Autor multifacetado, tão conhecido por criar instalações para o circuito da arte como compor para dança contemporânea ou criar bizarras canções pop, o inglês Leo Chadburn, mais conhecido por Simon Bookish, estreia-se em Portugal, revelando o seu mais recente álbum, "Everything/Everything".
Disco editado na segunda metade do ano passado que lhe granjeou algum culto difícil de enquadrar, algures entre as aventuras conceptuais de Matthew Herbert, a musicalidade de Final Fantasy e o gosto refinado e muito britânico de cantar do ex-Pulp Jarvis Cocker. É uma sonoridade algo intricada, mas ao mesmo tempo de apelo directo, aquela que tem para propor, recheada de orquestrações e motivos electro-acústicos, enleados num jogo de palavras delirante, frequentemente acompanhadas por trompetes, clarinetes ou harpas. Hoje em Famalicão na Casa das Artes
A internet é hoje em dia o reflexo daquilo que somos para o bem e para o mal. Eu criei este blogue com o objectivo de falar sobre a cultura pop - musica, cinema, livros, fotografia, dança... porque gosto de partilhar a minha paixão, o meu conhecimento a todos. O meu amor pela música é intenso, bem como a minha curiosidade pelo novo. Como não sou um expert em nada, sei um pouco de tudo, e um pouco de nada, o gosto ultrapassa as minhas dificuldades. Todos morremos sem saber para que nascemos.
07/03/2009
Simon Bookish
Autor multifacetado, tão conhecido por criar instalações para o circuito da arte como compor para dança contemporânea ou criar bizarras canções pop, o inglês Leo Chadburn, mais conhecido por Simon Bookish, estreia-se em Portugal, revelando o seu mais recente álbum, "Everything/Everything".
Disco editado na segunda metade do ano passado que lhe granjeou algum culto difícil de enquadrar, algures entre as aventuras conceptuais de Matthew Herbert, a musicalidade de Final Fantasy e o gosto refinado e muito britânico de cantar do ex-Pulp Jarvis Cocker. É uma sonoridade algo intricada, mas ao mesmo tempo de apelo directo, aquela que tem para propor, recheada de orquestrações e motivos electro-acústicos, enleados num jogo de palavras delirante, frequentemente acompanhadas por trompetes, clarinetes ou harpas. Hoje em Famalicão na Casa das Artes
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