Jacinto Lucas Pires descobriu mais uma cruzada para a sua maleável vida: a aventura numa banda de indie-rock à portuguesa, ao lado do seu amigo pintor Tomás Cunha Ferreira, a que chamaram Os Quais - ou uma tradução catita para The Who.
Já actuaram no Cabaret Maxime há uns meses e agora têm um disco, um "Meio Disco" (capa na imagem) - ou uma tradução catita para a gélida sigla EP (extended play). O amigo Tomás é o bricoleiro das artes manuais, que dedilha tudo: da guitarra eléctrica ao violão, e também mexe na Bimby dos instrumentos, o milagreiro omnichord: uma aparelho electrónico que tanto pode fazer de harpa, como de piano ou de caixa de ritmos. Jacinto Lucas Pires é homem mais dado às letras e faz tudo para nos poupar à sua destreza manual: canta, faz coros e assobios, tudo menos coisas com mãos, que servem mais para cabular uns escritos giros.
Não têm o selo da FlorCaveira mas o gangue é o mesmo. A editora é o Amor Fúria, a Companhia de Discos do Campo Grande, aquela que está a cozinhar em lume brando o voo dos promissores Smix Smox Smux, banda de indie rock à minhota que aguarda consumo para mais tarde.
A internet é hoje em dia o reflexo daquilo que somos para o bem e para o mal. Eu criei este blogue com o objectivo de falar sobre a cultura pop - musica, cinema, livros, fotografia, dança... porque gosto de partilhar a minha paixão, o meu conhecimento a todos. O meu amor pela música é intenso, bem como a minha curiosidade pelo novo. Como não sou um expert em nada, sei um pouco de tudo, e um pouco de nada, o gosto ultrapassa as minhas dificuldades. Todos morremos sem saber para que nascemos.
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19/01/2009
Jacinto Lucas Pires, o rocker
Jacinto Lucas Pires descobriu mais uma cruzada para a sua maleável vida: a aventura numa banda de indie-rock à portuguesa, ao lado do seu amigo pintor Tomás Cunha Ferreira, a que chamaram Os Quais - ou uma tradução catita para The Who.
Já actuaram no Cabaret Maxime há uns meses e agora têm um disco, um "Meio Disco" (capa na imagem) - ou uma tradução catita para a gélida sigla EP (extended play). O amigo Tomás é o bricoleiro das artes manuais, que dedilha tudo: da guitarra eléctrica ao violão, e também mexe na Bimby dos instrumentos, o milagreiro omnichord: uma aparelho electrónico que tanto pode fazer de harpa, como de piano ou de caixa de ritmos. Jacinto Lucas Pires é homem mais dado às letras e faz tudo para nos poupar à sua destreza manual: canta, faz coros e assobios, tudo menos coisas com mãos, que servem mais para cabular uns escritos giros.
Não têm o selo da FlorCaveira mas o gangue é o mesmo. A editora é o Amor Fúria, a Companhia de Discos do Campo Grande, aquela que está a cozinhar em lume brando o voo dos promissores Smix Smox Smux, banda de indie rock à minhota que aguarda consumo para mais tarde.
Postado por
Rui Carvalho
às
segunda-feira, janeiro 19, 2009
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