Paul Myers encerrou a definitiva biografia de Todd Rundgren. Dispensando o método tipicamente invasivo e biográfico de investigar a vida pessoal de um sujeito, aqui Myers adere à cena real da questão: O trabalho do artista. Dedicado exclusivamente à música e produção de Rundgren, o livro é uma biografia intrigante e uma abordagem respeitosa abdicando da necessidade de suplantar o texto com anedotas picantes e a especulação insidiosa, exemplificada pela sua decisão de dedicar não mais do que um parágrafo ao tumultuado rompimento de Rundgren com Bebe Buell.
Um participante voluntário no processo da entrevista para este manuscrito, a contribuição de Rundgren é perspicaz, revelando muitas vezes ser engraçado e amargo como o inferno. Desde as primeiras páginas as suas citações são brutalmente honestas, inclusive, muitas discussões francas sobre as suas experiências com drogas.
A experiência do jovem Rundgren na banda de escola se transformou na psychedelic garage band Nazz, e posterior contrato de gravação como artista a solo. Primeiro cria um hit-maker já em 1972, e logo foi convidado para produzir outros artistas também.
A internet é hoje em dia o reflexo daquilo que somos para o bem e para o mal. Eu criei este blogue com o objectivo de falar sobre a cultura pop - musica, cinema, livros, fotografia, dança... porque gosto de partilhar a minha paixão, o meu conhecimento a todos. O meu amor pela música é intenso, bem como a minha curiosidade pelo novo. Como não sou um expert em nada, sei um pouco de tudo, e um pouco de nada, o gosto ultrapassa as minhas dificuldades. Todos morremos sem saber para que nascemos.
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04/12/2010
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