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01/06/2013

JOANA VASCONCELOS

O cacilheiro "Trafaria Praia" transformado em obra de arte por Joana Vasconcelos para representar Portugal na 55.ª edição da Exposição Internacional de Arte de Veneza vai ser hoje inaugurado junto aos Giardini, onde está ancorado.

27/03/2013

JOANA VASCONCELOS

A exposição da artista plástica Joana Vasconcelos, que inaugurou na sexta-feira à noite no Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, recebeu 4.646 visitantes no fim de semana.

De acordo com a empresa responsável pela produção da exposição da artista no palácio, é este o balanço do primeiro fim de semana da abertura ao público.
A mostra apresenta 38 obras criadas na última década, na maioria inéditas e outras emblemáticas, como "A Noiva", "Marylin" e "Coração Independente Vermelho".
Depois de ter mostrado obras no Palácio de Versalhes, em Paris, no ano passado - numa exposição que recebeu 1,6 milhões de visitantes - a artista volta a um espaço que foi habitado por uma família real, desta vez a portuguesa, e a conceção da exposição foi inspirada na figura da rainha Maria Pia.

19/06/2012

JOANA VASCONCELOS


A artista portuguesa mostra o seu trabalho no Palácio e Jardins de Versalhes. A exposição prevê a apresentação de obras emblemáticas e a criação de inéditos.


Desde 2008 que o Palácio de Versalhes, em Paris, convida artistas contemporâneos a exporem no espaço. Jeff Koons foi o primeiro, seguiram-se Takashi Murakami, Xavier Veilhan e, este ano, Bernar Venet. A próxima é Joana Vasconcelos.

Jardins e palácio acolhem o trabalho da artista portuguesa que apresenta o sapato Marilyn (feito de panelas de aço inoxidável) e o lustre "Noiva" (em que foram usados tampões).

Irreverência, tradição, cor e muito de Portugal. A exposição de Joana Vasconcelos em Versalhes abriu esta terça-feira ao público e estará patente até 30 de Setembro, com as suas 17 obras, em diálogo e confronto da arte contemporânea com a arquitectura do palácio do século XVII.

Entre as obras escolhidas para a exposição contam-se «Mary Poppins», peça de 2010 feita em crochet e tricô, «Marilyn», de 2011, dois sapatos gigantes compostos por panelas e tachos portugueses, e «Coração independente», em vermelho (2005) e em negro (2006), feito de colheres de plástico.

A artista plástica rodeou-se de várias personalidades para a inauguração da exposição, decorrida na segunda-feira, como a fadista Mariza, o escritor Valter Hugo Mãe, que assina o texto do catálogo oficial, os designers de moda Storytailors, Dino Alves e Filipe Faísca, e o chefe de cozinha José Avillez - uma estrela Michelin no currículo e dois restaurantes referenciados como tesouros de Lisboa num artigo recente do The New York Times.

 E será servido pão. “Os franceses são tarados com o pratinho do pão? É um pratinho bué estúpido. Vocês têm?” Vocês é a Vista Alegre. É preciso cuidar do pratinho do pão. Do tamanho. E dos pratos, travessas, saladeiras, terrinas. “Uma bela terrina para fazer vista na mesa de apoio.” Um serviço inteiro, que de momento “está com um ar chato como o raio”. Demasiado clássico. Versalhes é Versalhes, dourado, vetusto, imponente. E Joana Vasconcelos é Joana Vasconcelos, exuberante, irreverente, iconoclasta. Capaz de meter o isomorfismo de Escher e o kitsch na mesma peça. Nas calmas.

O serviço Vista Alegre em que será servido o jantar de inauguração incorpora os elementos de Perruque, a peça mais icónica da exposição em Versalhes. Aquela que evoca as perucas escultóricas de Marie Antoinette e que ficará no quarto desta. Aquela que se inspira vagamente num ovo Fabergé e que é chamada por todos, no atelier e na Fundação Ricardo Espírito Santo Silva, onde foi feita, “o ovo”. Os pratos têm folhas pretas (em ébano, na Perruque) e desenhos a ouro. A responsável da Vista Alegre trouxe um exemplar de cada peça.

Joana usa uma caneta de feltro para desenhar directamente num prato. Daqui a pouco mais de uma semana será servido o banquete na Orangerie. “Um dos luxos que ela curtia era laranjas.” Marie Antoinette mandou vir de Portugal centenas de laranjeiras e no jardim, ainda hoje, há áleas de laranjeiras. La reine por estes dias será a artista plástica portuguesa. Foram enviados 300 convites.

 A artista portuguesa, a primeira mulher a ser convidada por Versalhes, viajou pelo universo feminino para criar algumas das peças que leva para esta exposição. Talvez por ter estudado na école française. Talvez por ter nascido em Paris. Talvez porque tem mais sainete dizer Versailles. O mais certo: porque os interlocutores dela dizem Versailles. Versailles é universal. Versalhes, não

 Referências e homenagens às mulheres e amantes da monarquia francesa, sem esquecer as artes mais rurais de Portugal. 

Para "tapar" o erro, esquecimento??? não!!!!.......a secretaria de Estado da Cultura convidou-a para representar Portugal na bienal de Veneza no próximo ano.

10/07/2011

JOANA VASCONCELOS

A artista Joana Vasconcelos inaugurou esta semana a primeira exposição individual no Principado do Mónaco, 'Fairytale', com esculturas como 'Marilyn', uma sandália feminina de salto alto criada com panelas e respectivas tampas.

Hercule e La Monégasque são obras concebidas a partir de vulgares esculturas femininas em cimento, inspiradas na mitologia clássica, pintadas em cores que remetem para o universo Disney e cobertas com um croché em algodão feito à mão.

Loft, uma desafiadora composição de oito paredes cobertas com oito diferentes revestimentos do interior das quais irrompem volumes têxteis tentaculares ricos em texturas e cor. Petit Gâteau um enorme cupcake construído através da acumulação e repetição de diferentes alinhamentos de formas em plástico usadas para brincar na praia, evocam uma experiência ambígua que alterna entre uma confortável sensação de familiaridade e uma ambiência bizarra.

O trabalho de Joana Vasconcelos destacou-se em 2005 quando foi convidada a participar na Bienal de Veneza, onde mostrou A Noiva, um gigantesco lustre concebido com tampões higiénicos femininos.

A exposição Fairytale vai ficar patente até 04 de Setembro no Pavilhão Bosio, no Mónaco.

Uma das artistas mais proeminentes da sua geração, Joana Vasconcelos distingue-se pelas suas exuberantes esculturas inspiradas na cultura popular e nos aspectos mais quotidianos da vida. Apropriando objectos comuns e fazendo uso de técnicas tradicionais, como croché e tricô, a sua obra propõe uma perspectiva cúmplice, ainda que simultaneamente crítica, da sociedade contemporânea.

Em 2012 podemos encontrar Joana Vasconcelos na exposição anual de arte contemporânea do Palácio de Versalhes, sucedendo a nomes sonantes como Jeff Koons, Xavier Veilhan, Takashi Murakami e Bernar Venet.

18/06/2009

Joana Vasconcelos - coração gigante+ Jeff Koons

Um coração gigante de Joana Vasconcelos, várias obras de Jeff Koons e uma fotografia do alemão Andreas Gursky são algumas das obras em licitação no leilão de arte contemporânea de 30 de Junho na Christie’s de Londres. A escultura da artista plástica portuguesa, cujo nome é “Coração Independente de Ouro”, é um enorme coração de filigrana, inspirado nos tradicionais corações de Viana, oferecidos às recém-casadas como amuletos de sorte. A obra, elaborada por Joana Vasconcelos com talheres de plástico amarelo translúcido sobre uma estrutura de metal, será suspensa do tecto, rodando lentamente sobre o seu eixo, ao som de gravações de fados de Amália Rodrigues. O leilão decorrerá alguns dias antes da exposição que a galeria Serpentine, no Hyde Park londrino, dedicará a Koons entre 03 de Julho e 13 de Setembro e que se centrará na sua série “Popeye”. Entre as peças de Koons vendidas ao autor do melhor lance estão as intituladas “Lowers”, uma espécie de terrina barroca com flores, toda em aço inoxidável, e “Moustache”, uma extravagante escultura em aço policromático e ferro forjado. “Moustache” tem a forma de um bigode postiço que apresenta, em cada um dos extremos, um brinquedo insuflável de plástico. A fotografia de Andreas Gursky “Copan” (2002) representa um dos edifícios mais ambiciosos do famoso e já centenário arquitecto brasileiro Óscar Niemeyer, uma obra que, inicialmente concebida para celebrar o 400.º aniversário da cidade de São Paulo, em 1954, só ficou concluída em 1966. A própria dimensão dessa construção, que tem mais de um milhar de apartamentos e setenta lojas, permitiu a Gursky captá-la de forma a que os mínimos pormenores parecem fundir-se numa unidade, como acontece

23/01/2009

JOANA VASCONCELOS

"Ser artista é criar o seu próprio formulário" frase de Joana Vasconcelos que nasçeu em Paris, a 8 de Novembro de 1971,e veio com três anos para Portugal,os pais estavam exilados, era fotógrafo,e tinha uma casa de artes gráficas,onde fazia edições de revistas e jornais. Expõe regularmente desde 1994, é artista plástica contemporânea, considerada como uma das mais marcantes da última década. Formou-se no AR.CO, em 1996. Tem feito um percurso internacional que não faz parte das estruturas nacionais. Fêz desenho e joalharia, trabalha frequentemente em esculturas inspiradas em objectos banais do quotidiano, e em instalações. A sua mais famosa obra, Nectar, com sete metros de altura e três de diâmetro um castiçal feito de garrafas de vidro no Japão com garrafas de saquê, pertence à Colecção Berardo e está exposta no Museu Colecção Berardo, instalado no CCB.
Muitos dos seus trabalhos estão patentes em colecções privadas europeias.O tampão, o crochet, o garfo, a garrafa são internacionais, é uma linguagem globalizada, tem a ver com as mulheres de todo o mundo. Em 2006, fêz A Ilha dos Amores com umas esculturas de cimento cobertas de renda que eram as Cariátides. Pensei no Canto Nono d’Os Lusíadas, que ninguém podia ler na escola, aquele em que a recompensa dos navegadores se dava numa ilha cheia de ninfas e deusas. As mulheres eram um prémio, e no terrorismo o motivo ainda é o mesmo. A mulher é a moeda de troca para os grandes feitos dos homens de Camões. Até hoje, não mudou, refere Joana. Na Bienal de Veneza, em 2005, a artista representou Portugal com A Noiva, e surpreendeu com um lustre de 4,70m, mas que ao invés de ser de cristal ou de vidro, foi construído por 40 mil tampões higiénicos.
As suas obras incluem uma sandália gigante feita de tachos e panelas,o sapato é feito da panela 16 que é a panela do arroz, e para que a tampa da panela seja uma lantejoula ampliou a peça à escala. Para isso usou 149 panelas e 266 tampas. A sua famosa Burka com motor,inspirada nas sete sais das mulheres da Nazaré,(a obra precisou de doze pessoas para ser instalada no local),o sofá de tabletes de aspirina, uma cama de comprimidos de valium, ponto de encontro de 2000 um carrossel com cadeiras que criou para o Museu de Serralves, valquíria III,de 2004, fazem parte de algumas das suas obras. Eu a primeira vez que vi uma obra de Joana Vasconcelos foi em Serralves, na exposição descoberta de novos talentos,onde vençeu o prémio EDP/Novos Artistas, em 2000. Actualmente no Museu de Arte Contemporânea de Elvas estão em exposição obras de vários artistas, entre eles Joana Vasconcelos. Aberta desde 17 de Janeiro conta com várias obras de artistas como Pedro Cabrita Reis, Rosa Almeida, Adriana Molder, André Gomes, de Pedro Proença, Rui Chafes e Rui Sanches, entre outros. Joana Vasconcelos apresenta a peça «Noiva» e «Cama –Valium». "Dizer a verdade nem sempre é cómodo. Há velaturas, há tanta coisa que a nossa tradição do véu impede de exprimir. Por isso fiz A Burka com sete saias da Nazaré por baixo. Disseram que eu estava maluca. Tem um motor, um mecanismo que faz subir a Burka, como se fosse a Ascensão de Nossa Senhora, e depois cai" “Trabalho a recontextualização desses objectos que toda a gente tem em casa. Trabalho-os para a contemporaneidade, dou-lhes uma nova forma.”
"Sou feminista, criticando as mulheres. A mulher está sempre a trabalhar no interior, está perdida no seu interior, começa a descobrir que existem outras coisas. O objectivo é o pensamento, através da inteligência. Critico as mulheres que mantêm o discurso feminista, que é conservador, que não evoluiu".
"As pessoas ou procuram saber ou dizem logo mal. A minha crítica é que sou “aquela do crochet”, sou igual a todas as que ficaram fechadas em casa, que não podiam sair, estudar, trabalhar. Sou criticada pelas mulheres. Não tenho galerista cá, nem agente ".

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