26/08/2008

CLAUS VON STAUFFENBERG

Foi um dos principais articuladores do mal sucedido atentado à bomba contra Hitler em 20 de Julho de 1944, que tentou remover o líder nazi do poder. A tentativa de matar Hitler aconteceu no seu quartel-general, conhecido como a "Toca do Lobo" ("Wolfsschanze", em alemão), situado nas proximidades de Rastenburg (actualmente Kętrzyn), junto à aldeia à época chamada Görlitz (e hoje Gierłoż) na Prússia Oriental, actual território da Polónia, onde Stauffenberg carregou consigo duas pastas com 1 kg de bomba cada uma, sendo que só conseguiu levar á sala de reunião onde ocorreu o atentado, apenas uma das bombas. Entre 11 feridos, e 7 mortos, Hitler teve apenas ferimentos leves, devido ao facto de um de seus aliados afastar sem intenção a única mala de explosivos na sala para alguns metros da mesa onde ocorria a reunião. O mal sucedido atentado custou a vida do Coronel von Stauffenberg e de outros conspiradores que se encontravam em Berlim, foram traídos por um cúmplice após saber que Hitler tinha sobrevivido ao atentado, e denunciou os seus companheiros os Generais Olbricht, Hoepner, Erwin von Witzleben, Fromm, Coronel Mertz e o Tenente Häften, os quais foram fuzilados naquele mesmo dia, após julgamento sumário, não dando muito tempo de vida a Stauffenberg, pois também foi morto a mandato de Hitler. A outro membro da conspiração, o Marechal de Campo Erwin Rommel, conhecido como a “Raposa do Deserto”, foi-lhe concedida a opção de suicidar-se, de que ele fez uso. Claus von Stauffenberg disse à sua família: "se eu conseguir, serei chamado pelo povo alemão de traidor, mas se eu não conseguir, estarei traindo a minha consciência".

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