A internet é hoje em dia o reflexo daquilo que somos para o bem e para o mal. Eu criei este blogue com o objectivo de falar sobre a cultura pop - musica, cinema, livros, fotografia, dança... porque gosto de partilhar a minha paixão, o meu conhecimento a todos. O meu amor pela música é intenso, bem como a minha curiosidade pelo novo. Como não sou um expert em nada, sei um pouco de tudo, e um pouco de nada, o gosto ultrapassa as minhas dificuldades. Todos morremos sem saber para que nascemos.
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01/06/2009
Museu Magritte abre as portas dia 2 de Junho
O Museu Magritte abre as portas ao público dia 2 de Junho, em Bruxelas, para apresentar pela primeira vez a maior colecção do mais importante artista belga, referência mundial do movimento surrealista do século XX.
O espaço cultural de cerca de 2.500 metros quadrados dedicado ao pintor surrealista belga Magritte (1898-1967), vai incluir 200 obras, 50 fotografias 15 objectos inclassificáveis, como garrafas pintadas, e uma centena de documentos de arquivo, designadamente correspondência, manifestos e partituras, entre outros.
Vão estar em exibição permanente oito filmes, sendo que no total serão exibidas 40 longas-metragens, de acordo com o director do museu, Michel Draguet. René Magritte, nascido em 1898, em Lessines, na Bélgica, foi pintor, desenhador, escultor, fotógrafo e cineasta.
O museu abrirá as portas no mesmo dia em que está prevista a inauguração do Museu Hergé, dedicado ao criador da personagem Tintim.
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03/01/2009
RENE MAGRITTE
Um dos meus artistas plásticos favoritos é Rene Magritte, assim com outros surrealistas.
O mundo onirico do artista Rene Magritte, nascido em Lessians na Bélgica em 1898.estudou na academia de Belas Artes de Bruxelas, onde viria a morre em 1967.Magritte pintava os homesn de cinzento e chapéu de côco, na cidade que mais tarde se tornou numa cidade de Eurocratas, e que veio a dar o conceito de União Europeia. Magritte deixou-se seduzir pala pintura abstracta, cubismo e pelo futurismo de Marinetti.Até encontrar uma obra de Giorgio Di Chirico um enigmático quadro representando um busto grego e uma luva de boxe. A esse fascininio confesso mudou o rumo da sua pintura, seguem-se.lhe o movimento DADA (Dadaismo) e o surrealismo. Era amigo de André Bréton, Aragon, Elluard e Salvador Dali. Tinha uma capacidade fria de objectivar qualquer coisa passivel de filiação na Pop Art, escultura contemporanea ou ainda como um artista conceptual e um criador do conceito de series. Magritte disse que os seus quadros «foram concebidos para serem signos materiais da liberdade de pensamento» «o pensamento surrealista deve ser imaginado, mas não é imaginário» ou «os titulos dos quadros não são explicações, e os quadros não são ilustrações dos titulos, a relação entre o titulo e o quadro é poética».
O mundo onirico do artista Rene Magritte, nascido em Lessians na Bélgica em 1898.estudou na academia de Belas Artes de Bruxelas, onde viria a morre em 1967.Magritte pintava os homesn de cinzento e chapéu de côco, na cidade que mais tarde se tornou numa cidade de Eurocratas, e que veio a dar o conceito de União Europeia. Magritte deixou-se seduzir pala pintura abstracta, cubismo e pelo futurismo de Marinetti.Até encontrar uma obra de Giorgio Di Chirico um enigmático quadro representando um busto grego e uma luva de boxe. A esse fascininio confesso mudou o rumo da sua pintura, seguem-se.lhe o movimento DADA (Dadaismo) e o surrealismo. Era amigo de André Bréton, Aragon, Elluard e Salvador Dali. Tinha uma capacidade fria de objectivar qualquer coisa passivel de filiação na Pop Art, escultura contemporanea ou ainda como um artista conceptual e um criador do conceito de series. Magritte disse que os seus quadros «foram concebidos para serem signos materiais da liberdade de pensamento» «o pensamento surrealista deve ser imaginado, mas não é imaginário» ou «os titulos dos quadros não são explicações, e os quadros não são ilustrações dos titulos, a relação entre o titulo e o quadro é poética».
The Son of Man, 1926. É provavelmente dos quadros mais famosos de Magritte. Ele define-o desta forma: "Tudo o que vemos esconde outra coisa, e nós queremos sempre ver o que está escondido pelo que vemos.
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