Os artistas plásticos Banksy e Vik Muniz são tema de dois dos cinco documentários que disputam o Oscar da categoria.
O artista plástico brasileiro Vik Muniz, já faz planos, que é levar o personagem do filme, o Tião, para Hollywood, para subir no palco e receber o prémio.
A longa metragem, que é uma co-produção entre Brasil e Reino Unido, mostra o trabalho de Muniz com catadores de lixo no Rio de Janeiro - há 800 mil catadores em todo o Brasil.
"Lixo extraordinário" acompanha um projecto social de Vik Muniz com os catadores do lixão de Gramacho, em Duque de Caxias (RJ) - considerado o maior aterro sanitario da América Latina e cenário de outro documentário premiado, "Estamira" (2004), de Marcos Prado.
"Essa indicação surge em um momento muito oportuno, porque o lixão de Gramacho vai fechar em 2012 e não se sabe o que vai acontecer com os catadores.
Vik Muniz é conhecido por produzir fotografias que reproduzem imagens artísticas usando materiais inusitados como açúcar, chocolate, lixo, diamantes, poeira e outros. O seu trabalho pôde ser visto recentemente na TV na abertura da novela "Passione".
A entrega do principal prémio do cinema americano será em 27 de Fevereiro no teatro Kodak, em Los Angeles. Os actores James Franco e Anne Hathaway serão os apresentadores.
Confira os trailers dos documentários indicados aos Oscares 2011.
"Exit Through the Gift Shop"
"Gasland" de Josh Fox
"Trabalho Interno" Charles Ferguson
"Restrepo" de Tim Hetherington e Sebastian Junger.
"Lixo Extraordinário"
A internet é hoje em dia o reflexo daquilo que somos para o bem e para o mal. Eu criei este blogue com o objectivo de falar sobre a cultura pop - musica, cinema, livros, fotografia, dança... porque gosto de partilhar a minha paixão, o meu conhecimento a todos. O meu amor pela música é intenso, bem como a minha curiosidade pelo novo. Como não sou um expert em nada, sei um pouco de tudo, e um pouco de nada, o gosto ultrapassa as minhas dificuldades. Todos morremos sem saber para que nascemos.
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30/01/2011
29/11/2010
BANSKY
Desde que os seus stencil graffiti começaram a aparecer em edifícios em toda parte, Banksy tornou-se um fenómeno mundial.Embora alguns descartam a sua "arte" como vandalismo criminal claro,outros consideram o seu trabalho um pouco da arte pop mais influente do nosso tempo,com alguns coleccionadores de celebridades que pagam £200,000 pelo seu trabalho.
Ninguém sabe quem diabos é Banksy.
Por algum tempo, o grafiter tem vindo a trabalhar sob o pseudónimo de Banksy, mas na sequência de uma investigação pelo britânico Mall On Sunday, afirma agora que o renomado artista de rua é o ex-estudante Robin Gunningham.
Apesar das acusações, nem o seu agente nem Banski confirmarama a identidade do artista como Gunningham.
Até agora, a única evidência quanto à verdadeira identidade de Banksy foi uma foto (veja abaixo), tirada de um homem que se acredita ser Banksy na Jamaica, em 2004.
Quando questionado sobre a foto e se era ou não o seu filho, Peter Gunningham e esposa Pamela Gunninghame negou que o homem é seja o filho ou que ele tem alguma coisa a ver com o Banksy.
Ninguém sabe quem diabos é Banksy.
Por algum tempo, o grafiter tem vindo a trabalhar sob o pseudónimo de Banksy, mas na sequência de uma investigação pelo britânico Mall On Sunday, afirma agora que o renomado artista de rua é o ex-estudante Robin Gunningham.
Apesar das acusações, nem o seu agente nem Banski confirmarama a identidade do artista como Gunningham.
Até agora, a única evidência quanto à verdadeira identidade de Banksy foi uma foto (veja abaixo), tirada de um homem que se acredita ser Banksy na Jamaica, em 2004.
Quando questionado sobre a foto e se era ou não o seu filho, Peter Gunningham e esposa Pamela Gunninghame negou que o homem é seja o filho ou que ele tem alguma coisa a ver com o Banksy.
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Rui Carvalho
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segunda-feira, novembro 29, 2010
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10/02/2010
BANSKY e PETE DEAN RICHARDS
Um novo capítulo surgiu na luta entre a lendária brincalhão, Bansky e seu inimigo fotógrafo jamaicano, Peter Dean Rickards. Rickards permitiu um cão defecar na arte de Banksy. Peter Dean Rickards conheceu Bansky em 2004 enquanto trabalhava na capa de um album de reggae/electronic the UK’s Wall of Sound. Segundo Rickards (que nunca tinha ouvido falar do artista na época), Banksy foi - um cara pouco rude com dentes de rato que, aparentemente sentiu-se muito superior, por ser famoso pelo seu stenciling de coelhos e ratos em Londres. Consequentemente, Rickards (que corre o botão empurrando site jamaicana, The Yard Aflitos) conseguiu capturar algumas fotografias de Banksy em diversas localidades ao redor de Kingston, incluindo um velho navio, uma ponte, o estúdio de musica de Buju Banton, e um bar na estrada de Mona em Kingston (onde Balloon Girl ficou por 4 anos).
Banksy ganhou uma reputação como um vândalo social, provocando com as suas peças de rua ilegal, que o empurrou para os círculos da elite da arte contemporânea. Até Rickards revelou a sua identidade secreta que ele tinha encoberto no mito e mistério, como um anti super-herói.
Banksy ganhou uma reputação como um vândalo social, provocando com as suas peças de rua ilegal, que o empurrou para os círculos da elite da arte contemporânea. Até Rickards revelou a sua identidade secreta que ele tinha encoberto no mito e mistério, como um anti super-herói.
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Rui Carvalho
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quarta-feira, fevereiro 10, 2010
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02/07/2009
BANSKY - writer graffitti - arte
O artista britânico que se recusa a revelar a identidade expôs o seu trabalho. Nove anos depois da sua última exposição, Banksy, que se dedica a pintar murais e a colocar obras subversivas em museus, organizou uma mostra em Bristol. Depois de fazer os funcionários do City Museum jurar segredo, o artista instalou 100 peças, incluindo 70 obras novas. Uma delas é uma carrinha de gelados queimada. "É a primeira exposição em que o dinheiro dos contribuintes é usado para pendurar as minhas peças, em vez de ser usado para as lavar das paredes", disse o artista.
Banksy é, como uma certa cerveja, provavelmente o mais conhecido writer de graffiti do mundo. É, pelo menos, aquele cujo nome de guerra é bem conhecido no mainstream, fora do circuito da arte de rua. E agora, numa montagem quase de guerrilha, feita em segredo e sempre no anonimato, Banksy tem a sua maior exposição de sempre no Reino Unido. É na sua alegada terra natal, Bristol, no museu municipal da cidade – a mesma que, há décadas, o persegue nas ruas e paga para as limpar do seu trabalho.
O título é sugestivo e espelha a dualidade dos critérios, da aceitação da arte de rua, da sua natureza anti-establishment e do seu lugar (ou não) dentro de um museu: "Banksy versus Bristol Museum".
A mostra hoje inaugurada, de entrada gratuita e que estará no City Museum and Art Gallery até ao final de Agosto, contém cerca de cem peças do artista, 70 das quais inéditos. Pinturas, instalações, espaços com animatronics (marionetas e bonecos animados por robótica) e peças sensoriais. Esta é a primeira mostra de Banksy num espaço fechado desde 2000.
Além das mensagens e afirmações políticas (mais ou menos evidentes) de Banksy em cada peça – a carrinha de gelados incinerada, coberta de graffiti e com um polícia de motins com uma identificação em que “Police” é substituído por “Peace”, a galinha e seus pintos vigiados por câmaras de circuito fechado, a estátua do leão que devorou o seu domador – "Banksy v Bristol Museum" tem uma história própria. Kate Brindley, a directora do museu, uma das pouquíssimas pessoas que sabia (desde Outubro) qual a mostra que iria ocupar o seu Verão, nunca conheceu Banksy. “Ele esteve aqui, conhece bastante bem o museu”, mas “nunca o conhecemos”, explicou à BBC. “E isso é parte do charme da exposição”.
“Penso que se calhar os obrigámos a descer ao nosso nível ao invés de termos sido elevados ao nível deles”, ironizou Bansky, referindo-se aos métodos de montagem da exposição, mas talvez também à própria duplicidade que envolve a presença da street art no circuito tradicional dos museus. Nos últimos dias, sempre com a autarquia às escuras quanto à exposição que iria estar no museu que financia, a vasta equipa de Banksy ocupou as salas do museu. Aos empregados e aos visitantes dizia-se apenas que decorriam filmagens no local.
Banksy deixa então lastro pelas salas do museu municipal, com obras suas a espreitar entre as do espólio mais convencional. Faz lembrar um dos seus actos mais famosos: em 2003 introduziu um trabalho seu nas paredes da galeria Tate Britain, em Londres. Ficou lá durante horas, sem que se estranhasse a sua presença. No Louvre, em Paris, colocou uma Mona Lisa “Banksy” nas imediações do original.
Kate Brindley assume que a escolha de Banksy e da sua cultura street para o Verão do City Museum pode ser “controversa”. “Mas a arte é isso”. E também é buzz. Desde sexta-feira, quando foi revelada a presença de Banksy no museu de Bristol, a atenção dos media foi grande. “Toda a gente presumia que [a nova exposição de Banksy] seria em Los Angeles, em Nova Iorque, em Londres, mas ele insistiu que viesse para Bristol... é só ele a voltar a casa”, comentou o vereador de Cultura de Bristol, Simon Cook, à Reuters. Mas a verdade é que, não se sabendo a identidade do street artist, não se pode estar seguro de que ele é, de facto, natural de Bristol...
Banksy deixa então lastro pelas salas do museu municipal, com obras suas a espreitar entre as do espólio mais convencional. Faz lembrar um dos seus actos mais famosos: em 2003 introduziu um trabalho seu nas paredes da galeria Tate Britain, em Londres. Ficou lá durante horas, sem que se estranhasse a sua presença. No Louvre, em Paris, colocou uma Mona Lisa “Banksy” nas imediações do original.
Banksy começou a trabalhar no início da década de 1990 e diz que esta exposição é a sua visão do futuro. Com o seu trabalho cobiçado pelas estrelas (Pitt, Jolie, Aguilera) e a render centenas de milhares de euros em leilão depois de ter sido “salvo” das ruas e das equipas de limpeza de graffiti, um dos seus statements mais conhecidos (para além das ratazanas stencil) foi a introdução de uma figura insuflável, em tamanho real, de um detido de Guantánamo na Disneylândia.Vejam mais videos no youtube.
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