20/05/2011

SCOTT WEILAND

Vocalista norte-americano faz revelação na autobiografia a que chamou Not Dead And Not For Sale .
Scott Weiland, antigo líder dos Stone Temple Pilots e dos Velvet Revolver, afirma na sua autobiografia que foi violado aos 12 anos.

Segundo o site da Metal Hammer, o vocalista escreve, no livro Not Dead And Not For Sale , que o autor da agressão foi "um tipo grande e musculado, mais velho, que ia sempre comigo no autocarro para a escola. Convidava-me para ir a casa dele. O tipo violou-me. Foi rápido, não foi agradável. Tive muito medo de contar a alguém. Ele avisou-me: 'Se contares a alguém nunca mais vais ter amigos na escola. Vai destruir a tua reputação'".

Scott Weiland explicou ainda que reprimiu esta recordação até que, há alguns anos, as memórias voltaram a atormentá-lo, quando estava numa clínica de desintoxicação a fazer terapia.

Na sua autobiografia Scott Weiland aborda ainda os problemas com a heroína e a amizade com Courtney Love, diz o site da Metal Hammer, segundo o qual o vocalista estará a trabalhar num disco a solo e, ao mesmo tempo, num novo álbum com os Stone Temple Pilots.

THE NATIONAL

The National no Coliseu do Porto na proxima semana

JANE ´S ADDICTION

Costuma-se dizer cada um tem o que merece...... eu tive (alguns)um foi com os norte-americanos Jane's Addiction.

No auge da sua carreira cancelaram há ultima hora (juntamente com os Pere Ubu)o concerto no Festival de Readin 1990.

Agora são a mais recente confirmação para o festival Optimus Alive, no dia 9 de Julho, no passeio marítimo de Algés, em Oeiras, Lisboa - e eu não vou poder ir ver a estreia ao vivo em Portugal da banda. Ok.

Liderados por Perry Farrell, os Jane's Addiction, que se juntaram em 1985 e deram que falar com os álbuns "Nothing's Shocking" (1988) e "Ritual de Lo Habitual" (1990), sobem ao palco no mesmo dia de Paramore, Kaiser Chiefs e White Lies.

Considerada por muitos críticos como a primeira banda de rock alternativo, os Jane's Addiction lançaram o terceiro longa-duração, "Strays", em 2003, onde estava incluído o conhecido single "Just Because", que lhes garantiu uma nomeação para os Grammy's.

Actualmente, os Jane's Addiction são constituídos por Perry Farrell, Dave Navarro e Stephen Perkins, todos da formação original, e preparam-se para lançar disco novo em Agosto.
Ja todos devem saber da polémica do momento, a organização do Festival de Cannes expulsou o realizador dinamarquês que recebeu a Palma de Ouro em 2000 pelo filme "Dancer in the Dark". Trata-se de um acontecimento inédito em 64 anos de festival.

Polêmico, Von Trier foi um dos fundadores do Movimento Dogma, que impunha diversas regras para a produção de longas-metragens. Entre os seus trabalhos estão "Europa" (91), "Os Idiotas" (98), "Dogville" (2003) e "Anticristo" (2009).

"Lamentamos profundamente que este espaço tenha sido utilizado por Lars Von Trier para proferir palavras inaceitáveis, intoleráveis, contrárias aos ideais de humanidade e de generosidade que presidem à existência do festival", lia-se no comunicado. "A direcção do festival condena estes comentários e declara Lars Von Trier persona non grata no Festival de Cannes." Apesar da expulsão, o filme "Melancholia", com Kirsten Dust, Charlotte Gainsbourg e Kiefer Sutherland, mantém-se em competição.

Ao ver a entrevista colectiva na televisãoo que mais me chamou atenção o rosto da actriz, e o terror da Kirsten Dunst, o barómetro da catástrofe em pessoa. A actriz mordia os lábios incrédula, olhava para os lados sem saber o que fazer. Só devia estar a pensar...... "isto não vai acabar num instante" ??.... " vai continuar com as insinuações" ??....Mas não. O comboio descarrilou.

O que começou como espanto disfarçado, numa espécie de "não acredito que ele acabou de dizer que é nazi", culminou num indignado "Oh Meu Deus".

O realizador dinamarquês prosseguia em direcção ao abismo mediático:e complicou ao falar da influência germânica na sua vida. “Eu achava que era judeu, era muito feliz por isso. Mas descobri que era nazi, quer dizer, minha família era alemã”, disse, "O que posso dizer, eu compreendo Hitler". Neste momento, Kirsten já devia estar á procurava uma saída de emergência e não escondia a revolta. "Sei que ele fez umas coisas erradas, claro, mas consigo imaginá-lo no bunker sozinho ".

A Argentina reagiu rápido ao incidente. A Distribution Company (DC), distribuidora responsável por exibir "Melancolia" no Conesul, afirmou que desfez o contrato com a produtora de Von Trier e não vai mais promover o filme no país.

A culpa é dos jornalistas, o estilista John Galliano já tinha aprendido a lição: não se fazem comentários anti-semitas em público ou com telemóveis por perto. Lars Von Trier, de 55 anos, deve ter esquecido tudo isso e no final até fez a graçola de que os jornalistas mereciam a "Solução Final".

Mas mas isto é típico dos dinamarqueses...não foi um dinamarquês que caricaturou o alá dos muçulmanos ???.

CITAÇÃO - AMINHA FAVORITA

O mal de inveja é muito triste........a todo o minuto estamos sendo empurrados para baixo........

Porque eu sou do tamanho do que vejo / E não do tamanho da minha altura...

MIMAS

Mimas "Lifejackets". Dinamarca - parte da Escandinávia, lar do bacon dinamarquês, vencedores do Euro'92 e Mimas, um quarteto de Aarhus, com o seu segundo disco, "Coletes salva-vidas 'acaba por ser um indie orgânico / delícia de post-rock cativante com letras bem-humoradas sobre hits da web, enquanto o trabalho de guitarra traz um tom agradável ao som da banda. Pop bem fresquinha.......e geladinha (Dinamarca!!).

ARCHERS OF LOAF

Os Archers of Loaf foram "queridinhos" do mundo indie, no início de meados dos anos 90, graças a um som fora do figurino que foi ousado e desafiador, mas melodicamente acessível ao mesmo tempo. Pilares da cena indie de Chapel Hill, Carolina do Norte, que também gerou os Superchunk e Polvo, as inspirações dos arqueiros foram os Sonic Youth.

Formados em 1991, a banda lançou quatro álbuns(tiveram alguns hits nas rádios universitárias americanas, em 1995 fizeram um tour com os (bom) Weezer) - incluindo a aclamada estreia em 1994, com Icky Mettle - antes de se separarem em 1998. Os membros passariam a tocar nos Crooked Fingers e Superchunk.

Em 2011, depois de 15 anos quando "White Trash Heroes" fez a primeira rodada, eles reuniram-se para uma tourné em 2011, é uma valiosa oportunidade e uma fatia de bondade indie para muitos que falharam. Imagine se o TV on the Radio ou Deerhunter acabassem agora e voltassem 12 anos depois. É isto mais ou menos.

Nem todas as reuniões devem ser anunciadas no golpe da meia-noite do Dia de Ano Novo. Caso em questão Archers of Loaf, que fizeram a sua primeira performance em 13 anos no que foi um inesperado apoio para The Love Language.

19/05/2011

MAGNETISMO - CITAÇÃO

"Você só recebe aquilo que tem, porque aquilo que você tem torna-se uma força magnética, atrai algo semelhante.


É como um bêbado que chega a uma cidade: logo vai encontrar outros bêbados.
Se um jogador chegar a uma cidade, logo se torna conhecido dos outros jogadores.
Se um ladrão chega a uma cidade, logo encontrará outros... ladrões.

Uma mulher machista

Uma mulher machista!!

PPROPORÇÃO ENTRE CARAS E CUECAS

Face to Panty Ratio from Richard Kern on Vimeo.

Richard Kern enviou m video chamado Face to Panty Ratio (Proporção entre Caras e Cuecas, numa tradução livre). Não há muito a dizer sobre isto. Se gostam de meninas com caras bonitas, camel toes e rabiosques, então é mesmo disto que precisam para melhorar o vosso dia.

Tomámos a liberdade de contar todas as cuecas, caras e caras/cuecas que aparecem no filme para descobrir a proporção entre caras e cuecas. Sem grandes surpresas, as cuecas levam um grande avanço, com um total de 53. Já as caras, contabilizamos 41, enquanto os conjuntos de caras/cuecas não foram mais que 11.

Para dizer a verdade, estávamos a comer uma sanduíche enquanto fazíamos a contagem, o que pode ou não invalidar os resultados. Estejam à vontade para confirmar estes números, mas deixamos desde já o aviso de que há uma boa hipótese da música do Thurston Moore em conjunto com as imagens de cuecas e caras vos dar um ataque qualquer.

Vice Magazine: PROPORÇÃO ENTRE CARAS E CUECAS

18/05/2011

EASY RIDER

Os anos 60 foram um período de intensas agitações políticas e culturais nos Estados Unidos – e que, por extensão em outras partes do mundo. Já no início daquela década, o país viveu a Guerra Fria contra a União Soviética. Um dos seus momentos mais tensos desta disputa se deu com a crise dos mísseis em Cuba, em 1962, por muito pouco as duas superpotências não iniciaram uma guerra nuclear. Em 1964, sob o comando do presidente Lyndon Johnson, os EUA entraram oficialmente na Guerra do Vietnam. Um ano antes, a 22 de Novembro de 1963, o presidente John F. Kennedy fora assassinado quando desfilava em carro aberto pelas ruas de Dallas. Cinco anos depois, o irmão dele, o senador Robert Kennedy, também seria vítima de outro assassinato até hoje polêmico e mal-explicado.

Além desses fatos, outras turbulências, talvez ainda mais marcantes, ocorriam dentro do território norte-americano naquele momento. Começou a haver maior visibilidade da luta das mulheres pelos seus direitos, a inserção plena no mercado de trabalho e, também, mais avanços em sua liberdade sexual. Essa busca ganhou impulso com a invenção da pílula anticoncepcional, criada nos anos 1950. Da mesma forma, as lutas pelos direitos civis dos negros ganharam grande vulto, principalmente pelas acções dos Panteras Negras e de Martin Luther King, assassinado em 1968. No ano seguinte, o movimento dos homossexuais pelo fim do preconceito, principalmente após a Batalha de Stonewall.

Já nas universidades, pesquisas e experiências com LSD (que nos primeiros anos da década não era ainda considerado droga) ampliaram os horizontes sensoriais de muitos jovens. Mesmo proibido a partir de 1966, o LSD já havia ganhado as ruas e era consumido em grande escala – não apenas por estudantes, mas também por artistas, intelectuais, profissionais liberais, entre outros, ou por simples viciados em drogas.

Em paralelo ao pensamento filosófico, também aconteceu a segunda “explosão” do rock, que após quase ter desaparecido no final da década de 1950,(Elvis Presley, chocou os Estados Unidos, e já era algo extremamente conservador para os agitados anos 1960)ressurgiu como um fenômeno cultural e social ainda maior. Os principais novos expoentes apresentaram idéias, letras e sons muitos mais radicais- Bob Dylan, Jefferson Airplane, Doors, Velvet Underground, Jimi Hendrix e Janis Joplin...

Quinhentas mil pessoas (mesmo nos festivais de rock de hoje) em 1969 é muita gente, já passaram 40 anos desde que nos dias 15, 16 e 17 de Agosto, Jimi Hendrix, Janis Joplin, Jefferson Airplane, The Who, Joe Cocker, Santana e outros fizeram, ao lado de hippies, o concerto mais famoso de todos os tempos.

Coincidentemente, naqueles mesmos dias chegava às telas dos cinemas o filme Easy Rider – Sem Destino, que apresentava a viagem de dois hippies cruzando os Estados Unidos com as suas motas em busca do sonho americano.

OSCAR WILDE

"dê uma máscara ao homem e ele dirá a verdade".

Oscar Wlde

NÃO TE ESQUEÇAS - coisas importantes que o sexo nos ensina

O jornalista argentino Diego Mancusi publicou esta semana em seu blog (no site da revista Rolling Stone ) uma lista das coisas “úteis” que aprendemos ao longo do tempo com a pornografia.

- Todos os negros... bem, vocês já sabem.
- Se você vai à casa do seu amigo e encontra a mãe dele sozinho, pode ter certeza que ela fica excitada.
- As mães dos seus amigos são sempre loiras com menos de 43 anos com peitos enormes e roupas provocantes.
- Todo o homem de toalha que deixa à mostra suas “medidas” é sexy.
- Todas as mulheres adoram fazer sexo usando botas e salto alto.
- Todos os entregadores de pizza se dão bem.
- O mesmo com os policias de trânsito: as mulheres fazem qualquer coisa para se safar de uma multa.
- As enfermeiras são gostosas e “atacam” os pacientes.
- Toda loira peituda vestida de colegial se transforma numa devassa.
- Menstruação é uma lenda urbana.
- Pentelhos também.
- Idem para as camisinhas.
- Todas as mulheres são bissexuais.
- Todas as mulheres adoram desfrutar de uma intensa sessão de sexo com 17 homens gordos e feios.
- Se uma mulher está dormindo....... ela nunca acorda.
- É fácil “fazer” na água.
- Os homens não se incomodam de verem-se pelados e excitados numa mesma casa.
- A melhor música para fazer sexo é a que se faz com teclados.
- Todo mundo fica dizendo “oh yeah” quando transa.
- Todos os homens têm erecção quando querem, onde querem e seja lá com quem for.
- Todos os homens são circuncidados.
- Todos transam em qualquer lugar, salvo algumas excepções.
- Todas as mulheres são multiorgásmicas.
- Todas gritam como hienas, sem exceção.
- Nada dói.
- Se você está se “divertindo” com a namorada na sua casa, pode ter certeza que o cara que divide o apartamento contigo está se masturbando atrás da porta.
- Se você pegar uma mulher dando prazer a si mesma, ela não vai gritar de vergonha: ela vai transar contigo.
- Todas as gêmeas gostam de compartilhar o namorado.
- Toda secretária deseja secretamente seu chefe.
- Se a tua noiva te pega com outra, ela não vai te mandar à merda em 56 idiomas diferentes: ela vai “festar” com vocês dois.
- No rosto. Elas a-do-ram!
- As japonesas choram quando transam.
- Nunca na história um chinês transou com uma ocidental.
- Todo mundo já fez um filme pornô em casa.
- O tamanho do membro é inversamente proporcional à beleza do cara.
- Se não mudar de posição pelo menos sete vezes a transa não vale a pena.
- Quem transa em público nunca vai preso.

Fonte:
http://www.rollingstone.com.ar/weblogs/poplife/nota.asp?nota_id=1258495

ANDY WARHOL

"Devagar com a louça: conheci o verdadeiro
Rei do Pop (pop-art) há alguns anos, e seu nome era Marcel Duchamp.
Para mim, Andy era a Rainha do Pop..."
Ultra Violet in "Famous For 15 Minutes"

ULTRA VIOLET - Famous for 15 Minutes - Autobiography : MY YEARS WITH ANDY WARHOL. A historia de Andy Warhol e "the girl in Andy's soup," Isabelle Collin Dufresne, a.k.a. Ultra Violet. Apresentação de Warhol, a Dali, e Collin Dufresne, descreve a Factory e os seus visitantes famosos. Truman Capote, John Lennon, Mia Farrow,...

O excêntrico artista plástico norte-americano, Andy Warhol (1928-1987), fez dezenas de filmes experimentais, entre curtas e longas-metragens, registos de shows e de performances artísticas. A obra cinematográfica de Warhol merece atenção primeiro pela ousadia estilística, que se aproxima radicalmente, em sua medula estética, das artes plásticas (como nos screen tests). Depois pela perversão de sua câmera intimista que erotiza o quotidiano e os personagens ‘reais’ - como na tríade - Flesh (1968), Trash (1970) e Heat (1972) – produzida em parceria com Paul Morrissey.

O cinema de Warhol faz jus ao espírito underground que rondava seu ateliê, o estúdio Factory. Lá ele promovia as mais ousadas festas e experimentos estéticos. Transitavam artistas, estilos, artes e sexualidades. Era comum, numa tarde qualquer, encontrar por lá os velvets Lou Reed e Nico, ou mesmo personalidades como Baby Jane Holzer, Edie Sedgwick, Joe Dalessandro, Dennis Hopper, Mick Jagger, e ainda loverboys, prostitutas e transeuntes curiosos.

Thurston Moore

Beck produziu o novo album de Thurston Moore

Lendário clube CBGB ganhará filme

O CBGB, lendário clube considerado o berço do punk rock em Nova York, ganhará um longa-metragem a seu respeito, segundo informou nota o site da Billboard norte-americana.

Intitulado provisoriamente CBGB, o filme focará nos anos de 1974 a 1976 (quando o local ajudou as carreiras de diversas bandas, de Ramones a Talking Heads, Patti Smith e Television) e no antigo dono do local, Hilly Kristal, morto em 2007. O material - com coprodução da filha dele, Lisa Kristal Burgman - também contará a história da cena punk norte-americana a partir do olhar do proprietário.

O roteiro está sendo escrito por Randall Miller e Jody Savin, e a direção ficará a cargo de Savin. Mais informações deverão ser divulgadas em breve.

O CBGB deixou de ser um clube musical em 2006 (Patti Smith fez o último show no local), sendo transformado em uma loja de roupas. Pouco depois, a loja mudou de endereço, sendo fechada em 2008 - ( um crime a um Templo punk ).


o longo dos anos 70 e 80, punk rock americano viveu no 315 da Bowery, na Bleecker Street, em Manhattan, Nova York. Os 3.300 metros quadrados de céu rock 'n' roll conhecido como CBGB's foi a arma que disparou o tabagismo dos Television, Blondie e The Ramones para a ribalta musical, inspirando uma geração de memórias para os fãs da adrenalina.

Fundada em 1973 por Hilly Kristal, o CBGB's, tocava-se country, bluegrass e blues, mas foi o punk rock, e não a música de raiz do seu homónimo que iria transformar o clube em um ícone da cidade de Nova York. Famoso pelas suas casas de banho imundas, memorabilia, paredes cobertas, sujas, mas uma decoração rica de personagens ecoou de encanto ousado e provocador de actos da sua assinatura.

Muitas bandas de punk mais influentes dos Estados Unidos e bandas de New Wave encontraram o seu primeiro gosto do sucesso no pequeno e íntimo palco do CBGB, e ajudou a transformá-lo num dos clubes de rock mais sujos e mais sexy de sempre.A era de ouro do CBGB começou em 31 de Março de 1974 com o primeiro show dos míticos Television.

Os Television tornaram-se a banda da noite de domingo do CBGB. Os Ramones estrearam-se em 16 de Agosto do mesmo ano. Outras estreias importantes durante os anos formativos do clube incluem a estréia de Blondie em 17 de Janeiro de 1975, The Patti Smith Group a 14 de Fevereiro de 1975 e os Talking Heads na primeira apresentação, abrindo para os Ramones em 8 de Junho de 1975. A polícia também fez sua primeira aparição no palco do American CBGB em 20 e 21 Outubro de 1978. Outros frequentadores incluem The Dead Boys, The Dictators e The Heartbreakers.

Com excepção da Polícia, a estria dessas bandas tornou-se a pedra angular da cena, chegando a fazer várias aparições e a construção de uma NYC raivoa, e não só, a seguir. Os Ramones tocaram muitas vezes num conjunto de duas vezes, porque era muito curto, e a Blondie foi dito para ter de aparecer no palco a cada semana durante cerca de sete meses.

Aqueles eram os tempos gloriosos do CBGB, e essas foram as bandas que realmente formaram o legado do clube. A única regra era nas actuações tocar somente música original - não abrange, ainda The Ramones esgueiraram-se de vez em quando (como fizeram os The Replacements). Isto tinha menos a ver com originalidade do clube e muito mais a ver com o medo de Kristal de ter que pagar royalties á ASCAP.


Como os anos 70 acalmaram, e entrou os anos 80, o clube mudou o foco do punk hardcore. As tardes de domingo eram conhecidos como Matinee Day ou Dia de Thrash, e bandas como Agnostic Frost, Cro-Mags e Warzone substituiram o som punk mais clássico da década de 70. A cena hardcore tendia a ficar fora de controle e violento às vezes, no entanto, e em 1990, temporariamente Kristal recusou actuações ao vivo de hardcore. Um destaque notável dos anos 80 foram, Sonic Youth Shows, do album Daydream Nation, em 1988.

Já grandes nomes, como Pearl Jam, Green Day e The White Stripes fizeram aparições no clube nos últimos anos da sua existência, mas o clube havia perdido um pouco do seu brilho. Em 2005, surgiu uma disputa entre o CBGB's e o Bowery Residents Committee, alegou que Kristal devia 91.000 dólares em alugueis atrasados. Esse foi o começo do fim da gloriosa meca do trash, que foi palco de um número estimado de 50 mil bandas.

Apesar de várias tentativas para salvar o marco de Nova York, Patti Smith tocou no concerto final do CBGB's, a 15 de Outubro de 2006. As suas portas fecharam para sempre, e vários dos seus conteúdos, como a famosa cabine telefónica de madeira e o toldo exterior, logo encontraram uma casa em Nova York, o anexo do Rock e Roll Hall of Fame. Falou-se de Hilly Kristal em salvar tudo o que podia do clube e movê-lo para Las Vegas, mas uma batalha com o cancro obrigou-o a deixar em menos de um ano depois, em 27 de Agosto de 2007.

O CBGB, uma das casas noturnas marcantes da Bowery que fechou em 2006, enfrentou uma disputa familiar em 2008.

Na festa de abertura do Hall da Fama do Rock and Roll Fame Annex NYC, os fãs e celebridades passaram um tempo juntos. Estudando o toldo velho do clube, a caixa registadora e a cabine telefónica coberta por flyers, Steven Van Zandt da E Street Band e Handsome Dick Manitoba dos Dictators, banda que foi um dos destaques do CBGB nos anos 1970, balançou a cabeça em aprovação. “Tudo bem, podemos ir agora”, disse Manitoba.

Mas enquanto o CGGB está ganhando as honras ao lado do piano de John Lennon e a guitarra de Jimi Hendrix, sua propriedade e legado foram disputados num processo que coloca em discórdia a família do proprietário, Hilly Kristal, que morreu no ano passado. Como a batalha do imóvel Brooke Astor – menos 100 milhões de dólares ou algo assim, mas ainda valendo muito, graças à popularidade de camisolas do CBGB – o caso está recheado de acusações de fraude e enganos, o que adiciona um amargo à história de uma amada instituição de Nova York.

No processo, que teve início no ano passado na corte de Surrogate em Manhattan e modificado numa audiência depois, a ex-mulher de 83 anos de Kristal, Karen, disse que ela é a dona por direito do negócio, e que Kristal e a filha, Lisa Kristal Burgman, 53 – que herdou a maior parte dos mais de 3 milhões de dólares do pai– sistematicamente a enganou ao esconder dinheiro da venda de merchandise.

A velha Kristal não recebeu nada no testamento, e o filho do casal, Dana, 49, que se alia à mãe contra a irmã, vai recebeu um máximo de 100 mil dólares, dependendo dos impostos e outras despesas do imóvel.

PETER BISKIND- Como A Geraçao Sexo-Drogas-E-Rock'n'roll Salvou Hollywood

Num período que começou com a gestação de Uma Rajada de Balas (1967) e terminou com o fracasso monumental de O Portão do Paraíso (1980), Hollywood foi sacudida por uma geração de cineastas intelectualizados que desafiou a velha guarda e colocou o cinema de autor em voga. Steven Spielberg, George Lucas, Martin Scorsese, Hal Ashby, Dennis Hopper, Francis Ford Copolla, Paul Schrader, Michael Cimino, Peter Bognadovich, Robert Altman e outros criaram obras-primas incontestáveis e mudaram a linguagem cinematográfica. Mas essa turma não resistiu às tentações de tanto poder e fama e afundou em um mar de dinheiro, drogas, megalomania, sexo fácil e auto-indulgência.

No começo dos anos 80, boa parte dessa gente não passava de farrapo humano e acabou tomando rasteira dos estúdios. Nesse contra-ataque, a chamada Nova Hollywood foi suplantada por blockbusters e filmes cada vez mais infantilizados. Ironicamente, Lucas e Spielberg foram os grandes responsáveis por essa situação, que de certa forma dura até hoje.O que eu descobri, é que esta é uma indústria nojenta.


- Bob Rafelson, director e produtor


“Como a geração sexo, drogas e rock ‘n’ roll salvou Hollywood” , do jornalista norte-americano Peter Biskind. Nas 500 páginas da obra, o autor entra nos bastidores, quartos de hotéis, estúdios de filmagens, mansões de directores, produtores e actores, do final dos anos 60 até o início da década de 80.

Nesse período Hollywood foi invadida pela contracultura e a sua estrutura de produção de filmes em série foi abalada com o sucesso de obras polémicas. Inspirados principalmente pelo cinema-arte europeu, eles fizeram fama e fortuna produzindo filmes autor que os transformaram em estrelas, a tal ponto que os grandes estúdios abriram mão de parte do seu poder e permitiram que os directores praticamente fossem “donos” dos filmes em que trabalhavam, e até mesmo tivessem a palavra final sobre a edição e montagem. Algo impensável até então em Hollywood, quando directores ou argumentistas, com raras excepções, não passavam de simples empregados dos grandes estúdios.

O período ficou conhecido como a Nova Hollywood e se encaixa perfeitamente no espírito revolucionário da contracultura norte-americana, quando muitos jovens passaram a questionar (na música, no cinema, na literatura, na política, etc.) valores pré-estabelecidos socialmente.

O ponto de partida para o livro de Biskind são os filmes Bonnie & Clyde (1967) Arthur Penn, e Easy Rider: sem destino (1969)de Dennis Hopper, produzidos com baixo orçamento, tornaram-se grande sucessos de bilheteria.

Em “Como a geração sexo, drogas e rock ‘n’ roll salvou Hollywood” ficamos conhecendo como foi processo caótico de produção de filmes hoje clássicos como O Padrinho I e II (1972 e 1974), O Exorcista (1973), Chinatown (1974), Taxi Driver (1976), Apocalypse Now (1979) e muitos outros.

Em Hollywood, esta reviravolta , segundo Peter Biskind, teve início em filmes de sucesso como Tubarão (1975) e Contatos Imediatos de Terceiro Grau (1977), de Steven Spielberg, e Guerra nas Estrelas, de George Lucas.

Como definiu o autor do livro, “Tubarão mudou a indústria para sempre. (...) Mais do que isso, Tubarão despertou o apetite corporativo por lucros rápidos, o que significa que dali para a frente os estúdios queriam que todo filme fosse Tubarão. De certa forma, Spielberg foi o cavalo de tróia através do qual os estúdios recobraram o poder”. Isso significa dizer que os estúdios de cinema estavam fartos de diretores e roteiristas egocêntricos e viciados e até mesmo o público estavam cansados de filmes com narrativas complicadas, finais infelizes, personagens de caráter moral duvidoso e de comportamento violento. A contracultura dos anos 60 estava em queda e, com ela, a Nova Hollywood também.

A maioria das declarações bombásticas e os acontecimentos surreais foram ouvidos por Peter Biskind da própria boca das principais personalidades envolvidas em centenas de entrevistas gravadas.

Um período na história de Hollywood que Spielberg definiu: “os anos 70 foram a primeira vez em que as restrições de idade foram abolidas, e jovens tiveram a permissão para tomar tudo de assalto com toda a sua ingenuidade e toda a sua sabedoria e todos os privilégios da juventude. Foi uma avalanche de ideias novas e ousadas e, por isso, os 70 tornaram-se um marco”.

IAN CURTIS - JOY DIVISION - 30 ANOS

Faz hoje 30 anos que o mítico vocalista dos Joy Division morreu.

A 18 de Maio de 1980, e na véspera da primeira digressão norte-americana da banda, Ian Curtis apenas com 23 anos de idade, suicidou-se em Macclesfield, no Reino Unido.

Para a posteridade Ian Kevin Curtis deixou dois álbuns com os Joy Division, “Unknown Pleasure” (1979) e “Closer” (1980), este último editado já após a sua morte, que deram a conhecer os excelentes temas como ‘Love Will Tear Us Apart’, ‘Shadowplay’ ou ‘She's Lost Control’.

Das cinzas dos Joy Division nasceram os New Order, cumprindo-se assim o pacto que os elementos do grupo fizeram de mudar o nome do projecto, caso deixassem de contar com algum dos membros fundadores.

Esta noite Peter Hook (Joy Division, New Order) vai homenagear Ian Curtis com um concerto especial no Reino Unido, em Manchester, a cidade Natal do grupo. Nesse espectáculo será interpretado o álbum “Unknown Pleasures”. Parte do valor arrecadado com a venda de bilhetes reverte para instituições que se ocupam do tratamento de pessoas com distúrbios mentais.

Ian Curtis, Bernard Sumner, Peter Hook, Stephen Morris.

IAN CURTIS - JOY DIVISION

Dediquem parte do vosso dia a ouvir ou a ver os Joy Division - IAN CURTIS.

IAN CURTIS - JOY DIVISION

Tal foi o impacto de "Love Will Tear Us Apart", uma canção sobre o desespero e o ressentimento que não foi um enorme sucesso no seu dia - cantado por um homem destroçado com depressão - golpeou uma corda ao redor do mundo. Como crítico de música Bruce Elder reflectiu num documentário em 2005: “By accident, here is a person who is living out their life and in living out their life – short though it was – é na verdade, dar expressão ao desespero do homem moderno ".

Reconhecido como inspirado pelo colapso do casamento de Ian na sequência de um affair com a jornalista belga Annik Honnore - o seu estado mental vacilante -, tornou-se no seu epitáfio ... literalmente. O cantor de 23 anos foi encontrado pendurado por uma corda da sua cozinha pela sua esposa Deborah em 18 de maio de 1980, apenas um mês após o lançamento inicial da música no Reino Unido. A sua lápide (que foi roubada no ano passado) simplesmente diz- '18 - 5-80 "e" Love Will Tear Us Apart ".

16/05/2011

ANIMAL COLLECTIVE + MOGWAY

Chegou "Tomboy", o tão esperado álbum de Panda Bear, os Animal Collective estão a preparar o sucessor de "Merriweather Post Pavillion" desde o início do ano e, em Portugal, haverá a oportunidade de ouvir em antecipação o que o grupo, reunido na sua formação original completa ( Panda Bear, Avey Tare, Deakin e Geologist), andou a preparar em Baltimore, antes de se fazer à estrada para uma digressão que passa no dia 25 de Julho pelo Grande Auditório do Centro Cultural de Belém (CCB), em Lisboa.

A banda escocesa Mogway, regressa Portugal depois de um concerto em 2008, na Aula Magna. Depois de terem estado três anos afastados do estúdio são a mais recente confirmação do Festival Paredes de Coura, para o último dia do festival. A banda de Stuart Braithwaite traz na bagagem sete álbuns de originais, "Hardcore Will Never Die, But You Will", é o mais recente trabalho, editado no início deste ano.

Os Mogwai juntam-se assim aos já confirmados Pulp, Brother, Crystal Castles, Crystal Stilts, Deerhunter, Esben and the Witch, Foster the People, Here We Go Magic, Jamaica, Le Butcherettes, Marina and the Diamonds, Metronomy, No Age, Omar Souleyman, Pnau, Twin Shadow e Two Door Cinema Club.

O Festival Paredes de Coura realiza-se entre os dias 17 e 20 de Agosto. Os bilhetes estão à venda nos locais habituais e o preço varia entre os 40 euros (um dia) e 75 euros (quatro dias). Até 15 de Maio, o passe custa 65 euros

SAMMY DAVIS Jr.

"O fracasso é tentar agradar a todos". Sammy Davis Jr.

Sammy Davis Jr., um dos mais ágeis talentos do show business americano, perdeu a batalha que travava contra o cancro na garganta. Coube ao seu médico informar a sua legião de fãs que o artista não resistiu ao tratamento de quimioterapia e morreu na sua mansão em Beverly Hills.

Cantor, dançarino, imitador, comediante, actor e autor (escreveu a sua biografia Yes, I can - que ficou entre os títulos mais vendidos nos EUA, na ocasião de seu lançamento em 1965), Sammy simbolizou como poucos o triunfo de uma arte americana baseada no ecletismo.

O primeiro álbum, "Starring Sammy Davis Jr.", foi lançado em 1954. Desde então, passaria a reunir uma série de sucessos.Naquele ano, ficou meses afastado porque perdeu o olho esquerdo num acidente de carro.

Sammy Davis Jr. dominava o palco: cantava, dançava, actuava e tocava diversos instrumentos. Por isso, mais do que 23 filmes e 40 discos(LP), as suas performances gravadas ao vivo são o seu principal legado. Os seus temas mais conhecidos são "Mr. Bojangles", "Candy Man" e "That Old Black Magic". Notável intérprete de Cole Porter, Sammy estrelou a versão para o cinema da ópera "Porgy and Bess", sob a direção de Otto Preminger, em 1959.

O público conservador americano manifestou sua ira em dois episódios: a conversão de Sammy ao judaísmo e o seu casamento com May Britt, uma actriz branca, loura e sueca. Nesses períodos, recebeu ameaças de morte.

Apresentou-se durante anos na cidade-casino de Las Vegas, onde passou a viver, tendo chegado a sofrer várias repreensões dos empresários devido aos problemas com o alcoolismo. Em entrevista a David Kelley, da UPI, três anos antes da sua morte, afirmou: 'Olha, cara, fiquei na cama três meses, só pensando na vida, e já decidi: mais três anos caio fora do show-business. Faz mais de 50 anos que não faço outra coisa senão dançar, contar piadas, cantar, interpretar'.

No cinema, desenvolveu curiosa carreira de actor secundário. Estreou num filme falado, Rufus Jones for president (1928). Roubou o show no papel de Sportin'Life em Porgy e Bess (1959). Estrela na Uma dupla em Sinuca (1970). Trabalhou também em papéis com Frank Sinatra, Dean Martin e Peter Lawford. Se não fez mais foi pelas limitações impostas por Hollywood a um artista totalmente fora do padrão: negro, baixinho, feio e com um olho de vidro.

Dirigiu, em parceria com Frank Sinatra e Liza Minnelli, o célebre grupo de amigos Rat-Pack-Clique nos casinos de Las Vegas, em 1959. O mesmo grupo produziu também filmes, como "Ocean's Eleven" ("Onze homens e um destino"), "Sergeants 3" (1962) e "Robin and the Seven Hoods" (1964).

Álias, não foi à toa que o seu último grande sucesso aconteceu no palco, percorrendo os EUA numa milionária trupe mambembe, ao lado dos velhos amigos e partners Frank Sinatra e Dean Martin. Rindo de cair, apoiados nos respectivos copos, eles trocavam piadas e maledicências. Num certo momento do espectáculo cabia aos parceiros o reconhecimento. "Se nós zombávamos de você nos velhos tempos", iniciava Martin, dirigindo-se a Sammy, "não era porque era preto". E Sinatra: "Ou baixinho". E Martin: "Ou judeu". A sentença final vinha de Sinatra: "É porque você era tão talentoso que nós ficávamos com ciúmes".

"Gostem ou não de mim, eles sabem que o meu espetáculo vale o dinheiro que gastaram com o ingresso", disse numa entrevista.

O seu último desempenho foi numa produção para a TV, "O maior presente de Natal" ("The kid who loved Christmas") em 1990.

A 16 de maio de 1990 aos 64 anos, morre o ecléctico e talentoso Sammy Davis Jr.

BRIAN WILSON + BEACH BOYS

Esta será a noticia do mês ou do ano Brian Wilson declarou que considera uma reunião com os ex-integrantes ainda vivos dos Beach Boys - Al Jardine, Mike Love e Bruce Johnston - para celebrar o aniversário de 50 anos do nascimento da banda. As informação foi divulgada pelo site NME.

No ano passado, o guitarrista Al Jardine assegurou que, pelo menos, um grande espectáculo seria realizado este ano para soprar 50 velas.

Wilson, que na semana passada afirmou que pretende parar de se apresentar em 2012, contou à BBC 6 Music que está pensar em tocar com sua antiga banda pela primeira vez em 20 anos.

"Estou considerando a ideia. Ainda não sei, mas estou pensando a respeito. Nada me impede. Só não sei se quero ficar perto desses caras. Eles são bobos. Eles são doidos", afirmou.

Wilson, que está neste momento em digressão com as reinterpretações de George Gershwin, ironizou ao explicar que não sabe se quer estar perto dos antigos companheiros.

A última vez que os remanescentes dos Beach Boys se reuniram foi em 1996, para a divulgação do álbum Stars And Stripes Vol.1 .O disco continha versões country para sucessos da banda, como "I get around" e "Little deuce coupe".

Brian formou os The Beach Boys com os seus irmãos Dennis e Carl, o primo Mike Love e o amigo Al Jardine. O grupo foi criado em 1961 na Califórnia e é considerado um dos conjuntos mais originais dos anos 1960, emplacando hits como "Good vibrations", "California girls" e "Surfin' USA".

Wilson foi considerado um dos melhores compositores de sua geração, mas enfrentou sérios problemas psicológicos nas décadas de 1970 e 80, principalmente depois da morte do irmão, Dennis Wilson, que também fazia parte da banda. Na última década, já recuperado, Brian dedicou-se a sua carreira solo.

INDIE LISBOA 2011

Festival de cinema independente de Lisboa premia uma balada de amor e uma investigação de José Filipe Costa. Mas o festival teve um dos seus pontos altos: os Tindersticks, deram música ao cinema de Claire Denis, num concerto que decorreu na Aula Magna. Os documentários The Agony and Ecstasy of Phil Spector, John Lennon - Love is All you Need sobre o homem que pertenceu aos Beatles mas acabou assassinado por Mark David Chapman a 8 de Dezembro 1980, e Neil Young Trunk Show, de Jonathan Demme, concentraram as atenções do publico.

Mas como é de filmes que se faz o IndieLisboa, "The Ballad of Genesis and Lady Jaye,o documentário rodado pela cineasta experimental Marie Losier, foi distinguido com o Grande Prémio Cidade de Lisboa. O filme aborda os quatro anos de vida em comum de Genesis P-Orridge, músico dos Throbbing Gristle e Psychic TV, e da "performer" Lady Jaye Becker.

A menção honrosa foi atribuída "La BM du Seigneur", um filme que conjuga documentário e ficção sobre a comunidade cigana francesa conhecida por "yéniche", dirigido pelo francês Jean-Charles Hue.

"Morgen", uma comédia do romeno Marian Crisan, produzida por Cristi Puiu ("A Morte do Sr. Lazarescu"), recebeu o prémio distribuição. filme trata da amizade entre um segurança romeno e um imigrante ilegal turco.

O júri internacional premiou como melhor longa portuguesa “Linha Vermelha”, do português José Filipe Costa. É um documentário sobre outro documentário que o alemão Thomas Harlan realizou em 1975 durante a ocupação da herdade da Torre Bela.

O prémio de melhor curta nacional foi atribuído a “Alvorada Vermelha”, documentário da dupla João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata sobre o Mercado Vermelho de Maca

LADY GAGA

Lady Gaga para se promover vale tudo....publicou uma foto com um visual lembra uma santa, com direito até a véu. A roupa foi usada por Gaga em um programa do canal BBC, de Londres.

Neste domingo foi uma das atracções do festival realizado na cidade de Carlisle.

Lady Gaga saiu de um caixão durante apresentação. A cantora também ousou no figurino para se apresentar no festival “Radio 1's Big Weekend”, na cidade de Carlisle, Inglaterra.
A Google lançou o Music Beta, que permite armazenar música na Internet. Por enquanto, o serviço está apenas disponível nos Estados Unidos.

Guardar as músicas e ouvi-las em qualquer suporte é a mais recente promessa da Google. A empresa anunciou esta terça-feira o lançamento do Music Beta, um serviço que possibilita o armazenamento de músicas nos servidores do grupo norte-americano. Utilizando um simples computador ou então um tablet ou smartphone com o sistema operativo Android, os utilizadores vão poder escutar as canções armazenadas em qualquer lugar.

Para tirar proveito do novo serviço, que está ainda em fase experimental, os cibernautas devem fazer upload das músicas que possuem para o servidor da Google, podendo ser guardadas até 20 mil músicas. Depois, estas podem ser geridas directamente no navegador, sendo, por exemplo, possível criar diferentes listas e alterá-las. Estas listas são automaticamente sincronizadas com os aparelhos Android.

Além disso, mesmo não se estando ligado à Internet, um utilizador pode ouvir uma selecção musical previamente definida ou voltar a ouvir as últimas músicas escutadas num aparelho, pois as canções ficam armazenadas nesse mesmo dispositivo durante algum tempo.

Por enquanto, a plataforma agora disponibilizada pela Google é gratuita, estando apenas acessível a quem for convidado pela própria empresa e só para os que se encontrem nos EUA.

O lançamento da nova plataforma acontece depois do anúncio do novo serviço da Amazon, o Cloud Player. Mas o Music Beta distancia-se deste e de outros serviços semelhantes, como o iTunes (a utilização do programa da Apple implica o download pago e imediato armazenamento dos ficheiros descarregados num dispositivo).

MARTIN DENNY

Entre 1958 e 1959 Elvis Presley foi incorporado no Exército e os franceses elegeram De Gaulle. A Síria e o Egipto juntaram-se na República Árabe Unida. Em Notting Hill explodiram motins raciais. Morreu o primeiro humano com HIV no Congo. Fidel Castro tomou o poder em Cuba e o Dalai Lama saiu do Tibete para o exílio. 9235 cientistas publicaram um apelo contra testes nucleares e o Alaska tornou-se um dos Estados Unidos da América. Nos cinemas, foi a época de "Gata em Telhado de Zinco Quente" e de "Vertigo". Publicaram-se "Breakfast at Tiffany's", de Truman Capote, "A Condição Humana", de Hannah Arendt, "O Teatro e o Seu Duplo", de Artaud, "Naked Lunch", de William Burroughs, "Doutor Jivago", de Boris Pasternak.


Henry Kaiser, mudou a face de Waikiki, em dois anos, com um pouco de energia e US$ 10 milhões, também é saudado pelo povo que aprecia as Hawaiian Islands, como o homem que descobriu o musical mais popular do Havaí o combo: The Denny Martin Group.

Quando abriu o seu lendário tropical Hawaiian Village, ele assinou com um quarteto recém-organizado de músicos para um show de duas semanas. Eles poderiam ter ficado sempre entre os turistas bebendo drinks exóticos e ouvindo um apetitoso jazz. Não houve uma noite num ano a tocar Martin Denny Combo que o luxuoso Shell Bar não estivesse cheio e as árvores de coco com turistas e os habitantes locais que sucumbiram à magia da música de Martin Denny. A grande alma do grupo era os novos sons e ritmos de luxo que vinham das improvisações do excêntrico líder Martin Denny no som.

"Nós estabelecemos um estado de espírito, salientando conteúdo melódico e destacá-lo com novos efeitos", explica Denny.

Mas nada pode explicar sucintamente por que a música do grupo foi logo um must para os turistas, juntamente com Diamond Head e Pearl Harbor. Qualquer tipo de música - show, pop, jazz, afro-cubana - toma outra dimensão quando interpretado por August Colon nos bongoes, Arthur Lyman em vibes, John Kramer no baixo e Martin ao piano - todos criam a sua própria marca especial de sons.

BRUCE LABRUCE

Bruce LaBruce (1964) conhecido pelo fanzine queerpunk J.D. e dos seus filme de culto do cinema homossexual- “Hustler White” (1996), em parceria com Rick Castro e com Tony Ward no papel principal, “The Raspberry Reich” (2004) que esteve em mais de 150 festivais de cinema ou “Otto; or, Up with Dead People” (2008) que estreou no Sundance Festival e que foi exibido no Museu de Arte Moderna de Nova Iorque (MoMA), em Novembro de 2008. O seu mais recente filme “L.A. Zombie”, com François Sagat, estreou-se em 2010.

Escritor, actor, fotógrafo, e realizador, o canadiano nascido Justin Stewart é uma referência no mundo da arte gay mais marginal.LaBruce tem colaborado regularmente, como escritor e fotógrafo, para publicações como a Index, Eye, Exclaim, Dutch, Vice, The National Post, Nerve.com, Black Book e Butt. Como fotógrafo de moda viu o seu trabalho publicado na Dazed and Confused, Bon, Tank, Tetu, Fake, Attitude, Blen, Tokion, Purple Fashion e The National Post, entre outras. Recentemente, realizou uma controversa entrevista a Karl Lagerfeld, para a Vice Magazine.

Ainda acredita que a revolução, para existir, tem que ser sexual, e a revolução sexual para acontecer tem que ser homossexual - diz Bruce, sim, absolutamente, esse é o problema do liberalismo que se sustentava em imperativos políticos que defendiam a igualdade e a liberdade e isso já não existe. O liberalismo foi corrompido pelo capitalismo e já não há libertação no liberalismo.

Inconformista, radical e inventivo. Assim é o cinema de Bruce LaBruce, pornógrafo esteta canadiano que com "L.A. Zombie: the movie that would not die", censurado em vários países e protegido noutros - força um cruzamento entre a pornografia a instalação visual.

O seu cinema, fetichista e explicitamente homossexual, inscreve-se numa escola de demonstração da fisicalidade, sendo amoral e militante. Se há quem veja no seu trabalho apenas a provocação, a construção narrativa que tem vindo a propor ao longo de mais de vinte anos de trabalho, sendo consciente dessa provocação, usa-a para criticar a própria utilização da violência e da exposição. É um cinema que cruza o discurso filosófico militante e a pornografia hardcore. Filmes como "Hustler White", "Skin Gang" ou "Raspberry Reich" insistem num activismo radical, defendendo uma revolução homossexual que vá onde a revolução social não chegou.

L. A. Zombie, sobre um zumbi alienígena que, após emergir do oceano em Los Angeles, sai à procura de cadáveres, com os quais tem relações sexuais a fim de devolver-lhes a vida – não como zumbis, mas como verdadeiros ressuscitados foi excluído do Festival Internacional de Cinema de Melbourne 2010. O anúncio foi feito após o filme ter sido oficialmente seleccionado pelo festival e anunciado no seu catálogo. É o primeiro filme a ser banido do festival pelo comité de avaliação em sete anos. O último havia sido Ken Park, de Larry Clark.

L. A. Zombie estreará no circuito internacional como concorrente no Festival Internacional de Cinema de Locarno. Também foi selecionado para exibição no Festival Internacional de Toronto, marcando também sua estréia na América do Norte. O filme é uma espécie de sequência do filme anterior de LaBruce, Otto; ou, Vivam os mortos, que estreou nos festivais de Sundance e de Berlim em 2008 e foi exibido em mais de 150 festivais, incluindo o Festival Internacional de Cinema de Melbourne [N.R.: e no Festival Mix Brasil em São Paulo].

Curiosamente, a versão de L. A. Zombie banida pelo Comitê Australiano de Classificação de Filmes é a versão softcore, na qual não há penetração anal explícita

Discovery 75 bands in a photo

Não vou colocar, ou dizer nenhuma novidade, já todos o devem conhecer, e ter visto dezenas de vezes, até porque tem uns anitos... mas achei que tinha algum interesse em o divulgar aqui para os que ainda não fizeram o desafio, e também mais gente fica a conhecer - nem que seja um (cliquem na imagem).

Mas não vou fazer a maldade de não revelar a lista com as bandas, uns dizem 74 outros 75, outros dizem que vêem 80..... se quiserem fazer algum esforço .... boas vistas... e bom desafio...


1. Pink
2. Led Zeppelin
3. B52's
4. Cypress Hill
5. Gorillaz
6. Suicidal Tendencies
7. Crowded House
8. Joy Division
9. Talking Heads
10. Eagles
11. Spoon
12. Beach Boys
13. U2
14. Bee Gees
15. Twisted Sister
16. Sisters of Mercy
17. Alice in Chains
18. Jane’s Addiction
19. Cowboy Junkies
20. Black Flag
21. Blur
22. Lemonheads
23. Smashing Pumpkins
24. Red Hot Chili Peppers
25. Blind Melon
26. Green Day
27. Scissor Sisters
28. Matchbox Twenty
29. Nine Inch Nails
30. Pixies
31. Eminem
32. Queen
33. Sex Pistols
34. Prince
35. Dead Kennedys
36. Eels
37. Radiohead
38. Iron Maiden
39. Madonna
40. White Zombie / Dead Can Dance (dúvida)
41. Guns’n’Roses
42. 50 Cent
43. Roots / Bad Seed (dúvida)
44. Dinosaur JR
45. The Cars / The Datsuns (dúvida)
46. Rolling Stones
47. Garbage
48. White Stripes
49. Manic Street Preachers
50. Korn
51. Whitesnake
52. Kiss
53. Deep Purple
54. Black Crowes / Couting Crows (dúvida)
55. The Shadows
56. Seal
57. Hole
58. Cornershop
59. Police
60. Jewel

MARK ROTKO

Mark Rothko, Black Grey, oil on canvas, 1968-69

A vida como hoje a vejo..... talvez só negra!!!!!!!!!!

As pinturas negras, que começou no ano antes do suicídio, confirma a crença de Rothko que o seu trabalho abrangeu a tragédia. A desolação das telas como Untitled (preto no cinza), sufocada por um branco de fronteira, ao invés de sugerir as formas de livre flutuação ou de camadas veladas da sua obra anterior, indicam, como afirmou, que as suas pinturas são a cerca da morte.

The song tells us of our old way of living,
Of life in former times. Fragrance of florals,
How things merely ended when they ended,
Of beginning again into a sigh. Later,

Some movement is reversed and the urgent masks
Speed toward a totally unexpected end
Like clocks out of control. Is this the gesture
That was meant, long ago, the curving in

Of frustrated denials, like jungle foliage
And the simplicity of the ending all to be let go
In quick, suffocating sweetness? The day
Puts toward a nothingness of sky...

John Ashbery, "Song," from The Double Dream of Spring, 1970.

Mark Rothko nasceu em Dvisnsk, Letónia(Russia) em 1903 e suicidou-se em Nova Iorque (EUA) em 1970.
O autor, nascido em 1903, numa família judia, chegou á América de barco, com 10 anos, mudou oficialmente o nome de Marcus Rothkowitz para Mark Rothko.

Rothko era um intelectual, um homem extremamente culto que amava a música e a literatura e filosofia, em particular pelos escritos de Nietzsche e mitologia grega. Influenciado pela obra de Henri Matisse – a quem ele homenageou numa das suas telas – Rothko ocupou um lugar singular na Escola de Nova York.

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