Peter Gordon and David Cunningham " Peter Gordon and David Cunningham " 1996.
Projecto de colaboração na Inglaterra a partir de 1981-1983, e só lançado em 1996, por esses dois talentosos compositores-performers-produtores, ex. membros fundadores dos The Flying Lizards. A selecção das musicas foram criadas por um método de extracção e processamento- live and loop, resultando numa espécie de "sample record" feito pouco antes de serem inventados.
John Greaves, baixo, Anton Fier, drums, David Van Tiegham, percussion triggers, Peter Gordon, sax, piano, keyboards, percussão, guitarra, David Cunningham, guitarras, loops treatments, piano, percussão, keyboards.
Também são se ouvem vozes faladas incluindo algumas pessoas famosas que, por razões legais, não podem ser identificadas (mas sem duvida você pode).
A internet é hoje em dia o reflexo daquilo que somos para o bem e para o mal. Eu criei este blogue com o objectivo de falar sobre a cultura pop - musica, cinema, livros, fotografia, dança... porque gosto de partilhar a minha paixão, o meu conhecimento a todos. O meu amor pela música é intenso, bem como a minha curiosidade pelo novo. Como não sou um expert em nada, sei um pouco de tudo, e um pouco de nada, o gosto ultrapassa as minhas dificuldades. Todos morremos sem saber para que nascemos.
23/01/2010
SWANS
Swans " Young God " EP (1984).
Young God marcou o fim da primeira fase industrial dos Swans e o início de um período de transição.
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musica- Swans
DAF - Deutsch-Amerikanischen Freundschaft
DAF, Die Kleinen und die Bösen, 30 anos após o lançamento do seu álbum de estreia, «Ein Produkt der Deutsch-Amerikanischen Freundschaft" (reeditado em 2000, pela Grey Are, subsidiária da Mute)o grupo de Düsseldorf edita "Das Beste von DAF - 20 Lieder der Deutsch Amerikanischen Freundschaft ", um novo coletânea.
A estreia do album, 'Die Kleinen Bösen Und Die' em 1980,contava com Robert Görl, Gabi Delgado-Lopez, Chrislo Haas e Wolfgang Spelmans. Após a saída de Haas e Spelmans, os membros do núcleo o baterista, compositor e programador Robert Görl, e o vocalista, letrista Gabi Delgado-Lopez continuaram como um duo e assinam contrato com a Virgin. Foi neste momento que a DAF lançaram os seus 3 álbuns de maior sucesso comercial num período de 18 meses, "Alles Ist Gut", "Gold und Liebe" e "Für Immer". Embora apenas por um período curto, a sex machine DAF foi extremamente produtiva e o seu impacto na música electrónica é profund e duradouro. Em 18 meses lançaram esta trilogia, venderem álbuns, empurraram os limites do experimental e música de dança. Robert Görl e Gabi Delgado-Lopez rapidamente voltam a reunir-se em 1985 para '1st Step to Heaven’ e novamente em 2003 para 'Fünfzehn neue D.A.F-Lieder'.
Enquanto pioneiros da British pop electrónica ainda estavam atolados na alienação do futurismo combinado com o "disco" e electrónica uma nova variante nova da cena Electro que estava em curso em clubes de Nova York. DAF foram os precursores do Electronic Body Music, de Die Krupps e Nitzer Ebb.
Diz Robert Görl, "A reunion of DAF was always in the air – it was only a matter of time”.
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THE AU PAIRS
Ainda hoje tenho os dois albums dos The Au Pairs, gravado em cassete. Foi o meu primeiro contacto com a banda de Birmingham, do pós-punk, e o seu enorme álbum de estréia, Playing with a Different Sex,1981.
A música era dançante, imbuída de ironia, as canções de confronto celebrando a sexualidade do ponto de vista de uma mulher. Na curta existência de 5 anos ,1978/1983, foram liderados pela lésbica-feminista Lesley Woods. Comparados aos Gang Of Four, Delta 5, e The Mekons, com todos eles compartilharam o som, a abordagem política para escrever música, durante o clima político conservador que varreu a Inglaterra, depois da eleição de Margaret Thatcher.
Depois do álbum ao vivo em 1983, Live in Berlin, a banda separou-se.
A música era dançante, imbuída de ironia, as canções de confronto celebrando a sexualidade do ponto de vista de uma mulher. Na curta existência de 5 anos ,1978/1983, foram liderados pela lésbica-feminista Lesley Woods. Comparados aos Gang Of Four, Delta 5, e The Mekons, com todos eles compartilharam o som, a abordagem política para escrever música, durante o clima político conservador que varreu a Inglaterra, depois da eleição de Margaret Thatcher.
Depois do álbum ao vivo em 1983, Live in Berlin, a banda separou-se.
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MIMIR
Mimir é um colectivo que une Edward Ka-Spel,Phil Knight (aka Silverman) dos Legendary Pink Dots, Christoph Heemann e Martin Andreas dos HNAS e Jim O'Rourke (The Supreme Indifference, Loose Fur, Sonic Youth, Diskaholics Anonymous Trio, Fenn O’Berg, Mirror, Gastr del Sol, Brise Glace, Yona-Kit, Organum, the Red Krayola, Indicate, Illusion of Safety, the Elvis Messiahs.)Editaram o LP, Mimir, em 1999 - edição limitada a 950 cópias em vinyl verde, e o CD, Mimyriad, em 1994.
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Mark Oliver Everett (aka E) + The Eels
Eels "End Times", saiu a 20 Janeiro, 2010. O album de estreia Beautiful Freak, foi editado em 1996. E 'Mark' Everett, os seus movimentos estão se tornando irregulares, a cronologia dos álbuns dos Eels está a transformar-se numa coisa que não pode ser previsto por nenhum homem de barba nem bicho peludo. Demorou quatro anos para o Sr. E acompanhar Blinking Lights and Other Revelations de 2005, e no ano passado em Junho, o bem-recebido Hombre Lobo, agora, temos o oitavo álbum End Times.O álbum leva-nos numa viagem musical de E a lidar com uma relação azeda, auto-avaliação, e lidar com a dor de viver cada dia.
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musica- The Eels
Herman Brood and His Wild Romance
Há centenas de cvovers de albums para escolher. Para selecionar algumas é difícil e o resultado poderia facilmente ser previsível,(Unknown Pleasures dos Joy Division, Kraftwerk -Trans Europe Express, a de Warhol para The Rolling Stones Sticky Fingers) e apresentar mais uma: Yada Yada Herman Brood's. Herman Brood, pode não ser um nome conhecido internacionalmente, mas foi a maior estrela que o rock Holandês já teve. Quando morreu, em Julho de 2001, saltando do hotel Hilton Amsterdam para a rua(sim, o mesmo onde John e Yoko realizaram a sua cama-vigília pela paz), todas as estações de rádio e TV veio, e atenção centrou-se sobre este símbolo nacional de extravagância que os holandeses tinham tolerado por uns bom 20 anos.
A sua vida extraordinária, de garoto tímido a pianista junky, a rock star símbolo nacional de que era possível na Holanda (já não assim, como todo o clima político mudou radicalmente nos últimos anos) é narrada em três livros.
Herman Brood & His Wild Romance – Yada Yada (CBS 1988)
Designed Herman Brood
O genial, fotografo e director video, Anton Corbijn, em 1974, quando era jovem e a iniciar uma carreira como fotógrafo, encontrou Herman, com quem trabalhou durante décadas e, a pedido da sua família, mesmo após sua morte.
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foto- Herman Brood
MEL RAMOS
A escultura "Chiquita Bana" (2008) de Mel Ramos faz parte de uma da exposição do artista em Tuebingen, Alemanha. A Tuebingen Art's Hall apresenta uma retrospectiva sobre Mel Ramos por ocasião do 50 º aniversário da Pop Art. Até dia 25 Abril.
Sempre que falamos de Pop Art lembramo-nos de nomes obrigatórios como Andy Warhol, Roy Litchtenstein, Keith Haring, etc. No entanto, para os amantes deste estilo, existem mais nomes marcantes com trabalhos igualmente fascinantes e carismáticos.
Mel Ramos nasceu em 1935, Sacramento, CA, em 1954, começa a estudar arte e história de arte no, Junior College e California State University. Depois de participar na exposição "Pop Goes the East" no Museu de Arte Contemporânea em Houston, em 1963, o artista estabelece-se como um dos principais representantes da POP ART, além de Warhol, Lichtenstein e Rosenquist..... a primeira exposição na Bianchini Galery New York, surgiu no ano seguinte.
Em meados dos anos sessenta, Mel é geralmente descrito como um artista pop, mas a sua movimentação impessoal (em óleos e aguarelas) traz-lhe também para dentro da órbita do surrealismo. É especialista em pinturas de mulheres nuas em calendários de pin-ups ou "tipo playmate, e anuncios publicitários.
Às vezes, são colocados com produtos de grandes dimensões, tais como pedaços de queijo, ou chocolates, em itens pintados de paródia comercial com gestos banais e glamourosos da indústria de propaganda, que tenta influenciar a escolha do consumidor por estratégias de comercialização.
Algumas vezes fazem alusão ao trabalho dos principais pintores do passado (mais raramente o presente). A qualidade do seu trabalho reflecte-se nos seus títulos; duas séries típicas são:‘You Get More Spaghetti with Giacometti’ e ‘You Get More Salami with Modigliani’.
Em 1967, há uma outra exposição individual no Museu de Arte Moderna de San Francisco.
As suas pinturas foram mostradas junto com as de Andy Warhol, Roy Lichtenstein, Claes Oldenburg e James Rosenquist, nas exposições mais importantes da Pop Art, e foram reproduzidos, muitas vezes com ironia, em livros, catálogos e revistas em todo o mundo.
Alguns críticos da cena da arte insistem em classificar Mel Ramos como um artista pop. A sua identificação com o movimento PopArt da década de 1960 era muito estreito para dar conta do contexto mais amplo das suas pinturas. O seu humor não é sátira ou zombaria. São "paródias" respeitosas, homenagens afectuosas, uma celebração de imagens com significado pessoal.
Mel Ramos sobre sua arte é sucinto: "eu tenho a certeza de que as minhas imagens não são muito eróticas e que têm sempre um traço de humor", "Eu tenho a certeza de que são de bom gosto ", "Ou você entende-as ou não."
Sempre que falamos de Pop Art lembramo-nos de nomes obrigatórios como Andy Warhol, Roy Litchtenstein, Keith Haring, etc. No entanto, para os amantes deste estilo, existem mais nomes marcantes com trabalhos igualmente fascinantes e carismáticos.
Mel Ramos nasceu em 1935, Sacramento, CA, em 1954, começa a estudar arte e história de arte no, Junior College e California State University. Depois de participar na exposição "Pop Goes the East" no Museu de Arte Contemporânea em Houston, em 1963, o artista estabelece-se como um dos principais representantes da POP ART, além de Warhol, Lichtenstein e Rosenquist..... a primeira exposição na Bianchini Galery New York, surgiu no ano seguinte.
Em meados dos anos sessenta, Mel é geralmente descrito como um artista pop, mas a sua movimentação impessoal (em óleos e aguarelas) traz-lhe também para dentro da órbita do surrealismo. É especialista em pinturas de mulheres nuas em calendários de pin-ups ou "tipo playmate, e anuncios publicitários.
Às vezes, são colocados com produtos de grandes dimensões, tais como pedaços de queijo, ou chocolates, em itens pintados de paródia comercial com gestos banais e glamourosos da indústria de propaganda, que tenta influenciar a escolha do consumidor por estratégias de comercialização.
Algumas vezes fazem alusão ao trabalho dos principais pintores do passado (mais raramente o presente). A qualidade do seu trabalho reflecte-se nos seus títulos; duas séries típicas são:‘You Get More Spaghetti with Giacometti’ e ‘You Get More Salami with Modigliani’.
Em 1967, há uma outra exposição individual no Museu de Arte Moderna de San Francisco.
As suas pinturas foram mostradas junto com as de Andy Warhol, Roy Lichtenstein, Claes Oldenburg e James Rosenquist, nas exposições mais importantes da Pop Art, e foram reproduzidos, muitas vezes com ironia, em livros, catálogos e revistas em todo o mundo. Alguns críticos da cena da arte insistem em classificar Mel Ramos como um artista pop. A sua identificação com o movimento PopArt da década de 1960 era muito estreito para dar conta do contexto mais amplo das suas pinturas. O seu humor não é sátira ou zombaria. São "paródias" respeitosas, homenagens afectuosas, uma celebração de imagens com significado pessoal.
Mel Ramos sobre sua arte é sucinto: "eu tenho a certeza de que as minhas imagens não são muito eróticas e que têm sempre um traço de humor", "Eu tenho a certeza de que são de bom gosto ", "Ou você entende-as ou não."
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22/01/2010
EXPERIMENTALISMO TRADICIONAL



Exemplos musicais de raízes tradicionais experimentais: as Ragas indis de PANDIT PRAN NATH, o Trance marroquino dos Master Musicians of Jajouka, as experiências de Konono N º 1, no Congo, o Americano Richard Crandell (piano, África), também a viola de roda do radical da musica japonesa Keiji Haino, as possibilididades imensas do acordeonista Finlandês Kimmo Pohjonen, um més das gravações no acampamento no Vietnan e na China FREEFORM , a exótica do trompetista Jon Hassell, a electrónica palestiniana dos Muslimgauze, música electrónica de Bill Laswell, e os pioneiros do noise experimental industrial dos WHITEHOUSE de William Bennett.
Harmonia and Eno '76: Tracks and Traces
As poucas relíquias escavadas no túmulo perdido do Krautrock clássico.Krautrock tornou-se sinónimo de um motorik de pulso firme, a vanguarda da música electrónica Alemã de 1970, e foi diversificada. Cluster, por exemplo, tinham mais em comum com Brian Eno que Kraftwerk e, depois de Cluster tornar-se Harmonia, a banda colaborou com Eno numa épica jam session que permanece quase mítica. As gravações não foram editadas, as masters de Eno foram perdidas. Mas um membro dos Harmonia, Hans-Joachim Roedelius, lança em conjunto um album completo e lançou em 1997 como Tracks e Traces. Esta versão reconstituída inclui mais três músicas selecionadas por Rother.
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COACHELLA 2010
Já é conhecido o cartaz do Coachella 2010. Já podem começar a pensar fazer as malas para o deserto Californiano, difícil assistir a tudo, vai ter que se perder muita coisa boa. Ainda bem que é longe, e eu não tenho tempo!!! nem dinheiro....
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Coachella 2010
THE DODOS
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HELIOS CREED
Helios Creed é um moderno freakout da acid guitar,provavelmente mais conhecido como original membro do experimental psych weirdo duo Chrome (com o falecido Damon Edge)., Helios toca o seu instrumento através de uma maleta cheia de cerca de um milhão de efeitos diferentes (delay, distorção, reverb, wah).É também um pioneiro do género que veio a ser conhecido como "Space Acid Cyber Punk Metal Ambient Weird Rock Psychedelic Thingy Noise".
Por mais de 30 anos, o Chrome tem sido uma das anomalias mais cobiçado na música underground, e mesmo com os primeiros registos sendo reeditados várias vezes, eles sempre iludiram as massas. Formados nas fendas das ruas de San Francisco, em meados dos anos 70s, os Chrome foi originalmente o conceito de Damon Edge que formou a editora da banda Siren Records em 1976 e por ocasião do seu segundo álbum épico, Alien Soundtracks, Helios Creed toca e solidifica o seu primordial industrial sci-fi punk som, como se nada tivesse existido antes.
Eles fizeram o mínimo de apresentações ao vivo ao longo dos anos, e até mesmo escolheram para o seu primeiro show a Itália ainda em 1981, sem nunca tocarem ao vivo no seu próprio estado. Apesar da gravação de uma imensa quantidade de material durante 1978-82, incluindo um álbum com numa grande editor, Beggar's Banquet, juntamente com quase dez álbuns, e até mesmo uma banda sonora de um show de sexo ao vivo recentemente desenterrado no Mitchell Brother's Adult Theater em San Francisco, desde 1976 continuam a voar muito abaixo do radar da maioria dos demais actos elevados do período. A tensão entre Edge e Creed sobre tournés levou a uma separação inevitável em '82, que resultou no início de uma prolifica carreira a solo de Helios Creed.
Helio Creed tocou ao vivo em 2007, Seattle at the Funhouse.
Por mais de 30 anos, o Chrome tem sido uma das anomalias mais cobiçado na música underground, e mesmo com os primeiros registos sendo reeditados várias vezes, eles sempre iludiram as massas. Formados nas fendas das ruas de San Francisco, em meados dos anos 70s, os Chrome foi originalmente o conceito de Damon Edge que formou a editora da banda Siren Records em 1976 e por ocasião do seu segundo álbum épico, Alien Soundtracks, Helios Creed toca e solidifica o seu primordial industrial sci-fi punk som, como se nada tivesse existido antes.
Eles fizeram o mínimo de apresentações ao vivo ao longo dos anos, e até mesmo escolheram para o seu primeiro show a Itália ainda em 1981, sem nunca tocarem ao vivo no seu próprio estado. Apesar da gravação de uma imensa quantidade de material durante 1978-82, incluindo um álbum com numa grande editor, Beggar's Banquet, juntamente com quase dez álbuns, e até mesmo uma banda sonora de um show de sexo ao vivo recentemente desenterrado no Mitchell Brother's Adult Theater em San Francisco, desde 1976 continuam a voar muito abaixo do radar da maioria dos demais actos elevados do período. A tensão entre Edge e Creed sobre tournés levou a uma separação inevitável em '82, que resultou no início de uma prolifica carreira a solo de Helios Creed.
Helio Creed tocou ao vivo em 2007, Seattle at the Funhouse.
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YEASAYER
Enquanto não sai o novo álbum dos Yeasayer Odd Blood, com lançamento marcado para 2010, a banda de Brooklyn mantém um blogue sobre as gravações. A música é uma eclética viagem de pop, rock, músicas do Médio Oriente e Africana, com folk e dub. O vocalista e teclista Chris Keating, o vocalista/guitarrista Anand Wilder ambos de Baltimore, tocava numa banda de colégio, Sic Transit. Anos mais tarde, mudam-se para Nova York e começam a dar forma ao projecto que logo se tornaria nos Yeasayer. O primo de Wilder, Ira Wolf Tuton, entrou como baixista, o baterista Luke Fasano foi o último a subir a bordo em Maio de 2006. A banda começou a trabalhar na gravação do primeiro álbum, All Hour Cymbals, aclamado pela crítica, e com grande zumbido na blogosfera em Outubro de 2007. Segui-se tournés internacionais, durante o qual a banda aperfeiçoou a sua mistura de instrumentos ao vivo com samplers pré-gravadas.
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SIMON JOYNER
Nas letras, e nas canções de Simon Joyner, é cantada numa angustiante, voz cansada lembrando a "beautiful loser" songsmiths tipo Fred Neil e Townes Van Zandt - imagens de pessoas tristes, os amantes solitários, o escuro, as ruas chuvosas... Na verdade, as intempéries muitas vezes é um tema central este cantor lírico do Centro-Oeste, Gótico / songwriter, muitas vezes funciona como uma metáfora para uma situação iminente tempestuosa. Há também uma melancolia inerente ao longo do álbum.The Lousy Dance, Simon Joyner, 1999.
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THE TINKLERS
O primeiro álbum da dupla Charles Brohawn e Chris Mason dá o tom para o resto da sua carreira: uma colecção de 38 canções, quase um terço dos quais de um minuto de duração e apenas um punhado a passar barreira dos dois minutos, executada num cenário minimalista de banjo, viola e percussão
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PAIN TEENS
Houston, formados em 1988, os Pain Teens foram uma das bandas que mais cedo partiram para uma fria escura fusão de goth rock com o experimentalismo e música industrial, preparando o cenário para um híbrido que se tornaria cada vez mais comum como o passar dos anos 90. O núcleo da Pain Teens era o casal Bliss Blood e Ayers Scott; Blood desempenhou o papel de cantora goth, enquanto tenebroso Ayers', trabalho de guitarra ultradistorcido e puro psicadelia assustador para um noise avant-garde, com sugestões pontuais do blues do Texas blues filtrado através dos Birthday Party.Explosão, fusão de rock psicadélico anos 60, garage rock, urbano, com destrutivo grunge, stoner-rock, industrial e power-pop. ufff....
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IAN DURY
Sex Drugs Rock & Roll-The Life Of Ian Dury. Biopic do pioneiro do pós-punk Ian Dury, encenada pelo actor Andy Serkis, é a oferta mais recente do director Mat Whitecross. Andy Serkis, exorta-nos a procurar com olhos brilhantes, malevolência e magia, na nova cinebiografia, deve ser por isso que ele continua imortal nos nossos corações e mentes dez anos após sua morte por cancro. O biopic de Ian Dury reflecte a vida do homem, do intérprete do dodgy pub, o padrinho da new wave, através do seu tempo na Stiff Records. Uma grande parte do tempo é compreensivelmente (um ponto) debruçado sobre a deficiência do nosso anti-herói a partir do momento em que contraiu poliomielite quando criança numa piscina, e os seus anos no orfanato.
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INS TANT KARMA - JOHN LENNON
John Lennon - vocais/guitar
Klaus Voormann - baixo
Eric Clapton - guitar
Alan White - drums
Yoko On o- screams/cackles
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YOKO ONO, A VERDADE, O OUTROLADO DA HISTORIA
Yoko Ono pretende escrever e publicar a sua autobiografia, previsivelmente em 2015. Segundo a "Rolling Stone", o futuro livro tratará, designadamente, da sua "intensa relação" com Lennon e dos "mitos sobre o papel que teria tido na separação dos Beatles".
O anúncio está a gerar natural curiosidade, já que, ao contrário da anterior mulher de John Lennon, Cynthia, que já publicou dois livros de memórias - "A Twist of Lennon" (1978) e "John" (2005) -, Yoko Ono, embora se tenha envolvido em polémicas com Paul McCartney a propósito da autoria de algumas das canções dos Beatles, nunca pareceu querer entrar em cnfronto com os sobreviventes da banda. Nem se mostrou disposta a divulgar a sua versão dos acontecimentos que levaram ao fim do grupo.
Em 2007, numa entrevista à Reuters, explicou que não o faria por ter receio de magoar "os filhos deles". É provável que estivesse a pensar, sobretudo, em Julian Lennon, o filho de John e Cynthia. Agora, ao que parece, mudou de ideias e quer deixar o seu testemunho de uma história que, apesar de se tem falado e escrito, nunca terá sido bem contada, nem nunca se saberá a verdade. Fica o tabú. Onde é que já ouvi isto?? uhmm.......
O anúncio está a gerar natural curiosidade, já que, ao contrário da anterior mulher de John Lennon, Cynthia, que já publicou dois livros de memórias - "A Twist of Lennon" (1978) e "John" (2005) -, Yoko Ono, embora se tenha envolvido em polémicas com Paul McCartney a propósito da autoria de algumas das canções dos Beatles, nunca pareceu querer entrar em cnfronto com os sobreviventes da banda. Nem se mostrou disposta a divulgar a sua versão dos acontecimentos que levaram ao fim do grupo.
Em 2007, numa entrevista à Reuters, explicou que não o faria por ter receio de magoar "os filhos deles". É provável que estivesse a pensar, sobretudo, em Julian Lennon, o filho de John e Cynthia. Agora, ao que parece, mudou de ideias e quer deixar o seu testemunho de uma história que, apesar de se tem falado e escrito, nunca terá sido bem contada, nem nunca se saberá a verdade. Fica o tabú. Onde é que já ouvi isto?? uhmm.......
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SIMPLE MINDS
Simple Minds - Empires and Dance (1980
Muitas vezes ouvi (a minha geração não se esquece...) este disco. Quando saiu parece que em Portugal parecia que não havia mais bandas a fazer musica alternativa, ou seja levou-me (nos)a descobri e a procurar outros sons, novas bandas. Já valeu a pena ....Depois enfastiaram.....
O concerto de abertura de Peter Gabriel, no velhinho Pavilhão Infante de Sagres no Porto(hoje ainda existe, mas só para desporto),foi inesquecível- a entrada pelas laterais e pelo meio do publico de Peter Gabriel, em direcção ao palco-recordo, eram os primeiros concertos em Portugal(no Porto foi dos 6 primeiros)e com umas vassouras começaram a "varrrer" do palco os músicos dos Simples Minds, foi diferente e novidade.
Muitas vezes ouvi (a minha geração não se esquece...) este disco. Quando saiu parece que em Portugal parecia que não havia mais bandas a fazer musica alternativa, ou seja levou-me (nos)a descobri e a procurar outros sons, novas bandas. Já valeu a pena ....Depois enfastiaram.....
O concerto de abertura de Peter Gabriel, no velhinho Pavilhão Infante de Sagres no Porto(hoje ainda existe, mas só para desporto),foi inesquecível- a entrada pelas laterais e pelo meio do publico de Peter Gabriel, em direcção ao palco-recordo, eram os primeiros concertos em Portugal(no Porto foi dos 6 primeiros)e com umas vassouras começaram a "varrrer" do palco os músicos dos Simples Minds, foi diferente e novidade.
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THE LOUNGE LIZARDS
The Lounge Lizards são um "groovy" ensemble que resume a dinâmica rock, samba / ritmos mambo, bandas sonoras de filmes imaginários, expressões folclóricas do Leste Europeu, funk, e as tensões freeform improv num caldeirão de jazz.
The Lounge Lizards - No Pain For Cakes (1987).
The Lounge Lizards - No Pain For Cakes (1987).
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21/01/2010
We Are Only Riders – The Jeffrey Lee Pierce Sessions Project (2010)
01. Nick Cave – Ramblin’ Mind
02. Mark Lanegan – Constant Waiting
03. The Raveonettes – Free To Walk
04. Debbie Harry – Lucky Jim
05. Lydia Lunch – My Cadillac
06. David Eugene Edwards – Ramblin’ Mind
07. The Sadies – Constant Waiting
08. Mark Lanegan & Isobel Campbell – Free To Walk
09. Lydia Lunch – St. Marks Place
10. Crippled Black Phoenix – Bells On The River
11. Cypress Grove – Ramblin’ Mind
12. Johnny Dowd – Constant Waiting
13. Nick Cave & Debbie Harry – Free To Walk
14. Mick Harvey – The Snow Country
15. David Eugene Edwards & Crippled Black Phoenix – Just Like A Me
16. Lunch Alvin And The JLP Sessions Project – Walkin’ Down The St
02. Mark Lanegan – Constant Waiting
03. The Raveonettes – Free To Walk
04. Debbie Harry – Lucky Jim
05. Lydia Lunch – My Cadillac
06. David Eugene Edwards – Ramblin’ Mind
07. The Sadies – Constant Waiting
08. Mark Lanegan & Isobel Campbell – Free To Walk
09. Lydia Lunch – St. Marks Place
10. Crippled Black Phoenix – Bells On The River
11. Cypress Grove – Ramblin’ Mind
12. Johnny Dowd – Constant Waiting
13. Nick Cave & Debbie Harry – Free To Walk
14. Mick Harvey – The Snow Country
15. David Eugene Edwards & Crippled Black Phoenix – Just Like A Me
16. Lunch Alvin And The JLP Sessions Project – Walkin’ Down The St
The Plastic Ono Band - Brooklyn Academy of Music
A banda de Yoko Ono vai voltar ao palco, no dia 16 de Fevereiro, para um espectáculo único na Academia de Música de Brooklin, em Nova Iorque.
A banda nunca tinham tocado junta antes, e o único ensaio foi no avião
da Inglaterra para Toronto!. Era para ser único e apenas uma performance ao vivo.
Quarenta anos após o concerto Live Peace in Toronto, que juntou John Lennon e a Plastic Ono Band - com Eric Clapton na guitarra, Klaus Voorman no baixo e Alan White, que depois integraria os Yes, na bateria, vai voltar ao palco, no próximo dia 16 de Fevereiro, para um espectáculo único na Academia de Música de Brooklin, em Nova Iorque.
Além de Ono, Clapton e Voorman, que integraram a formação original, participam os músicos convidados; Paul Simon, Thurston Moore, Kim Gordon, Martha Wainwright, e os japoneses Yuka Honda, Cornelius e Haruomi Hosono, da Yellow Magic Orchestra. Sean Lennon, filho de Yoko e John, está prevista a sua presença.
O show em Fevereiro apresentará canções do seu novo álbum, Between My Head And The Sky,o primeiro da banda desde o lançamento de Shaved Fish em 1975.
The Plastic Ono Band foi originalmente criado como uma maneira de classificar as obras de Lennon e Yoko, e qualquer outra pessoa tocasse com eles. O nome, diz, Yoko Ono, hoje com 76 anos, veio de "came from a time when she wanted to use four plastic stands holding tape players to serve as her “band.” Lennon subiu para a Plastic Ono Band, e ficou preso.
A banda nunca tinham tocado junta antes, e o único ensaio foi no avião
da Inglaterra para Toronto!. Era para ser único e apenas uma performance ao vivo.
Quarenta anos após o concerto Live Peace in Toronto, que juntou John Lennon e a Plastic Ono Band - com Eric Clapton na guitarra, Klaus Voorman no baixo e Alan White, que depois integraria os Yes, na bateria, vai voltar ao palco, no próximo dia 16 de Fevereiro, para um espectáculo único na Academia de Música de Brooklin, em Nova Iorque.
Além de Ono, Clapton e Voorman, que integraram a formação original, participam os músicos convidados; Paul Simon, Thurston Moore, Kim Gordon, Martha Wainwright, e os japoneses Yuka Honda, Cornelius e Haruomi Hosono, da Yellow Magic Orchestra. Sean Lennon, filho de Yoko e John, está prevista a sua presença.
O show em Fevereiro apresentará canções do seu novo álbum, Between My Head And The Sky,o primeiro da banda desde o lançamento de Shaved Fish em 1975.
The Plastic Ono Band foi originalmente criado como uma maneira de classificar as obras de Lennon e Yoko, e qualquer outra pessoa tocasse com eles. O nome, diz, Yoko Ono, hoje com 76 anos, veio de "came from a time when she wanted to use four plastic stands holding tape players to serve as her “band.” Lennon subiu para a Plastic Ono Band, e ficou preso.
Postado por
Rui Carvalho
às
quinta-feira, janeiro 21, 2010
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The Plastic Ono Band
UPSIDE DOWN FILME SOBRE A CREATION RECORDS
Upside Down imortaliza os "Lords" da Creation Records.Upside Down, bebida, droga, e charts, os anos das bandas que assinaram pela Creations, Oasis, Primal Scream e My Bloody Valentine.
Liam e Noel Gallagher fizeram parte da família disfuncional da Creation nos Oasis. Em 1993 quando Noel Gallagher se meteu num comboio para conhecer os patrões da Creation Records, que viria a ser a editora dos Oasis, tinha pouca idéia do que esperar. Encontrou numa rua pouco recomendável de Londres cercada de "desajustados, viciados em drogas e sociopatas" um director da gestão anterior,Tim Abbott, que semanas antes numa "trip" de ectasy e champanhe, tinha escrito no tecto da recepção, as palavras "Northern Ignorance". Gallagher vinha do Norte e encontrou o seu lar espiritual, sentiu-se em casa.
"Nós estávamos trabalhando com pessoas disfuncionais bandas disfuncionais, mas de alguma forma, ainda conseguimos funcionar - tivemos resultados, havia um elenco inteiro de personagens na Creations e pela soma foi superior ás suas partes".
Uma década depois a Creations fecha, 25 anos desde o lançamento do seu primeiro single, "Upside Down", e 15 anos de existência da label que lançou Primal Scream, Ride, My Bloody Valentine, e Oasis.
Mudou de um precipício financeiro para outro. Mesmo depois dos Primal Scream ganhar o Mercury Prize da música em 1992, a visibilidade resultante não se traduziu em viabilidade financeira.
"Estávamos sempre lisos. Era como placas de fiação, estávamos sempre tentando esquivar da justiça, o co-fundador Dick Green sabia que não podia pagar aos fabricantes, e Alan McGee iria apenas tentar "blagar" para ele. Não podia continuar assim. Embebedávamos e drogávamos as bandas frequentemente até elas se submeterem" revela Tim Abbott.
Para Abbott quando a Sony comprou 49% da editora em 1992, significou o fim dos seus dias de glória. "Quando McGee vendeu à Sony, foi uma maldição", "Isso tirou a pressão financeira, mas tudo mudou. A Sony trouxe contabilistas e uma cultura de grande editora ".
E lamenta algumas considerações sobre o eventual encerramento em 1999. "Quando a editora viu que tinha sido dobrada estava triste, tinha sido consumida por um monstro. Deixou de ser um veículo para a música e começou a ser um veículo de egos. Alan Dick vendeu a alma da Creation ao diabo, e o diabo quis de volta com juros ",
e acrescentou "Eu não tenho arrependimentos. No auge produziu música fantástica e arte, e eu tive a sorte de estar lá".
Os altos e baixos da Creations vão dar um filme. O Diretor de Upside Down, Danny O'Connor, admitiu passar " à beira da falência e demência e todas as outras coisas que vêm com a Creations", durante a feitura do filme, disse que foi atraído para contar a história da editora, que lhe tinha fornecido a banda sonora da sua vida.
Os produtores garantem que vai ser o filme mais revelador do rock´n´roll desde " 24 Hour Party People ", que foi uma especie de toda a verdae sobre a cena de Manchester, e em particular, a Factory de Tony Wilson.
Liam e Noel Gallagher fizeram parte da família disfuncional da Creation nos Oasis. Em 1993 quando Noel Gallagher se meteu num comboio para conhecer os patrões da Creation Records, que viria a ser a editora dos Oasis, tinha pouca idéia do que esperar. Encontrou numa rua pouco recomendável de Londres cercada de "desajustados, viciados em drogas e sociopatas" um director da gestão anterior,Tim Abbott, que semanas antes numa "trip" de ectasy e champanhe, tinha escrito no tecto da recepção, as palavras "Northern Ignorance". Gallagher vinha do Norte e encontrou o seu lar espiritual, sentiu-se em casa.
"Nós estávamos trabalhando com pessoas disfuncionais bandas disfuncionais, mas de alguma forma, ainda conseguimos funcionar - tivemos resultados, havia um elenco inteiro de personagens na Creations e pela soma foi superior ás suas partes".
Uma década depois a Creations fecha, 25 anos desde o lançamento do seu primeiro single, "Upside Down", e 15 anos de existência da label que lançou Primal Scream, Ride, My Bloody Valentine, e Oasis.
Mudou de um precipício financeiro para outro. Mesmo depois dos Primal Scream ganhar o Mercury Prize da música em 1992, a visibilidade resultante não se traduziu em viabilidade financeira.
"Estávamos sempre lisos. Era como placas de fiação, estávamos sempre tentando esquivar da justiça, o co-fundador Dick Green sabia que não podia pagar aos fabricantes, e Alan McGee iria apenas tentar "blagar" para ele. Não podia continuar assim. Embebedávamos e drogávamos as bandas frequentemente até elas se submeterem" revela Tim Abbott.
Para Abbott quando a Sony comprou 49% da editora em 1992, significou o fim dos seus dias de glória. "Quando McGee vendeu à Sony, foi uma maldição", "Isso tirou a pressão financeira, mas tudo mudou. A Sony trouxe contabilistas e uma cultura de grande editora ".
E lamenta algumas considerações sobre o eventual encerramento em 1999. "Quando a editora viu que tinha sido dobrada estava triste, tinha sido consumida por um monstro. Deixou de ser um veículo para a música e começou a ser um veículo de egos. Alan Dick vendeu a alma da Creation ao diabo, e o diabo quis de volta com juros ",
e acrescentou "Eu não tenho arrependimentos. No auge produziu música fantástica e arte, e eu tive a sorte de estar lá".
Os altos e baixos da Creations vão dar um filme. O Diretor de Upside Down, Danny O'Connor, admitiu passar " à beira da falência e demência e todas as outras coisas que vêm com a Creations", durante a feitura do filme, disse que foi atraído para contar a história da editora, que lhe tinha fornecido a banda sonora da sua vida.
Os produtores garantem que vai ser o filme mais revelador do rock´n´roll desde " 24 Hour Party People ", que foi uma especie de toda a verdae sobre a cena de Manchester, e em particular, a Factory de Tony Wilson.
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Rui Carvalho
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quinta-feira, janeiro 21, 2010
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creations records
International Guardians Of Rock 'n' Roll, 1983-1999
Sem a Creations, a música indie estaria num estado muito mais sofrível do que realmente está agora. Esta compilação de dois CD mostra os cantos e recantos da história da Creations. Além disso, no entanto, é intrigante ver como Internacional Guardians ... funciona como um microcosmo da história da música indie britânica como um todo, traçando o caminho do indie niilista dos Jesus And Mary Chain com "Upside Down" até a balada "Wonderwall" dos Oasis.
A história da Creations em 16 anos e dois CD's, lembra quantas bandas clássicas alimentou durante esse tempo- Jesus and Mary Chain, Ride, Teenage Fanclub, Sugar, The House Of Love, Super Furry Animals.... selecção de uma mistura de hits conhecidos e jóias como canções- Boo Radleys 'Lazarus', Adorable 'Sunshine Smile', e Primal Scream 'Rocks'.
A polémica vem com a ausência mais notável de uma única faixa da banda que muitos acreditam ser das mais inovadoras da Creations, My Bloody Valentine. Mesmo que o tracklisting original compilado por Alan McGee incluia três músicas dos My Bloody Valentine, mas no final não aparece. As faixas não foram selecionadas devido a problemas legais com Kevin Sheilds e a Sony.
A história da Creations em 16 anos e dois CD's, lembra quantas bandas clássicas alimentou durante esse tempo- Jesus and Mary Chain, Ride, Teenage Fanclub, Sugar, The House Of Love, Super Furry Animals.... selecção de uma mistura de hits conhecidos e jóias como canções- Boo Radleys 'Lazarus', Adorable 'Sunshine Smile', e Primal Scream 'Rocks'.
A polémica vem com a ausência mais notável de uma única faixa da banda que muitos acreditam ser das mais inovadoras da Creations, My Bloody Valentine. Mesmo que o tracklisting original compilado por Alan McGee incluia três músicas dos My Bloody Valentine, mas no final não aparece. As faixas não foram selecionadas devido a problemas legais com Kevin Sheilds e a Sony.
International Guardians Of Rock 'n' Roll, 1983-1999, 2000 -- Sony .
Disc: 1
1. Upside Down - The Jesus and Mary chain
2. Baby Honey - Pastels
3. Shine On - The House Of Love
4. Slowdive - Slowdive
5. Duel - Swervedriver
6. Loaded - Primal Scream
7. Lazarus - The Boo Radleys
8. Don't Slip Up - Meat Whiplash
9. Drive Blind - Ride
10. All The People I Like Are Those That Are Dead - Felt
Disc: 2
1. If I can't Change Your Mind - Sugar
2. Cracking Up - The Jesus & Mary Chain
3. Give Me Some Love (Andy Wetherall Mix) - Love Corporation
4. Drive Me Down (Softly) - The Velvet Crush
5. Sunshne Smile - Adorable
6. Wonderwall - Oasis
7. Rocks - Primal Scream
8. Mellow Doubt - Teenage Fanclub
9. The Man Don't Give A Fuck - Super Furry Animals
10. Serious Drugs - BMX Bandits
CREATION RECORDS
1983 -O primeiro single '73 in '83, é lançado pelos The Legend. McGee pede um empréstimo de $1.000 para formar a editora.
1984- O primeiro registo bem sucedido é Upside Down dos Jesus and Mary Chain, vende cerca 50.000 exemplares.Outros lançamentos desse ano inclui os albums dos The Jasmine Minks, Revolving Paint Dream, The Loft and X-Men.
1985- Os Primal Scream libertam All Fall Down.The Mary Chain saem para a Warner Bros para lançar o seu primeiro LP "Psychocandy".
1999- Não é o melhor ano musicalmente da Creations.Kevin Rowland vende apenas 500 cópias do seu álbum 'My Beauty "e leva com uma garrafa no palco do Reading Festival.McGee anuncia a sua saída da Creation.
1984- O primeiro registo bem sucedido é Upside Down dos Jesus and Mary Chain, vende cerca 50.000 exemplares.Outros lançamentos desse ano inclui os albums dos The Jasmine Minks, Revolving Paint Dream, The Loft and X-Men.
1985- Os Primal Scream libertam All Fall Down.The Mary Chain saem para a Warner Bros para lançar o seu primeiro LP "Psychocandy".
1999- Não é o melhor ano musicalmente da Creations.Kevin Rowland vende apenas 500 cópias do seu álbum 'My Beauty "e leva com uma garrafa no palco do Reading Festival.McGee anuncia a sua saída da Creation.
MONO
Apenas a tempo para comemorar o seu aniversário de 10 anos, MONO volta com seu quinto álbum de estúdio,"Hymn To The Immortal Wind". A música naturalmente majestosa, com marca Mono batendo contra o muro de ruido e a orquestra de câmara que a banda já vem alistando. A instrumentação incorpora cordas, flautas, órgão, piano, e glockenspiel, continua a mina do drama cinematográfico inerentes a toda a música MONO, as mudanças vêm agora mais dinâmicas- dark-to-light , quiet-to-loud.
Os primeiros 1.000 pedidos receberão uma limitada edição em vinil colorido.
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Rui Carvalho
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quinta-feira, janeiro 21, 2010
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THREE MILE PILOT + Planets / Grey Clouds
Em antecipação do longo prazo do novo álbum, em 2010, os Three Mile Pilot gravaram duas músicas novas para a edição limitada de um single.Estritamente limitada a 2.000 cópias - e longe de ser suficiente para saciar aqueles que esperaram com ansiedade uma dezena de anos na expectativa de um novo álbum - "Planets / Grey Clouds" baseia-se apenas na antecipação da esperança. Qualquer novo album dos Three Mile Pilot teria sido algo que vale a pena comemorar, mas o facto de que essas músicas serem boas, faz o pensamento esperar mais seis meses.
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Rui Carvalho
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quinta-feira, janeiro 21, 2010
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musica-Three Mile Pilot
Sandra Bullock beija Meryl Streep
" Gordo e molhado " é assim que os jornais americanos descrevem o beijo.
Meryl Streep e Sandra Bullock após simularem uma briga no palco sobre quem ficaria com o prémio que ambas venceram, a zanga fictícia terminou com um beijo na boca. Apesar das ondas de choque, as actrizes asseguraram que ambas têm muito em comum como "o gosto por comida e sexo".
Bullock foi distinguida pela sua participação em «The Blind Side» e Meryl Streep por «Julie Julia».
Meryl Streep e Sandra Bullock após simularem uma briga no palco sobre quem ficaria com o prémio que ambas venceram, a zanga fictícia terminou com um beijo na boca. Apesar das ondas de choque, as actrizes asseguraram que ambas têm muito em comum como "o gosto por comida e sexo".
Bullock foi distinguida pela sua participação em «The Blind Side» e Meryl Streep por «Julie Julia».
"Isto é uma honra, Meryl Streep beija muito bem " Sandra Bullock
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