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20/04/2014

JIMI HENDRIX

In September 1964, aged 21, Jimi Hendrix joined Little Richard’s touring band The Upsetters, and further developed the unique guitar style that would shortly electrify the world. But this was not the first time that Hendrix had met the Georgia-born rock’n’roll star. According to Jimi’s younger brother, Leon, the budding guitarist initially encountered Richard in their home town of Seattle at the age of 12. “Me and Jimi met Little Richard in 1959 because his mom and sister lived in Seattle,” recalls the surviving Hendrix brother, speaking to MOJO. “I took a bunch of greens over to a neighbour’s house, Mrs Penniman, saw this black limo and Little Richard. I ran home to get Jimi, we rode bikes up there and sat there in awe at him preaching at the Goodwill Baptist Church.”

11/07/2009

Jimi Hendrix foi assassinado

Já mais uma teoria da conspiração, esta é no livro de memórias "Rock Roadie" de James "Tappy" Wright, o antigo "road manager" de Jimi Hendrix, afirma que a morte do guitarrista não foi um acidente, mas sim um assassinato. Michael Jackson morreu há duas semanas e já há quem garanta que o Rei da Pop encenou a sua morte e que andará afastado da pressão mediática, e livre das dívidas que acumulou. Afinal, para muitos, Elvis ainda continua vivo desde que morreu em 1977, e que o homem nunca pisou a Lua...... O "The Times", o primeiro jornal a entrevistar Wright acerca de revelação, divulgada há cerca de um mês, apresenta-a pormenorizadamente. Dia 18 de Setembro de 1970, o guitarrista de "Purple Haze" não terá sufocado no seu próprio vómito, depois de uma noite regada a álcool e da ingestão de vários comprimidos. Wright alega que um grupo invadiu o quarto de hotel onde Jimi estava hospedado, forçando-o a ingerir o vinho e os comprimidos que o vitimaram. O "road manager" sabe-o porque isso mesmo lhe terá confessado em 1973 Mike Jeffery, presumível autor moral do crime, "manager" de Hendrix e personagem de percurso nebuloso: serviu os serviços secretos britânicos no canal do Suez, dava-se com a máfia americana e tinha conhecimentos na CIA e no FBI. Jeffery já não poderá confirmar a história - morreu num acidente de avião, um mês depois da alegada confissão. O motivo para o assassinato, seriam as dívidas monstruosas que Jeffery vinha acumulando. Dividas que se veria impossibilitado de saldar se Hendrix, descontente com as decisões do "manager" (em 1967 meteu-o numa digressão desastrosa com os Monkees; em 1968, tentou impedi-lo de lançar o álbum duplo "Electric Ladyland"; em 1969 pretendia obrigá-lo a contratar músicos brancos para a sua banda), levasse em frente a decisão de o despedir. Segundo o livro, Jeffrey teria interesse na morte de Hendrix por ser beneficiado pelo seguro de vida. Um seguro de vida de Jimi Hendrix, no valor de dois milhões de dólares e revertendo em nome de Mike Jeffery, que este celebrara algum tempo antes, era norma no meio, poderia ser a sua salvação. Escreve o "Times", Jimi vivo não valeria nada ao seu quase ex-manager. Morto, é fazer as contas. Segundo Wright, Jeffrey teria dito que “estava em Londres com alguns amigos na noite da morte de Jimi. Fomos para o quarto de Monika [Dannemann, onde Hendrix estava], peguei um monte de pílulas e enfiei na sua boca, depois despejei algumas garrafas de vinho tinto garganta abaixo”. James Wright conta que, à altura, o medo que Jeffery lhe incutia o impediu de revelar a confissão. Acrescenta que se manteve calado após a sua morte por receio de ser directamente implicado no caso. Entre os entrevistados no artigo do "Times", figuras próximas do guitarrista, as reacções dividem-se. Alguns reconhecem que pode existir um fundo de verdade nas alegações de Wright. Outros, mesmo recordando o fundo sinistro de Jeffery, negam peremptoriamente que possa ter ordenado o crime. Joe Boyd, o histórico produtor que, em 1973, realizou o primeiro documentário dedicado a Jimi Hendrix, é um deles. Isto até lhe serem revelados os relatórios médicos e as memórias do polícia e dos enfermeiros que acorreram ao quarto de hotel londrino naquele 17 de Setembro de 1970 - a história é contada em "The Final Days of Jimi Hendrix", de Tony Brown, publicado em 1997. Segundo eles, a porta do quarto estaria escancarada, sugerindo uma saída apressada, e Hendrix completamente vestido, o que contraria a tese oficial, segundo a qual teria ingerido uma quantidade exagerada de comprimidos para conseguir dormir durante várias horas. Mais: o autor da autópsia descobriu-lhe uma grande quantidade de álcool nos pulmões, mas pouco tinha sido, à altura da morte, absorvida pela corrente sanguínea - o que vai ao encontro da tese de assassinato. O agora sexagenário James Wright não dedica grande espaço a toda esta história no seu novo livro, centrado na sagrada trindade "sexo, drogas & rock'n'roll".

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