11/02/2010

ALEXANDER McQUEEN


Para quem como eu gosta de ver os melhores artistas e as suas obras em diferentes áreas, fiquei sem palavras ao saber há uma hora atrás da morte de Alexander McQueen.

O estilista inglês Alexander McQueen morreu esta Quinta-feira, 11 de Fevereiro, aos 40 anos.

Segundo informações da imprensa internacional, acredita-se que se tenha enforcado, mas a polícia já está a investigar o caso.
A morte foi comprovada por um porta-voz do escritório parisiense que representava McQueen, mas preferiu não falar à imprensa "em respeito aos familiares".
O estilista foi encontrado no seu apartamento de luxo em Green Park, no centro de Londres, na Inglaterra. Uma ambulância foi chamada na casa de McQueen às 10h20. A polícia indicou que não considera esta morte suspeita.

O designer foi encontrado morto em sua casa, em Londres. As causas da morte não foram confirmadas, embora o jornal The Sun afirme que McQueen, cujas múltiplas ligações à música passavam por trabalhos para Björk, David Bowie, Rihanna ou Lady Gaga, se terá enforcado.

Alexander McQueen, que em breve iria apresentar a sua nova colecção na Semana de Moda de Paris, afirmara recentemente, no Twitter, estar muito abalado com a morte da mãe, ocorrida este mês.

Entre os trabalhos de Alexander McQueen no mundo da música encontram-se a capa de Homogenic , o disco de 1997 de Björk, que desenhou; o casaco que David Bowie enverga na capa de Earthling ou as numerosas roupas de Lady Gaga no vídeo de "Bad Romance".

A morte do estilista inglês Alexander McQueen foi um choque para o mundo da moda hoje. A par de John Galliano, Alexander era dos meus preferidos.

Lady Gaga:
"estou fisicamente triste…pela família dele, seus amigos, gaga, e todos que o inspiraram… te amamos Alexander ".

Dita Von Teese, estilista/modelo
"descanse em paz Mr.McQueen ".

PARABÉNS NELSON MANDELA

11 de Fevereiro é um dia histórico para a África do Sul. Em 1990 era libertado Nelson Mandela, preso durante 27 anos.

Símbolo da luta pela liberdade, a libertação de Mandela marcou o fim do Appartheid.

A decisão de libertar Nelson Mandela foi anunciada por Frederik de Klerk e colocou um ponto final a mais de 27 anos na prisão. “Foi o princípio do fim da indignidade”, referiu esta manhã o arcebispo Desmond Tutu, num comentário à libertação de Nelson Mandela, que aconteceu faz hoje 20 anos.Era o caminho para a liberdade, um caminho difícil cuja meta não se atinge sozinho.

Sem rancor, Nelson Mandela apelou à reconciliação, democracia e igualdade. Mandela foi eleito o primeiro presidente negro da África do sul, e no discurso de posse, renovou a mensagem de toda uma vida: “que haja justiça, paz, trabalho, pão, água e sal, para todos”. Recebeu mais de 250 prémios, entre eles o Nobel da Paz. Mudou a história e o mundo.

A luta contra a SIDA tem sido agora, uma das batalhas, depois de ter perdido há cinco anos, o seu único filho, vitimado pela doença. Com 91 anos, Nelson Mandela é o mais amado dirigente mundial. Como dizia Peter Gabriel, se o mundo pudesse ter apenas um pai, nós escolheríamos Nelson Mandela.

 Além da reuniam para um pequeno-almoço  com políticos e veteranos para marcar o aniversário da sua libertação, haverá, ainda, uma marcha conduzida pela antiga esposa de Nelson Mandela, Winnie Mandela, que o acompanhou nos seus primeiros passos de liberdade. A marcha terá início nos portões da prisão de Victor Verster, na província do Cabo, Mandiba, a última onde esteve preso.

10/02/2010

MODS EM PORTUGAL

É uma ( nova) tribo em Portugal porque o movimento nunca foi "importado", mas a cultura mod já remonta a finais da década de 50.

O nascimento deste grupo esteve ligado aos filhos de operários que trabalhavam na indústria do vestuário. Eram, pois, descendentes de proletários que se interessavam por coisas aparentemente só de gente bem: as novas tendências da moda e também da música.

O epicentro desta causa que ultrapassava a política deu-se na década seguinte com a paixão por símbolos como as scooters (lambretas e vespas) ou as camisolas com um alvo ao centro. As motas eram o meio de transporte preferido, principalmente por serem mais baratas que os automóveis, mas também porque os transportes públicos encerravam demasiado cedo para quem queria nesses tempos sair à noite.

Os mods reuniam-se em pubs' londrinos. Tal como agora: um grupo de revivalistas portugueses tem pontos de encontro em clubes como o Europa e concentra-se nas muitas festas que se organizam por cá.

Um dos "cabecilhas" deste grupo é Miguel Ângelo, dos agora extintos Delfins. O músico não vê revivalismo nos mods portugueses porque este "é um movimento modernista que se alimenta do presente, do futuro e do passado". Ainda assim, e apesar de já em 1979 se juntar com os amigos para ouvir bandas como os The Jam em festas, reconhece que "nunca existiu um grupo de pessoas como agora".

Os pilares fundamentais deste movimento não são apenas as festas em que se ouve desde os The Who à música soul das editoras Motown ou Stax. Há também lojas como a Twotonestore, em Cacilhas (Almada), a Graver Shop, na Rua da Madalena, em Lisboa, e a Lambretta Store, no Porto, que vendem produtos relacionados com a iconografia deste estilo. Não faltam as T-shirts com o referido alvo, os pins com as bandas da época, DVD e CD dos grupos que representam a cena mod.

Foi há quatro anos que uma série de apaixonados por este universo, entre os quais Miguel Ângelo, se juntou no bar A Outra Face da Lua para uma festa em que foi projectado Quadrophenia, dos The Who, a ópera rock que depois se transformou em filme e que é essencial para se compreender os mods.

Desde então, a "cena" mod ainda não parou de crescer em Portugal, defende o cantor. E, actualmente, "já há T-shirts dos The Who à venda na Springfield. E porquê, afinal? "Porque é uma onda com muito bom gosto."

HARING + BRANSKY + BASQUIAT

KEITH HARING



BASQUIAT + BANSKY

BANSKY e PETE DEAN RICHARDS

Um novo capítulo surgiu na luta entre a lendária brincalhão, Bansky e seu inimigo fotógrafo jamaicano, Peter Dean Rickards. Rickards permitiu um cão defecar na arte de Banksy. Peter Dean Rickards conheceu Bansky em 2004 enquanto trabalhava na capa de um album de reggae/electronic the UK’s Wall of Sound. Segundo Rickards (que nunca tinha ouvido falar do artista na época), Banksy foi - um cara pouco rude com dentes de rato que, aparentemente sentiu-se muito superior, por ser famoso pelo seu stenciling de coelhos e ratos em Londres. Consequentemente, Rickards (que corre o botão empurrando site jamaicana, The Yard Aflitos) conseguiu capturar algumas fotografias de Banksy em diversas localidades ao redor de Kingston, incluindo um velho navio, uma ponte, o estúdio de musica de Buju Banton, e um bar na estrada de Mona em Kingston (onde Balloon Girl ficou por 4 anos).

Banksy ganhou uma reputação como um vândalo social, provocando com as suas peças de rua ilegal, que o empurrou para os círculos da elite da arte contemporânea. Até Rickards revelou a sua identidade secreta que ele tinha encoberto no mito e mistério, como um anti super-herói.

BRANSKY

Bansky é um dos mais conhecidos artistas de rua do mundo
Nascido em Bristol, 1975 os seus stencils são encontrados nas ruas de Londres. Banksy iniciou a sua arte aos 14 anos, foi expulso da escola e preso por pequenos delitos. Sua identidade é incerta, não costuma dar entrevistas e fez da contravenção uma constante no seu trabalho, sempre provocativo. A identidade é mantida em sigilo, apesar de algumas imagens do artista (não se sabe se verdadeiras) circularem pela internet. As suas obras transbordam ironia e na sua maioria questionam o culto às celebridades, a hipocrisia das personalidades políticas, e certas convenções falso-moralistas da sociedade.

Os pais não sabem da fama do filho: "Eles pensam que sou um decorador e pintor".

Centenas de álbuns de Paris Hilton foram adulteradas pelo "artista guerrilheiro" Banksy. Trocou 500 CDs da cantora Paris Hilton por cópias adulteradas em lojas de Londres, deu-lhes títulos como Why am I Famous?, What Have I Done? e What Am I For?, e deixou o código de barras original para que as pessoas podessem comprar o CD sem se aperceberem que tinham sido tocados.Ele também mudou fotos dela na capa do CD para mostrar a socialite em topless e com uma cabeça de cão.

Banksy é conhecido pelas suas cenas secretas subversivas como versões "sneaking" adulteradas de pinturas clássicas em galerias de arte.

Colocou no parque de diversões da Disney uma estátua-réplica de um prisioneiro de Guantánamo, colou réplicas de quadros modificados em Museus de Londres, e deixou grafites e stencils no muro que divide a Palestina e Israel.

Os seus trabalhos são carregadas de conteúdo social expondo claramente uma total aversão aos conceitos de autoridade e poder. Em telas e murais faz críticas, normalmente sociais, mas também comportamentais e políticas, de forma agressiva e sarcástica, provocando nos seus observadores, quase sempre, uma sensação de concordância e de identidade. Apesar de não fazer caricaturas ou obras humorísticas, a primeira reacção de um observador frente a uma das suas obras será o riso.

Bransky um dos mais famosos grafiters do mundo, reuniu no livro Wall and Piece, parte da sua obra.

Diz-nos ele: "as pessoas olham para uma tela a óleo e admiram cada pincelada em busca de um significado. As pessoas olham para um grafitti e admiram um cano de drenagem para entrarem na obra ".
É nesta democratização da fascinante da arte que joga Bransky.

ORSON WELLES

" O cinema não tem fronteiras nem limites. É um fluxo constante de sonho "
Orson Welles

09/02/2010

KING CRIMSON


Eu tenho que dizer quando o terceiro álbum dos King Crimson, Lizard foi lançado originalmente em 1970, eu tinha 8 anos. Também tenho de dizer que o álbum de estréia,In The Court Of The King Crimson é uma obra prima, um dos melhores discos de sempre. Também tenho de dizer que fui um dos que foi ao estádio do Restelo, Lisboa, no principio dos anos 80.

O próximo dia 19 de Janeiro, 2010, comemora-se o quadragésimo aniversário de Lizzard, com uma edição especial, remasterizada, com temas que não foram incluídos na edição original de 1970.

Robert Fripp sempre foi um apaixonado pela guitarra. Profissionalmente começou em 1967, quando os irmãos Giles - Michael (bateria) e Peter (voz e baixo) - puseram um anúncio num jornal de Dorset procurando um teclista que fosse também vocalista.

Ficamos um mês tocando e ensaiando e perguntei se iriam me contratar. Então, Michael acendeu um cigarro, calmamente, e apenas disse 'não vamos ainda nos comprometer, ok?'. Até hoje não sei se consegui o emprego ou não", conta Robert.

Se Robert não sabia se tinha conseguido o emprego, sabia que fazia parte do trio Giles, Giles and Fripp.

O estilo musical da banda costuma ser categorizado como rock progressivo, mas a sua sonoridade carrega vários estilos, como jazz, música erudita, new wave, heavy metal e folk.

O nome King Crimson foi sugerido pelo letrista Peter Sinfield, sendo uma alusão a Belzebu, princípe dos demónios. De acordo com Fripp, Belzebu seria uma forma ocidentalizada da frase árabe "B'il Sabab.", significando "o homem com um objectivo", apesar de muitos sugerirem que a palavra vêm do hebraíco Ba'al-z'bub, "senhor das moscas".

# Robert Fripp - guitarra-base, mellotron, piano (desde 1968)
# Adrian Belew -guitarra, vocal (desde 1981)
# Tony Levin - baixo, chapman Stick, vocal de apoio (1981 - 1999, 2003 - presente)
# Pat Mastelotto - percussão (desde 1994)
# Gavin Harrison - percursão (desde 2008)

# Greg Lake - vocal (1968-70), baixo (1968-69)
# Peter Giles - baixo (1970)
# Gordon Haskell - baixo, vocal (1970)
# Boz Burrell - baixo, vocal (1971-72)
# John Wetton - baixo, vocal (1972-74)
# Trey Gunn - Warr guitar, Chapman stick (1994-2003)
# Michael Giles - percussão (1968-70)
# Andy McCulloch - percussão (1970)
# Ian Wallace - percussão (1971-72)
# Jamie Muir - percussão (1972-73)
# Bill Bruford - percussão (1981-1997)
# Peter Sinfield - letras, iluminação (1968-71)
# Richard Palmer-James - letras (1972-74)
# Ian McDonald - sopros, mellotron (1968-69, músico de apoio em 1974)
# Mel Collins - saxofone, flauta (1970-71)
# David Cross - violino, viola, mellotron, teclado (1972-74)

DAVID BOWIE


Embora David Bowie tem estado bastante tranquilo nos últimos anos, a sua influência duradoura é algo que continua a permear todos os aspectos da música pop de hoje.

A partir de excursões electrónicas de bandas como Nine Inch Nails e Radiohead - cujo Kid A, Amnesiac, In Rainbows e não constituem uma trilogia ao contrário de Bowie seventies "Berlin" nos álbuns com Brian Eno - para o trabalho das bandas modernas, como os Arcade Fire ( O próprio Bowie, ficou entusiasmo e apoiou públicamente),o selo de Bowie continua em toda parte, mesmo que o próprio artista tenha ficado quase sempre em silêncio nos últimos anos.

O status de Bowie como um inovador é praticamente irrepreensível. Ele nunca vendeu muitos discos, os mesmos números, como os contemporâneos, Rolling Stones - fora o início dos anos oitenta período Let's Dance. Mas talvez salvando Neil Young simplesmente não há outro artista do mesmo período cuja influência continue a ser tão difundida na música pop de hoje.

Desde as texturas electro ao imediatismo do punk ( ao seu filho bastardo anos noventa grunge / alternative), a maior parte dos albums pode ser atribuído de inovador nos anos setenta.

Se perguntarmo á maioria dos fãs de Bowie, eles dirão que a sua outrora brilhante,centelha criativa começou de volta na década de oitenta logo após Lets Dance. E por algum tempo - especialmente durante a segunda metade daquela década - que a argumentação era essencialmente legítima. Apesar de álbuns como Tonight e Never Let Me Down, bem como as suas breves pequenas experiências com a banda de rock-Tin Machine tiveram os seus momentos, e também foram largamente hits.

Bowie teve um ressurgimento criativo no início na década de noventa, continuando até á década passada. Embora a sua estrela ter sido longa e esvaecida,a mudança de álbuns como Ziggy Stardust, Diamond Dogs, foram heróis por muito tempo atrás dele, na sequência da sua musa inspiradora.

Sem nada a provar, Bowie batalhou com uma série de gravações que se adapta às expectativas. Ninguém vai confundir álbuns como Heathen, 2002 e Reality,2003 para um trabalho inovador, como foi The Man Who Sold The World. Mas não há dúvida de que com estes últimos álbuns, Bowie estabeleceu um lugar muito agradável. E, talvez pela primeira vez na sua carreira, não estava fazendo uma série de papéis, mas simplesmente ser ele mesmo.
E é isso que o novo conjunto de concertos A Reality Tour, é realmente sobre ele.

Gravado na estrada, em apoio do seu álbum de então Reality- A Reality Tour o show foi lançado como um filme em DVD, 2004.

Como qualquer um que tenha seguido Bowie ao longo dos anos já sabe, quea sua carreira tem sido tão grande como a performance e os seus aspectos teatrais, como tem sido sobre as suas inovações musicais (que não são menos significativas, embora tenham sido ofuscada por vezes).

A Reality Tour, Bowie permanece sempre o showman a agradar a multidão. A diferença aqui é que este é um Bowie mais maduro. Finalmente confortável em sua própria pele, Bowie deixa grandes produções dos anos passados para trás em sua maior parte para se concentrar em oferecer uma performance mais directa.

Mesmo assim, ele não é nada além de dar um toque fresco a temas favoritos variando o período de Ziggy como "Hang On To Yourself" e "All The Young Dudes" á sua Berlim mais experimental era "Heroes" e extras "Breaking Glass" .

O traço comum é como Bowie faz estas canções e som como novas criações, nas novas formas imediatas e pessoais. Não existem alter-egos de ser encontrada aqui. No Ziggy. No Thin White Duke. No Plastic Soul Revue. O que se vê é um Bowie, que tanto deve á tradição e desempenho de Sinatra, ou Elvis Presley, como faz ás pretensões avant-mime artiste de personas do passado.

O crédito é devido também à banda de Bowie nesta turnê, que inclui o guitarrista Earl Slick e teclista Mike Garson (ambos dos anos setenta, por trás de álbuns como Station to Station). Os hits estão lá quase todos "Life On Mars?", "Fame", "Ashes To Ashes", e "China Girl".

Mesmo que as gravações ao vivo de Reality Tour tenham uns anos, demonstram que ainda hoje continua a ser uma grande influência na música contemporânea, mesmo num estado temporário de revelia. Mais do que isso provam que Bowie continua a ser uma força vibrante artística qe ue está longe de estar pronto para o rock and roll, lar de terceira idade que é o circuito oldies.

HAWKIND

Originalmente lançado em 1980, o álbum foi o primeiro desde a saída do vocalista Robert Calvert eo único a incluir Ginger Baker na bateria. Baker tinha entrado, após Simon King, sair da banda durante as sessões de início do álbum, surpreendendo a todos com a rapidez com que pegou e estabeleceu os temas.Gravado no Roundhouse Studios em Londres, Levitation fez uso de "state-of-the-art equipamentos digitais.


Depois de uma turnê inicial de 33, Hawkwind tocaram mais onze shows, um dos quais - a 18 de Dezembro de 1980 no Odeon Lewisham - e foi (felizmente) gravado profissionalmente. Inicialmente previsto para ser lançada como um álbum ao vivo, a editora dos Hawkwind sentiu que era muito cedo depois do ano anterior gravarem Live Seventy Nine.Esta colecção capta toda aquela noite mágica, incluindo a aparição do autor Sci-Fi, Michael Moorcock.

08/02/2010

HOPEWELL


Hopewell - Good Good Desperation, 2009.Vestindo a camisola e influencias dos Jane's Addiction e Flaming Lips, fundado por Jason Russo, que tocou com os Mercury Rev em turnê, os Hopewell andam nas malhas da psychedlica épica dos Rev e Flaming Lips, com o som dos Dungen e agindo como os Dead Meadow.

A banda tem uma extensa turnê, abrindo para os My Bloody Valentine na sua turnê de reunião recente e batendo audiências nos Festivais de Reading e Leeds.
Jason Russo, toca esse sonho psych-pop, um som fresco e denso, com melodias fortes que começa lento e melódico, e em seguida constrói gradualmente algo de proporções épicas.

O quinteto The New York, Hopewell herdeiros do rock´n´roll, é um grupo com grandes aspirações para a música rock. O frontman, ex-teclista nos Mercury Rev Jason Russo, com os seus vocais ondulantes, a melancolia das melodias, a mistura desenfreada de teclas e guitarra, resulta numa Americana punky, e sinfonia rock teatral. Banda de rock moderna, soulful, encaixa confortavelmente entre os psych pop rock e o space/rock, com momentos de extrema grandiosidade, crescendos, dinâmico com camadas de feedback, e uma turbulência que se pode dirigir á pista de dança.

Influências
Jacques Dutronc, Loop, Wooden Wand, Electric Tickle Machine, Grizzly Bear, Argent, Aphrodite's Child, Can, Roy Orbison, Yoko Ono, Jane's Addiction, Magma, Pink Floyd, Angels Of Light, These Are Powers, Traffic, This Heat, The Electronic Hole e Bruce Haack.

good bands had the pleasure of playing/touring :

Dr. Dog,  Clap Your Hands Say Yea, My Bloody Valentine, The Brian Jonestown Massacre, Dirty Projectors, The Rosebuds, The Dandy Warhols, Garth Hudson (of The Band), Oakley Hall (ex-Oneida), Love as Laughter, The Black Angels, Mark Gardner (of Ride), Adam Franklin (of Swervedriver), Parts and Labor, Wooden Shjips, De Novo Dahl, Mike Watt (of Minutemen), British Sea Power, Kid Congo, Puddin' Tang, Sons and Daughters......

VALTER HUGO MÃE

Os Governo, são o projecto do escritor Valter Hugo Mãe com Miguel Pedro e António Rafael, dos Mão Morta. O disco, "propaganda sentimental", saiu no final de 2009, "Estamos fartos de governos que falham, e que nos iludem." A propaganda é sentimental, porque a outra já não serve: "A única coisa que é verdade é o que vem dos afectos. Este é um governo para profundas declarações de amor, para a gestão dos corações" diz Valter.

Os portugueses podem votar: ao fazer o "download" gratuito do álbum no site da editora, "cada pessoa está a votar em nós e motiva-nos a prosseguir". Concertos só lá para Setembro. Os Mão Morta estão a gravar um novo álbum e a celebrar 25 anos de carreira, uma efeméride que não lhes permite governar.


Para os que gostam, e os que não conhecem o escritor de Vila do Conde, Valter H. Mãe, autor de "Pornografia erudita" (em Matosinhos na quinta edição da "Festa da Poesia" 2009, disse "os romances são a minha tentativa de entender o outro, ao passo que os meus poemas mais recentes acabaram por transformar-se em narrativas sobre mim e cada vez mais intrusivas, ainda por cima" vai apresentar o novo romance «A máquina de fazer espanhóis» a entrada é livre.

Valter Hugo Mãe regressa com um novo romance, "a máquina de fazer espanhóis", numa nova editora, a Objectiva (com a chancela Alfaguara), deixando para trás Maria do Rosário Pedreira, que o revelou em 2004, e Ana Pereirinha, com quem publicou os seus três romances e ao lado de quem venceu um prémio José Saramago em 2007.

"a máquina de fazer espanhóis" é dedicado ao pai de valter hugo mãe, "que não viveu a terceira idade". Numa nota final, o autor explica que o seu pai "sempre disse que morreria de um cancro antes da terceira idade": "eu achava que o meu pai era maluco". Este livro é um "e se" dessa velhice, e da velhice de valter também, explica. "Parece que estou a culpar o meu pai deste livro, não é? Este livro manifestamente fez-me sofrer um bocadinho. Mas depois de estas coisas [serem] transformadas em literatura, a minha vida fica mais ligeira. Há um lado terapêutico" Está à procura de uma salvação. Ao dedicar o livro ao pai, culpo-a "de todos estes pensamentos."

Vivemos num tempo em que ser jovem está na moda. "Admiramos profundamente as pessoas que não aparentam a sua idade", nota valter. Por exemplo: "Gostamos muito da Madonna porque aos 50 anos parece ter 35." E, no entanto, abre-se cada vez mais "um fosso entre as pessoas que poderíamos considerar no activo e as pessoas que, pelo peso da idade, se vão entregando a um conforto" - os velhos. Estamos irremediavelmente "mais distantes uns dos outros, como se fôssemos populações de diferentes planetas, de diferentes sociedades".

Isto assusta-o: a geração que hoje tem 30 ou 40 anos "vai ser muito especial quando chegar a velha, porque muito rarefeita". Somos filhos únicos, ou temos apenas um irmão, "vamos chegar mais sozinhos à terceira idade, vamos ser radicalmente menos, entregues, cada vez mais, à nossa própria sorte". Se não houver uma cultura que perceba os "mecanismos sociais de protecção da terceira idade, arriscamo-nos a chegar a velhos e termos uma velhice muito menos confortável, e até substancialmente aterradora", argumenta.



Texto no Jornal Noticias- Há três anos, Valter Hugo Mãe publicou um livro de poesia a que chamou "Pornografia erudita". Nesse mesmo ano venceu o Prémio Literário José Saramago com "O remorso de Baltazar Serapião", distinção que seria altamente improvável antes do 25 de Abril. Não porque a obra, essa, fosse susceptível de censura, mas porque a obra, a outra, teria invalidado o futuro do poeta e escritor.

O título, só por si, seria obviamente riscado; o conteúdo, sobre a virgindade de Amélia, alvo de corda na garganta e, cereja no topo do bolo, a fotografia do autor na capa, um nu frontal, motivo suficiente para que tivesse de fugir. Nada disto aconteceu em 2007. valter hugo mãe sabe portanto de cor o sabor da liberdade, escreveu, ainda menino de liceu, que "nunca desperdiçaria uma coisa tão cara" e faz jus à jura. Apesar disso, não tem a certeza de ser livre. "Quem lutou pela queda do antigo regime sonhou, talvez candidamente, que hoje viveríamos num país de pessoas livres. Se tenho dúvidas - eu, cidadão cuja consciência já se afirma em tempo de democracia -, é porque alguma coisa teima em falhar".

"Hoje também há muitas formas de redução da liberdade. São outras, mas existem", concorda. "Mas é impossível, por muito que se conte como foi, alguém poder entender a humilhação de um escritor perante a censura. É uma experiência muito dolorosa. Nunca mais voltamos a ser os mesmos", diz ele, que também a viveu no Diário de Lisboa e n'O Século. "É de tal forma cruel que aprendi a auto censurar-me. Palavrões, por exemplo, nunca os consegui empregar. Mesmo nos temas eróticos, que também eram tabu, naturalmente. Lobo Antunes, de outro tempo, emprega-os sem dificuldade". Mesmo depois do 25 de Abril "senti dificuldade em adaptar-me a uma nova escrita."

Talvez. Mas as falhas, essas que já não são a preto e branco, poderão ser comparáveis às que sentiu Urbano Tavares Rodrigues, cuja obra tantas vezes foi "cortada, truncada, apreendida" a ponto de o autor de "Uma pedrada no charco" ter julgado que nunca mais saberia escrever de outra forma que não a "codificada"?

Urbano, 86 anos, esteve preso mais vezes do que as que sabe já dizer. "Fui cruelmente tratado, fechado numa cela durante seis meses sem poder respirar luz ou sol. Isto influencia aquilo em que nos tornamos. Há coisas que não teria escrito se não tivesse sido, como fui, posto de lado". É por isso que a subvalorização da liberdade o "desaponta". Mas é também por isso que hugo mãe acredita, ou "gostaria de acreditar" na literatura enquanto ferramenta capaz de impedir que "erros fulcrais do passado não voltem a ser cometidos".


dia 10, 21h30, quarta-feira, em Lisboa, no museu nacional de arte antiga (rua das janelas verdes),
com apresentação de António Lobo Antunes.

dia 11, 21h30, quinta-feira, no porto, na biblioteca Almeida Garrett (no palácio de cristal), com apresentação da ex ministra da Cultura Isabel pires de lima.

será vendida uma tiragem especial, de capa dura, numerada e com um pequeno desenho meu, limitada a 300 exemplares (150 para venda em Lisboa e 150 para venda no porto).

MORPHINE

Morphine Cure For Pain.
Mark Sandman e três(mais dois)cordas um baterista saxofonista e guitarrista ausente na consciência, levou-nos acreditar que um trio de jazz mutante poderia fazer rock duro como qualquer banda de guitarra da época.
Mark Sandman foi o Bill Hicks da música, um inovador antiestablishment cuja existência desafiou crenças e ousou ao ouvinte a questionar tudo o que tinha sido assumido como writ, e que morreu antes do seu tempo, ainda mais trágico é, mas não há como negar a genialidade do artista e do poder com o qual o gênio nos deixou,com um dos melhores álbuns da década e talvez de sempre.

07/02/2010

«A Vida Não é um Sonho» (2000), de Darren Aronofsky

Todos nascemos da mesma maneira, crescemos e temos de arranjar um objectivo nas nossas vidas tudo para alcançar um sonho...sonho que aos nossos olhos parece ser perfeito…
Darren Aronofsky, prossegue o sucesso do seu aclamado filme Pi, com este novo êxito - A Vida Não É Um Sonho, baseado no romance do lendário Hubert Selby, Jr.

É um filme sobre o terror em que o heroi e o maior inimigo do homem é o vício.
Arrasador, «Requiem for a Dream» sintetiza o pesadelo em que a vida se pode transformar, particularmente se ela se basear numa adicção – qualquer que ela seja: a droga, a televisão, as dietas… Filme definitivo sobre a dependência, e também sobre a solidão.

Kill Your Idols (2004)

Pela primeira vez o cineasta Scot Crary não poderia ter escolhido um título mais adequado para a sua história viva e complexa de arte de Nova York e da cena punk- 71 minutos, o DVD inclui 60 minutos de bônus adicional com clips ao vivo, vídeos, galerias de fotos, trailers e muito mais!

Kill Your Idols é um documentário dirigido por Scott Crary em 2004, sobre a cena pós-punk de Nova York no final dos anos 70, a que se chamou No Wave. Com entrevistas e shows ao vivo dos Suicide, Teenage Jesus and the Jerks, Theoretical Girls e DNA, segue com os anos 80, Thurston Moore e Lee Renaldo dos Sonic Youth e Michael Gira dos Swans,  Yeah Yeah Yeahs, Black Dice, Liars, ARE Weapons e Gogol Bordello.

Um emocionante, guia completo da cena movimentada de Nova York pós- underground. Diretor Scott Crary retrocede com o nascimento da No Wave no final dos anos 1970, fornecendo uma corrida angular com uma valiosa colecção de apresentações ao vivo.

"Nós não estávamos tentando fazer música, nós estávamos tentando ser monstros", diz Teenage Jesus & The Jerks, baixista Gordon Stevenson. Ele recebe apoio de tais reivindicações da colega Lydia Lunch, o DNA Arto Lindsay, Glen Branca, Thurston Moore e outros a partir do final dos anos 70 e início dos anos 80 da explosão da arte- punk

DECODER


Em 1983, Dave Ball (Soft Cell) e Genesis P-Orridge (Psychic TV), com outros artistas como FM Einheit (Einstürzende Neubaten) e Matt Johnson (The The)construiram a banda sonora para um filme alemão, "Decoder", com a participação de William S. Borroughs, Christiane F, e do proprio Genesis P-Orridge.

Ralph Before '84: Volume II


Ralph Before '84: Volume II:

01 Eva's Warning – Snakefinger (4:31)
02 Halloween – MX-80 Sound (3:24)
03 Evolution – Fred Frith (3:21)
04 What Use? – Tuxedomoon (3:59)
05 Mahogany Wood – The Residents / Renaldo & The Loaf (4:10)
06 Same Old Me – Fred Frith (2:58)
07 Tritone – Tuxedomoon (2:47)
08 Melvyn's Repose – Renaldo & The Loaf (2:05)
09 Yeti: What Are You? – Snakefinger (4:03)
10 Nelda Danced At Daybreak – Renaldo & The Loaf (3:52)
11 Norrgarden Nyvla – Fred Frith (3:10)

THE FIBONACCIS

Fibonaccis cresceu na cena punk rock dos anos 80, em Los Angeles, CA. Desenho de uma vasta gama de influências, incluindo bandas sonoras de filmes, música de circo, bem como um interesse pela cultura pop bizarra em geral, a banda escolheu o seu nome do matemático italiano do século XIV, Leonardo Fibonacci. Primeira formação do grupo consistia em Magie Song (vocal e percussão), John Dentino (teclados), Joe Berardi (bateria, percussão), e Ron Stringer (guitarra, baixo). Primeiro registo intitulou-se de, fi'-bo-na' chez-, e foi lançado em 1982 na Index.. Com uma reputação crescente como banda ao vivo, o grupo executou versões bizarras de "Purple Haze" e do tema do filme Psycho nos seus sets. Em 1983, a banda lançou o EP, Slow Beautiful Sex, com um novo membro, Tom Corey (baixo, bandolim, vocal). Embora continuando a aparecer ao vivo ocasionalmente, eles não gravaram nenhum material novo até 1986. Por esta altura Stringer havia deixado o grupo e foi substituído por Corey. A banda escreveu a banda sonora do filme de culto de horror/comédia TerrorVision, e tinha grandes esperanças, mas a banda sonora não se saiu tão bem quanto se esperava. O grupo então voltou ao estúdio para gravar Civilization and Its Discotheques(1987),que foi um processo frustrante, a banda separou-se mais tarde.Retornar ao futuro com uma das bandas marcantes do underground da década de 1980, vinte e três anos após o lançamento original,com Civilization and It’s Discotheques .

SLACK

"Bigger than Breakfast" de 1988 é o álbum de estréia de Slack, um quarteto de funk branco, de Portland, Oregon. O álbum evoca 11 canções de rap, fusão, punk rock, psicadelia, jazz e croquete. Slack eram mestres indiscutíveis do "kind of sweaty", movidos a álcool nos concertos ao que muitas vezes resultaram em ressacas e más escolhas de parceiros sexuais.

Bass, Vocals - Stephen Lew*
Drums, Vocals - Yorck Franken
Guitar, Piano, Vocals - Kermit F. Rosen
Saxophone [Tenor], Vocals - Sam Hagerman
Trombone - Bruce Fowler (produtor do album)
Trumpet - John Fumo

ALKALINE TRIO

Alkaline Trio começou na Asian Man Records, em 1998, a casa de outras bandas como Less Than Jake e Skank. Com a força de dois populares albums mudam-se para a Vagrant Records. Com o lançamento de Good Mourning, em 2003 chegaram a uma audiência mainstream e tinha um single na rádio e na MTV. Como eles se afastaram de suas origens punk reto , e mudou-se mais para um som cheio de letras sobre a morte o oculto, a sua fama cresceu mais e tornaram-se numa das maiores e emergente bandas punk mainstream. Alkaline Trio apresenta nesta turnê o seu ultimo album, Addiction

NICE NICE



Esta colisão, turbilhão de cores e imagens "kaleidoscoped" agradável aos olhos, e a faixa "Everything Falling Apart" é uma das primeiras sugestões para o próximo álbum na Warp Records, chamado Extra Wow, que deve sair em Abril. Será o primeiro disco em cinco anos, e a versão inicial para a Warp.

Frightened Rabbit

Recentemente um quinteto, Frightened Rabbit estão lançando um novo álbum esta Primavera, intitulado The Winter of Mixed Drinks e posteriormente batendo na estrada.

NEW THRILL PARADE


A New Thrill Parade tem realizado tours por Portland em numerosas ocasiões, cada vez entregando igualmente uma memorável explosiva e bizarra performance.depois de se mudar de sua cidade natal de Santa Cruz para uma outra com maiores oportunidades, San Francisco em 2007, e pós a recente abertura de goth-punk legends 45 Grave, lançaram um impressionante e "sophomore" album intitulado Slumber In Colorland,e uma auto divertida filmagem de vídeos de música, parecia que o sucesso emanava para a banda.Lamentávelmente estão desmantelando sem encontrar o sucesso do seu talento, turnês constantes, e trabalho. No entanto, como os góticos muitos vezes sabem, às vezes a vida é dor, e simplesmente não podem continuar.

AUTÓPSIA DE JAY REATARD

Resultados da autópsia da morte do músico de Memphis, Jay Reatard revelam que morreu de "toxicidade da cocaína, e que o álcool foi um factor que contribuiu para sua morte", segundo a Dr. Karen E. Chancellor, do Shelby County Medical Examiner.

De 29 anos Reatard, cujo verdadeiro nome era Jimmy Lee Lindsey Jr., foi encontrado morto na cama da sua casa, Cooper-Young em Janeiro. Foi sepultado no 17 de Janeiro num túmulo próximo da lenda da Stax, Isaac Hayes.

Após uma década de trabalho garage, trash rock underground com vários grupos, incluindo, Reatards e Lost Sounds, Lindsey começou a atingir o estrelato mainstream em 2006 com o lançamento de seu primeiro álbum solo, Blood Visions.

O mais recente álbum, de 2009's Watch Me Fall, foi lançado pela Matador Records de New York City.

Com mais de 100 lançamentos, dos quais 22 álbuns completos, Lindsey deixou um legado enorme. Seu agente Adam Shore, confirmou que o trabalho precoce de Jay Reatard com a banda de punk rock The Reatards será relançado na Goner Records, enquanto que a In the Red Records de Los Angeles vai colocar o material com os Lost Sounds.

No momento da sua morte foi relatado um trabalho a solo no estúdio de casa, acompanhado pela Matador, e os ex-colegas de banda disseram que pelo menos seis músicas foram concluídas.

BLOOD RED DANCERS


Os Blood Red Dancers são um trio nada convencional de baixo, teclados e bateria, com os vocais a oscilarem á beira da auto destruição, principalmente de Aaron Poppick que seriam tão bem adaptados para amaldiçoar os deuses no cimo de uma montanha, ou para rachar a pintura de uma sala.
Isso não é música para dançar, mas é a música para nos mexermos - “dark-folk, junk-jazz, classic country, drinking, pretty girls, pretty girls drinking”.
O nome, Blood Red Dancers é parcialmente derivada de lendas indígenas de que se pintam com o sangue de seus inimigos para bailes comemorativos.

THE RESIDENTS Henry Fonda Theatre, Los Angeles, 30/1/2010


THE RESIDENTS - Live in Hollywood



The Residents "Death in Barstow" Talking Light Tour, at the Music Box / Henry Fonda Theater in Hollywood 1/30/10

A. C. NEWMAN

A. C. Newman é Carl Newman. poderá conhecê-lo como o principal herói pop, Zumpano, ou pode conhecê-lo como o líder dos New Pornographers, ou até mesmo lembrar-se dele com a estanha banda de rock pesado Superconductor. O guitarrista cantor / compositor Allan Carl Newman invadiu o cenário musical Canadiano no início dos anos 90 como membro do rock alternativo / grunge Supercondutor. A maior restrição com o grupo power pop Zumpano seguiu-se, em meados da década de 90, resultando em dois álbuns bem recebidos, Look What the Rookie Did, e Goin' Through Changes, até formar os New Pornographers, em 2000. Apimentado entre projectos solo foi com membros da banda de Neko Case, Dan Bejar (Destroyer), e o próprio Newman, que lançou o seu primeiro álbum a solo, Slow Wonder, em 2004 e Get Guilty em 2009. Coisas como songcraft, espirituoso, cheio de surpresas, habilmente produzido, voz perfeita, e rock roll, traz canções que chamam a atenção para lendas do power pop como The Raspberries, Redd Kross, e The Kinks, ou velhas lendas como Elton John, Harry Nilsson, e Todd Rundgren.

SATURDAY LOOKS GOOD to ME

Abraçar uma variedade descontroladamente ecléctica de influências melódicas, Saturday Looks Good to Me é a ideia indie pop do prodígio Fred Thomas, o único membro permanente do grupo desde a sua criação em 2000. Saturday Looks Good to Me começou como um projecto fantástico de Thomas (anteriormente um membro dos Flashpapr e Lovesick) para criar um registo de uma banda que não existia, com a ajuda de um punhado de amigos. Thomas escreveu e produziu um conjunto de nove canções, sons pop dos anos 60 (Motown, Brian Wilson e Phil Spector são pontos de referência claros), tendo igualmente sugestões de indie rock contemporâneo. Thomas deu ao projecto o nome Saturday Looks Good to Me, e as nove canções foram lançadas numa edição limitada de vinil pelo selo Here Forever Always, na primavera de 2000 (uma reedição do CD surgiu dois anos depois). Em 2003 lança o recomendável All Your Summer Songs. Na sequência da reputação e crescimento do grupo, pop idiossincrática dos SLGTM capturou a atenção da label indie K Records, que avançou para o sexto álbum Fill Up the Room, em 2007.Thomas tem como grande reverência para não mencionar a capacidade de criar uma canção pop em minutos como Merritt faz, a sua música soa mais fresco e menos artificial apesar de alusões retro. Com o efeito e reconfiguração dos sons do passado com o presente que compõe Saturday Looks Good to Me, dá ao seu estilo encantador e nostálgico pop, música intemporal.

06/02/2010

INSPIRAL CARPETS

Depois do Stone Roses e Happy Mondays, Inspiral Carpets foram indiscutivelmente a terceira banda mais popular  a surgir no final dos anos 80 e início dos anos 90, da cena Madchester.

Embora as suas músicas podem não terem sido rotuladas de intemporais, a assinatura do seu órgão marcou e fez lembrar e uma época da historia do rock and roll. Enquanto eles não tinham a autenticidade e vigor juvenil dos Stone Roses, Happy Mondays e Charlatans, compensaram com bom humor e um punhado de músicas  'She Comes In The Fall' é uma das suas melhores.

No entanto, partilham o fascínio de uma trippy psicadelia, em especial o órgão Farfisa, um som encharcado Nuggets estilo garage-rock anos 60, que os distinguiu dos seus pares.

O álbum de estréia, Life, foi lançado na primavera de 1990. O primeiro single "This Is How It Feels", atingiu o Top 20 britânico e levou-os a uma aparência na TV no famoso Top of the Pops. A banda gravou as s DJ John Peel Sessions, e  foram cabeça de cartaz naquele ano do Reading Festival ( eu fui um espectador privilegiado, desse concerto, foram a ultima banda a actuar, perante uma assistência de 50 mil pessoas).

Após o lançamento do EP Head,  a banda completou o  próximo trabalho, o mais escuro The Beast Inside, que surgiu na primavera de 1991. Para a turné, a banda contratou o futuro mentor dos Oasis,  Noel Gallagher como roadie.

O próximo álbum, Devil  Hopping, 1994,  foi  bem recebido com os singles "Saturno 5" e "I Want You" (este último um dueto com  Mark E. Smith, dos Fall, que não aparecem na versão do álbum) que vai devolvê-los ao Top 20.

No final de 1995, a Mute lançou uma compilação chamada The Singles, e logo após, foi anunciado a despedida da banda.


Clint Boon forma os  the Clint Boon Experience,  Tom Hingley (ex-Too Much Texas) forma um grupo chamado the Lovers com Jerry Kelly  dos the Lotus Eaters.

 Cool as  f * ck", o EP de 2003,  foi um slogan popular da época , e o logotipo da t-shirt polémica. Ainda hoje tenho  a t-shirt.

Inspiral Carpets lançaram  um  best off , 3CD deluxe  para coincidir com a sua tourné de reencontro.
'Cool As' conta com dois CDs e um DVD.


O pacote contem um CD com todos os singles da banda, incluindo os dois primeiros lançamentos na Playtime e na Cows, e a faixa inédita  'Come Back Tomorrow ".
O segundo CD trará três faixas inéditas - ' Iron', 'I Don't Want To Go Blind "e" You've Got What It Takes ".
O CD2 contém os B-Sides,  raridades nunca antes lançadas em CD, bem como '96 Tears ', originalmente gravada pelos ? And The Mysterians, o Northern Soul classico 'Tainted Love', e  o clássico dos Black Sabbath 'Paranoid'.
O DVD vai conter todos os vídeos do Inspiral Carpets 'promo, faixas ao vivo, uma nova entrevista exclusiva com a banda mais extras escondidos - tudo pela primeira vez em DVD


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