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19/09/2012

O ICONE DOS ULTIMOS 60 ANOS -JOHN LENNON

A publicação britânica «NME» declarou John Lennon como o maior ícone dos últimos sessenta anos, depois de uma sondagem feita aos leitores online. O músico e compositor dos Beatles foi o líder de uma votação que começou com sessenta artistas, no início deste ano, e bateu nomes como David Bowie, Amy Winehouse, Alex Turner, dos Arctic Monkeys, Liam Gallagher, ex-Oasis, ou Damon Albarn.

 Sobre Lennon, Liam Galllagher afirmou: «O John Lennon é tudo para mim. Eu não diria que ele é melhor compositor que o McCartney, diria que são diferentes, mas excelentes. Eu gosto mais das coisas do Lennon porque são um bocadinho mais bonitas e mais loucas».


O músico comparou ainda McCartney ao seu irmão Noel, também na lista de ícones: «O McCartney é como o Noel, demasiado bom. O Lennon era louco e eu gosto desse tipo de m*rdas. A voz dele é o que eu mais adoro. Adoro a voz com que ele fala! Mas a voz com que ele canta é que é. Voz política? Estou-me a c*gar, não podia importar-me menos com política, mas tudo o resto, a voz com que canta, as canções, as palavras, dizem-me tudo».

 Liam Gallagher, dos Oasis, ficou em segundo lugar, David Bowie em terceiro e Alex Turner em quarto. Kurt Cobain, dos Nirvana, ficou em quinto.

A votação contou com mais de 160 mil votos durante mais de seis meses, em votação que celebrou os 60 anos do «NME».


John Winston Lennon ( Liverpool , 9 de outubro de 1940 — Nova Iorque , 8 de dezembro de 1980) ganhou notoriedade mundial como um dos fundadores do grupo britânico The Beatles . Na época da existência dos Beatles, John Lennon formou com Paul McCartney o que seria uma das melhores e mais famosas duplas de compositores de todos os tempos.

John Lennon foi casado com Cynthia Powell , e com ela teve o filho Julian . Em 1966 , conheceu a artista plástica japonesa Yoko Ono . Em 1968, Lennon e Yoko produziram um álbum experimental, Unfinished Music No.1: Two Virgins , que causou controvérsia por apresentar o casal nu, de frente e de costas, na capa e contracapa. A partir deste momento, John e Yoko iniciariam uma parceria artística e amorosa.

Cynthia Powell pediu o divórcio no mesmo ano, alegando adultério. Em 1969 , o casal casou-se numa cerimónia privada no rochedo de Gibraltar. Usaram a repercussão do seu casamento para divulgar um evento pela paz, chamado de " Bed in ", ou "John e Yoko na cama pela paz", como um resultado prático de sua lua-de-mel, realizada no Hotel Hilton, em Amsterdão.

No final do mesmo ano, Lennon comunicou aos seus parceiros de banda que estava deixando os Beatles. Ainda no mesmo período, Lennon devolveu sua medalha de Membro do Império Britânico à Rainha Elizabeth , como uma forma de protesto contra o apoio do Reino Unido à guerra do Vietnam, o envolvimento do Reino Unido no conflito de Biafra e "o fraco desenvolvimento de Cold Turkey nos tops de sucesso".

28/05/2012

LENNON+ NIXON + MAO

 Aqui está o que Lennon disse sobre a etiqueta  numa entrevista em 1980.
“You see how they banned the picture here. Yoko made this beautiful poster: Chairman Mao and Richard Nixon dancing naked together, you see? And the stupid retailers stuck a gold sticker over it that you can’t even steam off. At least you could steam off that Beatles [butcher] cover. So you see the kind of pressure Yoko and I were getting, not only on a personal level, and the public level, and the court case, and the fucking government, and this, that, and the other, but every time we tried to express ourselves, they would ban it, would cover it up, would censor it.”

What I find funny is that they did not censor the vulgar sexual cartoon right below the photo of Nixon and Mao.

JOHN LENNON + YOKO ONO

 "Some Time in New York City"  foi lançado em 1972 como álbum de John Lennon pós-Beatles, o terceiro (e seu quinto com Yoko Ono). Crítica e comercialmente o álbum não se saiu bem, especialmente em comparação com álbuns anteriores de Lennon. "Imagine" tinha acabado de sair em 1971, e comparativamente este era impetuoso, forte e mais reflexivo das suas políticas e novos ambientes geográficos da época, em Greenwich Village.

Conforme documentado no The EUA vs John Lennon, quando Lennon e Ono se mudam para Manhattan em 1971, foram confrontados com muitas questões políticas e, quase imediatamente contactados pelos activistas Jerry Rubin e Abbie Hoffman. Dentro de um ano, o FBI abriu um arquivo em Lennon, certo de que ele faria algo para humilhar o presidente Nixon.  

O movimento do casal foi todo documentado como eles tentaram encontrar motivos para a deportação. Segundo a Wikipedia "" Some Time, in New York City "foi embalado como um jornal [especificamente The New York Times] o evento com a capa do álbum, causou consternação ainda mais com uma foto alterada de Richard Nixon e de Mao Tse-Tung dançando nús e juntos. (A foto foi gomada com um adesivo, mas em muitas cópias foi emitida, com um selo não-removível.) "

Um segundo disco de bônus ao vivo chamado "Jam Live" foi adicionado ao álbum, performances com Frank Zappa e os The Mothers of Invention de um show no Fillmore East em 1971 foi incluído. O capa interior do álbum traz uma cover de Zappa do  álbum "Fillmore East: June 1971" com créditos e rabiscos do proprio Lennon a tinta vermelha sobre a arte original.

Uma das únicas vezes que qualquer das músicas deste álbum foram tocadas ao vivo foi em 30 de Agosto de 1972 no MSG quando Geraldo Rivera convidou Lennon e Ono para fazer um show de beneficiencia, chamado "One to One" (o então presidente da câmara de Nova York John Lindsay, declarou a data  como o "One to One Day").

09/10/2010

ANIVERSARIO DA MORTE DE JOHN LENNON

John Lennon era um músico, intérprete brilhante, e activista, uma voz a favor da paz mundial. Se estivesse vivo, completaria hoje 70 anos.

Foi a sua mãe que o iniciou na música, ao comprar-lhe uma guitarra aos 17 anos. John Lennon tomou-lhe o gosto e disse que um dia ia ser famoso. A mãe duvidava e a escola também: entre «um caso sem esperança», «desperdício de tempo» e «um palhaço», houve de tudo um pouco no seu boletim escolar. Também não acabou a faculdade e quase foi expulso da mesma.

Foi quando se juntou a Paul McCartney e George Harrison que se terá sentido, pela primeira vez, totalmente integrado. Tinha apenas 19 anos, quando partiu para Alemanha com os (já) Beatles, onde actuou durante 48 noites seguidas. As drogas já eram frequentes na altura, principalmente as anfetaminas, que o ajudavam a manter-se acordado.

Os Beatles começaram a crescer, a bater recordes, a esgotar salas... Era a Beatlemania em pleno, que motivou uma das frases mais célebres de sempre: «o cristianismo vai desaparecer... Nós, os Beatles, somos maiores que Jesus».

44 anos depois de John Lennon ter proclamado que os Beatles eram "maiores que Jesus", o Vaticano fez saber, na sua publicação oficial, que a beleza das canções dos Fab Four se sobrepõe ao seu modo de vida.

"É verdade que eles tomavam drogas, deixaram-se levar pelo sucesso e viviam vidas disso lutas e desinibidas. Até disseram que eram mais famosos que Jesus. Mas, ouvindo as suas canções, tudo isto parece distante e insignificante".

"As suas belas melodias, que mudaram a música pop e ainda nos comunicam tantas emoções, vivem até hoje como jóias preciosas", pode ler-se no artigo do L'Osservatore Romano, que considera os Beatles "o fenómeno mais duradouro, consistente e representativo da história da música pop".

Curiosamente, ainda há poucos meses o mesmo jornal oficial do Vaticano havia incluído Revolver , dos Beatles, entre os melhores álbuns de sempre.

O novo apreço do Vaticano pela música contemporânea encontra curioso paralelo na nomeação do Papa Bento XVI para um Brit Award.

Na altura a banda deixava as digressões e John Lennon começou a consumir LSD e a virar-se para o espiritualismo de influências orientais. A sua escrita muda drasticamente e começa a incorporar elementos carregados de surrealismo: ouça-se 'I Am The Walrus', por exemplo.

Durante as escavações efectuadas por uma equipa de construção numa das antigas residências de John Lennon (em Weymouth, sul de Inglaterra), em 1967, foi descoberta uma bolsa de couro contendo vários frascos com LSD que, alegadamente, pertenceriam ao cantor.

Os primeiros fãs de Lennon a ter oportunidade de comentar o achado, remetem para a viagem dos Beatles à Índia, em 1967, momento em que a banda renunciou publicamente ao uso de drogas. Antes da partida, Lennon terá então escondido o LSD no quintal de sua casa.

É mais ou menos nesta altura que conhece Yoko Ono, tantas vezes apontada como a principal causa de cisão dos Fab Four. Virando costas às críticas dos companheiros e à fama inerente aos Beatles - e talvez com a ajuda das drogas que o tornavam cada vez mais introspectivo -, John Lennon inicia uma carreira a solo com Ono. Estávamos em 1969 e Lennon precisou de um ano para editar o primeiro álbum a solo: "John Lennon/Plastic Ono Band", com hinos como 'Mother' ou 'Working Class Hero'.

Mais do que a viúva de John Lennon, Yoko Ono tem sido uma reconhecida artista plástica e uma experimentalista do rock. O álbum "Season of Glass", gravado "a quente" após o assassínio do ex-Beatle, é um dos seus discos seminais.

"Lamento não ter nascido norte-americano, lamento não ter nascido em Greenwich Village", dizia John Lennon nos anos 70, os seus anos em Nova Iorque, um período marcado pela campanha contra a guerra do Vietname, pelo movimento pacifista e pela luta para não ser deportado. As cartas de apoio da cantora Joan Baez e do então presidente da câmara de Nova Iorque, John Lindsay, ao departamento de imigraçãoe foram entre as peças mostradas pela primeira vez, na exposição em Manhattan, revive a paixão de John Lennon pela cidade. "Se eu tivesse vivido na época do Império Romano, teria vivido em Roma. Onde mais? Nova Iorque é Roma. Nova Iorque é o centro da Terra", dizia ele.Os protestos de Lennon incomodavam Nixon. Hoje sabe-se que o FBI o investigava.

O ano de 1971 traz um Lennon plenamente consciente do seu poder como activista. Em Nova Iorque, vira-se contra o governo norte-americano e a sua política bélica e às custas do tema 'Happy Xmas (War is Over)' ia acabando deportado. Na América, chegou a número um de vendas, colaborou com John Lennon e David Bowie, mas nunca deixou de escrever a solo. Embora se tenha separado durante 18 meses de Yoko Ono, os dois nunca deixariam de ser um casal. Lennon via nela o aliado ideal, quer musical, quer socialmente.

Mas seria a mesma América que lhe granjeou fama, paz de espírito e notoriedade activista, que lhe tirou a vida. A 8 de Dezembro de 1980, Mark David Chapman avistou-o a entrar em casa e disparou quatro vezes sobre as costas de Lennon. Ainda foi levado para o hospital, mas acabou por ser declarado morto ao chegar ao local. John Lennon foi cremado em Nova Iorque e as suas cinzas foram espalhadas no Central Park, onde está localizado o memorial Strawberry Fields.

JOHN LENNON E O GOOGLE

Como já devem ter reparado no site do Google amanheceu na sexta-feira com uma homenagem a John Lennon, que completa hoje 70 anos, dia 9 de Outubro. Quem acessa o site http://www.google.com/ vê o logo do Google com uma silhueta de Lennon e os óculos redondos no lugar das letras "o", além de um símbolo de "play" substituindo o "e", e ficará no ar até sábado.

Se fizermos um clique no logo, activa uma animação que toca o clássico pacifista "Imagine", de 1971. Ao final do vídeo, surge uma lista de links referentes a Lennon, como se o internauta tivesse feito uma busca pelo artista.

O Google tem o costume de usar o logo da sua página de busca, baptizado de Doodle, para homenagear datas comemorativas em geral. Os motivos vão desde a independência de países, até os 50 anos dos Flintstones , para citar dois casos mais recentes. Uma colectânea com todos os logos pode ser conferida http://www.google.com/logos/ .

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