Hoje lembrei-me de mais uma interessante banda dos anos 90.Tal como indica o seu nome, Pram trouxe uma visão distintamente pueril, e uma marca exclusivamente cinematográfica que fracturou o electro-pop, ao contrário de muitos dos seus contemporâneos mais caprichosos. No entanto, a visão de infãncia do grupo,era decididamente horrível, evocando um mundo halucinatorio de impotência e de medo. Formados em Birmingham, Inglaterra em 1990, os Pram consistia principalmente em Rosie Cuckston nos vocais,os sons de um Teremin caseiro, mais tarde entra o multi-instrumentista Matt Eaton, baixista Sam Owen, e o keyboardist /sampler Max Simpson. Começaram a crescer intrincados naa sua musica post-rock, dream-pop de melodias estranhas, texturizadas ,batimentos hipnóticos , glass hammers ,pianos de brincar, glockenspiels, e até mesmo uma bubble machine Hawaiian. No album de 94 «Helium » alargam os seus horizontes na experimentação de som e estrutura, e começam a incorporar elementos de jazz. Em 2007 editam o seu nono album «the Moving Frontier » . Uma banda a descobrirem para os que não conhecem .
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