A internet é hoje em dia o reflexo daquilo que somos para o bem e para o mal. Eu criei este blogue com o objectivo de falar sobre a cultura pop - musica, cinema, livros, fotografia, dança... porque gosto de partilhar a minha paixão, o meu conhecimento a todos. O meu amor pela música é intenso, bem como a minha curiosidade pelo novo. Como não sou um expert em nada, sei um pouco de tudo, e um pouco de nada, o gosto ultrapassa as minhas dificuldades. Todos morremos sem saber para que nascemos.
06/08/2008
KRAFTWERK
O DVD dos Kraftwerk « Kraftwerk and the Electronic »chega ao circuito comercial em Setembro. O filme inclui entrevistas e imagens de actuações e junta um extra «The Dusseldorf Scene vs The Hamburg Scene».
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O ESTADO MAIS QUENTE
05/08/2008
HARD CLUB + MERCADO FERREIRA BORGES
A Camara do Porto abriu concurso para quem estivesse interesso em gerir o Mercado Ferreira Borges. O Hard Club que já foi uma boa sala de concertos, de certeza que voltará a ser,visto que foi aprovado como proposta vencedora para a exploração do referido projecto do Mercado Ferreira Borges . Brevemente teremos grandes concertos na Invicta e com melhores condições..
ANAR BAND
Anar Band foi um projecto de Jorge Lima Barreto (nasceu em 1949),e já tinha realizado intervenções com jazz , música experimental, vídeo arte e arte-performance desde os finais dos anos sessenta; graduado na Historia da Arte e doutorado em Musicologia e Teoria Comunicação Social, escreveu vários livros e produziu vários shows de rádio. Anar Band foi um grupo laboratorial de improvisações, na estética do free-jazz e electroacoustica. Produzido e gravado em 1976, foi o primeiro disco Português de música improvisada, formado por Jorge Lima Barreto (que seria a partir de 1981 uma das metades dos Telectu, sendo os outros dois Vítor Rua e Rui Reininho (mais tarde nos GNR ). Esta é uma verdadeira viagem ao interior do domínio da mente, alimentado pelas tendências do jazz rock e da eletrónica - o sintetizador ARP Odyssey também nos lembra que, a partir daqui para o prog rock é às vezes um pequeno passo. Este disco é uma original verdadeira obra de arte absolutamente essencial,e irá apelar a todos os fãs de Asmus Tiechens, Conrad Schnitzler e até mesmo para os fãs dos NWW.
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OCASO ÉPICO
O Ocaso Épico foram um dos projectos mais estranhos que surgiram em portugal, formados em 1981 por Farinha (Carlos Cordeiro) lançaram o álbum - "Muito Obrigado" - em 1988, participaram Pedro Barrento, Rui Mofreita, Zé Nabo, Alberto Garcia, Rui Fingers, Ricardo Camacho e José Carrapato, e estava pronto para gravar o seu segundo anos mais tarde, quando o líder e mentor da banda Farinha morreu inesperadamente, colocando um fim prematuro ao projecto.Em 1981, forma os emblemáticos "Ocaso Épico", que marcaram inequivocamente a música pop dos anos 80. Ligados para sempre ao apogeu do Rock Rendez-Vous, foram uma das bandas que mais actuações ao vivo realizou naquela mítica sala de concertos. O tema "Memórias", gravado em 19 de Outubro de 1984, por Farinha (voz, guitarra, flauta, teclas), Alberto Garcia (bateria), Anabela Duarte (voz, performance e teclas), Ricardo Camacho (percussão) e Rui Magalhães (baixo), aparece na compilação "Ao Vivo No Rock Rendez-Vous em 1984" com o título "Intro".
São considerados a melhor banda ao vivo de 1984, em conjunto com os GNR, para o programa "Som da Frente" de António Sérgio. Anabela Duarte sai do grupo em Março de 1985 após um concerto na sala do teatro "A Barraca". Em 1989 foi divulgada a maqueta "Desperdícios" resultante de várias sessões de gravação. Um dos músicos participantes neste registo foi Carlos Zíngaro (também colaborador pontual de Zao Ten). "Experimentalismos ambientais, orientalices, um ou outro ritmo "industrial" e outras coisas acabadas em Zen. E o humor característico do Farinha Master em títulos como "Descarregar Proteína Animal", "Alvalóide", etc."
Aparecem na compilação "Insurrectos", que também incluía os Zao Ten, com "Uma Bica e um Neubauten".
O grupo continua a trabalhar sendo de destacar, neste período, temas como "Sonic Yuppie" e "Atalaia". O grupo para pouco tempo depois.
Em Junho de 1993 realizou-se o concerto de regresso, na Caixa Económica Operária, com primeira parte dos Subterfúgio. No entanto, o grupo apresentou-se sem Farinha (Dr. Zao Ten) que ficou retido em casa devido a uma gripe. Farinha (Carlos Cordeiro) faleceu a 18 de Fevereiro de 2002. À altura da sua morte liderava os Angra do Budismo, projecto fundado em 1999, do qual faziam parte Luís Bernardo (guitarra eléctrica), Sabini (baixo) e Sara Belo (voz) e que lançaram a maqueta "TransMutação". Nos anos 90, Farinha participou ainda em projectos como "Zaoten", ao lado de nomes como os do violinista Carlos Zíngaro e João Sampaio, "The Pé" e "K4-Quadrado Azul". É ainda de referir a sua produção musical para cinema de animação, onde fez música para dois filmes de António Rocha.Os restantes membros dispersos e José Paulo Andrade e Pedro Leitão começam aprender e explorar novas ferramentas de software electrónica / experimental ,folk urbana, e com toda a certeza que irá despertar a curiosidade dos fãs de música estranha .
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CORPO DIPLOMÁTICO


Junto com os Faíscas o Corpo Diplomático foram uma das primeiras bandas punk do panorama rock Português . Um dos melhores discos punk / pós-punk que saiu em Portugal. Punk? Post punk ?.... não exactamente ... podem ser encontradas algumas electrónicas / improvisação lembrando anteriores trabalhos discográficos dos Alternative TV, e por que não ,Pere Ubu, etc. .Um excelente LP, essencial da discografia Portuguesa.
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ARTE & OFICIO+TRABALHADORES DO COMÉRCIO
VILAR DE MOUROS 1971
Em 8 de Agosto de 1971 mais de 30.000 pessoas assistiram ao primeiro grande festival pop-rock em território português. Nascia assim o Festival de Vilar de Mouros, o sonho do Dr. António Barge, acalentado após o Festival de 1968 Vilar de Mouros, a aldeia minhota, entrava na mitologia nacional.
Participaram no Festival as bandas: Quarteto 1111, Bridge, Psico, Pentágono, Sindicato, Objectivo, Celos, Contacto, Chinchilas, Pop Five, Elton John, Manfred Mann, e ainda: Amália Rodrigues, Duo Ouro Negro,Banda da Guarda Nacional Republicana, Coral Polifónico de Viana do Castelo e o Grupo de Bailado "Verde Gaio".
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TELECTU
Capa do LP «CTU TELECTU»
A primeira vez que vi os Telectu,foi na mítica segunda edição do Festival Vilar de Mouros em 1982, ano em que tambem tocaram os U2 ,Echo and Bunymen, Durutti Colunm, San Ra ......
O projecto Telectu foi formado, em 1982, por Jorge Lima Barreto e Vítor Rua, para a II Bienal de Arte de Cerveira. Actuaram no Festival de Vilar de Mouros, com a participação de Toli César Machado (colega de Rua nos GNR) e do vocalista Dr. Puto.
O seu primeiro álbum, "Ctu Telectu", com edição da Valentim de Carvalho, foi editado em Novembro de 1982. Vítor Rua sai dos GNR e Toli abandona os Telectu.
Em 1983 actuaram na Galeria Quadrum. Editaram também o álbum "Belzebu".
"Off Off", com produção de Tozé Ferreira, é editado em 1984. Actuam em Paris no Centro Georges Pompidou e no Forum des Halles. Participam também na IV Bienal de Cerveira, onde fazem um concerto de homenagem a La Monte Young onde interpretam as "Compositions 1960" do autor.
No início de 1985 é editado "Performance - Eno to La Monte" (gravado na Bienal de Cerveira) e a Caixa-Som-LP "Fundação", uma edição limitada da Gulbenkian. São também editados os discos "Telefone - Life Moscow" e "Rosa-Cruz - Live Gulbenkian".
Após Moscovo, o projecto abriu-se a performances multimédia inspiradas de Beuys, Paik e
Vostell. Desde 1985 que desenvolveram, com António Palolo, o projecto "Video Garden" (vídeo, luminotecnia, plantas) para os mais importantes concertos.
Gravam "Halley", um LP dividido em duas faces a solo (sintetizador e guitarra electrónica). Trata-se de um álbum de luxo com texto e serigrafia de António Palolo.
O disco "Data" é editado em 1987. Em 1987 participaram na III Bienal de Barcelona, actuaram em San Jose, na Califórnia, e no I Encontro de Música Improvisada, realizado na Gulbenkian.
Em Agosto de 1988 é editado pela Ama Romanta o duplo-álbum "Camerata Elettronica", produzido por Luís Carlos. Ainda em 1988 participaram na Bienal de Barcelona.
O álbum "Ben Jonhson", editado em 1989, inclui trabalhos de 1985, 1988 e 1989. Em 1989 actuam em Massachussets, no New York Knitting factory, na Universidade de Washington, no Festival de Jazz de Macau e no I Encontro da Nova Música Portuguesa (Gulbenkian).
Em Janeiro de 1990, os Telectu e Nuno Rebelo juntaram-se no Rock Rendez Vous num dos últimos espectáculos desse espaço. É editado o álbum "Live at Knitting Factory, N.Y." (edição da Mundo da Canção) e a editora Tragic Figures lança "Digital Buiça" (edição limitada de 500 exemplares) que incluí as peças "Hotel Lisboa" e "Laribau". A capa é um poema visual de E.M. de Melo e Castro. O grupo actua com Elliott Sharp no Centro de Arte Moderna (Lisboa) e com Saheb Sarbib no I Festival de Jazz de Lisboa.
A segunda edição da Mundo da Canção foi o álbum "Encounters II/Labirintho 7.8". "Encounters II" foi gravado nos Estados Unidos, em Setembro de 1989, com a participação de Jean Sarbib. A segunda parte foi gravada no Porto, entre Fevereiro e Julho de 1990.
Em 1991, os Telectu participaram nas 1ªs Jornadas Nova Música, que decorreram em Coimbra. Aproveitando uma pausa dos Telectu, Vítor Rua lançou o disco "Vydia" (Potlatch, 1991) e o disco "Mimi Tão Pequena e Tão Suja" dos Pós GNR. "Mimesis" é reeditado em CD pela Potlatch. O disco incluí "Mimesis I" (música ambiental), "Mimesis II" (Sound-Tracks) e "Mimesis III" (minimal).
Em 1992 comemoraram o 10º aniversário dos Telectu com um espectáculo na Bienal de Cerveira. Nesse ano a editora Área Total lançou o disco "Evil Metal" que foi considerado um dos melhores desse ano para o jornal "Público". Actuaram na China (Universidade de Beijing), Hong Kong (Jazz Clube) e Macau (Univ. Oriente).
Gravam o disco "Biombos" nos estúdios da Rádio Pequim/CCTV. O disco inclui também faixas gravadas ao vivo na Casa Garden de Macau e no Hong Kong Jazz Club. "Biombos" foi o primeiro CD de músicos ocidentais gravado, editado e distribuído na China. António Duarte foi o produtor executivo junto da editora estatal chinesa China Recording Corporation.
Em 1993, a AnAnAnA reeditou em CD os álbuns "Belzebu" e "Off Off", numa edição limitada a 500 exemplares, com apresentação de luxo em capa de cortiça. É lançado também "Theremin Tao", compilação de originais do grupo.
"Biombos" foi lançado em 1994. Em Setembro de 1994 actuaram no Johnny Guitar onde contaram com a colaboração de Bernardo Devlin (voz), Sei Miguel (trompete), António Duarte (sequenciadores e programações hip-hop) e o performer Rui Barbosa.
Em 1995 é editado, através da Fábrica de Sons (Movieplay), um CD com gravações ao vivo dos Telectu com Chris Cutler e Jac Berrocal.
Actuaram com Daniel Kientzy nas Festas de Lisboa 96. "À Lagárdère", com a participação do trompetista francês Jac Berrocal, é lançado no início de 1997.
Em 1998 actuaram em seis festivais de música contemporânea, em Granada, em Havana, em Bucareste, em Barcelona, em Pequim e em Perpignan.
No início de 1999 é editado pela AnAnAnA o álbum "Jazz Off Multimedia", gravado ao vivo no Guimarães Jazz de 95 e que contou com a participação de Louis Sclavis e Jac Berrocal. Ainda em 1999 participaram no Festival de Novas Músicas da Guarda e apresentaram "Drulovic Remix"
no Instituto Franco Português.
O CD duplo "Elektrobissau", com criações autónomas para guitarra e sintetizador, é gravado em 1999 para a Strauss mas o lançamento é adiado. Em 1999, a Strauss editou o disco "Mimesis (minimal Works)" (lançado originalmente pela Transmédia).
O disco "Solos" é editado em 2000. O disco engloba as obras "Piano Dissonata" de Jorge Lima Barreto e "Gnoseofonia" de Victor Rua. Os Telectu foram também os autores da partitura para a peça "Cymbelino", de Shaskepeare, que esteve em cena na Cornucópia até Julho de 2000.
Em Outubro de 2001, os Telectu celebraram o seu 20º aniversário com duas noites de concerto no auditório de Serralves, no Porto. Os dois músicos (Jorge Lima Barreto e Vítor Rua), actuaram
a solo, no dia 20 de Outubro, na primeira parte do concerto de Eddie Prévost, e no dia seguinte actuaram os Telectu e o trio de Eddie Prévost. Em Novembro participaram, em Londres, no festival Atlantic Waves 2001. Em 2001 realizou-se também a instalação Video Garden XVI.
Actuaram no Co Lab, c/ Chris Cutler, Porto , 2000-(estive presente)
Em 2002 participam no Festival Ó da Guarda e actuaram no Museu Vostell de Malpartida.
O CD "Quartetos" dos Telectu inclui gravações no "Matosinhos em Jazz",(estive presente) em 2001, com Sunny Murray na bateria e Tom Chant (da Cinematic Orchestra) em soprano; com Tom Chant na edição de 2001 do Festival Atlantic Waves; e com os bateristas Eddie Prévost e Gerry Hemingway no Fonoteca Files.
Em 18 e 19 de Setembro de 2003 apresentaram em Viseu, no Teatro Viriato, o espectáculo "Video Garden" de homenagem ao artista plástico António Palolo.
Em Novembro de 2003 é editado o álbum "Neo Neon" de Jorge Lima Barreto. «Os sons mágicos que brotam dos dedos de Barreto funcionam um pouco como uma máquina do tempo para quem acompanha a carreira dos Telectu desde há 22 anos: neles identificamos paisagens de "Belzebu", "Off Off", "Performance", "Halley", entre vários outros» (Rui Branco).
Em 1983 actuaram na Galeria Quadrum. Editaram também o álbum "Belzebu".
"Off Off", com produção de Tozé Ferreira, é editado em 1984. Actuam em Paris no Centro Georges Pompidou e no Forum des Halles. Participam também na IV Bienal de Cerveira, onde fazem um concerto de homenagem a La Monte Young onde interpretam as "Compositions 1960" do autor.
No início de 1985 é editado "Performance - Eno to La Monte" (gravado na Bienal de Cerveira) e a Caixa-Som-LP "Fundação", uma edição limitada da Gulbenkian. São também editados os discos "Telefone - Life Moscow" e "Rosa-Cruz - Live Gulbenkian".
Após Moscovo, o projecto abriu-se a performances multimédia inspiradas de Beuys, Paik e
Vostell. Desde 1985 que desenvolveram, com António Palolo, o projecto "Video Garden" (vídeo, luminotecnia, plantas) para os mais importantes concertos.
Gravam "Halley", um LP dividido em duas faces a solo (sintetizador e guitarra electrónica). Trata-se de um álbum de luxo com texto e serigrafia de António Palolo.
O disco "Data" é editado em 1987. Em 1987 participaram na III Bienal de Barcelona, actuaram em San Jose, na Califórnia, e no I Encontro de Música Improvisada, realizado na Gulbenkian.
Em Agosto de 1988 é editado pela Ama Romanta o duplo-álbum "Camerata Elettronica", produzido por Luís Carlos. Ainda em 1988 participaram na Bienal de Barcelona.
O álbum "Ben Jonhson", editado em 1989, inclui trabalhos de 1985, 1988 e 1989. Em 1989 actuam em Massachussets, no New York Knitting factory, na Universidade de Washington, no Festival de Jazz de Macau e no I Encontro da Nova Música Portuguesa (Gulbenkian).
Em Janeiro de 1990, os Telectu e Nuno Rebelo juntaram-se no Rock Rendez Vous num dos últimos espectáculos desse espaço. É editado o álbum "Live at Knitting Factory, N.Y." (edição da Mundo da Canção) e a editora Tragic Figures lança "Digital Buiça" (edição limitada de 500 exemplares) que incluí as peças "Hotel Lisboa" e "Laribau". A capa é um poema visual de E.M. de Melo e Castro. O grupo actua com Elliott Sharp no Centro de Arte Moderna (Lisboa) e com Saheb Sarbib no I Festival de Jazz de Lisboa.
A segunda edição da Mundo da Canção foi o álbum "Encounters II/Labirintho 7.8". "Encounters II" foi gravado nos Estados Unidos, em Setembro de 1989, com a participação de Jean Sarbib. A segunda parte foi gravada no Porto, entre Fevereiro e Julho de 1990.
Em 1991, os Telectu participaram nas 1ªs Jornadas Nova Música, que decorreram em Coimbra. Aproveitando uma pausa dos Telectu, Vítor Rua lançou o disco "Vydia" (Potlatch, 1991) e o disco "Mimi Tão Pequena e Tão Suja" dos Pós GNR. "Mimesis" é reeditado em CD pela Potlatch. O disco incluí "Mimesis I" (música ambiental), "Mimesis II" (Sound-Tracks) e "Mimesis III" (minimal).
Em 1992 comemoraram o 10º aniversário dos Telectu com um espectáculo na Bienal de Cerveira. Nesse ano a editora Área Total lançou o disco "Evil Metal" que foi considerado um dos melhores desse ano para o jornal "Público". Actuaram na China (Universidade de Beijing), Hong Kong (Jazz Clube) e Macau (Univ. Oriente).
Gravam o disco "Biombos" nos estúdios da Rádio Pequim/CCTV. O disco inclui também faixas gravadas ao vivo na Casa Garden de Macau e no Hong Kong Jazz Club. "Biombos" foi o primeiro CD de músicos ocidentais gravado, editado e distribuído na China. António Duarte foi o produtor executivo junto da editora estatal chinesa China Recording Corporation.
Em 1993, a AnAnAnA reeditou em CD os álbuns "Belzebu" e "Off Off", numa edição limitada a 500 exemplares, com apresentação de luxo em capa de cortiça. É lançado também "Theremin Tao", compilação de originais do grupo.
"Biombos" foi lançado em 1994. Em Setembro de 1994 actuaram no Johnny Guitar onde contaram com a colaboração de Bernardo Devlin (voz), Sei Miguel (trompete), António Duarte (sequenciadores e programações hip-hop) e o performer Rui Barbosa.
Em 1995 é editado, através da Fábrica de Sons (Movieplay), um CD com gravações ao vivo dos Telectu com Chris Cutler e Jac Berrocal.
Actuaram com Daniel Kientzy nas Festas de Lisboa 96. "À Lagárdère", com a participação do trompetista francês Jac Berrocal, é lançado no início de 1997.
Em 1998 actuaram em seis festivais de música contemporânea, em Granada, em Havana, em Bucareste, em Barcelona, em Pequim e em Perpignan.
No início de 1999 é editado pela AnAnAnA o álbum "Jazz Off Multimedia", gravado ao vivo no Guimarães Jazz de 95 e que contou com a participação de Louis Sclavis e Jac Berrocal. Ainda em 1999 participaram no Festival de Novas Músicas da Guarda e apresentaram "Drulovic Remix"
no Instituto Franco Português.
O CD duplo "Elektrobissau", com criações autónomas para guitarra e sintetizador, é gravado em 1999 para a Strauss mas o lançamento é adiado. Em 1999, a Strauss editou o disco "Mimesis (minimal Works)" (lançado originalmente pela Transmédia).
O disco "Solos" é editado em 2000. O disco engloba as obras "Piano Dissonata" de Jorge Lima Barreto e "Gnoseofonia" de Victor Rua. Os Telectu foram também os autores da partitura para a peça "Cymbelino", de Shaskepeare, que esteve em cena na Cornucópia até Julho de 2000.
Em Outubro de 2001, os Telectu celebraram o seu 20º aniversário com duas noites de concerto no auditório de Serralves, no Porto. Os dois músicos (Jorge Lima Barreto e Vítor Rua), actuaram
a solo, no dia 20 de Outubro, na primeira parte do concerto de Eddie Prévost, e no dia seguinte actuaram os Telectu e o trio de Eddie Prévost. Em Novembro participaram, em Londres, no festival Atlantic Waves 2001. Em 2001 realizou-se também a instalação Video Garden XVI.
Actuaram no Co Lab, c/ Chris Cutler, Porto , 2000-(estive presente)
Em 2002 participam no Festival Ó da Guarda e actuaram no Museu Vostell de Malpartida.
O CD "Quartetos" dos Telectu inclui gravações no "Matosinhos em Jazz",(estive presente) em 2001, com Sunny Murray na bateria e Tom Chant (da Cinematic Orchestra) em soprano; com Tom Chant na edição de 2001 do Festival Atlantic Waves; e com os bateristas Eddie Prévost e Gerry Hemingway no Fonoteca Files.
Em 18 e 19 de Setembro de 2003 apresentaram em Viseu, no Teatro Viriato, o espectáculo "Video Garden" de homenagem ao artista plástico António Palolo.
Em Novembro de 2003 é editado o álbum "Neo Neon" de Jorge Lima Barreto. «Os sons mágicos que brotam dos dedos de Barreto funcionam um pouco como uma máquina do tempo para quem acompanha a carreira dos Telectu desde há 22 anos: neles identificamos paisagens de "Belzebu", "Off Off", "Performance", "Halley", entre vários outros» (Rui Branco).TELECTU +CARLOS ZINGARO + CHRIS CUTLER
Telectu com os musicos convidados Carlos Zíngaro e Chris Cutler,actuaram na Festa do Avante no Auditório 1.º de Maio, na Quinta da Atalaia, no ano que se assinala o 30.º aniversário da sua fundação e o 25.º da sua presença na Festa do Avante!. A sua música experimental é amplamente reconhecida em Portugal e no estrangeiro. Carlos Zíngaro e Chris Cutler foram os músicos convidados .
CARLOS ZINGARO
Desde finais dos anos 70,que o violinista Carlos "Zingaro" Alves tem trabalhado com muitos dos principais improvisadores e compositores contemporaneos. Apartir de 1974 a 1980 foi director musical do grupo de teatro Comicos. Zingaro também ajudou a fundar uma galeria de arte com o mesmo nome durante esse tempo. Na década seguinte ganha projecção internacional a tocar com Kent Carter e Daunik Lazro, em 1979, ele recebeu um Fulbright Grant e foi convidado a vir para Woodstock, NY e de participar na Creative Music Foundation. Anthony Braxton, Roscoe Mitchell, Tom Cora ,Nunoi Rebelo Elliot Sharp ,Chris Cutler e Richard Teitelbaum (de quem se tornou um colaborador regular) são alguns dos artistas com quem Zingaro trabalhou, até representantes das novas gerações como Otomo Yoshihide, Matt Wand (Stock, Hausen & Walkman), Thomas Lehn e Axel Dorner, passando por Gunter Muller, Mats Gustafsson, Voice Crack, Simon H. Fell, Hamid Drake e Lê Quan Ninh, entre muitos outros. Nascido em Portugal, estudou durante cinco anos música clássica na sua cidade natal, Lisboa no Conservatório de Música até 1965. Membro da Orquestra de Camãra da Universidade Lisboa durante os anos 60, na segunda metade da década formou os Plexus o único grupo Português da chamada nova música, que tocava rock e improvisação apartir da musica clássica contemporãnea, e gravaram um único album para a RCA Victor.O seu envolvimento com o teatro continuou, recebeu o Prêmio de Críticos Português pelo melhor teatro musical (1981), trabalhou com director do teatro italiano Giorgio Barberio Corsetti na "+ Trilogia Kafka " (1988), trabalhou como designer para produções, também produziu vários filmes, e colaborou com companhias de dança, incluindo Gulbenkian,e acompanhia de dança e ópera de Geneve DC. Zingaro tem tocado em muitos festivais da nova música improvisada na Europa, Ásia e América do Norte.Os anos 90 encontraram Zingaro no desempenho de muitas gravações, incluindo as suas colaborações regulares com Richard Teitelbaum; a gravação com uma das melhores contrabaixistas do mundo Joëlle Léandre para a label In Situ e Musicworks; a gravação em Vancouver de «Western Front »em duo com a cellist Peggy Lee, na Hatology, 1996, e o seu trabalho com Peter Kowald Ort Ensemble na FMP 1995 «Cuts». Formou o ZFP Quartet- Carlos Zingaro - violin & electronics Marcio Mattos - 'cello & electronics Mark Sanders - percussion Simon H. Fell - double bass, a primeira performance foi no Guimaraes Jazz Festival ,Novembro 2002; o CD «Music for Percussion & Electronics » foi realizado por Bruce's Fingers em 2005. Em 2006 o grupo tocou no Ulrichsberger Kaleidophon ,Austria, e em Munich's Offene Ohren; o degundo CD, «Ulrichsberg München Musikwas» foi realizado pela BF em 2007. As confessadas influências vão de Bela Bartok, Chostakovich, John Cage, a Ornette Coleman, Jimi Hendrix e Morton Subotnick, tem um estilo polifacetado irrequieto, onde se destaca a utilização de fraseados curtos e fragmentários.
Já vi por mais de três vezes Carlos Zingaro ,e já é altura de dar a conhecer o que se faz de muito bom em Portugal, em diversas áreas, há cada vez mais artistas e trabalhos de qualidade em que nos devemos orgulhar ,pois muitos já são reconhecidos por todo o mundo.
Alguns projectos Portugueses- compilaçaõ editada pela Ananana:
Way Out
New Music From Portugal - Vol- 1
-No Noise Reduction
-Nuno Rebelo
-Carlos Bechegas
-Bernardo Devlin
-Albrecht Loop
-Emanuel Dimas Pimenta
-Luís Desirat
-Vitriol
-Genoveva Faísca
-Rafael Toral
Carlos Zíngaro
João Paulo Feliciano
Manuel M. Mota / José Oliveira
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HAPPY FLOWERS
Happy Flowers foram formados em 1983 por dois membros da funband hardcore The Landlords. John Beers adoptou o nome Mr. Horribly Charred e Charlie Kramer intitulou-se ele proprio, Mr. Ãnus. Musica indie freak ,noise, as canções tratam da ãnsia da infãncia sobre a perspectiva de uma criança que passará a ser a feliz com a marca Happy Flowers. Os primeiros lançamentos da banda em EPs, tinha canções com o nome 'Songs For Children' e 'Now We Are Six'e ainda 'Mom, I Gave The Cat Some Acid' .
POPOL VUH
Florian Fricke foi o pioneiro a utilizar os sintetizadores no rock alemão, mas após o excelente album «Hosianna Mantra » abandona-os (acabou por vender o seu Moog a Klaus Schulze). Gärten Pharaos toca synths, misturado com piano percussão Africana e Turca. Conny Veit contribui com a guitarra eléctrica. Fricke constrói em torno do violino, tamboura, piano, oboé, cembalo, Veit's de 12-cordas, "drones" e com a voz assombrosa do soprano coreano Djong Yun's pairando por cima destes instrumentos um album marcante da década de 70. O titulo do album sugere um mantra de Hosianna, a reconciliação musical do Leste como o Oeste, uma harmonização dos termos aparentemente opostos, combinando a devoção pelas duas tradições musicais. Este hibrido cultural está neste clássico album de 1973. Julian Cope afirmou que Hosianna Mantra soa como feito numa " cosmic convalescent home " .Perfeitamente actual.
SEVERED HEADS
Severed Heads é um grupo australiano fundado em Sydney,1979, como Mr. and Mrs. No Smoking Sign. A sua música era caracterizada pelo uso de fita loops ruidoso regime de sintetizadores e outras fontes sonoras, colocando os Severed Heads na categoria da música industrial. Depois de vários discos começaram a incorporar vários trechos de música popular, fortes linhas melódicas, e a incorporação Drum Machine. O resultado foi um híbrido de avant garde, industrial e pop. Realizaram uma tourné mundial, que era um evento multimédia, graças ao trabalho de vídeo Stephen Jones. Vi num concerto em Coimbra num concerto dos The Grief com a primeira parte dos Osso Exótico, estes videos, que ainda hoje não esqueço as excelentes imagens. Em 4 de fevereiro 2008 Tom Ellard anunciou o fim da banda.
PSYCLONES
Na Sub Rosa o lucro nunca foi o objectivo, apesar de se apoiarem apenas com a venda dos seus lançamentos. E assim sobreviver num equilíbrio estável. Tem lançado discos não-rentáveis. O modelo é Folkways – the Folkways of noise. Na década de oitenta descobri a editora Sub Rosa, através de uma colectãnea, e conheci entre outras bandas os Psyclones , que tocavam um post-punk e punk electrónico com toda a experimentação.
NICK HORBNY- Alta Fidelidade
Historia de Rob Fleming, e o fracasso com as mulheres na década de 90, em Londres têm uma pequena loja de discos e cds, intitulada “Championship Vynil” e o negócio que não vai lá muito bem,e a sua namorada, Laura, acaba com a relação.....No ano 2000 foi lançada a versão cinematográfica do livro ,o actor principal é John Cusak.
SAHNE MACGOWAN
Shane MacGowan fêz 50 anos de idade no dia de Natal. Problema crônico com a bebida e uma falta de vaidadecom resultou numa queda abrupta na qualidade do seu trabalho. Ainda se lembram do excelente disco dos Pogues «Rum, Sodomy and Lash »1985
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ROLLING STONES
Mick Jagger,1964 '68 '73 '82 e 2006 .
Não sou,nunca fui apreciador da musica dos Rolling Stones, nem do seu lider. Gosto mais de David Bowie.
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MOJO
As palavras " Special Collector's Issue " na capa de um jornal ou revista, qualquer leitor prudente terá um profundo sentimento de apreensão. Mas só por encomenda pode comprar estas publicações especiais -editadas em Fevereiro de 2008.
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COCADISDO
O "Disco" em 2008 está a tornar-se mais em voga, clubes como o Hackney's Cocadisco estão superlotados ficando o Dolphin e o Studio 54 numa posição mais dificil. A noite Cocadisco é na primeira sexta-feira do mês, e tal como todos os clubes legais, não tem qualquer presença on-line. Aphex Twin e Chris Cunningham, foram recentes convidados, o fundador da Output records Trevor Jackson faz uma rara aparição como DJ.
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04/08/2008
BUTTHOLE SURFERS
GENESIS P. ORRIDGE
Butthole Surfers voltaram e o concerto nesta ultima quinta feira, termina em chaos .Gibby Haynes foi é escoltado pelos seguranças após atacar um soundman - deixando Genesis P-Orridge a entreter a multidão ,refere Sean Michaels do Guardian. A seminal banda regressou a Nova Iorque esta semana, , foi no encerramento de uma mini tourné de 14 espectaculos quando tudo começou em Webster Hall na terça-feira à noite,ao longo de todo o processo, Haynes foi pedindo ao soundman aumento do volume do seu monitor, os fãs já esperavam uma luta, Gibby chegou a falar com ele -conversa técnica, e quando tudo parecia resolvido, as coisas pioraram o monitor começou a fazer feed back, Haynes mostrou-lhe o seu dedo médio, e o soundman retribuiu-lhe, Haynes, acerta-lhe na cabeça com uma garrafa de cerveja. Os seguranças retiraram-no do palco .O guitarrista Paul Leary assumiu os vocais e na musica seguinte o concerto acabou, sem antes os fãs pedirem um encore, entretanto apareceu Genesis P-Orridge dos Throbbing Gristle na tentativa de acalmar a multidão,o que não foi bom sinal, também ele foi escoltado pelos seguranças a partir do estádio.
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EXPLOSIONS IN THE SKY
Talvez não sendo um dos melhores albums dos Explosions in the Sky "All of a sudden i miss everyone" é sempre um trabalho explosivo.
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PIGLET
A banda de Chicago de Math Rock, Post-Rock, Instrumental, Experimental, editou o album «Lava Land», indie rock instrumental que promete não desiludir os fãs de -Pelé, Volta do Mar, e Don Caballero.
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DAPHNE ORAM
Há muitos nomes na história da música eletrónica. Alguns centram-se na vanguarda da Europa, América, Rússia,os antigos países do bloco oriental e, geralmente, menciona-se o trabalho de Karlheinz Stockhausen, Pierre Schaeffer, Luciano Berio, John Cage e outros. Existem outros nomes que incidiram sobre a música popular: Kraftwerk, Human League, Depeche Mode e Aphex Twin. E há os estudos esotérico que mencionam Raymond Scott, Louis e Bebe Barron, Tom Dissevelt e Kid Baltan. Contudo, há um nome na história da música eletrónica para encontrar - o de Daphne Oram. Oram foi um dos primeiros compositores britânicos a produzir som eletrónico. Uma pioneira da "musique concrete" música feita com sons gravados em fitas, o antepassado da actual música eletrónica. Fascinante a sua historia, nasceu em 1925 na Grã-Bretanha entre duas guerras mundiais, extremamente brilhante estudou música eletrónica, pouco usual na época. Ela passou a aderir à BBC e ao mesmo tempo que muitos dos funcionários da corporação do sexo masculino foram combater na segunda guerra mundial, tornou-se numa engenheira, equilibrando e misturando o som captado pelo microfone em concertos de música clássica. Nesses dias, quase todos os programas passaram a viver das gravações, e os computadores baratos estavam a cerca de meio século de distância. Com o fim das fitas no início dos anos 1950, Oram apercebe-se que poderia usar as fitas não apenas para gravar sons já existentes, mas para compor um novo tipo de música. Após terminado o seu dia de trabalho, todos tinham ido para casa, ela reuniu no estudio e experimenta toda anoite - "trundled tapes" do tamanho dos de gás industrial,e com panelas vazias grava sons sobre a fita e depois corta, faz loops, abranda-os" sped up",tocou-os para trás como num laboratório a inventar novas cores - um novo mundo quase impossível de imaginar actualmente,e cria um departamento onde produz obras com som experimental. A BBC cria uma comissão para estudar os "Electrophonic Effects" mas mesmo assim eles não a queriam envolvida."Eles só queriam o meu trabalho" disse mais tarde.16 anos depoide ter aderido á BBC, com outra equipa e com o engenheiro, Desmond Briscoe em 1958 e rara evitar complicações com as orquestras e músicos dos departamentos da- Union BBC ,tinham de evitar a palavra " música "de modo que nasceu o projecto -BBC Radiophonic Workshop. Politicamente ela era de esquerda ,e novamente houve um choque de ambições. Ela desejava desenvolver uma instituição experimental, como em Paris, Colónia e Milão, produzindo música electro-acústica internacional, avant-garde com compositores do dia. A BBC, uma vez mais, tinha outras idéias: queriam uma fábrica produzindo efeitos de som de dramas, jingles para as escolas e programas de rádio. Oram cria ela própria, em uma casa deserta em Kent, uma espantosa contraption, o "Oramics" máquina, que produziu um puro som eletrónico, e houve rumores de ter sido visitada por membros dos Beatles, Rolling Stones e The Who, bem como pelos compositores de vanguarda recentes. O seu arquivo foi o último a ser catalogado e acarinhado pelo Goldsmiths College, em Londres. Recentemente, o South Bank Centre dedicou um dia inteiro ao seu trabalho. Um duplo CD foi lançado, e muito em breve uma versão digital do " Oramics " estará disponível on-line. Estamos 40 anos atrasados, mas finalmente pode-se recuperar o atraso e o legado da vida de Daphne Oram.
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