anos 80 e chegou ao seu ápice em 1996, com o lançamento de Dust, maior destaque e último disco da carreira do grupo.
O assunto incomoda Lanegan, que fala com um certo tom de desânimo quando tem que comentar sobre essa fase. Cansado de revisitar o assunto, diz bastante feliz em poder olhar para a banda como apenas parte do passado.
"Não ligo quando vejo bandas antigas voltando, afinal, cada um sabe o que é melhor para si.
Mark Lanegan está feliz em deixar os Screaming Trees no passado, mas não recrimina as grandes bandas do fim dos anos 80 e começo dos anos 90 que estão voltando ao activo que inclui os Pixies, Pavement, Alice In Chains, Jawbox e Sunny Day Real State.
Apesar de não ter interesse em integrar a galeria dos retornos aos palcos com o Screaming Trees, o cantor disse que até gostaria de ver alguns desses grupos ao vivo mais uma vez.
"Não é pra mim, mas não ligaria em ver os Soundgarden ou os Alice In Chains mais uma vez no palco. São meus amigos e estão tentando continuar fazendo tudo o que os deixa felizes. É como eu digo, fico feliz de ver que essas pessoas ainda sentem alegria em tocar."
"Eu não tenho o direito de dizer quem pode e quem não pode tocar. Por exemplo, os Stones continuam na estrada, mesmo depois de sei lá eu quantos anos", continuou Lanegan. "Todo mundo tem o direito de fazer qualquer coisa que queira, por mais que ninguém concorde."
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