Lennon considera que esse círculo foi nocivo para ele e sua segunda esposa, Yoko Ono, e chega inclusive a afirmar que ambos acabaram consumindo heroína pela convivência que tiveram com os Beatles e com as pessoas ao redor do grupo. "Nós sofremos muito", revelou. (E como: em vez de trabalhar, passou 5 anos sem sair de casa, drogando-se todo dia e chamava a imprensa pra documentar as suas relações sexuais com o dragão japonês – "Make love, not war" – eu preferia ir pra guerra ) O artista apresenta na entrevista uma imagem bem diferente da aura de "bons meninos" que marcava a banda especialmente no início da "beatlemania" e revela alguns detalhes íntimos da vida do grupo durante as tournés. "Se não desse para arrumar uma 'groupie', pegava uma prostituta", confessa. Segundo Lennon, há fotos nas quais ele aparece a arrastar-se, de joelhos, à saída de um prostíbulo de Amsterdão.
O sujeito que cantava o poder do amor abandonou o próprio filho e a 1ª esposa. o Traumatizado, Julian Lennon ressentiu-se do abandono do pai tão profundamente que para consolá-lo McCartney compôs “Hey Jude”. Enquanto cantava o hino comunista “Imagine um mundo / sem posses” o magnata John Lennon circulava de limusine entre suas 7 mansões – numa cidade infestada de mendigos. Bom esquerdista, Lennon contribuiu para grupos violentos como o IRA e os Panteras Negras. Chegou a ser investigado pelo FBI por isso. Mas o que queimou o filme foi a partilha do dinheiro. Até hoje, o dinheiro da Apple é disputado na Justiça entre Yoko Ono e os ex-colegas.
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