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21/03/2012

KISS + MOTLEY CRUE

Os Kiss e os Mötley Crüe anunciaram esta terça-feira, em comunicado de imprensa, que vão estar juntos numa digressão pelos EUA nos próximos meses. Segundo noticia a Reuters, as duas bandas, famosas nas décadas de 1970 e 1980, vão começar os concertos no dia 20 de julho em Bristow, no estado norte-americano da Virginia. Ao longo de três meses, até 23 de setembro, os Kiss e os Mötley Crüe vão passar pelo Texas, Flórida, Nova Iorque, Arizona, Nevada e muitos outros. De acordo com informações do Loudwire, os Mötley Crüe vão abrir sempre os concertos para os Kiss, mas ambas as bandas atuam durante 90 minutos. Tanto os Kiss como os Mötley Crüe têm muitos fãs espalhados pelo mundo e o número de álbuns vendidos entre as duas bandas chega quase aos 200 milhões.

16/03/2012

NOEL GALAGHER + RADIOHEAD

Álvaro Covões anunciou à revista Tabu do jornal Sol que Noel Gallagher quer vir a Portugal.

«Tenho aqui um email do Noel Gallagher, dos Oasis, a dizer que quer vir. Todos os artistas fazem isso», declarou para explicar que muitos artistas querem vir a Portugal.

O responsável pela Everything Is New revelou ainda que para trazer os Radiohead ao Optimus Alive foram necessários 15 anos de namoro porque «o timing nunca ajudou».

«Ou iam de férias, ou a data não dava jeito, ou um ia ser pai…»,acrescenta Covões.«Tentei contratá-los todos os anos desde a última vez que cá vieram, aos coliseus. Quando o ok veio foi uma emoção. Foi a banda mais difícil de contratar».

O promotor confirmou também que U2 e Madonna foram os artistas mais caros e que Britney Spears foi um dos grandes prejuízos da sua carreira na organização de concertos.

De acordo com a The Official Charts Company, The King of Limb, dos Radiohead, foi o álbum mais vendido em vinil de 2011 no Reino Unido, seguido por Noel Gallagher’s High Flying Birds do ex-Oasis.

Já na parte de singles mais vendidos, a banda de Liam Gallagher (irmão de Noel), Beady Eye, conseguiu o primeiro e o segundo lugar, respetivamente com “The Roller” e “Millionaire”.

11/03/2012

Josh Homme - Kyuss Lives+Aerosmith+Tiguana Bibles(Portugueses)

Os Aerosmith, através do baterista Joey Kramer, acusaram Steven Tyler de os torturar.

Um comentário revelado juntamente com um outro do guitarrista Brad Whitford que descreveu o vocalista como «extremamente exigente» - exibido no programa «60 Minutes» onde Tyler foi entrevistado. Este não se ficou:

«Sabem uma coisa? Vou ser egocêntrico. Acho que o meu perfeccionismo e constante exigência foram o que levaram esta banda até onde está. No fim, consigo uma boa canção, consigo êxitos. Sim, sou mesmo bom», respondeu.

Ainda na conversa com Lara Logan, Tyler não deixou de reconhecer que disse «muita coisa que não devia» o que gerou mal-entendidos.

Josh Homme processou os membros dos Kyuss Lives! por utilização indevida do nome.

O líder dos Queens of The Stone Age e o também antigo músico dos Kyuss, Scott Reeder, alegam que a dupla John Garcia e Brant Bjork incorre em «utilização indevida da marca e falsa designação». Homme foi o guitarrista original da banda, onde esteve até ao desmembramento de 1995, mas recusou fazer parte da reunião.

Garcia e Bjork já estariam a preparar um novo álbum mas a Antiquiet garante agora que há questões legais por resolver. «É um dia triste para nós e para o John - mas sobretudo para os fãs», anunciaram Homme e Reeder em comunicado.

A dupla revelou ter-se encontrado com os actuais Kyuss Lives! em Janeiro «de braços abertos» e «somente para que pudessem continuar a usar o nome respeitosamente». Porém, «enquanto falávamos olhos nos olhos», «banda e agência tinham metido papéis para nos roubar o nome».

Em Dezembro de 2010, Garcia tinha confessado não ter convidado Homme para a reunião por considerar que este estava ocupado quer com os Queens of the Stone Age, quer com os Them Crooked Vultures.

A banda de Kaló (Bunnyranch) e Victor Torpedo (Tédio Boys, Parkinsons) colocou um ponto final na existência devido a«esgotamento», noticia o Correio da Manhã. Citado pelo jornal, o guitarrista assume que se trata de uma decisão quase irreversível.

«Era uma boa banda. Tenho pena mas não dependia só de mim. Não aguentámos algumas diferenças no grupo e algumas diferenças musicais», comentou Torpedo.

Os Tiguana Bibles deixam um álbum e um EP. Este sábado, há concerto no Seixal para a despedida.

01/03/2012

REGINA SPEKTOR + GARBAGE + SMASKING PUMPKINS

A cantora russa, radicada nos EUA, Regina Spektor, Bat for Lashes projecto da cantora londrina Natasha Khan, e o grupo norte americano Alabama Shakes actuarão pela primeira vez em Portugal, no dia 5 de Julho, no festival Super Bock Super Rock, que decorrerá perto da praia do Meco, Sesimbra, e conta já no cartaz com nomes como Incubus, Pete Doherty, The Horrors e Azaelia Banks.

Regina Spektor, em 2010 deu um concerto esgotado em Cascais.

Bat for Lashes, com uma sonoridade que se inscreve na "dream pop" mais alternativa, tem dois discos editados - "Fur and Gold" (2006) e "Two Suns" (2009) - que lhe valeram elogios de nomes como Bjork e Ringo Starr.

Já os Alabama Shakes são uma banda blues rock recente, formada em 2009, que tem apenas um EP publicado, homónimo. Para abril está prevista a edição do primeiro álbum, "Boys & Girls".

Regina Spektor, que nasceu em Moscovo em 1980 e vive nos Estados Unidos, editará em Maio o sexto registo, "What We Saw from the Cheap Seats".

Os Garbage tocam no festival Marés Vivas, em Vila Nova de Gaia, a 19 de julho, segundo dia do evento. O festival realiza-se entre 18 e 21 de julho.
Os Garbage juntam-se assim a Franz Ferdinand, Gogol Bordello, The Cult, Wolfmother e Pedro Abrunhosa no cartaz do Marés Vivas 2012. Os bilhetes custam 30 euros (um dia) e 50 euros (preço do passe até 31 de maio).

O novo disco dos Garbage, Not Your Kind of People , sai no próximo mês de maio.

Smashing Pumpkins, Linkin Park, The Offspring e Limp Bizkit vão atuar a 26 de maio no festival Rock in Rio Lisboa 2012.

O festival Rock in Rio Lisboa decorrerá nos dias 25 e 26 de Maio e de 1 a 3 de Junho.

Os Smashing Pumpkins, que ainda não editaram o prometido álbum "Oceania", estiveram em dezembro em Portugal, com Billy Corgan como o único elemento que resiste da formação original, de 1988. É a primeira vez que actuam no Rock in Rio.

Repetentes neste festival são os Linkin Park e os The Offspring, os primeiros na área do "nu metal", os segundos do punk rock da Califórnia.

Outra das estreias no Rock in Rio serão os Limp Bizkit, banda de rap metal de Fred Durst, que editou em 2011 o álbum "Gold Cobra", que voltou a reunir os membros da primeira formação da banda.

06/10/2011

Pee Wee Ellis, Maceo Parker , e Fred Wesley

Três membros do núcleo da banda de James Brown entre 1960 e 1970, Fred Wesley, Maceo Parker e Alfred “Pee Wee” Ellis, vão se reunir no Town Hall, Manhattan, na quinta-feira para uma performance-juntos pela primeira vez em 20 anos. Os músicos ajudaram Brown a desenvolver o groove- funk music, em faixas como "Cold Sweat", "Say It Loud ou I’m Black and I’m Proud.

No segundo segmento do show Jody Rosen fala sobre "Sunshine Everyday", um novo documentário sobre a banda de Los Angeles de ska-punk-funk, Fishbone.

O filme acompanha a carreira de uma banda que emocionou os fãs com os seus intensos e agitados shows ao vivo, e ao mesmo tempo num clima selvagem confundido a saída descontrolada. O filme faz a sua estreia em Nova York na quinta-feira no TeatroGastropup em Dumbo, Brooklyn.

27/04/2009

Patti Smith, Roots, Moby no Southban Meltdown festival

The Meltdown line-up : The Roots with David Murray, Royal Festival Hall (June 13) David Murray And The Gwo-Ka Masters, Jamaaladeen Tacuma, Queen Elizabeth Hall (13) Yoko Ono's Plastic Ono Band (featuring Sean Lennon, Cornelius and more), Royal Festival Hall (14) Baaba Maal, Royal Festival Hall (15) The Freewheeling Yo La Tengo, Queen Elizabeth Hall (15) Moby, Royal Festival Hall (16) Bobby McFerrin, Royal Festival Hall (17) Patti Smith and The Silver Mt Zion Memorial Orchestra, Royal Festival Hall (18) Ornette Coleman: Reflections Of The Shape Of Jazz To Come, Master Musicians Of Jajouka, Royal Festival Hall (19) Charlie Haden: Liberation Music Orchestra (with guests Carla Bley and Robert Wyatt), The Bad Plus, Royal Festival Hall (20) Ornette Coleman: Reflections Of This Is Our Music, Master Musicians of Jajouka, Royal Festival Hall (21)

14/03/2009

AUSTIN TEXAS, White Denim, Black Joe Lewis

Hoje á noite em Austin ,Texas, EUA, se conseguirem embarcar no avião Concorde, a Drunkard a e Standard Answer apresenta White Denim, Black Joe Lewis e American Princes, no Red Eye Fly.

13/03/2009

COOPERATIVA DOS OTÁRIOS

25 Abr 2009, 22:00 10:00 PM - Mata-Ratos Porto Rio, Porto, - 07 Mai 2009, 22:00 10:00 PM - White Hills (USA) Black Bombaim Porto Rio, Porto, - 09 Mai 2009, 22:00 10:00 PM - The Jim Jones Revue (UK) Ghosts of Port Royal Porto Rio, Porto, - 22 Mai 2009, 22:00 10:00 PM - Reverend Deadeye’s no man gospel band (USA)
Porto Rio, Porto, - 14 Jun 2009, 22:00 10:00 PM - Sham 69 (UK) Porto Rio, Porto, http://www.myspace.com/cooperativadosotarios

11/03/2009

STEPHEN O´MALLEY

Stephen O'Malley dos Sunn O))), KTL, Aethenor, ex. Khanate e ex. Burning Witch vai tocar a solo no Porto no dia 11 de Abril. O concerto será na Culturgest nos Aliados e cada bilhete custa 5€.

BRITNEY E OS ORGÃOS GENITAIS

Aqui vai uma de revista cor de rosa... O guarda-roupa não está a ajudar nas actuações de Britney Spears na digressão «Circus». Durante o concerto que deu no passado domingo em Tampa, na Floria, EUA, a roupa que vestia rasgou-se e a cantora ficou com os genitais à mostra, deduzindo-se, por isso, que não estaria a usar roupa interior. Depois de interpretar «I`m a Slave 4 U», a cantora foi obrigada a sair de palco para trocar de roupa. O «problema técnico» de guarda-roupa podia ter ficado entre os fãs das primeiras filas, mas a cantora soltou uma sonora exclamação e não deixou dúvidas a quem estava lá ao fundo: «OK. My pussy is hanging out!». Britney troca 12 vezes de roupa em cada concerto desta digressão que passa por 44 cidades norte-americanas antes de vir para a Europa. LÁ VAMOS NÓS LEVAR COM ELA......

WAYNE SHORTER

Wayne Shorter Quartet, hoje na Casa da Música, Porto

the NOTORIOUS BIG

Amigo de Biggie Smalls, também conhecido por The Notorious BIG, revelou pormenores nunca antes conhecidos sobre o videoclip «Respect» Afinal, The Notorious B.I.G. sempre recebeu sexo oral no videoclip «Respect». Quem desfez a dúvida que dura há anos foi o amigo de longa data do rapper, P Diddy, que produziu o álbum «Ready To Die», em 1994, onde estava inserido o tema. Em entrevista ao «The Huffington Post», Diddy revela: «Estávamos numa altura em que as sessões de gravação eram um bocado decadentes». O pequeno excerto do videoclip em que aparece a amiga de Biggie em pleno acto faz parte dessas sessões. «Queria que parecesse autêntico», acrescentou. «Por isso, pedi a um amigo meu que tratasse disso e ele garantiu-me que o Biggie seria bem servido. Depois disso, ficámos todos amigos». The Notorious B.I.G. foi assassinado em 1997, em circunstâncias ainda por esclarecer.

05/03/2009

PATTI SMITH

Patti Smith: Dream of Life": O documentário sobre a "madrinha do punk" O filme acompanha 11 anos da vida de uma das vozes mais emblemáticas da música alternativa norte-americana. Durante 12 anos, o fotógrafo Steven Sebring acompanhou a cantora com uma pequena câmara. 'Patti Smith: Dream Of Life', o filme que daí resultou, não é um típico documentário musical, mas antes um retrato da mulher, do seu mundo, da poesia e da música que dela fez um ícone O documentário estreia-se amanhã em Portugal Este não é um típico documentário musical. A música, naturalmente, marca presença, mas está longe de ser o elemento protagonista na história que se conta. Patti Smith: Dream Of Life é antes um olhar pessoal que resulta de 12 anos de amizade, acompanhada de muito perto por uma câmara, entre um fotógrafo (e agora realizador) e a mulher que muitas vezes é referida como a "madrinha do punk". Na verdade, quando Patti Smith e o realizador Steven Sebring se conheceram, em 1995, não havia ainda um filme no horizonte. "Não estava interessado em fazer um documentário musical. De resto, nem estava sequer a pensar em fazer um documentário", confessou Sebring em entrevista ao DN. Conheceram-se através de Michael Stipe, dos R.E.M., um amigo comum. "A Patti estava a regressar à música e nessa altura eu sabia muito pouco sobre ela. Pareceu--me logo uma pessoa muito interessante. E quando depois a vi a actuar fiquei espantado. Comecei então a filmá-la", recorda. Sem nenhum plano, foram-se encontrando. Em casa, em concertos, entre amigos. "Fui apenas filmando, filmando, experimentando ideias", relata o realizador, que a dada altura deu por si "a pensar como iria depois montar aquelas imagens e transformar tudo aquilo num filme". Foram conversando. E a dada altura Patti Smith disse-lhe que estava pronta para fazer um filme. Passaram 12 anos. Com muitos instantes registados por apenas uma pequena câmara. "Tornámo-nos amigos... Na maior parte das vezes que estivemos juntos eu nem sequer tinha uma câmara. Era um ambiente cool. E não pensávamos em deadlines. É quando se começa a pensar no tempo que se perde muito deste clima", explica o realizador. A proximidade entre ambos contribuiu para a ideia em construção. E abriu as portas da intimidade familiar de Patti Smith à câmara de Sebring. "Gostava que mais filmes sobre artistas mostrassem esse lado mais pessoal. Senti-me como se estivéssemos a fazer filmes caseiros. E mais tarde, quando comecei a montar o filme, verifiquei que havia ali mesmo algo muito pessoal. Estavam ali as suas histórias, contadas nas suas palavras, naquela sua voz", explica. Além disso, acrescenta, "queria fazer algo experimental". Ou, como descreve, "descobrir algo através da lente" da sua câmara. Da proximidade resultou a descoberta de mais que apenas um ícone rock'n'roll. "Ela podia ser também uma grande actriz. É, na verdade, uma figura relativamente desconhecida. No filme procuramos a visão humanista. Não exploramos nada... Não há sexo nem drogas... É um filme sobre um ser humano, que mostra o que é o seu mundo". O realizador acrescenta ainda que este "é um filme poético." Porque, como diz, pensa em Patti Smith "em primeiro lugar pela poesia". E reforça: "A sua música vem da sua poesia." É em parte por isso mesmo que o filme não "fala tanto sobre a música". A música, defende Sebring, " foi apenas a cereja sobre o bolo. E para falar da sua música há os discos, que as pessoas podem comprar e ouvir". Era, contudo, inevitável a presença da música no filme. Sebring reconhece que sabia que teria de usar momentos de actuações ao vivo. "Mas havia razões pelas quais não queria que surgissem com maior protagonismo. Não se ouvem canções na íntegra. Apenas esboços. As pessoas talvez esperassem que as imagens de concertos iam aparecer, mas eu não quis ser previsível", justifica.

INTERPOL

A estreia cinematográfica do baixista dos Interpol acontece já no próximo mês em Nova Iorque. Carlos D – de nome completo Carlos Dengler – produz e protagoniza a película de 26 minutos intitulada My Friends Told Me About You. Como seria lógico, a banda sonora do projecto também conta com a sua assinatura. A curta-metragem explora «a ideia da celebridades enquanto fonte de agonia» e tem estreia marcada para 17 de Abril.

VIRGIN

CRISE,até ele Richard Branson . O próximo Verão irá conhecer o fecho das seis grandes lojas da rede inglesa Virgin, fundada pelo milionário Richard Branson, que ainda estão abertas nos Estados Unidos. O anúncio foi hoje feito por Simon Wright, executivo principal da empresa que funcionou como referência mundial do mercado musical desde que abriu as duas primeiras grande lojas em Londres, 1979, até que a internet arrasou a indústria “física”. Para Abril está agendado o fecho da emblemática loja de Times Square, em Nova Iorque, à imagem do que irá suceder com as de São Francisco, Flórida, Denver, Orlando e Los Angeles, até Junho, resultando no despedimento de aproximadamente 1000 funcionários

MÃO MORTA

«As grandes cidades são o nosso habitat» Mão Morta. Depois de uma ausência de quatro anos, a banda de Adolfo Luxúria Canibal regressa ao Porto com um concerto no Sá da Bandeira, que dá início à digressão Ventos Animais. Estão de regresso ao Porto (sexta-feira, Sá da Bandeira) e a Lisboa (1 de Abril). Porquê uma ausência tão longa das grandes cidades? Estivemos, de facto, afastados, quatro ou cinco anos afastados de Lisboa, Porto ou Coimbra, mas continuámos com os nossos concertos. Tivemos também com o espectáculo Cantos de Maldoror, que demorou muito tempo a montar. Têm saudades dos grandes palcos? É sempre agradável, até porque as grandes cidades são o nosso habitat por excelência, porque o nosso som é mais urbano e cosmopolita. O que é que o público pode esperar? Temos um repertório de 25 anos e vamos apresentar algumas novas roupagens dos nossos temas. Estamos sempre a mudar as coisas. Quando não tocámos uma música há muito tempo, depois ela surge sempre com um som muito próximo daquele que gravámos. Mas desta vez tentámos fazer coisas diferentes. Já apresentaram estas novas roupagens em concertos anteriores. Os fãs receberam bem o novo som? Sim, foram bem aceites. Sentimos que os temas mais clássicos foram bem recebidos quer por nós, pelo público. Por exemplo, Chavalo tem uma versão mais longa e que soa muito melhor. Também em Budapeste há uma quebra no meio com guitarra e a música ficou mais preenchida, sofisticada. Tem havido uma reacção muito positiva. Que expectativas para o regresso à Invicta? As melhores. Os concertos anteriores correram muito bem e fomos recebidos com muita euforia. As pessoas tinham saudades de ouvir os Mão Morta. Recentemente foi lançado o DVD de Maldoror, do espectáculo baseado no livro Os Cantos de Maldoror. O que vos entusiasmou neste projecto? Li o livro quando tinha 14 anos. É um livro de revolta e qualquer adolescente fica afectado com o livro. Mas a iniciativa para o espectáculo não partiu de mim, mas do Miguel Pedro, mas acabei por aceitar depois de muita insistência. Foi um desafio enorme que levou muito tempo a fazer, a transpôr os mecanismo do livro para uma linguagem musical, mas com a encenação do António Morais saímos airosamente e estamos orgulhoso deste trabalho. É um espectáculo completamente diferente... É um espectáculo que não é teatro, não é um concerto, não é uma ópera rock. Tem uma linguagem muito literária. É uma espécie de performance que não é repetível e que esgotou várias salas de espectáculos. Superou as vossas expectativas... Completamente. Porque ser um espectáculo diferente, não é rock nem teatro é muito especifico, mas com muita qualidade. A pergunta é inevitável. Para quando um novo disco dos Mão Morta? Estamos a trabalhar na gravação de um espectáculo de banda sonora do festival de curtas e estamos a trabalhar num novo álbum que deve sair no final deste ano, ou no início de 2010. Como vai ser o novo trabalho? É um disco que vai manter o som da banda, mas vamos ter uma abordagem diferente. Mas a banda tem características que vai manter, até por uma questão de identidade. Têm a vossa própria editora, a Cobra. Sentiram necessidade de ser mais independentes? Sentimos a necessidade de trabalhar com bandas e artistas portugueses que não tinham como chegar a editoras. Assim, damos mais espaço de manobra para o trabalho. Têm maior liberdade? Temos a liberdade de quem tem uma editora própria, mas em termos abstractos é mais limitador, porque temos menos dinheiro.

BOB DYLAN

Abril traz novo disco de Bob Dylan. O cantor e compositor norte-americano Bob Dylan vai lançar um novo álbum de estúdio no final de Abril, noticia a revista Rolling Stone.

CLUBBING CASA DA MUSICA

Magic Numbers e Legendary Tiger Man são os principais nomes confirmados para o Clubbing Optimus de Abril, a decorrer na Casa da Música, Porto. A banda inglesa e o "one man show" português tocam na Sala 2 a 4 de Abril. Na mesma noite, haverá ainda os Radiola, do Brasil, vários DJs e músicos clássicos.

MAZGANI

Português brilha em competição arbitrada por Tom Waits e Robert Smith (Cure) Mazgani, iraniano de nascença e radicado em Portugal, chega à fase final de concurso internacional de composição. A canção "Somewhere Beneath This Sky", do artista Mazgani, chegou à fase final de um concurso internacional de composição, em cujo júri se encontram músicos como Tom Waits, Robert Smith (The Cure), Ray Davies (The Kinks), Black Francis (Pixies) e Jerry Lee Lewis, entre muitos outros. Nascido em Teerão, no Irão, mas radicado em Portugal desde a infância, Mazgani decidiu concorrer precisamente pela presença de Tom Waits na "equipa de arbitragem" desta iniciativa norte-americana.
"Moveu-me a possibilidade de ser ouvido e escutado por este panteão de artistas, que muito admiro, e não a competição em si. Imaginei como uma possibilidade maravilhosa o Tom Waits carregar no play da sua aparelhagem para escutar um tema meu. Era só esse o sonho", explica Mazgani em comunicado.
Incluída no primeiro álbum do artista, "Somewhere Beneath This Sky" acabou por chegar à fase final do International Songwriting Competition 2008, destacando-se da concorrência num total de 15 mil (!) canções.
A música está nomeada, com mais 15 temas oriundos de vários países, na categoria de Álbum Adulto Alternativo.

TV AND RADIO

Os norte-americanos TV On The Radio actuam a 9 de Julho no Optimus Alive!09. A banda de Dear Science , presença constante nas listas dos melhores de cada ano, está confirmada no palco alternativo do evento, que este ano recebe o nome de Palco Super Bock. Esta será a segunda visita dos TV On The Radio a Portugal, depois de um concerto no Super Bock Super Rock, em Lisboa, há dois anos.

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