Ty Segall Melted, 2010.
O, one man band, nativo de San Francisco, está dando ao seu som a uma profundidade e complexidade que o distingue de um mar de bandas de garage rock dos anos 60.Apesar do disco lo-fi, som barulhento, a estrutura da canção é pop. Já tem vários álbuns em seu nome, cada um enchido com sua visão distorcida sobre surf rock e scuzzy punk. No entanto, Segall (antigamente formou e cantava nos Epsilons) sabe escrever antes de adicionar o fuzz, aprimorou suas habilidades através de anos de escrita e de tourné, tanto como artista solo e como parte de uma banda. Em Melted, Segall optou por um som mais limpo, mas não se preocupe: sabe criar canções com uma grande variedade textural, no registo do primeiro single, "Caesar", ainda é ousado, embora um pouco mais doce, e melodias tão magra e econômicas, som rock'n'roll, incorporando uma vasta gama de influências, e vocais distorcidos fuzzed-out jangly guitarras entram em cena, numa referência a Nuggets.No entanto,os seus melhores momentos, e nas canções de Melted, emprega riffs de guitarras pesadas,e lúdicas, para criar texturas tão variados como «the ones in Segall's sweet treat analogy».
Segall juntou-se a garage-rock Goner Records em 2009, onde lançou Lemons.

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