Abriu as portas pela primeira vez a 28 Novembro de 1971. Hoje 9 Junho 2011, o Batô reabre com nova gerencia.Antonio Cruz(Tó Manel) e Guilherme Estevão assumem o leme da historica discoteca do Largo do Castelo,Leça da Palmeira8Matosinhos).
A onda de mudanças chega aos preços que vão ser mais reduzidos.O velhinho método da senha regressa e a entrada passa para os 7 euros, em vez dos anteriores 10.
No novo Batô a cabine passa para o lugar original. A musica continua pop rock e pop alternativo.
Numa casa de referencia onde os clientes são quase uma família, a decoração com motivos náuticos mantêm-se. O " Varna " que naufragou na foz do Douro, Porto, na década de 60, continua a ser a inspiração do espaço.Algum do antigo staff também se mantém.
A noite de reabertura promete ser um regresso ás origens.
Espero que o projecto continue por mais 40 anos.
VIVA AO BATÔ
A internet é hoje em dia o reflexo daquilo que somos para o bem e para o mal. Eu criei este blogue com o objectivo de falar sobre a cultura pop - musica, cinema, livros, fotografia, dança... porque gosto de partilhar a minha paixão, o meu conhecimento a todos. O meu amor pela música é intenso, bem como a minha curiosidade pelo novo. Como não sou um expert em nada, sei um pouco de tudo, e um pouco de nada, o gosto ultrapassa as minhas dificuldades. Todos morremos sem saber para que nascemos.
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09/06/2011
06/09/2009
BATÕ - a melhor discoteca de Portugal
PARABÉNS BATÕ.
Durante este tempo o barco nunca afundou.
Quem é que ainda não foi ou ouviu falar do Batõ ?????? a discoteca que é uma réplica de um barco, poucos, muito poucos em Portugal.
Local de encontro de muitos artistas conhecidos como, Raul Solnado, Fialho Gouveia, Carlos Cruz e Florbela Queiróz, entre outros, é um grande orgulho para esta discoteca.
O espaço recria um pequeno barco, com a pista de dança em baixo e um ambiente mais recatado, com mesinhas e bancos, no andar superior. Refira-se que alguns dos objectos decorativos pertençeram a uma antiga embarcação que se afundou na Foz do Douro.
Algumas namoradas,lugar de encontros, bebedeiras, a dificuldade em não ser barrado á porta, grandes DJs que por lá passaram ( não eram as vedetas que hoje nos querem fazer crer), muitas noites, muitas historias, passadas no BATÕ.....è bom recordar esses bons momentos com carinho e saudade......
Um espaço de culto devido à sua qualidade musical, abrangendo várias gerações.O Batõ ensinou-nos a descobrir, a ouvir,e a reconhecer nomes de bandas alternativas.
Quantas vezes eu fui comprar um vinil, depois de ouvir a musica no Batõ.....
Depois de remodelações, reabriu esta sexta-feira a discoteca Batô, em Leça da Palmeira, Matosinhos, um dos mais antigos espaços de diversão nocturna do país com um novo ar.
Os novos proprietários da mítica discoteca de Leça da Palmeira são Humberto Tentúgal e Edgar Rodrigues. Este último, já passou por vários espaços como o Via Rápida, Indústria e Swing - garante que "o espírito do Batô mantém-se, apenas lhe foi feita uma lavagem que era necessária depois de quase 40 anos de casa aberta".
Edgar Rodrigues salienta que as maiores alterações foram a nível das casas de banho"totalmente remodeladas" e que outra das mudanças foi a passagem da cabina para o andar de cima. O Batô tem também um bar novo, "mas mantém a decoração, apesar de renovada. As pessoas vão notar mais o novo som e mais multimédia no espaço". Afinal, com a modernização "passou de um veleiro do século XVII, a ser um iate do século XXI", brinca Edgar Rodrigues.
Serviço à mesa
Uma das originalidades do Batô é o atendimento à mesa. Edgar Rodrigues fala com orgulho dessa tradição - que é para manter, assim como os copos e garrafas de vidro. Para diferenciar o serviço.
"O serviço está exactamente igual e a música é exactamente a mesma coisa", garante Edgar. O DJ Jorge Vieira continua a ser o residente e agora vai partilhar a cabina com o DJ Tatá.
As noites temáticas também permanecem: a última quinta-feira do mês continua a ser a Noite do Baú, com música dos anos 70 e 80, e a noite Wash Your Brain, na primeira quinta-feira do mês.
A caminho dos 38 anos, o Batô continua o seu solitário percurso de excepção à regra. À regra da noite do Porto e arredores, seguindo imperturbável o trilho do rock dançante que lhe trouxe fama - ainda não deixou de ser a discoteca mais alternativa da zona.
Como se fala do Batô sem cair em lugares-comuns (o mais comum - a redundância é feitio: é a discoteca mais antiga do Grande Porto, aberta em 1971)? Porque o Batô é tudo menos um lugar-comum. Quantas discotecas no Porto seguem uma dieta rigorosa de pop/rock dançante e, no seu melhor, alternativo? Pois... Por isso, o Batô é uma espécie de extraterrestre da cena noctívaga da cidade, que se estende até Leça da Palmeira, onde este navio há muito lançou amarras à beira do "castelo".
O Batô permanece, a caminho dos 38 anos, como o segredo mais mal guardado da noite portuense. Quem gosta de música rock alternativa, mais cedo ou mais tarde descobre o caminho de Leça da Palmeira - e o mais certo é voltar.
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