Uma das mentes mais brilhantes da história do cinema, Billy Wilder co-escreveu e dirigiu alguns dos maiores clássicos de Hollywood. Wilder abandonou a faculdade de Direito e trabalhou como repórter em Viena e Berlin até 1929, quando conseguiu colaborar no roteiro de "People on Sunday", de Robert Siodmak.
Seguiram-se outros para o cinema alemão e a co-direção de um filme em França, onde Wilder, que é judeu, estabeleceu-se após a ascensão do nazismo em 1933. Sua mãe e outros familiares morreriam nos campos de concentração. Mudando-se para os Estados Unidos, Wilder onde passou anos difíceis, tentando aprender inglês e vivendo em condições precárias com outros expatriados como o actor Peter Lorre.
Desde sua chegada à América, Wilder manteve-se activo como argumentista, mas só começou a brilhar em 1938, quando formou dupla com Charles Brackett, com quem escreveu, por exemplo, sofisticados argumentos de filmes como "Ninotchka", de Ernst Lubitsch, e "Bola de Fogo", de Howard Hawks. Ambos os argumentos foram indicados aos Oscares, Brackett trabalharia com Wilder em quase todos os seus filmes até 1950.
Em 1942, Billy Wilder estreou-se como director com a comédia "A Incrível Suzana", dando início a uma filmografia impressionante, caracterizada principalmente pelo aspecto cínico e mordaz. A inteligência do texto de Wilder fêz com que a maioria dos seus trabalhos seja interessante. Mas geralmente são considerados pontos altos de sua carreira filmes como "Pacto de Sangue", memorável filme noir; "Farrapo Humano", inigualável estudo sobre o alcoolismo; "Crepúsculo dos Deuses", considerado o maior filme já feito sobre Hollywood; o hilariante "Quanto Mais Quente Melhor"; e a comédia dramática "Se Meu Apartamento Falasse". Os dois últimos foram co-escritos por I.A.L. Diamond, seu colaborador em sete filmes.
No seu currículo ainda inclui "A Montanha dos Sete Abutres", em que expõe a pior face do jornalismo, e o famoso "O Pecado Mora ao Lado", com Marilyn Monroe. Estes últimos trabalhos não tiveram o mesmo prestígio dos anteriores, mas nada que abalasse um nome consagrado com dois Oscars de Melhor Filme e Director ("Farrapo Humano" e "Se Meu Apartamento Falasse") e três de
Melhor Argumento ("Farrapo Humano", "Crepúsculo dos Deuses" e "Se Meu Apartamento Falasse") entre inúmeras outras indicações e premiações.
No ano 2000, "Quanto Mais Quente Melhor" foi eleito pelo American Film Institute como a melhor comédia de todos os tempos. Billy Wilder serviu o exército em 1945 na Divisão Psicológica do Exército Americano e era colecionador de arte. Colaborou intimamente com Steven Spielberg em "A Lista de Schindler" e foi um dos muitos directores sondados para dirigir o filme - Roman Polanski e Martin Scorsese recusaram o projecto). Billy Wilder chegou a ser mencionado como possível director de "A Lista de Schindler", ele mesmo considerou estar muito velho para o trabalho (estava aposentado já á alguns anos) e achou que o assunto era muito pessoal (os pais e os avós de Billy morreram no campo de concentração de Auschwitz durante o Holocausto). Foi o próprio Billy quem incentivou Spielberg a dirigir o filme.
Melhor Argumento ("Farrapo Humano", "Crepúsculo dos Deuses" e "Se Meu Apartamento Falasse") entre inúmeras outras indicações e premiações.
No ano 2000, "Quanto Mais Quente Melhor" foi eleito pelo American Film Institute como a melhor comédia de todos os tempos. Billy Wilder serviu o exército em 1945 na Divisão Psicológica do Exército Americano e era colecionador de arte. Colaborou intimamente com Steven Spielberg em "A Lista de Schindler" e foi um dos muitos directores sondados para dirigir o filme - Roman Polanski e Martin Scorsese recusaram o projecto). Billy Wilder chegou a ser mencionado como possível director de "A Lista de Schindler", ele mesmo considerou estar muito velho para o trabalho (estava aposentado já á alguns anos) e achou que o assunto era muito pessoal (os pais e os avós de Billy morreram no campo de concentração de Auschwitz durante o Holocausto). Foi o próprio Billy quem incentivou Spielberg a dirigir o filme.
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