22/11/2009

HARRY CREWS

Harry Crews "Naked In Garden Hills" Harry Crew foi um escritor beat e o seu nome serviu para baptizar este projecto paralelo (1988-1990) de Kim Gordon e Lydia Lunch, alem da baterista Sadie Mae. Harry Crews é um dos mais originais e importantes escritores americanos ainda vivos que existe. Nasceu na Geórgia em 1935, serviu como fuzileiro naval durante a Guerra da Coréia e, desde então teve um trabalho numa fábrica de charutos. Em Junho de 2006,a selvagem literária de Harry Crews publica o seu último livro - o 23º - a continuação do jagunço do Sul. O livro, "An American Family", um romance sobre a morte violenta e inesperada redenção de um marido abusivo. Ao contrário da maioria dos outros, não foi publicado por uma editora mainstream, mas por uma pequena e pouco conhecida, Blood and Guts, com sede em Los Angeles.

FREE KITTEN

Free Kitten começaram em 1992, Nova York como um veículo que permitiria a Kim Gordon dos Sonic Youth e a Julia Cafritz dos Pussy Galore para perseguir outros projectos fora do seu trabalho habitual, com suas respectivas bandas. Cafritz guitarrista e baixista Gordon começaram a oferecer ás suas audiências curto números de pós-punk. Yoshimi, dos Boredoms, juntou-se ao grupo em 1993,como o baixista Mark Ibold, dos Pavement, no ano seguinte. Free Kitten lançam o álbum de estréia, Nice Ass, em 1995 e seguido por Sentimental Education em 1997, no mesmo ano em que Gordon lançou sua própria linha de roupas, X-Girl.

ALAN LICHT

Alan Licht, guitarrista e compositor Americano, no seu trabalho combina elementos de pop, noise, free jazz e minimalismo, lançou quatro álbuns de peças para solo e múltiplas guitarras-Plays Well (2001), Rabbi Sky (1999), The Evan Dando of Noise? (1997) e Sink the Aging Process (1994. Gravou e tocou como improvisador com: Rashied Ali, Jim O´Rourke, Lee Ranaldo, Christian Marclay, Thurston Moore, Arto Lindsay, John Zorn, Zena Parkins, Ikue Mori, Lukas Ligeti, Derek Bailey, Dean Roberts, Charles Curtis, Ulrich Krieger, Loren Mazzacane Connors (gravou- Live In NYC,1996, Two Nights,1996, Mercury,1997, Hoffman Estates,1998, e In France,2003), Nihilist Spasm Band, Fred Lonberg-Holm, William Hooker, Michael Snow, Keiji Haino, DJ Olive, Rudolph Grey, Fennesz, Aki Onda, The Pacific Ocean, DJ Spooky (1990-até ao presente) e tem realizado shows em vários festivais nos E.U. e na Europa. Um dos seus trabalhos que merece destaque, é o projecto Text of Light Group do qual participa com Lee Ranaldo, improvisando ao vivo com vídeos de Stan Brakhage. Membro fundador de várias bandas, Run On- de 1993 a 1998, Lovechild- de 1988 a 1993, The Blue Humans, fêz uma tourné como guitarrista de Tom Verlaine (2001), Brokeback (2001), Papa M (1999-presente), Royal Trux (1999), Plush (1999, e Arthuir Lee & Love (1993-1994).Também realiza trabalhos com Phill Niblock regularmente. Duas instalações de som: 'Today I Am A Fountain Pen', Studio Five Beekman, NYC (1998) e 'The Downsizing of Don Dokken', part of 'Constrictions' exibição na Pierogi 2000, Brooklyn (1996). Também trabalha como escritor (An Emotional Memoir of Martha Quinn (Drag City Press, 2001-ensaio sobre a música experimental americana nas décadas de 80 e 90), e curador.

LEE RANALDO

Lee Ranaldo é um músico, escritor e artista visual, membro original dos Sonic Youth, formada em 1981 em Nova York. A tournê 'Goodbye 20th Century " tocaram composições de John Cage, Christian Wolfe, George Maciunas, Yoko Ono, Steve Reich entre outros. Dos registros de Lee a solo estão Dirty Windows - uma coleção de textos falados com música - Amarillo Ramp (por Robert Smithson) -e peças para guitarra. Os seus livros incluem Bookstore, Road Movies, Jrnls80s e Lengths and Breaths. Um livro completo de textos sobre viagens a Marrocos no outono de 2002. Seus escritos aparecem nas colecções Heights of the Marvelous ,e Verses that Hurt. O seu trabalho visual já foi incluído em exposições recentes na Hayward Gallery em Londres e no Museu de Arte Contemporânea de Sydney.

TEXT OF LIGHT

Gravado no Festival Internacional de Rotterdam Film Festival em Janeiro de 2005, este pedaço de texto explosivo dos Text Of Light tipifica as suas habilidades como uma unidade viva em forma de livre improvisação. Esta intensa peça de Lee Ranaldo, com o guitarrista Alan Licht, estabelece uma base sobre a qual o saxtronics de Kreiger, a exploração percussiva de Barnes e as incursões giratórias de DJ Olive, podem-se entrelaçar e aumentar uma á outra. Como todos os seus trabalhos registados até o momento, esta peça foi realizada em conjunto com uma projecção de filmes ao vivo - esta interação entre o cinema abstrato e experimental do século 20 e a live improvised performance estão no cerne da unidade. Alan Licht: guitarra Lee Ranaldo: guitarra, electrónica Ulrich Krieger: sax, sax-tronics DJ Olive: toca-discos, powerbook Tim Barnes: bateria, percussão

DIM STARS

Os Dim Stars projecto de Thruston Morre e Steve Shelley dos Sonic Youth , com Don Flemming dos Gumball, e Richard Hell (Voidoids). O album tem uma cover dos T. Rex " Rip Off ".

NAKED CITY - Bonehead

O MUNDO ACTUAL EM 59 SEGUNDOS.....

NAKED CITY

RUI E. PAES+ J.L. BARRETO+ FERNANDO MAGALHÃES

O musicólogo português Rui Eduardo Paes, de quem não dispenso os seus livros " A Orelha Perdida de Van Gogh", "Ruinas" e "Phonomaton", e os livros de Jorge Lima Barreto, JazzArte ,1990, Música Minimal Repetitiva, 1983, Nova Música Viva, 1996, Música & Mass Media, 1997 (tese de doutoramento), Musa Lusa, 1997, O Siamês Telefax Stradivarius, 1998, foram algumas das melhores enciclopédias musicais que eu tive a oportunidade de ler e comprar. Outras personagens que me ajudaram a descobrir a musica foram o jornalista e sociólogo português, Miguel Esteves Cardoso, ( ainda hoje tenho o "Escrita Pop") fez crítica de música em jornais como, O Jornal, O Expresso, e no Se7e em 1988. Fundou o semanário politico, O Independente com o amigo Paulo Portas, e em 1990, depois de se afastar daquele jornal, fundou a revista Kapa. Miguel E. Cardoso também é tradutor, ensaísta, autor de programas de rádio, dramaturgo, entrevistador, e tornou-se uma personalidade conhecida pela sua participação regular em programas televisivos. Em livro, publicou entre outros, os volumes de crónicas- Escrita Pop , A Causa das Coisas (1986) e, mais recentemente A Minha Andorinha (2006). Na ficção, assinou O Amor é Fodido (1994), A Vida Inteira (1995) O Cemitério de Raparigas (1996), Os Meus Problemas , 1998, e As Minhas Aventuras na Republica Portuguesa. O saudoso Fernando Magalhães, jornalista do publico (ajudou-me a descobrir/aumentar os meus conhecimentos) o programa de radio, Rock em Stock do Luis Filipe Barros - chegava a gravar algumas coisas em cassete, o "Rotação " foi o meu primeiro programa de rádio que ouvi de 1977 a 1980 - começava há 1 da manhã (ainda não havia dinheiro para comprar uma aparelhagem), o Rolls Rock, e o Som da Frente ambos do Antonio Sergio ( morreu recentemente) . Não posso esquecer o jornal " Se7e ", as revistas "Musica & Som", e o jornal Blitz (no principio) - ainda existe, mas como magazine mensal.

FAMILY

Family - Music In A Doll’s House - 1968.

Dukes of Stratosphear

Swindon, um centro ferroviário, decadente e agora cresce como um centro de negócios, em Wiltshire, Inglaterra, os XTC foram cantando canções expressando sua visão do mundo desde 1977, quando bateu a cena musical de Londres, durante a altura da explosão do punk. Os XTC,eram muitas vezes erroneamente considerados como parte do movimento Punk e New Wave em si, mas XTC são decididamente pop! Uma das bandas acima de tudo e de longa duração do movimento de power pop liderada por luminares como The Beach Boys, The Beatles e The Kinks. Em meados dos anos 80, XTC passou à clandestinidade e apareceu, vestido de purple Paisley, com os Dukes psychedelic Stratosphear com seu EP 25 O'Clock. Desde aquela época os XTC tiveram sucessos nos Estados Unidos com músicas como o polêmico "Dear God", escrito como uma carta de uma criança ao seu criador, o que ajudou o álbum Skylarking a tornar-se favorito de muitos fãs, e a sua canção anti-fama "The Mayor Simpleton ",do seu LP de 1989, o duplo Oranges & Lemons. Dukes of Stratosphear, membros da banda: Sir John Johns,(pseudónimo de Andy Partridge) The Red Curtain( pseudónimo de Colin Moulding) Lord Cornelius Plum( pseudónimo de David Gregory) E.I.E.I. Owen (Ian Gregory, irmão de David Gregory). Influência de Pink Floyd, Strawberry Alarm Clock, The Chocolate Watchband, The Beatles, Syd Barrett, The Rutles, e The Beach Boys.

Terrible Horrible Bands

Não é nenhum segredo o quanto é difícil uma banda tentar fazer com que o seu nome pareça "inteligente " e " bonito ", mas pior é a sua música. -Portugal. The Man -Oh Shit They're Going to Kill Us -Anal Mayonnaise -Lake of Anal Mucus -Oh No Oh My -The Ting Tings -Nardwuar the Human Serviette -I Love You but I've Chosen Darkness -I Love My MPC 2000 But I've Chosen Prog Metal -Shut Your Eyes and You'll Burst Into Flames -Tiger! Shit! Tiger! Tiger! -My America Is Watching Tigers Die -The Birds Are Spies, They Report to the Trees -Up Up Down Down Left Right Left Right B A Start -And the Battle Is Won Up-C Down-C Left-C Right-C ABC + Start -Congratulations on Your Decision to Become a Pilot -Flowers from the Man Who Shot Your Cousin -I Live the Life of a Movie Star Secret Hideout -Love Is Colder Than Death -Success Will Write Apocalypse Across the Sky -I Will Guillotine Your Chihuahua -When People Were Shorter and Lived Near the Water -Arial Sharon's Head in an Industrial Press -Xstabxyouxinxthexheadxandxeatxyourxfacexoffx Ufff!!!!!!

NO MUSIC DAY

A FIVE YEAR PLAN 2005 2006 2007 2008 2009 Como parte da campanha em curso de Bill Drummond de respeitar um No Music Day, a cada ano durante os últimos 4 anos, este sábado, 21 de novembro, vai ser o final do dia musical como ditado por ele. Em 2009, faz cinco anos de um plano, e o foco está em Linz 2009, Capital Europeia da Cultura, com toda a cidade a planear um No Music Day. No Music Day é no dia 21 de Novembro porque a 22 de Novembro é dia de Santa Cecília. Santa Cecília é a padroeira da música. Em muitos países o 22 de Novembro foi o dia escolhido para agradecer e celebrar a existência da música. Usando os mesmos princípios tradicionais como no Halloween ,All Saints’ Day ou o Mardi Gras, na véspera da Lent kicks, 21 de Novembro foi o No Music Day, para os cinco anos apenas de 2005 a 2009. No Music Day existe como um convite aberto a optar por não às cegas - ou melhor, surdamente - não consumir o que a música nos oferece. É um dia para pensar sobre o que fazemos e não queremos da música, e para desenvolver ideias de como isso pode ser alcançado. Dia Sem Música desde 2005, muitas pessoas ao redor do mundo têm registado os seus pensamentos no site www.nomusicday.com. A partir de 2010, o Dia Sem Música será gratuito para outros a interpretarem.

21/11/2009

First Bands, Matt Groening curated ATP Festival

Mr. Matt Groening, a cara por trás dos Simpsons e Futurama, como curador para o ATP UK Weekend 1 no Butlins, Minehead a 7-9 Maio de 2010, confirma as bandas que escolheu para tocar. BOREDOMS performing Boadrum – 9 Drummer Show The Raincoats Toumani Diabate Danielson (formerly Danielson Family) James Blackshaw Anni Rossi Viv Albertine’s Limerence (formerly of The Slits)

KRAFTWERK

Se vaguear pela estação de metro de North Greenwich em torno da Arena O2, ao longo de uma parede ao longo da sua extensão considerável um cronograma de pop. Entre as poucas surpresas ao longo desse muro, que contém os grandes e os não tão grandes da pop, surge - número 1974 - é Kraftwerk. Enquanto eles podem ter tido sucesso limitado nas charts, o alcance da influência dos Kraftwerk na música é imensurável. A razão pela qual The O2 escolheu 1974 foi o lançamento do primeiro Kraftwerk, Autobahn (na verdade é o quarto álbum). Agora, 35 anos depois do seu lançamento, vem o Catálogo - uma caixa com oito discos conjunto que abrange os músicos que passaram pela da banda a partir de então. Os álbuns foram todos transferidos digitalmente, enquanto obra de arte, com muito significado adicionado para as versões originais. Autobahn e em 1975, Radio-Activit continuam a parecer uma banda a explorar os seus limites, estavam a desbravar novos caminhos a cada passo. Em 1977 com Trans-Europe Express, foram pioneiros da música electrónica praticamente sozinhos, tornando-se um dos álbuns mais importantes da década, a elegante pop de ‘Europe Endless’;a inovação ritmica do sequenciador ‘Trans-Europe Express’, e o classico synth sound de ‘Metal on Metal’ que influenciou todos de Afrika Bambaataa (e outros pioneiros do hip hop )aos Depeche Mode. Man Machine, 1978, é o lar de «The Model», bem como da dance pop como a mais bela seqüência minimalista e sintéticos vocais. Com o tema robô estendido para robôs reais no lançamento do álbum, tornou-se uma marca registada ao vivo. Três anos mais tarde Computer World com base na sua reputação de electro trás clássicos como "Computer Love" e "Numbers". Depois de um longo hiato (que incluiu o lançamento do single "Tour de France")os Kraftwerk voltam em 1986 com Electric Café (aqui chamado Techno Pop, o seu nome original). O Mix em 1991, é uma espécie de remixes / best. O último disco do conjunto é de 2003 da Volta da França, lançado para coincidir com o 100 º aniversário da famosa corrida e, finalmente, dar o single com o mesmo nome. No geral é um álbum bastante sólido, provando um tema forte, ainda traz o melhor da banda. Mas, apesar de, por via electrónica, a presença da banda no mundo foi de 30 anos - e 30 anos de tecnologia - Tour de France ainda soa como Kraftwerk, soa fresco e novo:um claro testemunho de longevidade de inovação e qualidade.

Parenthetical Girls + Ivor Cutler

PARENTHETICAL GIRLS THE SCOTTISH PLAY- desenhado pelo ilustrador renomado David Shrigley, esta versão extremamente limitada a 500 cópias(150 só para o Reino Unido!) apresenta adaptações de quatro músicas e quatro poemas em prosa da densa discografia de Cutler. Ivor Cutler foi um escritor, humorista, poeta, absurdo, professor, e uma figura criminalmente marginalizada no campo da música popular. Lançou dez álbuns de músicas e não músicas - todas caracterizadas pelo seu gracioso e grosso, sotaque escocês - entre 1961 e 1997 em algumas das mais influentes labels da Grã-Bretanha (Virgin, Rough Trade, e Creation) quando as pessoas ainda se preocupavm com essas coisas.Cutler gravou um álbum com George Martin, e apareceu no filme Magical Mystery Tour.Faleceu em 2006 com a tenra idade de 83. Parenthetical Girls são um grupo pop marginal de Portland, Oregon, lançaram um punhado de registos, entre eles Entanglements, pop orquestral, um conceito tão exuberante que a maioria esqueceu de perceber que era sobre pedofilia. As suas canções têm sido descritos como lascivas, indecentes e grotescas. Mas suas canções também são adoráveis. Ao longo dos últimos anos, Parenthetical Girls desenvolveram uma obsessão colectiva com a vida e obra do Sr. Cutler tanto que eles decidiram dedicar dois lados completos de LP e prestar homenagem ao seu génio delicado. "When I do die I shall be glad to get away from loud pop music." Ivor Cutler

Lou Reed, Maureen ‘Moe’ Tucker, Doug Yule & David Fricke

The Velvet Underground- Lou Reed, Maureen ‘Moe’ Tucker, Doug Yule & David Fricke, 8 Dezembro 2009, ao vivo na NYPL. Na efervescência dos historicos anos sessenta de rock, os Velvet Underground foram a banda perfeita na cidade certa, num momento crucial, Nova York. Durante cinco anos - 1965 a 1970 - cantor, compositor e guitarrista Lou Reed, o baixista e viola de arco John Cale, o guitarrista Sterling Morrison e a baterista Maureen Tucker, com a vocalista alemã Nico e com o baixista Doug Yule (que substituiu Cale em 1968), transmitiram a vida real da sua cidade natal - sexo, drogas e arte; as furiosas energias de rua, prazeres ocultos e romances desesperados - numa música pop sem precedentes de narrativas vivas e emoções transgressoras. No palco e nos seus influentes quatro álbuns de estúdio, os veludos inventaram o futuro de muitos termos rock - punk, drone, improvisação livre sinceridade lírica, - nas canções e performances que o famoso grupo fêz, com a ajuda fundamental do seu gerente precoce e mentor, Andy Warhol. Status Legendary veio mais tarde, depois que o grupo se rompeu, Reed e Cale passaram a negrito a sua prolífica carreira a solo. Hoje, os Velvet Underground são as estrelas que sempre mereceram ser, com uma rica e ainda misteriosa história que continua a desdobra-ser: na nova colecção visual, The Velvet Underground em Nova York Art, nesta reunião sem precedentes de Reed, Tucker e Yule- as palavras, a música e o ritmo dos The Velvet Underground.

Casiotone for the Painfully Alone

Depois da compilação de singles e rarities "Advance Base Battery life" , Vs. Children, é o quinto album proposto por Casiotone For The Painfully Alone. Vs. Children continua a trajectoria de 2006 "Etiquette", revela singer/songwriter Owen Ashworth desviando da instrumentação estritamente eletrônica das suas gravações anteriores.Vs. Chilren é um álbum decididamente ausente da battery-powered e teclados. Em vez disso, são construídos em grande parte, pelos sons do piano, organ, Mellotron, percussão acústica, ao vivo e samplers. Na sequência de uma preocupação tediosa com música religiosa e uma obsessão doentia com a apropriação indébita (inspirado em parte pela detenção de um antigo colega de trabalho que assaltou 26 bancos em Illinois e Califórnia), Ashworth escreveu muitas das canções do Vs.Children a partir da perspectiva dos remorsos dos criminosos. Oferece-nos mais músicas com temas sobre; bebês, gravidez e relações pai/filho,

VARIOUS ARTISTS "David Shrigley's Worried Noodles"

VARIOUS ARTISTS "David Shrigley's Worried Noodles" thirty-nine song double CD & fancy book Tomlab Records 1. Roger Ferguson – Welcome Singer 2. Christopher Francis - One 3. Grizzly Bear – Blackcurrant Jam 4 .R. Stevie Moore – Live In Fear 5 .Phil Elverum & Nick Krgovich 6. Scarlett’s Well - Maybe 7. Psapp – Sad Song 8. Aidan Moffat & The Best Ofs 9. Yacht – I Saw You 10. Simon Bookish – Prince Of Wales 11. Deerhoof – You, Dog (aka Kidz Are So Small) 12. Hank – Baby’s Bible 13. Mariott 1262 (TV On The Radio Portland Chapter) - Sweet, Sweet Potato 14. David Byrne – For You 15. James Chadwick – The Wooden Floor 16. Islands – Joy 17. Cotton Candy – A Sentimental Song 18. Franz Ferdinand - No 19. Alig Fodder – The Hole 20. Cibelle – Elaine 21. Dirty Projectors – Come Forward 22. The Curtains - Show Me The Way Things Work 23. Max Tundra – A Truce 24. Munch Munch – Squirrel 25. Liars – Panic Button 26. Tussle (ft. David Shrigley) - A Clash Of Heads 27. Trans Am – The Film 28. John Shankie – A Song 29. Scout Niblett – The Bell 30. Final Fantasy - Joys 31. Mt. Eerie – A Sentimental Song 32. The Dead Science - Once I Found A Diamond 33. Lord Cut Glass - Maybe 34. No Kids – Another Song 35. Hot Chip - No 36. Casiotone For The Painfully Alone - Pretty Girl 37. Mitch Friedman - Awesome 38. Bombay 1- Elaine 39. Les Georges Leningrad - Manager And Coordinator Of O original songbook Worried Noodles revela que a poesia das letras são simples, mas de algum modo irônicas e honestas. O livro resultante das três esferas de trabalho de Shrigley - arte, livros e música . Essa primeira edição, também lançado pela Tomlab, esgotou em apenas 6 meses após a sua publicação. O livro encontrou uma enorme quantidade de novos admiradores do trabalho de David Shrigley nos círculos da música pop, onde a idéia de adaptar as músicas para a música foi reconhecido como algo que precisava acontecer.Dada a natureza do material de origem, há uma tendência cartoon que atravessa a maioria das canções. Em colaboração com David Shrigley, a Tomlab reuniu uma seleção variada de músicos e bandas do desconhecido ao lendário para receber um exemplar do livro. Muitos já estavam familiarizados com o trabalho de David Shrigley, e alguns estão entre seus fãs mais dedicados. O Glaswegian artista David Shrigley é mais conhecido pelo seu trabalho visual de desenhos estranhos de pessoas em cenas alternadamente entre o mundano e o grotesco, muitas vezes combinadas com pedaços aleatórios de texto manuscrito. Também tem criado uma boa quantidade de plástico, poliéster e esculturas de látex, que pode ser visto no seu site e dirigiu um vídeo dos Blur. É o autor deste songbook intitulado "Worried Noodles", cujo conteúdo foi adaptado por 39 artistas diferentes em novas canções.

19/11/2009

YANN MARTEL A VIDA DE PI

Vencedor do Book Prize de 2002, um dos mais importantes prêmios literários de língua inglesa, Martel viu-se envolvido numa polémica por conta de A vida de Pi: o livro teria sido um plágio de obra Max e os felinos, de Moacyr Scliar. Além disto, o autor canadiano teria minimizado a importância de Scliar, referindo-se a ele como “escritor menor”. Após uma gigantesca polémica, Martel colocou panos quentes na história, afirmando que nunca havia lido o livro de Scliar, mas que agradecia ao escritor brasileiro pela “centelha criativa”. Em entrevista à Folha de S.Paulo, em Dezembro de 2004, Martel finalizou a discussão, inclusive com o apoio de Scliar, que não considerou A vida de Pi um plágio. Depois do naufrágio de um navio de carga, um único bote salva-vidas permanece a flutuar à superfície do agreste oceano Pacífico. A tripulação do barco consiste numa hiena, um orangotango, uma zebra com a perna partida, um tigre de Bengala e Pi Patel, um rapaz indiano de 16 anos de idade. O palco está preparado para um dos mais extraordinários fragmentos de ficção literária dos últimos tempos. Um romance com tão rara e assombrosa habilidade para contar histórias que, como diz uma das personagens, talvez faça o leitor conseguir acreditar em Deus.

LAURA SPIVAK

A atracção do vazio explica a sedução das mulheres. Laura Spivak é uma verátil artista plástica nascida na Argentina, têm uma série de desenhos aparentemente inocentes mas com uma profundidade conceptual.

ANALOGUE

A maioria dos observadores parece confortável com o termo "post rock", na segunda metade da década de 1990, houve um grande aumento na quantidade de difícil de definir a música lançada em selos independentes. Muita dessa música era instrumental e desprovido de pontos de referência específicos, tornando ainda mais difícil conseguir um rotulo. Embora os Slint colocam Louisville no mapa musical da sua época com Spiderland, 1991. Assim, Chicago parecia ser o foco inicial, graças á influente banda da sua cidade natal, os Tortoise lançam o auto-intitulado álbum de estréia, em 1994. Um critico já disse "mines territory not unfamiliar to much of today's 'post-rock' or 'indie avant-garde' folk", mas a banda afirma que o seu som é "menos post,e mais rock ". 1992: Karlof, Westlake, e Cantwell decidem formar uma colegial banda depois de ouvir Spiderland. Eles chamam Analogue ao trio após o primeiro show (de benefíciencia em Wilmington, Carolina do Norte, fechando com "Hot Horse" dos Foetus 1993: Inspirado no movimento lo-fi home-taping, inicio de 1980, final de 1990, decidem fazer uma gravação home-dorm em cassete com 4 temas sob o nome YUMMY. 1995: Greer unta-se à banda o quarteto volta a Boston para gravar um disco de corpo inteiro. A canção "Goofball" aparece no the COGNITIVE MAPPING VOL. 2 compilation CD. 1996: Karlof vai para Nova York raramente toca com o grupo. Heller junta-se à banda, agora capaz de tocar com várias combinações diferentes de membros, geralmente como um quarteto, mas às vezes um trio ou quinteto. O disco AAA / AAD é lançado na Bees Make Honey Records (vinil) e Sonic Bubblegum (CD).Mas nem tudo é tudo fingimento pós-moderno e método: há uma citação do filme de Adam Sandler Billy Madison no interior do CD. Pela primeira vez, os registos de Heller com a banda tem ao seu lado espíritos e afins dos Cruise Control Pills, uma grande banda de Wilmington, NC. 1997: Os quatro membros da banda ainda vivem juntos na Carolina do Norte tem uma casa juntos, todo o quinteto reúne-se no estúdio de Brooklyn, Rare Book Room para gravar o segundo álbum. 2000: O álbum, "Proper Rock, sai finalmente pela Rubric Records. Ao longo da sua existência, tocaram com um grande número de bandas que admiravam. Don Cabellero, Superchunk, Bardo Pond, Geezer Lake, Trans Am, A Minor Forest, Tower Recordings, Joby's Opinion, Spatula, Windy & Carl, Bicentennial Quarters, Olivia Tremor Control, Eugene Chadbourne, Tractor Hips, Cruise Control Pills, King Sour, Rodeo Boy, Raymond Brake, Minerva Strain, Protoblast,

THE GUN CLUB

Hoje no meu dia de aniversário, num momento mais nostálgico ao puxar a fita da idade atrás, passou-me pelas memorias auditivas, uma estréia dotada de verdadeiro espírito rock n 'roll - Fire of Love, de Jeffrey Lee Pierce, o homem de muitas substâncias, exorcista de incontáveis demônios pessoais, e de algumas das obsessões (sexo, proteção da "alma") entrega intensa, e único membro constante da quase esquecida The Gun Club. Nunca foram um triunfo comercial, mas a falta de reconhecimento além da compreensão, Fire of Love, é talvez o melhor album da sua discografia, mas ao contrário de alguns de seus contemporâneos, quase nunca ninguém os menciona. The Gun Club - acoplado ardente, rock n roll punkish, hibrido punk-blues, com raízes rockabilly anos 50, Sonny Burgess, Johnny Burnette (X, The Blasters) ou Tex-Mex (Los Lobos), este disco é muitas vezes considerado o primeiro do chamado cow-punk ou psychobilly. Jeffrey Lee Pierce formou a banda no principio dos anos 80(acabaram em 1996)com Rob Ritter (um membro dos 45 Grave e mais tarde de Thelonious Monster ) no baixo, Terry Graham na bateria, na guitarra um amigo de Pierce, Kid Congo Powers, que sai antes da gravação do álbum de estréia, acabou por pertencer a várias bandas:The Cramps e aos The Bad Seeds de Nick Cave).

15/11/2009

SIGHTINGS

Sightings deconstuctionist noise rock, retiram as melodias standards do padrão rock and roll,deixando um mosto de feedback - a partir da alta frequência nas cordas da guitarra, ao gemido de um amplificador de baixo.É uma pós-destrutiva bagunça punk que tem referências dos Einsturzende Neubauten, o início nos anos 80 da cena No Wave, aos contemporâneos Wolf Eyes, Black Dice, Lightning Bolt e Ruins. Guitarra, baixo e bateria reconfigurado para um novo propósito. Formados em Brooklyn, New York,1997, são Mark Morgan (guitarra e vocais) John Lockie (bateria),e (encontraram um ano depois)Richard Hoffman,no baixo.O trio após perceber o seu potencial art rock e inspirando-se em Yoko Ono, Cabaret Voltaire e Red Transistor, gravam o auto-intitulado album, em 2002,lançado na Load Records. A musica mostra as agressões nítidas e concisas de um álbum rock, mas um rock para os próximos tempos, com um som para os dias de hoje.Provavelmente estas barragens sonoras de guitarra, baixo e bateria, são inaudíveis para a maioria. Os Sightings, não são para fracos do coração, mas para fãs dos Mainliner, free rock Wolf Eyes, Harry Pussy, e Yoko Ono, entre outros. A banda já andou em tourné com os Lightning Bolt, e Pink and Brown, tocou com os Van Halen, Guns and Roses, e Creed. São estrelas do rock barulhento.

100 Greatest Jazz Guitarists

Esta lista é consensual, tem os meus guitarristas preferidos, fica para memoria futura........nomes como Tal Farlow, Gabor Szabo, Herb Ellis, Wes Montgomery, Grant Green, Jim Hall, Larry Coryel, Kenny Burrell,Barney Kessel, Joe Pass,Marc Ribot, Bireli Lagrene, Mike Stern e Pat Martino entre outros, fazem-me continuar a gostar de ouvir musica. 1. Wes Montgomery 2. Django Reinhardt 3. Pat Metheny 4. Joe Pass 5. Charlie Christian 6. John McLaughlin 7. Allan Holdsworth 8. Grant Green 9. John Scofield 10. Jim Hall 11. Larry Coryell 12. Kenny Burrell 13. Bill Frisell 14. Larry Carlton 15. Pat Martino 16. Mike Stern 17. Al Di Meola 18. Lenny Breau 19. Herb Ellis 20. John Abercrombie 21. George Benson 22. Lee Ritenour 23. Tal Farlow 24. Lonnie Johnson 25. Eddie Lang 26. Robert Conti 27. Johnny Smith 28. Bill Connors 29. George Van Eps 30. Jimmy Bruno 31. Jimmy Raney 32. Hank Garland 33. Joe Diorio 34. Barney Kessel 35. Kurt Rosenwinkel 36. Oscar Moore 37. Les Paul 38. Jeff Golub 39. Ed Bickert 40. Russ Freeman 41. Derek Bailey 42. Charlie Hunter 43. Martin Taylor 44. Howard Roberts 45. Stanley Jordan 46. Ralph Towner 47. Chet Atkins 48. Scott Henderson 49. George Barnes 50. Gabor Szabo
51. Mark Stefani 52. Thom Rotella 53. John Pizzarelli 54. Charley Byrd 55. Ted Greene 56. Billy Bauer 57. Henry Johnson 58. Billy Bean 59. Sonny Greenwich 60. Dean Parks 61. Steve Khan 62. Frank Gambale 63. Andy Summers 64. Russell Malone 65. Ronny Jordan 66. Bireli Lagrene 67. Earl Klugh 68. Grant Geissman 69. Ken Navarro 70. Harry Volpe 71. Paul Bollenback 72. Lorne Lofsky 73. Nguyen Le 74. Robben Ford 75. Daryl Stuermer 76. Phil Upchurch 77. Ulf Wakenius 78. Hiram Bullock 79. Sonny Sharrock 80. Nick Webb 81. Tony Mottola 82. Bucky Pizzarelli 83. Norman Brown 84. Tiny Grimes 85. Tommy Tedesco 86. Mark Whitfield 87. Julio Fernandez 88. Marc Ribot 89. Greg Carmichael 90. John Pisano 91. Emily Remler 92. Brian Hughes 93. Fitzroy Coleman 94. Mick Goodrick 95. Kevin Eubanks 96. Carl Kress 97. Wolfgang Muthspiel 98. Tuck Andress 99. Robert Normann 100. Howard Alden

TALK NORMAL

Inspiradas na No wave,e noise-rock, o duo Talk Normal consiste na baterista/ vocalista Adrya Ambro e na guitarrista/vocalista Sarah Register. O par uniu-se em 2007, começando por emitir CD-Rs de música na tradição angular de ruidosos actos que vão desde as Ut, a DNA, Pylon, Sonic Youth, Teenage Jesus & The Jerks a Magik Markers e Sightings. O baixista dos Sightings, Richard Hoffman apareceu no lançamento oficial do primeiro EP Secret Cog em 2008. No ano seguinte, iniciaram turnês com preocupações semelhantes em actos como: Tall Firs, U.S.Girls, e Wolf AIDS; o primeiro e auto intitulado album saiu em 2008, Sugarland, chegou este ano,e trás uma cover de Brian Ferry-Roxy Music "In Every Dream Home a Heartache".

NYMag's 40 Songs That Define The Brooklyn Sound

Está longe de ser a primeira vez Brooklyn tem sido referida como a cidade que mais bandas dá a conhecer ao mundo, e a mais criativa do momento, foi embalada para uma publicação impressa importante, e a primeira vez que a cena foi destilada numa lista que toda a gente pode discutir. Os critérios para inclusão na lista não aparecem explicitamente, para além do ranking altamente subjectivo. 40 Light Asylum - "Angel Tongue" 39 Oakley Hall - "All the Way Down" 38 Here We Go Magic - "Fangela" 37 Apache Beat - "Tropics" 36 Bishop Allen - "Click, Click, Click, Click" 35 White Rabbits - "Percussion Gun" 34 Japanther - "Challenge" 33 Class Actress - "All The Saints" 32 Miles Benjamin Anthony Robinson - "The Debtor" 31 Ninjasonik - "Art School Girls" 30 Antibalas - "Beaten Metal" 29 Black Dice - "Glazin'" 28 The Antlers - "Kettering" 27 Panda Bear - "Comfy In Nautica" 26 The National - "Mistaken For Strangers" 25 Amazing Baby - "The Narwhal" 24 St. Vincent - "Actor Out Of Work" 23 Neon Indian - "Deadbeat Summer" 22 Matt & Kim - "Daylight" 21 Grizzly Bear - "Knife" 20 Suckers - "Beach Queen" 19 Sharon Jones And The Dap Kings - "100 Days, 100 Nights" 18 The Drums - "I Feel Stupid" 17 A Place To Bury Strangers - "To Fix The Gash In Your Head" 16 Chairlift - "Bruises" 15 Telepathe - "Chrome's On It" 14 Crystal Stilts - "Crippled Croon" 13 Das Racist - "Combination Pizza Hut And Taco Bell" 12 The Pains Of Being Pure At Heart - "Young Adult Friction" 11 Hercules & Love Affair - "Blind" 10 Animal Collective - "My Girls" 09 Yeasayer - "2080" 08 Vampire Weekend - "Cape Cod Kwassa Kwassa" 07 Vivian Girls - "Where Do You Run To" 06 Gang Gang Dance - "House Jam" 05 TV On The Radio - "Golden Age" 04 LCD Soundsystem - "All My Friends" 03 MGMT- "Kids" 02 Grizzly Bear - "Two Weeks" 01 Dirty Projectors - "Stillness Is The Move"

FLYING

Os Flying de Broklyn /Oakland, California, indie rock experimental, são Eliot Krimsky, Sara Magenheimer, Eben Portnoy, editaram em, 2006,Just-One-Second-Ago-Broken-Eggshell,tem um novo album intitulado Faces of the Night, e deram alguns passos em direcção a uma maior acessibilidade. Similar Albums: Deerhoof - Friend Opportunity Danielson - Ships Pink Floyd - Piper At the Gates of Dawn

50 British songwriters

Listas e mais listas, o diário Britânico Telegraph, á uns meses atrás publicou uma lista dos 50 melhores British songwriters 1 John Lennon 2 Kate Bush 3 Morrissey/Johnny Marr 4 Paul McCartney 5 Elton John/Bernie Taupin 6 Mick Jagger/Keith Richards 7 Noël Coward 8 Ian Curtis/New Order 9 Van Morrison 10 Joe Strummer/Mick Jones (The Clash) 11 David Bowie 12 Queen 13 Ray Davies (na foto) 14 Elvis Costello 15 Pete Townshend 16 Led Zeppelin 18 Neil Tennant/Chris Lowe (Pet Shop Boys) 19 Pink Floyd 21 Radiohead 22 Paul Weller 23 Bryan Ferry 24 Damon Albarn 25 Coldplay 26 Sandy Denny 27 Noel Gallagher 28 Annie Lennox/Dave Stewart 29 John Lydon 30 Richard Thompson 31 Robert Smith (The Cure) 32 Mike Skinner/The Streets 33 Nick Drake 34 George Michael 35 Alex Turner (Arctic Monkeys) 36 George Harrison 37 Jerry Dammers 38 Amy Winehouse 39 Cat Stevens 40 Sting 41 Gary Barlow 42 Liam Howlett 43 Stuart Murdoch (Belle and Sebastian) 44 Pete Doherty/Carl Barat 45 Billy Bragg 46 Hot Chip 47 Bill Fay 48 Joan Armatrading 49 Mark E. Smith 50 Ivor Novello

LOS INICIADOS

Los iniciados eram um grupo de electrónica experimental de performance muito parecido com os The Residents.A formação era composta por Componente Norte (fitas), Estrato Cúmulo (outras fitas), Precipitación Atmosférica (fitas diferentes) e Arcoiris (as mesmas fitas tocadas de outra forma). Como os The Residents a sua música tocada ao vivo era acompanhada de estranhas personagens mascarados para manter o anonimato dos seus componentes.Mas ao contrário dos Residents, o seu círculo de amigos e conhecidos sabia que por trás dessas máscaras estavam Servando Carballar (Biovac N en Aviador Dro e fundador da Discs DRO), Marta (Arcoiris entraria para os Aviator DRO também em 1982), dois componentes dos Alphaville e um dos TNT. Los iniciados estrearam em 1982 com um EP de 5 canções intitulado El cantor de Jazz (editado pela DRO). Pouco depois editam o seu primeiro LP, La marca de Anubis,com capa e sons e muito orientais egípcios.Um álbum estranho, hoje é procurada e valorizado por coleccionadores. No ano seguinte, 1983, lançam um novo álbum intitulado Todo Ubu, baseado na obra de mesmo nome, é apresentado como uma performance teatral ao vivo. Finalmente Lollipop lançado em 1999, foi o seu último trabalho conhecido, um duplo CD intitulado Druidas Quimicos. Como todos os grupos diferentes e vanguardistas, deixa alguns satisfeitos, outros indiferentes, criticados por uma minoria, mas não deixa ninguém indiferente.

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