Michael Gira foi também o primeiro traficante de droga... talvez tenha feito o mesmo que o grande Peter.
Only Ones tinha uma aura de romantismo decadente,
Perrett como um anti-herói viciado em literatura, letras sobre o vício, a perda, o desejo, a autodestruição, uma vida pessoal caótica que alimentava a narrativa.
A imprensa britânica dos anos 80 adorava exagerar as histórias sobre drogas — sobretudo quando envolviam figuras de culto como Perrett.
Os dois primeiros álbuns dos Only Ones foram inteiramente financiados pelo tráfico de droga de Peter Perrett. Por isso, fizemos exatamente o que queríamos e simplesmente entregámos os nossos álbuns inteiros à CBS.
Out There I'm the Night não é sobre uma rapariga, mas sobre o seu gato perdido.
Peter Perrett estava profundamente envolvido com drogas no final dos anos 70 — consumo pesado, círculo de tráfico de droga, vida caótica.
O próprio admitiu em entrevistas que ganhava dinheiro "de formas frequentes", usava esse dinheiro para sobreviver e que isso lhe permitia sustentar a banda nos primeiros tempos.
Parte do dinheiro que manteve o Só Vivos à tona veio do tráfico de droga.
The Only Ones (1978)
Even Snakes Shine (1979)
Perrett financiou com dinheiro vindo de onde veio — das primeiras demos, os primeiros ensaios, o período pré-CBS e a sobrevivência da banda antes do contrato.
Gira tinha um passado criminoso, uma vida difícil, histórias de prisão e uma adolescência na América Latina em ambientes violentos.
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