21/05/2011

O FMI E O JOGO DUPLO

O REVERSO DA MEDALHA....... O DUPLO FINANCIAMENTO..... 
O Fundo Monetário Internacional é um local agressivo governado por economistas armados em machos alfa. Os dias são longos e os funcionários são, regularmente, obrigados a passar semanas na companhia uns dos outros em "missões" no estrangeiro. É um clima propício ao romance - e por vezes transpõe-se a linha.

Algumas mulheres evitam usar saias com medo de atrair atenções indesejadas. Outras sussurram dicas sobre chefes abertamente atrevidos. Uma inspecção interna de 2008 encontrou poucas restrições na conduta dos gestores de topo, concluindo que "a ausência de escândalos éticos públicos parece ser mais consequência da sorte que de bom planeamento e acção".

É esta a vida no FMI, financiador de último recurso para governos que precisam de dinheiro e, sob a liderança de Dominique Strauss-Kahn, uma força emergente na regulação da economia global. Porém, com a detenção de Strauss-Kahn no início desta semana, a cultura da instituição passou a estar no centro das atenções. Foram revividas questões acerca de um episódio de 2008 em que o FMI decidiu que Strauss-Kahn não tinha violado quaisquer regras ao dormir com uma funcionária da instituição.

O que pode ter atraído ainda mais atenção para a cultura do FMI foi a revelação de um caso amoroso que envolveu um potencial sucessor de Strauss-Kahn, que se demitiu do cargo de director-executivo na quarta-feira. O turco Kemal Dervis manteve uma ligação, quando trabalhava no Banco Mundial, com uma mulher que trabalha agora no FMI, segundo uma pessoa com conhecimento directo da relação.

Entrevistas e documentos pintam o retrato do Fundo como uma instituição com normas sexuais e costumes marcadamente diferentes dos de Washington, que deixam as funcionárias vulneráveis ao assédio. As leis dos EUA não se aplicam no seu interior e, até ao início deste mês, as regras internas do FMI continham um artigo invulgar que alguns peritos e antigos responsáveis dizem ter encorajado os gestores a perseguir as mulheres que trabalham para eles: "As relações íntimas e pessoais entre supervisores e subordinados não constituem, por si próprias, assédio."

"É uma espécie de ''Piratas das Caraíbas''. As regras são mais linhas de orientação", afirma Carmen M. Reinhart, uma preeminente economista que trabalhou no FMI como directora-adjunta de investigação de 2001 a 2003. "Isso prepara o campo, acho eu, para que se corram mais riscos."

Em 2007, os responsáveis do fundo recusaram investigar uma queixa feita por uma assistente administrativa que dormira com o supervisor, acusando-o de lhe dar avaliações de desempenho negativas para a pressionar a continuar a relação. Os responsáveis disseram à mulher que o supervisor estava a pensar reformar-se, pelo que não valia a pena investigar as acusações, isto segundo o tribunal interno do FMI. O responsável, que não é nomeado nos registos, disse aos investigadores que tivera ainda uma relação sexual com uma segunda funcionária e que não achava ter actuado de maneira imprópria.

Num outro caso, uma jovem que já não trabalha no FMI disse que, em 2009, um responsável do seu departamento começou a enviar-lhe emails explícitos para forçar uma relação. Ela queixou-se ao seu chefe, que nada fez. "Disseram que iam levar o caso a sério, mas dois minutos depois viraram costas e agiram como se tudo estivesse bem com a pessoa que me assediara", afirma a mulher, que falou sob anonimato porque ainda trabalha na comunidade financeira internacional. "Ele não foi punido. Nem nada que se pareça."

O FMI, criado em 1945, tem 2400 funcionários que avaliam a saúde económica dos países em dois edifícios enormes em Washington e em viagens regulares ao estrangeiro. Quando os países pedem dinheiro emprestado ao Fundo devem, normalmente, concordar com a adopção de reformas económicas e são enviados funcionários para acompanhar o progresso.

"O que fazemos quando tivermos de ir ao escritório de Strauss-Kahn?".
"Sentamo-nos ali e pensamos: ''Será que ele me está a avaliar como um potencial objecto sexual?''"

Michael Dahlquist - Silkworm

Michael Dahlquist, membro da banda dos Silkwork, foi morto em Julho de 2005, quando o seu carro foi abalroado por trás por um carro cuja intenção do motorista era cometer suicídio.

Chunks Compilation (1981/1988)

Chunks Compilation (1981/1988)

20/05/2011

DAVID LYNCH

David Lynch, realizador de 'Mulholland Drive' e 'Lost Highway', sempre gostou de pegar na guitarra e fazer umas músicas. A prova disso é o já mítico Blue Bob, a sua incursão meio jazzística, meio industrial, pelos ambientes sonoros.Agora o cineasta-compositor relança-se nos terrenos da música de dança com um disco, que vai apresentar na capital mundial do género: Ibiza.

HYPE WILLIAMS

Vou sair agora e no mínimo com uma enorme curiosidade para ir ver as actuações que costumam gerar falatório dos britânicos residentes em Berlim Inga Copeland e Roy Blunt.Ao criarem um projecto misterioso, onde as suas identidades são ofuscadas pela nuvem de ruído ‘lo-fi’, ‘psych’ ou outra qualquer designação que ninguém entende muito bem.

HYPE WILLIAMS

O duo Hype Williams, que esteve em Portugal o ano passado para actuar no Festival Milhões de Festa em Barcelos e no Lounge em Lisboa, regressa novamente ao nosso país para dois novos concertos.

Formação londrina composta por Inga Copeland e Roy Blunt, com uma biografia elíptica e um percurso discográfico iniciado em 2009, actuam hoje no Porto e em Lisboa amanhã, são das propostas mais vitais e fascinantes da música britânica surgidas na última década. A sua identidade nunca é pública e totalmente clarificada, e é nesse tipo de neblina que, de resto, todo o seu trabalho existe.

A dupla tem vindo a editar uma série de 12's elogiados, com complemento de cadastro de apresentações ao vivo e performáticas que vão desde festivais como o Sonar, Mutek ou o Transmediale, a galerias de artes visuais ou festas em armazéns abandonados na periferia de Londres ou Berlim (onde dividem o tempo/residência).

O último EP será editado no final do mês na emblemática Hyperdub (editora de Burial, Zomby, Kode 9 & Spaceape).

SEMPRE OS MESMOS -- É TUDO HÁ GRANDE


Mas cádê os outros..... é sempre para os mesmos...... é tudo há grande......
Quase cem anos após a criação do escudo, as finanças nacionais estão numa situação idêntica. O escudo desapareceu, o euro nasceu, mas voltaram os défices recordes e necessidade de cortar na despesa, que atormentaram o início da moeda da República.

O escudo nasceu por decreto do regime republicano, a 22 de maio de 1911, e sobreviveu até à entrada em circulação do euro em 2002. Quase 91 anos de uma vida complicada e sempre assombrada pelos défices,

Mountains

ambient/experimental rock duo Mountainss formados em Chicago com o talento de Brendon Anderegg e Holtkamp Koen. Amigos desde o ensino médio, a dupla fundou o seu próprio selo, em 1999, enquanto freqüentava a escola no Art Institute de Chicago. Apestaartje tornou-se um veículo para ambos, colaborações e projetos individuais, e, eventualmente, performances ao vivo. Montains gravou dois álbuns de música ambiente experimental para a etiqueta que atraiu comparações com Fennesz, Brian Eno, e Popol Vuh antes de se mudarem para Nova York em 2008. Segui-se Coral, um híbrido etéreo de instrumentação eletrônica e acústica gravada em tempo real com um pequeno punhado de overdubs lançado pela Thrill Jockey em 2009.A dupla expandiu a sua paleta sonora num estúdio próprio para gravar em 2010. O resultado foi Air Museum, foi lançado em 2011, também na Thrill Jockey.

ARBOREA

Arborea Wayfaring Summer

Ao ouvir a sua música, soa quase como se Shanti Curran e Buck Curran foram destinados a ficar juntos, e a fazer música juntos. Isso pode certamente ser o caso também, mas o fato de que a química entre a dupla de marido e mulher é cativante quando se ouve a sua música por si só. A sua estréia foi em 2006 com Wayfaring Summer.

Podem ser agrupados com outros talentosos compositores contemporâneos que habitam em um estilo minimalista, do folk, utilizando instrumentos acústicos mais fortes e originais performances vocais para complementar os arranjos. Alguns artistas caracterizados recentemente que iriam se enquadrar na categoria seria Russian Red, Ghost Bees, e Silje Nes, embora os Arborea conseguem ser mais audível subjugada e estilisticamente variada quando comparado à maioria dos participantes de outros do gênero.

SCOTT WEILAND

Vocalista norte-americano faz revelação na autobiografia a que chamou Not Dead And Not For Sale .
Scott Weiland, antigo líder dos Stone Temple Pilots e dos Velvet Revolver, afirma na sua autobiografia que foi violado aos 12 anos.

Segundo o site da Metal Hammer, o vocalista escreve, no livro Not Dead And Not For Sale , que o autor da agressão foi "um tipo grande e musculado, mais velho, que ia sempre comigo no autocarro para a escola. Convidava-me para ir a casa dele. O tipo violou-me. Foi rápido, não foi agradável. Tive muito medo de contar a alguém. Ele avisou-me: 'Se contares a alguém nunca mais vais ter amigos na escola. Vai destruir a tua reputação'".

Scott Weiland explicou ainda que reprimiu esta recordação até que, há alguns anos, as memórias voltaram a atormentá-lo, quando estava numa clínica de desintoxicação a fazer terapia.

Na sua autobiografia Scott Weiland aborda ainda os problemas com a heroína e a amizade com Courtney Love, diz o site da Metal Hammer, segundo o qual o vocalista estará a trabalhar num disco a solo e, ao mesmo tempo, num novo álbum com os Stone Temple Pilots.

THE NATIONAL

The National no Coliseu do Porto na proxima semana

JANE ´S ADDICTION

Costuma-se dizer cada um tem o que merece...... eu tive (alguns)um foi com os norte-americanos Jane's Addiction.

No auge da sua carreira cancelaram há ultima hora (juntamente com os Pere Ubu)o concerto no Festival de Readin 1990.

Agora são a mais recente confirmação para o festival Optimus Alive, no dia 9 de Julho, no passeio marítimo de Algés, em Oeiras, Lisboa - e eu não vou poder ir ver a estreia ao vivo em Portugal da banda. Ok.

Liderados por Perry Farrell, os Jane's Addiction, que se juntaram em 1985 e deram que falar com os álbuns "Nothing's Shocking" (1988) e "Ritual de Lo Habitual" (1990), sobem ao palco no mesmo dia de Paramore, Kaiser Chiefs e White Lies.

Considerada por muitos críticos como a primeira banda de rock alternativo, os Jane's Addiction lançaram o terceiro longa-duração, "Strays", em 2003, onde estava incluído o conhecido single "Just Because", que lhes garantiu uma nomeação para os Grammy's.

Actualmente, os Jane's Addiction são constituídos por Perry Farrell, Dave Navarro e Stephen Perkins, todos da formação original, e preparam-se para lançar disco novo em Agosto.
Ja todos devem saber da polémica do momento, a organização do Festival de Cannes expulsou o realizador dinamarquês que recebeu a Palma de Ouro em 2000 pelo filme "Dancer in the Dark". Trata-se de um acontecimento inédito em 64 anos de festival.

Polêmico, Von Trier foi um dos fundadores do Movimento Dogma, que impunha diversas regras para a produção de longas-metragens. Entre os seus trabalhos estão "Europa" (91), "Os Idiotas" (98), "Dogville" (2003) e "Anticristo" (2009).

"Lamentamos profundamente que este espaço tenha sido utilizado por Lars Von Trier para proferir palavras inaceitáveis, intoleráveis, contrárias aos ideais de humanidade e de generosidade que presidem à existência do festival", lia-se no comunicado. "A direcção do festival condena estes comentários e declara Lars Von Trier persona non grata no Festival de Cannes." Apesar da expulsão, o filme "Melancholia", com Kirsten Dust, Charlotte Gainsbourg e Kiefer Sutherland, mantém-se em competição.

Ao ver a entrevista colectiva na televisãoo que mais me chamou atenção o rosto da actriz, e o terror da Kirsten Dunst, o barómetro da catástrofe em pessoa. A actriz mordia os lábios incrédula, olhava para os lados sem saber o que fazer. Só devia estar a pensar...... "isto não vai acabar num instante" ??.... " vai continuar com as insinuações" ??....Mas não. O comboio descarrilou.

O que começou como espanto disfarçado, numa espécie de "não acredito que ele acabou de dizer que é nazi", culminou num indignado "Oh Meu Deus".

O realizador dinamarquês prosseguia em direcção ao abismo mediático:e complicou ao falar da influência germânica na sua vida. “Eu achava que era judeu, era muito feliz por isso. Mas descobri que era nazi, quer dizer, minha família era alemã”, disse, "O que posso dizer, eu compreendo Hitler". Neste momento, Kirsten já devia estar á procurava uma saída de emergência e não escondia a revolta. "Sei que ele fez umas coisas erradas, claro, mas consigo imaginá-lo no bunker sozinho ".

A Argentina reagiu rápido ao incidente. A Distribution Company (DC), distribuidora responsável por exibir "Melancolia" no Conesul, afirmou que desfez o contrato com a produtora de Von Trier e não vai mais promover o filme no país.

A culpa é dos jornalistas, o estilista John Galliano já tinha aprendido a lição: não se fazem comentários anti-semitas em público ou com telemóveis por perto. Lars Von Trier, de 55 anos, deve ter esquecido tudo isso e no final até fez a graçola de que os jornalistas mereciam a "Solução Final".

Mas mas isto é típico dos dinamarqueses...não foi um dinamarquês que caricaturou o alá dos muçulmanos ???.

CITAÇÃO - AMINHA FAVORITA

O mal de inveja é muito triste........a todo o minuto estamos sendo empurrados para baixo........

Porque eu sou do tamanho do que vejo / E não do tamanho da minha altura...

MIMAS

Mimas "Lifejackets". Dinamarca - parte da Escandinávia, lar do bacon dinamarquês, vencedores do Euro'92 e Mimas, um quarteto de Aarhus, com o seu segundo disco, "Coletes salva-vidas 'acaba por ser um indie orgânico / delícia de post-rock cativante com letras bem-humoradas sobre hits da web, enquanto o trabalho de guitarra traz um tom agradável ao som da banda. Pop bem fresquinha.......e geladinha (Dinamarca!!).

ARCHERS OF LOAF

Os Archers of Loaf foram "queridinhos" do mundo indie, no início de meados dos anos 90, graças a um som fora do figurino que foi ousado e desafiador, mas melodicamente acessível ao mesmo tempo. Pilares da cena indie de Chapel Hill, Carolina do Norte, que também gerou os Superchunk e Polvo, as inspirações dos arqueiros foram os Sonic Youth.

Formados em 1991, a banda lançou quatro álbuns(tiveram alguns hits nas rádios universitárias americanas, em 1995 fizeram um tour com os (bom) Weezer) - incluindo a aclamada estreia em 1994, com Icky Mettle - antes de se separarem em 1998. Os membros passariam a tocar nos Crooked Fingers e Superchunk.

Em 2011, depois de 15 anos quando "White Trash Heroes" fez a primeira rodada, eles reuniram-se para uma tourné em 2011, é uma valiosa oportunidade e uma fatia de bondade indie para muitos que falharam. Imagine se o TV on the Radio ou Deerhunter acabassem agora e voltassem 12 anos depois. É isto mais ou menos.

Nem todas as reuniões devem ser anunciadas no golpe da meia-noite do Dia de Ano Novo. Caso em questão Archers of Loaf, que fizeram a sua primeira performance em 13 anos no que foi um inesperado apoio para The Love Language.

19/05/2011

MAGNETISMO - CITAÇÃO

"Você só recebe aquilo que tem, porque aquilo que você tem torna-se uma força magnética, atrai algo semelhante.


É como um bêbado que chega a uma cidade: logo vai encontrar outros bêbados.
Se um jogador chegar a uma cidade, logo se torna conhecido dos outros jogadores.
Se um ladrão chega a uma cidade, logo encontrará outros... ladrões.

Uma mulher machista

Uma mulher machista!!

PPROPORÇÃO ENTRE CARAS E CUECAS

Face to Panty Ratio from Richard Kern on Vimeo.

Richard Kern enviou m video chamado Face to Panty Ratio (Proporção entre Caras e Cuecas, numa tradução livre). Não há muito a dizer sobre isto. Se gostam de meninas com caras bonitas, camel toes e rabiosques, então é mesmo disto que precisam para melhorar o vosso dia.

Tomámos a liberdade de contar todas as cuecas, caras e caras/cuecas que aparecem no filme para descobrir a proporção entre caras e cuecas. Sem grandes surpresas, as cuecas levam um grande avanço, com um total de 53. Já as caras, contabilizamos 41, enquanto os conjuntos de caras/cuecas não foram mais que 11.

Para dizer a verdade, estávamos a comer uma sanduíche enquanto fazíamos a contagem, o que pode ou não invalidar os resultados. Estejam à vontade para confirmar estes números, mas deixamos desde já o aviso de que há uma boa hipótese da música do Thurston Moore em conjunto com as imagens de cuecas e caras vos dar um ataque qualquer.

Vice Magazine: PROPORÇÃO ENTRE CARAS E CUECAS

18/05/2011

EASY RIDER

Os anos 60 foram um período de intensas agitações políticas e culturais nos Estados Unidos – e que, por extensão em outras partes do mundo. Já no início daquela década, o país viveu a Guerra Fria contra a União Soviética. Um dos seus momentos mais tensos desta disputa se deu com a crise dos mísseis em Cuba, em 1962, por muito pouco as duas superpotências não iniciaram uma guerra nuclear. Em 1964, sob o comando do presidente Lyndon Johnson, os EUA entraram oficialmente na Guerra do Vietnam. Um ano antes, a 22 de Novembro de 1963, o presidente John F. Kennedy fora assassinado quando desfilava em carro aberto pelas ruas de Dallas. Cinco anos depois, o irmão dele, o senador Robert Kennedy, também seria vítima de outro assassinato até hoje polêmico e mal-explicado.

Além desses fatos, outras turbulências, talvez ainda mais marcantes, ocorriam dentro do território norte-americano naquele momento. Começou a haver maior visibilidade da luta das mulheres pelos seus direitos, a inserção plena no mercado de trabalho e, também, mais avanços em sua liberdade sexual. Essa busca ganhou impulso com a invenção da pílula anticoncepcional, criada nos anos 1950. Da mesma forma, as lutas pelos direitos civis dos negros ganharam grande vulto, principalmente pelas acções dos Panteras Negras e de Martin Luther King, assassinado em 1968. No ano seguinte, o movimento dos homossexuais pelo fim do preconceito, principalmente após a Batalha de Stonewall.

Já nas universidades, pesquisas e experiências com LSD (que nos primeiros anos da década não era ainda considerado droga) ampliaram os horizontes sensoriais de muitos jovens. Mesmo proibido a partir de 1966, o LSD já havia ganhado as ruas e era consumido em grande escala – não apenas por estudantes, mas também por artistas, intelectuais, profissionais liberais, entre outros, ou por simples viciados em drogas.

Em paralelo ao pensamento filosófico, também aconteceu a segunda “explosão” do rock, que após quase ter desaparecido no final da década de 1950,(Elvis Presley, chocou os Estados Unidos, e já era algo extremamente conservador para os agitados anos 1960)ressurgiu como um fenômeno cultural e social ainda maior. Os principais novos expoentes apresentaram idéias, letras e sons muitos mais radicais- Bob Dylan, Jefferson Airplane, Doors, Velvet Underground, Jimi Hendrix e Janis Joplin...

Quinhentas mil pessoas (mesmo nos festivais de rock de hoje) em 1969 é muita gente, já passaram 40 anos desde que nos dias 15, 16 e 17 de Agosto, Jimi Hendrix, Janis Joplin, Jefferson Airplane, The Who, Joe Cocker, Santana e outros fizeram, ao lado de hippies, o concerto mais famoso de todos os tempos.

Coincidentemente, naqueles mesmos dias chegava às telas dos cinemas o filme Easy Rider – Sem Destino, que apresentava a viagem de dois hippies cruzando os Estados Unidos com as suas motas em busca do sonho americano.

OSCAR WILDE

"dê uma máscara ao homem e ele dirá a verdade".

Oscar Wlde

NÃO TE ESQUEÇAS - coisas importantes que o sexo nos ensina

O jornalista argentino Diego Mancusi publicou esta semana em seu blog (no site da revista Rolling Stone ) uma lista das coisas “úteis” que aprendemos ao longo do tempo com a pornografia.

- Todos os negros... bem, vocês já sabem.
- Se você vai à casa do seu amigo e encontra a mãe dele sozinho, pode ter certeza que ela fica excitada.
- As mães dos seus amigos são sempre loiras com menos de 43 anos com peitos enormes e roupas provocantes.
- Todo o homem de toalha que deixa à mostra suas “medidas” é sexy.
- Todas as mulheres adoram fazer sexo usando botas e salto alto.
- Todos os entregadores de pizza se dão bem.
- O mesmo com os policias de trânsito: as mulheres fazem qualquer coisa para se safar de uma multa.
- As enfermeiras são gostosas e “atacam” os pacientes.
- Toda loira peituda vestida de colegial se transforma numa devassa.
- Menstruação é uma lenda urbana.
- Pentelhos também.
- Idem para as camisinhas.
- Todas as mulheres são bissexuais.
- Todas as mulheres adoram desfrutar de uma intensa sessão de sexo com 17 homens gordos e feios.
- Se uma mulher está dormindo....... ela nunca acorda.
- É fácil “fazer” na água.
- Os homens não se incomodam de verem-se pelados e excitados numa mesma casa.
- A melhor música para fazer sexo é a que se faz com teclados.
- Todo mundo fica dizendo “oh yeah” quando transa.
- Todos os homens têm erecção quando querem, onde querem e seja lá com quem for.
- Todos os homens são circuncidados.
- Todos transam em qualquer lugar, salvo algumas excepções.
- Todas as mulheres são multiorgásmicas.
- Todas gritam como hienas, sem exceção.
- Nada dói.
- Se você está se “divertindo” com a namorada na sua casa, pode ter certeza que o cara que divide o apartamento contigo está se masturbando atrás da porta.
- Se você pegar uma mulher dando prazer a si mesma, ela não vai gritar de vergonha: ela vai transar contigo.
- Todas as gêmeas gostam de compartilhar o namorado.
- Toda secretária deseja secretamente seu chefe.
- Se a tua noiva te pega com outra, ela não vai te mandar à merda em 56 idiomas diferentes: ela vai “festar” com vocês dois.
- No rosto. Elas a-do-ram!
- As japonesas choram quando transam.
- Nunca na história um chinês transou com uma ocidental.
- Todo mundo já fez um filme pornô em casa.
- O tamanho do membro é inversamente proporcional à beleza do cara.
- Se não mudar de posição pelo menos sete vezes a transa não vale a pena.
- Quem transa em público nunca vai preso.

Fonte:
http://www.rollingstone.com.ar/weblogs/poplife/nota.asp?nota_id=1258495

ANDY WARHOL

"Devagar com a louça: conheci o verdadeiro
Rei do Pop (pop-art) há alguns anos, e seu nome era Marcel Duchamp.
Para mim, Andy era a Rainha do Pop..."
Ultra Violet in "Famous For 15 Minutes"

ULTRA VIOLET - Famous for 15 Minutes - Autobiography : MY YEARS WITH ANDY WARHOL. A historia de Andy Warhol e "the girl in Andy's soup," Isabelle Collin Dufresne, a.k.a. Ultra Violet. Apresentação de Warhol, a Dali, e Collin Dufresne, descreve a Factory e os seus visitantes famosos. Truman Capote, John Lennon, Mia Farrow,...

O excêntrico artista plástico norte-americano, Andy Warhol (1928-1987), fez dezenas de filmes experimentais, entre curtas e longas-metragens, registos de shows e de performances artísticas. A obra cinematográfica de Warhol merece atenção primeiro pela ousadia estilística, que se aproxima radicalmente, em sua medula estética, das artes plásticas (como nos screen tests). Depois pela perversão de sua câmera intimista que erotiza o quotidiano e os personagens ‘reais’ - como na tríade - Flesh (1968), Trash (1970) e Heat (1972) – produzida em parceria com Paul Morrissey.

O cinema de Warhol faz jus ao espírito underground que rondava seu ateliê, o estúdio Factory. Lá ele promovia as mais ousadas festas e experimentos estéticos. Transitavam artistas, estilos, artes e sexualidades. Era comum, numa tarde qualquer, encontrar por lá os velvets Lou Reed e Nico, ou mesmo personalidades como Baby Jane Holzer, Edie Sedgwick, Joe Dalessandro, Dennis Hopper, Mick Jagger, e ainda loverboys, prostitutas e transeuntes curiosos.

Thurston Moore

Beck produziu o novo album de Thurston Moore

Lendário clube CBGB ganhará filme

O CBGB, lendário clube considerado o berço do punk rock em Nova York, ganhará um longa-metragem a seu respeito, segundo informou nota o site da Billboard norte-americana.

Intitulado provisoriamente CBGB, o filme focará nos anos de 1974 a 1976 (quando o local ajudou as carreiras de diversas bandas, de Ramones a Talking Heads, Patti Smith e Television) e no antigo dono do local, Hilly Kristal, morto em 2007. O material - com coprodução da filha dele, Lisa Kristal Burgman - também contará a história da cena punk norte-americana a partir do olhar do proprietário.

O roteiro está sendo escrito por Randall Miller e Jody Savin, e a direção ficará a cargo de Savin. Mais informações deverão ser divulgadas em breve.

O CBGB deixou de ser um clube musical em 2006 (Patti Smith fez o último show no local), sendo transformado em uma loja de roupas. Pouco depois, a loja mudou de endereço, sendo fechada em 2008 - ( um crime a um Templo punk ).


o longo dos anos 70 e 80, punk rock americano viveu no 315 da Bowery, na Bleecker Street, em Manhattan, Nova York. Os 3.300 metros quadrados de céu rock 'n' roll conhecido como CBGB's foi a arma que disparou o tabagismo dos Television, Blondie e The Ramones para a ribalta musical, inspirando uma geração de memórias para os fãs da adrenalina.

Fundada em 1973 por Hilly Kristal, o CBGB's, tocava-se country, bluegrass e blues, mas foi o punk rock, e não a música de raiz do seu homónimo que iria transformar o clube em um ícone da cidade de Nova York. Famoso pelas suas casas de banho imundas, memorabilia, paredes cobertas, sujas, mas uma decoração rica de personagens ecoou de encanto ousado e provocador de actos da sua assinatura.

Muitas bandas de punk mais influentes dos Estados Unidos e bandas de New Wave encontraram o seu primeiro gosto do sucesso no pequeno e íntimo palco do CBGB, e ajudou a transformá-lo num dos clubes de rock mais sujos e mais sexy de sempre.A era de ouro do CBGB começou em 31 de Março de 1974 com o primeiro show dos míticos Television.

Os Television tornaram-se a banda da noite de domingo do CBGB. Os Ramones estrearam-se em 16 de Agosto do mesmo ano. Outras estreias importantes durante os anos formativos do clube incluem a estréia de Blondie em 17 de Janeiro de 1975, The Patti Smith Group a 14 de Fevereiro de 1975 e os Talking Heads na primeira apresentação, abrindo para os Ramones em 8 de Junho de 1975. A polícia também fez sua primeira aparição no palco do American CBGB em 20 e 21 Outubro de 1978. Outros frequentadores incluem The Dead Boys, The Dictators e The Heartbreakers.

Com excepção da Polícia, a estria dessas bandas tornou-se a pedra angular da cena, chegando a fazer várias aparições e a construção de uma NYC raivoa, e não só, a seguir. Os Ramones tocaram muitas vezes num conjunto de duas vezes, porque era muito curto, e a Blondie foi dito para ter de aparecer no palco a cada semana durante cerca de sete meses.

Aqueles eram os tempos gloriosos do CBGB, e essas foram as bandas que realmente formaram o legado do clube. A única regra era nas actuações tocar somente música original - não abrange, ainda The Ramones esgueiraram-se de vez em quando (como fizeram os The Replacements). Isto tinha menos a ver com originalidade do clube e muito mais a ver com o medo de Kristal de ter que pagar royalties á ASCAP.


Como os anos 70 acalmaram, e entrou os anos 80, o clube mudou o foco do punk hardcore. As tardes de domingo eram conhecidos como Matinee Day ou Dia de Thrash, e bandas como Agnostic Frost, Cro-Mags e Warzone substituiram o som punk mais clássico da década de 70. A cena hardcore tendia a ficar fora de controle e violento às vezes, no entanto, e em 1990, temporariamente Kristal recusou actuações ao vivo de hardcore. Um destaque notável dos anos 80 foram, Sonic Youth Shows, do album Daydream Nation, em 1988.

Já grandes nomes, como Pearl Jam, Green Day e The White Stripes fizeram aparições no clube nos últimos anos da sua existência, mas o clube havia perdido um pouco do seu brilho. Em 2005, surgiu uma disputa entre o CBGB's e o Bowery Residents Committee, alegou que Kristal devia 91.000 dólares em alugueis atrasados. Esse foi o começo do fim da gloriosa meca do trash, que foi palco de um número estimado de 50 mil bandas.

Apesar de várias tentativas para salvar o marco de Nova York, Patti Smith tocou no concerto final do CBGB's, a 15 de Outubro de 2006. As suas portas fecharam para sempre, e vários dos seus conteúdos, como a famosa cabine telefónica de madeira e o toldo exterior, logo encontraram uma casa em Nova York, o anexo do Rock e Roll Hall of Fame. Falou-se de Hilly Kristal em salvar tudo o que podia do clube e movê-lo para Las Vegas, mas uma batalha com o cancro obrigou-o a deixar em menos de um ano depois, em 27 de Agosto de 2007.

O CBGB, uma das casas noturnas marcantes da Bowery que fechou em 2006, enfrentou uma disputa familiar em 2008.

Na festa de abertura do Hall da Fama do Rock and Roll Fame Annex NYC, os fãs e celebridades passaram um tempo juntos. Estudando o toldo velho do clube, a caixa registadora e a cabine telefónica coberta por flyers, Steven Van Zandt da E Street Band e Handsome Dick Manitoba dos Dictators, banda que foi um dos destaques do CBGB nos anos 1970, balançou a cabeça em aprovação. “Tudo bem, podemos ir agora”, disse Manitoba.

Mas enquanto o CGGB está ganhando as honras ao lado do piano de John Lennon e a guitarra de Jimi Hendrix, sua propriedade e legado foram disputados num processo que coloca em discórdia a família do proprietário, Hilly Kristal, que morreu no ano passado. Como a batalha do imóvel Brooke Astor – menos 100 milhões de dólares ou algo assim, mas ainda valendo muito, graças à popularidade de camisolas do CBGB – o caso está recheado de acusações de fraude e enganos, o que adiciona um amargo à história de uma amada instituição de Nova York.

No processo, que teve início no ano passado na corte de Surrogate em Manhattan e modificado numa audiência depois, a ex-mulher de 83 anos de Kristal, Karen, disse que ela é a dona por direito do negócio, e que Kristal e a filha, Lisa Kristal Burgman, 53 – que herdou a maior parte dos mais de 3 milhões de dólares do pai– sistematicamente a enganou ao esconder dinheiro da venda de merchandise.

A velha Kristal não recebeu nada no testamento, e o filho do casal, Dana, 49, que se alia à mãe contra a irmã, vai recebeu um máximo de 100 mil dólares, dependendo dos impostos e outras despesas do imóvel.

PETER BISKIND- Como A Geraçao Sexo-Drogas-E-Rock'n'roll Salvou Hollywood

Num período que começou com a gestação de Uma Rajada de Balas (1967) e terminou com o fracasso monumental de O Portão do Paraíso (1980), Hollywood foi sacudida por uma geração de cineastas intelectualizados que desafiou a velha guarda e colocou o cinema de autor em voga. Steven Spielberg, George Lucas, Martin Scorsese, Hal Ashby, Dennis Hopper, Francis Ford Copolla, Paul Schrader, Michael Cimino, Peter Bognadovich, Robert Altman e outros criaram obras-primas incontestáveis e mudaram a linguagem cinematográfica. Mas essa turma não resistiu às tentações de tanto poder e fama e afundou em um mar de dinheiro, drogas, megalomania, sexo fácil e auto-indulgência.

No começo dos anos 80, boa parte dessa gente não passava de farrapo humano e acabou tomando rasteira dos estúdios. Nesse contra-ataque, a chamada Nova Hollywood foi suplantada por blockbusters e filmes cada vez mais infantilizados. Ironicamente, Lucas e Spielberg foram os grandes responsáveis por essa situação, que de certa forma dura até hoje.O que eu descobri, é que esta é uma indústria nojenta.


- Bob Rafelson, director e produtor


“Como a geração sexo, drogas e rock ‘n’ roll salvou Hollywood” , do jornalista norte-americano Peter Biskind. Nas 500 páginas da obra, o autor entra nos bastidores, quartos de hotéis, estúdios de filmagens, mansões de directores, produtores e actores, do final dos anos 60 até o início da década de 80.

Nesse período Hollywood foi invadida pela contracultura e a sua estrutura de produção de filmes em série foi abalada com o sucesso de obras polémicas. Inspirados principalmente pelo cinema-arte europeu, eles fizeram fama e fortuna produzindo filmes autor que os transformaram em estrelas, a tal ponto que os grandes estúdios abriram mão de parte do seu poder e permitiram que os directores praticamente fossem “donos” dos filmes em que trabalhavam, e até mesmo tivessem a palavra final sobre a edição e montagem. Algo impensável até então em Hollywood, quando directores ou argumentistas, com raras excepções, não passavam de simples empregados dos grandes estúdios.

O período ficou conhecido como a Nova Hollywood e se encaixa perfeitamente no espírito revolucionário da contracultura norte-americana, quando muitos jovens passaram a questionar (na música, no cinema, na literatura, na política, etc.) valores pré-estabelecidos socialmente.

O ponto de partida para o livro de Biskind são os filmes Bonnie & Clyde (1967) Arthur Penn, e Easy Rider: sem destino (1969)de Dennis Hopper, produzidos com baixo orçamento, tornaram-se grande sucessos de bilheteria.

Em “Como a geração sexo, drogas e rock ‘n’ roll salvou Hollywood” ficamos conhecendo como foi processo caótico de produção de filmes hoje clássicos como O Padrinho I e II (1972 e 1974), O Exorcista (1973), Chinatown (1974), Taxi Driver (1976), Apocalypse Now (1979) e muitos outros.

Em Hollywood, esta reviravolta , segundo Peter Biskind, teve início em filmes de sucesso como Tubarão (1975) e Contatos Imediatos de Terceiro Grau (1977), de Steven Spielberg, e Guerra nas Estrelas, de George Lucas.

Como definiu o autor do livro, “Tubarão mudou a indústria para sempre. (...) Mais do que isso, Tubarão despertou o apetite corporativo por lucros rápidos, o que significa que dali para a frente os estúdios queriam que todo filme fosse Tubarão. De certa forma, Spielberg foi o cavalo de tróia através do qual os estúdios recobraram o poder”. Isso significa dizer que os estúdios de cinema estavam fartos de diretores e roteiristas egocêntricos e viciados e até mesmo o público estavam cansados de filmes com narrativas complicadas, finais infelizes, personagens de caráter moral duvidoso e de comportamento violento. A contracultura dos anos 60 estava em queda e, com ela, a Nova Hollywood também.

A maioria das declarações bombásticas e os acontecimentos surreais foram ouvidos por Peter Biskind da própria boca das principais personalidades envolvidas em centenas de entrevistas gravadas.

Um período na história de Hollywood que Spielberg definiu: “os anos 70 foram a primeira vez em que as restrições de idade foram abolidas, e jovens tiveram a permissão para tomar tudo de assalto com toda a sua ingenuidade e toda a sua sabedoria e todos os privilégios da juventude. Foi uma avalanche de ideias novas e ousadas e, por isso, os 70 tornaram-se um marco”.

IAN CURTIS - JOY DIVISION - 30 ANOS

Faz hoje 30 anos que o mítico vocalista dos Joy Division morreu.

A 18 de Maio de 1980, e na véspera da primeira digressão norte-americana da banda, Ian Curtis apenas com 23 anos de idade, suicidou-se em Macclesfield, no Reino Unido.

Para a posteridade Ian Kevin Curtis deixou dois álbuns com os Joy Division, “Unknown Pleasure” (1979) e “Closer” (1980), este último editado já após a sua morte, que deram a conhecer os excelentes temas como ‘Love Will Tear Us Apart’, ‘Shadowplay’ ou ‘She's Lost Control’.

Das cinzas dos Joy Division nasceram os New Order, cumprindo-se assim o pacto que os elementos do grupo fizeram de mudar o nome do projecto, caso deixassem de contar com algum dos membros fundadores.

Esta noite Peter Hook (Joy Division, New Order) vai homenagear Ian Curtis com um concerto especial no Reino Unido, em Manchester, a cidade Natal do grupo. Nesse espectáculo será interpretado o álbum “Unknown Pleasures”. Parte do valor arrecadado com a venda de bilhetes reverte para instituições que se ocupam do tratamento de pessoas com distúrbios mentais.

Ian Curtis, Bernard Sumner, Peter Hook, Stephen Morris.

IAN CURTIS - JOY DIVISION

Dediquem parte do vosso dia a ouvir ou a ver os Joy Division - IAN CURTIS.

IAN CURTIS - JOY DIVISION

Tal foi o impacto de "Love Will Tear Us Apart", uma canção sobre o desespero e o ressentimento que não foi um enorme sucesso no seu dia - cantado por um homem destroçado com depressão - golpeou uma corda ao redor do mundo. Como crítico de música Bruce Elder reflectiu num documentário em 2005: “By accident, here is a person who is living out their life and in living out their life – short though it was – é na verdade, dar expressão ao desespero do homem moderno ".

Reconhecido como inspirado pelo colapso do casamento de Ian na sequência de um affair com a jornalista belga Annik Honnore - o seu estado mental vacilante -, tornou-se no seu epitáfio ... literalmente. O cantor de 23 anos foi encontrado pendurado por uma corda da sua cozinha pela sua esposa Deborah em 18 de maio de 1980, apenas um mês após o lançamento inicial da música no Reino Unido. A sua lápide (que foi roubada no ano passado) simplesmente diz- '18 - 5-80 "e" Love Will Tear Us Apart ".

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails